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Postado por Gustavo Periard em 26/07/2007
Categoria: Geral

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Grande abraço e até a próxima!!

Recém formados: Empreender ou trabalhar para terceiros?

Postado por Gustavo Periard em 24/07/2007
Categoria: Carreiras

 

por Gustavo Periard Inacio

Como disse um amigo meu, estes são dois temas muito instigantes e importantes. Que valem à pena serem estudados, ou pelo menos analisados com um pouco mais de atenção. Já que é a grande dúvida que ronda a cabeça de dez entre dez recém formados, sejam eles de administração ou não, se arriscar em um próprio negócio, com todos os riscos, desafios e emoções ou trabalhar para terceiros, podendo (ou não!) ter o merecido reconhecimento depois de anos de serviços prestados.

É realmente uma dúvida difícil. Mas não se pode esquecer que um não é delimitador para o outro. É preciso enfrentar o fato de que: A maioria das pessoas não é empreendedora, uma pequena parcela apenas é empreendedora e desta, apenas uma parcela ainda menor realiza bem suas tarefas.

Para ser empreendedor você precisa ter um sonho, seja ele criar um novo produto, ou serviço, ou até mesmo criar novas formas de organização. Precisa querer realmente realizar este sonho, tomar iniciativas, criar oportunidades assumir riscos (isso mesmo, e não são poucos não!) e principalmente inovar, inovar sempre! E precisa, preferencialmente, ter nascido com aquele “algo mais” que torna tudo mais apaixonante e prazeroso. Tudo isso aliado a muita persistência e obstinação trarão o tão almejado sucesso em sua vida profissional e consequentemente pessoal.

Agora, se não é um empreendedor nato e trabalha somente para ter (ter dinheiro, ter bens…) então é melhor trabalhar para terceiros e de preferência, por um bom salário. Não há nenhum mal trabalhar para terceiros. Se não tem um projeto claro de vida, se não tem um projeto de carreira outros têm para ti. Agora, se queres desenvolver a tua carreira, o seu projeto de vida, o seu sonho, então poderá ser um empreendedor, mas lembre-se de que antes da sua empresa, antes do seu negócio, deve ser um bom empreendedor de si mesmo.

Depois disso, consegues realizar o teu empreendimento (leia-se sonho) e aí, o dinheiro é pura conseqüência de todo teu esforço.


Boa sorte em sua escolha (ela também é fundamental) e muito sucesso!!

por Gustavo Periard Inacio

Equipe SobreADM - sobreadm@hotmail.com

Faz-se cada vez mais Co-Branding

Postado por Gustavo Periard em 23/07/2007
Categoria: Marketing

Por Bruno Mello
bruno@mundodomarketing.com.br

As marcas também namoram entre si. Algumas até casam. Em estratégias promocionais, por exemplo, compra-se dois quilos de Omo e leva-se junto dois litros de Comfort. Assim é o namoro, que pode amadurecer e virar casamento quando as características do amaciante são inseridas no sabão em pó e dão origem ao Omo com Toque de Comfort Aloe Vera. Mais conhecida no mundo do marketing como co-branding, a estratégia que une duas marcas é cada vez mais comum entre as grandes empresas.

 Sim, entre grandes marcas, porque a regra número um deste assunto é que apenas a união entre duas marcas reconhecidas pelas suas qualidades é capaz de gerar um produto hábil para se destacar em sua categoria. Tudo isso porque a concorrência é grande, a fragmentação da mídia impõe dificuldades para falar com o consumidor e os custos com a promoção de um produto só aumentam, explica o especialista em branding Augusto Nascimento. Deste matrimonio, nascem produtos que exploram os melhores traços de cada marca.

É o caso do casamento entre a fabricante de computadores Acer e a mítica Ferrari. Fornecedora e patrocinadora da equipe de Fórmula 1, a Acer desenvolveu uma linha de notebooks com estrutura em fibra de carbono e com design diferenciado inspirados na alta tecnologia que envolve o circo da velocidade. Das pistas para os campos de futebol, a Michelin e a Umbro lançaram uma chuteira que une o que as duas empresas fazem de melhor.

O solado e o acabamento da chuteira X Boot III é o resultado de fabricação de borracha e da produção de equipamentos de futebol feito pelas duas empresas para criar um produto que proporciona controle exclusivo da bola e aprovado por jogadores como Deco, Luis Garcia e Michael Owen. Philips e Nike também se juntaram para criar um novo estilo de se ouvir música. “São duas marcas bem posicionadas em seus mercados e nestes casos está havendo uma associação positiva”, afirma Augusto Nascimento, Diretor da BBN BRASIL e co-autor do Livro “Os 4 E’s de Marketing e Branding”.

Casos de Sucesso
Exemplos de co-branding não faltam. Leonardo Damiani, Diretor de Marketing da BORN Comunicação Integrada, elencou alguns para o Mundo do Marketing. “O mais comum é encontrar parcerias entre empresas de áreas completamente diferentes, como é o caso do Renault Clio Sedan O Boticário - um carro com espelhos especiais para as mulheres se maquiarem -, o Renault Clio Jovem Pan – equipado com CD Player e controle do som em uma paleta atrás do volante -, ou ainda o Peugeot Quiksilver – equipado com rack de teto. Mas nada impede que empresas do mesmo setor juntem forças, desde que seja feito com muito cuidado, onde temos os exemplos do Bob’s e Ovomaltine – Milkshake de chocolate feito com ovomaltine – ou ainda o Panettone Bauducco com gotas de chocolate Hershey’s, todas do setor alimentício”, explica Damiani.

