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GM sai do vermelho e lucra mais que o esperado
Postado por Gustavo Periard em 31/07/2007
Categoria: Geral
Após perder a liderança mundial em vendas para Toyota, montadora apresenta resultados bem acima da expectativa dos analistas.

A General Motors divulgou hoje seu balanço do segundo trimestre que trouxe números surpreendentemente positivos. A empresa obteve um lucro líquido de US$ 891 milhões, contra um prejuízo de US$ 3,4 bilhões no mesmo período do ano passado.
Até mesmo nos Estados Unidos, onde a empresa sofre mais a concorrência das montadoras japonesas, os resultados não desagradaram os analistas. A unidade da América do Norte teve um prejuízo de US$ 94 milhões. Desde 2005, as perdas acumuladas na região somam US$ 12,9 bilhões. Às 11h20, as ações da GM negociadas em Nova York tinham alta de 3,99%, para 33,90 dólares
Para estancar o prejuízo, a GM decidiu fechar acordos com sindicatos para cortar funcionários e encerrar as atividades em algumas fábricas. As medidas têm como objetivo adaptar a capacidade de produção a um cenário de queda nas vendas. Outra medida em estudo prevê a redução dos direitos trabalhistas, o que ainda precisa ser negociado com os sindicatos.
Outra montadora americana em crise, a Ford, também surpreendeu analistas com um lucro líquido de US$ 750 milhões no segundo trimestre. Os números mostram que os cortes de custo adotados pelas montadoras já começam a surtir efeitos positivos nos balanços.
O presidente mundial da empresa, Rick Wagoner, disse, entretanto, que a unidade americana da empresa “trabalhou duro” e conseguiu “enormes melhorias”, mas disse que ainda é preciso “fazer mais” para aumentar a lucratividade. Além de cortar custos, ele também defendeu o investimento em carros que utilizem biocombustíveis ou híbridos (que funcionam a gasolina ou eletricidade).
América Latina
A GM informou que seu lucro ajustado na América Latina alcançou US$ 213 milhões no segundo trimestre, com uma alta de 37%. Acuada por montadoras japonesas na América do Norte, a empresa aposta em mercados emergentes para voltar a conquistar a liderança mundial em veículo perdida para a Toyota neste ano.
A montadora japonesa tem pouca experiência no desenvolvimento de veículos mais simples e baratos, que geralmente têm maior demanda em países emergentes. Uma das medidas em estudo pela Toyota é a abertura de uma nova fábrica no Brasil.
FONTE: Portal Exame
As marcas mais valiosas do mundo e como elas chegaram lá
Postado por Gustavo Periard em 30/07/2007
Categoria: Dicas e Notícias, Marketing

Conhecido como um fenômeno de popularidade e inovação, o Google se transformou na marca mundial que mais ganha valor. É o que mostra o ranking das marcas mais valiosas do mundo, realizado pela consultoria Interbrand, em parceria com a BusinessWeek. A grife conquistou um crescimento de 44% neste ano. Hoje, a marca Google vale mais de US$ 17 bilhões e ocupa o 20º lugar da tabela. “A companhia é uma estrela em ascensão. Eles estão fazendo muita coisa bem feita, uma delas é priorizar a marca como parte da sua estratégia, além da agressividade na inovação”, acredita Alejandro Pinedo, diretor-geral da Interbrand no Brasil. Como já se tornou tradição a Coca-Cola, pela sétima vez consecutiva, ocupa a dianteira do ranking. “O tamanho, a idade e a gestão da marca são algumas das justificativas para essa posição”, aponta Pinedo. Hoje, a marca coca de refrigerantes vale US$ 65,2 bilhões.
Este ano, os nomes que mais perderam força foram Ford, GAP, Kodak, Pizza Hut e Motorola. “Sofreram desvalorizações porque não acompanharam o consumidor, não entenderam o momento do mercado”, detecta Pinedo. De acordo com o executivo, estas marcas não se atualizaram. “A Ford tem carros antiquados, a Pizza Hut não renovou cardápio nem melhorou as lojas. Já a Motorola apostou alto em um só produto, o RZR, e investiu menos na marca corporativa”, pondera Pinedo.
Na edição deste ano do ranking, a Interbrand não se deteve apenas a listar o valor de cada marca e elaborou uma lista de quatro tendências em gestão de marca:
1. Desenvolvimento de pontos de contato – As grifes mais valiosas encontram maneiras complementares de atingir os seus consumidores. Um exemplo é a rede de cafeterias Starbucks, que conseguiu criar uma relação diferenciada com o consumidor. “A marca não se restringe à loja, ela quer acompanhar o consumidor na rotina diária”, afirma o diretor da Interbrand Brasil. Os clientes podem comprar livros e cds que leram ou escutaram dentro da própria loja.
2. Gerar maior demanda para a marca – Trata-se de fazer com que o consumidor desejado pela grife a escolha acima de todas as outras que tentam atingi-lo. Os nomes que conseguiram com sucesso chegar a este patamar são Apple e Nintendo. “A Apple cria um furor tão grande ao redor da marca que qualquer modelo novo gera curiosidade”, ressalta Pinedo.
3. Modelos de Contingência, que englobam cenários de risco e planejamento de eventualidades. Esse item se refere às companhias que projetam cenários futuros e concentram toda a sua energia para que eles se tornem realidade. “É um passo além do planejamento estratégico, não é só olhar pro futuro, mas desenhar o cenário ideal e mover toda a empresa pra que ele se torne real”, explica o diretor. De acordo com Pinedo, uma das marcas que mais se encaixa no perfil é a Toyota, que há anos previu que a preocupação com o meio ambiente estaria presente e buscou soluções alternativas ao petróleo. “Hoje, é a empresa do ramo mais associada com este conceito”, completa.
4. Planejar Eficiências – “A idéia desta ferramenta é identificar o ponto forte da marca e apostar todas as fichas nela”, esclarece Pinedo. Há varias maneiras de se fazer isso, investindo em eventos, em patrocínios, em mudanças nos pontos-de-venda. “A Zara entendeu que as lojas rendem a melhor oportunidade de causar impacto no consumidor e preferiram investir menos em publicidade”, conta Pinedo.
FONTE: Revista AMANHÃ
DEMITIR OS CLIENTES NÃO-LUCRATIVOS?
Postado por Gustavo Periard em 28/07/2007
Categoria: Geral

Talvez você tenha ouvido a notícia: no final do mês passado, a Sprint Nextel enviou uma carta de encerramento de serviços para aproximadamente 1.000 pessoas da sua base de 53 milhões de clientes. A empresa cancelou a assinatura desses clientes devido à quantidade de ligações que faziam para a central de atendimento. Essas pessoas ligavam para o call center aproximadamente 25 vezes por mês, com assuntos semelhantes. Uma média 40 vezes mais alta do que a apresentada normalmente, segundo os relatórios publicados.
Os clientes “demitidos” representam uma quantidade muito pequena, comparada à base total de clientes da empresa, mas a notícia desencadeou uma verdadeira tempestade para a área de relações públicas. Houve grande troca de mensagens on-line incentivando os clientes da Sprint a cancelar o serviço, em retaliação. Os concorrentes AT&T e Verizon publicaram notas dizendo que nunca fariam a mesma coisa, pois eles se importam com todos os seus clientes. Em nossa opinião, a decisão foi dolorosa, mas se isso ocorreu como parte de uma estratégia holística de clientes, os resultados poderão ser sentidos no relacionamento com os outros 52.999 milhões de clientes, em longo prazo.
Fomos ensinados que “o cliente sempre tem razão” e que “todo cliente é valioso”. Se considerarmos apenas as implicações de curto prazo, aparentemente, a Sprint agiu de modo a eliminar os clientes below zero pelo fato de não serem lucrativos para a empresa. A repercussão nos meios de comunicação tradicionais pode fazer com que a Sprint pareça avarenta e sem interesse pelas pessoas, o oposto de colocar o cliente em primeiro lugar. Mas ao analisar a decisão pensando no longo prazo, com uma visão estratégica a respeito dos clientes, surge um novo quadro.
É preferível olhar para os clientes “demitidos” como agentes que minam os recursos da empresa em longo prazo. Se 1.000 pessoas telefonam para a central de atendimento a clientes, 25 vezes por mês, e demoram uma média de 3 minutos por ligação, serão 1.250 horas por mês de trabalho desperdiçado e congestionamento nas linhas do call center. E, se esses clientes continuam ligando para falar sobre o mesmo assunto, obviamente eles não estão contentes com o serviço da Sprint, e a Sprint também não está contente em tentar servi-los sem sucesso. Existe, ainda, o impacto negativo no serviço aos outros clientes que tentam ligar para o call center, contribuindo para a insatisfação desses outros clientes também. Se o relacionamento não está sendo bom para ninguém, é melhor encerrá-lo, em vez de deixar as coisas piorarem cada vez mais, sendo que ambas as partes reconhecem que a relação já chegou ao fim. Essa história pode até parecer familiar para alguns…
A empresa precisava agir
A empresa precisava fazer alguma coisa a respeito do serviço aos clientes. Em abril, a Sprint ocupou a primeira posição do ranking The Customer Service Hall of Shame (em português, “As Piores Empresas no Serviço ao Cliente”), realizado pela MSN Money Central. A colocação foi devida às longas filas de espera no call center. Um porta voz da Sprint respondeu ao MSN: “Definitivamente, existem áreas do serviço ao cliente em que precisamos melhorar”. Ele também afirmou que “o CEO e outros disseram que estão comprometidos a fazer isso”.
Conversamos com um cliente da Sprint que ficou contente com a iniciativa da empresa. “Da perspectiva do serviço ao cliente, acredito que foi bom”, diz Marc Fritzer, que utiliza o serviço de celulares da Sprint há sete anos. “O fato de a Sprint reduzir o número [de below zeros] é ótimo para o restante dos clientes. Minha principal reclamação a respeito da empresa é quanto ao tempo de espera para ser atendido. Então, se isso ajudar, será muito bom. E, no longo prazo, é provável que a Sprint ainda economize”.
Uma vez que a receita da Sprint vem de clientes como Marc, e que a empresa estava esgotando seus recursos para atender clientes trabalhosos, que ocupavam uma grande parcela de tempo reclamando sobre os mesmos problemas repetidamente, acreditamos que faz sentido reduzir os custos dos serviços enquanto facilitam o acesso para clientes, com questões legítimas, que precisam falar com a central de atendimento.
O outro lado
Se a atitude da Sprint fosse tomada sem considerar outros fatores, ela poderia gerar efeitos negativos de longo prazo. Em primeiro lugar, porque o relacionamento com aqueles clientes chegou a tal ponto? Alguns profissionais de marketing acreditam que não existem clientes “não-lucrativos”, e sim, programas inadequados para eles. Graham Hill, consultor independente, postou no 1to1 Blog ( Sprint Nextel Says “You’re Fired!, July 10, 2007): “Para cada cliente não-lucrativo, existem diversas razões que o tornam não-lucrativo e um número correspondente de potenciais soluções para torná-lo lucrativo”. Mas para outros, existe um pequeno grupo de clientes para os quais é quase impossível trabalhar, como, por exemplo, as pessoas que compram uma roupa para usar em uma ocasião e depois devolvem na loja, pedindo reembolso. Esses clientes acabam custando caro aos melhores clientes da empresa. O segundo grupo de profissionais pergunta: “Por que os nossos melhores clientes deveriam subsidiar os piores clientes?”
Cada empresa deve resolver o problema, e não os sintomas, se quiser alcançar sucesso na relação com os clientes no longo prazo. É aí que entra em cena a importância de uma estratégia de clientes que envolva toda a organização. Em um ambiente extremamente competitivo, a experiência do cliente será decisiva. Para a Sprint, um aparente problema ocorrido hoje pode se tornar o caminho para a felicidade, em longo prazo, se os passos forem orientados por uma estratégia de foco no cliente.
Don Peppers e Martha Rogers
AMANHA
FONTE: Administradores
Unilever recebe inscrições para 205 vagas de estágio e de trainee
Postado por Gustavo Periard em 27/07/2007
Categoria: Oportunidades
Estão abertas, até 20 de agosto, as inscrições para os Programas de Estágio e de Trainee da Unilever 2008. São oferecidas 180 vagas para estágios nos estados de São Paulo, Pernambuco, Minas Gerais e Goiás e aproximadamente 25 vagas para trainee.
“Os programas buscam gerar oportunidades profissionais aos candidatos, valorizar a diversidade, buscar novos talentos e, principalmente, líderes para a companhia. Queremos atrair e estimular pessoas que tragam uma visão diferente”, afirma Vera Durante, diretora de Recursos Humanos da Unilever.
Os programas atraem, a cada ano, um grande número de interessados. No ano passado, a empresa registrou cerca de 28 mil inscritos no programa de trainee e 18 mil no programa de estágio.
Estágio
O programa é considerado uma das portas de entrada para a empresa. Hoje, cerca de 60% dos estagiários permanecem na Unilever em cargos de analistas e coordenadores. Ao final do programa, o estagiário pode ainda concorrer a uma vaga de trainee. Em 2007, 10% dos estagiários foram aprovados para o Programa de Trainee.
Para se candidatar, os interessados devem cursar o penúltimo ou último ano do curso universitário nas áreas relacionadas com a atuação do estágio.
São 10 as áreas para o trabalho: Tecnologia da Informação, Pesquisa e Desenvolvimento (área técnica), Cadeia de Suprimentos (Supply Chain), Logística, Manufatura, Finanças, Desenvolvimento de marcas e produtos (marketing e pesquisas de mercado), Relacionamento com Clientes (vendas e trade marketing), Recursos Humanos e Jurídico.
O processo de seleção acontece de setembro a novembro e os candidatos passarão por diversas etapas eliminatórias como testes virtuais, dinâmicas de grupo e entrevistas. Os alunos aprovados deverão ter disponibilidade para estagiar 20, 30 ou 40 horas semanais. O estágio tem duração de um ano com possibilidade de renovação por mais um.
“A maior parte do nosso processo de seleção concentra-se no contexto de negócios. Não é necessário que o candidato tenha conhecimentos empresariais. O importante é que ele pense de forma estruturada e consistente, e aplique seus conhecimentos às atividades propostas”, explica Vera.
A bolsa auxílio vai de R$ 696,57 até R$ 1.479,65. Além da bolsa auxílio, o estagiário receberá plano de saúde, alimentação, seguro de vida em grupo e transporte nas localidades da empresa que oferecem este benefício.
Trainee
Atualmente, 90% dos trainees ficam na empresa e assumem cargos gerenciais. Como parte do programa de desenvolvimento, além da vivência do dia-a-dia corporativo em uma empresa de bens de consumo, o trainee recebe treinamentos diferenciados que ampliam sua experiência e horizontes.
Os interessados podem se candidatar para as áreas de Tecnologia da informação, Manufatura, Logística, Relacionamento com clientes (vendas e customer marketing), Finanças, Recursos humanos, Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos e Marketing.
Podem participar do processo de seleção estudantes de graduação e pós-graduação de todo o Brasil, que se formam no final de 2007 ou que tenham concluído o curso entre 2005 e 2007. O processo de seleção será realizado de setembro a outubro, com provas virtuais, dinâmicas de grupo, entrevistas individuais. O resultado será divulgado em novembro deste ano e os aprovados começam a trabalhar em fevereiro de 2008.
“Nosso programa fomenta o desenvolvimento não só de habilidades técnicas como também comportamentais, o que viabiliza o plano de desenvolvimento da capacidade de liderança dos trainees”, comenta Vera.
Os aprovados receberão salário de R$ 4.203,00, além de todos os benefícios oferecidos aos funcionários, como plano médico e odontológico, alimentação, estacionamento, seguro de vida em grupo, plano de previdência privada, participação nos resultados. O programa tem duração de três anos, período em que os aprovados são preparados para assumir um cargo de gerência na companhia.
FONTE: UOL
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World Trade Center-SP abre vagas para programa de trainee
Postado por Gustavo Periard em 27/07/2007
Categoria: Dicas e Notícias, Oportunidades
O World Trade Center São Paulo abre 20 vagas para o II Programa de Trainee em uma de suas unidade de negócios, o WTC Clube de Negócios, responsável pela promoção do intercâmbio de negócios entre os associados em todo o mundo.Os candidatos devem ter idade entre 18 e 26 anos, ter inglês intermediário, estar cursando até o penúltimo ano de faculdade de Administração, Marketing, Direito, Engenharia, Economia, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda e ter disponibilidade para meio período (4 horas).Os selecionados receberão treinamento institucional de produtos e serviços, marketing e vendas, tendo a oportunidade de interação com presidentes de grandes empresas sediadas em São Paulo. “Queremos que o WTC Club seja a porta de entrada para os jovens ingressarem no mercado de trabalho” diz o diretor comercial Leonardo Figueiró.
Todos receberão bolsa-auxílio e o que mais se destacar ao longo dos seis primeiros meses de ganhará uma semana de intercâmbio em uma outra unidade do WTC no exterior, além do contrato ser automaticamente renovado por mais seis meses.
O programa, que iniciará sua segunda edição, conta atualmente com cerca de cinco jovens. “O treinamento intensivo em que somos submetidos nos dá uma base muita grande em relação à auto-confiança, responsabilidade e postura profissional”, diz Rodrigo Gedankien, 19 anos, integrante da primeira campanha de novos talentos do WTC Club. “Aprendemos a buscar soluções rápidas para qualquer que seja a questão”, completa o estudante.
Serviço:
A nova equipe inicia suas atividades no dia 03 de setembro e os interessados devem enviar seus dados – nome, contatos, experiência profissional, graduação e outros cursos - para o e-mail comercial@wtcclub.com.br até o dia 10 de agosto.
FONTE: UOL
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