 Segundo o Diretor de Marketing, ao desenvolver ações de co-branding, os produtos devem trazer um duplo valor agregado, o que demonstra garantia de qualidade, personalização e identificação dos clientes com ele, além da criação de diferenciais de mercado através da incorporação de novos acessórios e tecnologias. Leonardo Damiani destaca esta estratégia como vantajosa para as empresas, já que pode haver divisão dos investimentos com campanhas de publicidade e outras ações de marketing para a divulgação do produto, transferência de base de clientes entre as empresas, união dos conceitos qualitativos e projeção de ambas as marcas.

Para dar destaque aos novos produtos, Alessandra Garrido, Diretora de Marketing da Design Absoluto, aposta na embalagem. “Buscamos gerar um impacto que mostre que há duas marcas num mesmo produto”, afirma. “E é possível fazer isso com economia de palavras. Quando fizemos o Surf com toque de Fofo não precisa dizer que tem amaciante que vai deixar a roupa mais macia”, explica. Mas como em muitas histórias de casamentos, há aquelas que não dão certo.

É o caso do cartão Smart Card que agregava muitas marcas sob um mesmo guarda-chuva. “Alianças de marcas tem limite. É como um casamento entre três pessoas que não vai dar certo”, salienta Augusto Nascimento em entrevista ao site. “Não se pode pensar apenas em redução de custos, em potencializar a divulgação e nos atributos da marca. É preciso avaliar o DNA das duas marcas para que não se corra o risco de fazer uma coisa que não terá sentido para nenhuma empresa”, ressalta.

Bruno Mello
bruno@mundodomarketing.com.br

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Conheça as empresas citadas neste artigo:
www.omo.com.br
br.acer.com
www.michelin.com.br
www.umbro.com.br
www.renault.com.br
www.bobs.com.br
www.designabsoluto.com.br

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FONTE: www.mundodomarketing.com.br  

Carreiras: quando recusar uma oferta é a melhor decisão?

Postado por Gustavo Periard em 21/07/2007
Categoria: Dicas e Notícias

Diante do desemprego, ou do desespero de mudar de carreira, aceitar a primeira oferta de trabalho pode ser tentador, mesmo que não seja exatamente aquilo que você quer. Mas, será que esse é o melhor passo para a sua carreira?

Ainda que o fato de ter uma oferta de trabalho lhe dê uma sensação de segurança, afinal, você precisa pagar as suas contas, e tem que continuar vivendo, esse sentimento rapidamente desaparece se você aceitar um emprego que não está em linha com a mudança que pretende fazer.

É bastante provável que, em poucos meses, você esteja novamente procurando emprego, com o agravante que agora você passa a imagem de quem troca de emprego como troca de roupa, ou que não sabe planejar corretamente a sua carreira. Esse tipo de questionamento certamente será levantado em suas entrevistas, o que pode comprometer a sua segurança e confiança, reduzindo suas chances de conseguir o emprego.

Por que você quer mudar?
Exatamente por isso, é importante que, antes de aceitar a primeira oferta de trabalho que aparecer, você reflita atentamente sobre se é isso exatamente que está querendo, ou se não vale a pena esperar por algo melhor.

Reflita sobre o porquê da sua decisão de mudar de carreira. Que atividades do seu trabalho atual você não gosta, e gostaria de se livrar? O que você está procurando na nova profissão? Com uma idéia mais clara do que está procurando é hora de tentar definir quais carreiras atendem aos seus anseios pessoais.

Feito isso, analise se a oferta que recebeu se encaixa no perfil do emprego que está procurando. Em caso afirmativo, reflita sobre como o novo emprego irá mudar a sua vida. Será que essa mudança compensa os riscos que terá que correr? Você realmente quer trabalhar para essa nova empresa? Você acredita que poderá ser bem sucedido no novo trabalho? Existe compatibilidade entre você e a empresa ou está inseguro?

Aceito ou não a oferta?
Certamente tomar a decisão antes de refletir sobre os temas acima não é recomendável, pois é provável que você se deixe levar pela emoção, e não pela razão. Porém, alguns fatores devem ajudá-lo na sua decisão, como ilustrado abaixo:

* Você deve aceitar a oferta…
Se não existirem alternativas imediatas, ou seja, se você não está em outro processo de seleção no qual está mais interessado. Se a sua família ou situação financeira exigirem que você aceite a oferta, então certamente você deve ficar com esta opção.

Outras razões
: você não investiu tempo suficiente na busca de uma nova colocação e precisa do dinheiro, a experiência lhe trará algum diferencial que aumente sua capacitação, e, consequentemente, lhe aproxime dos seus objetivos profissionais etc. Por último, aceite uma oferta se você está confiante de que pode ser bem sucedido no novo emprego, e que a oportunidade é em uma área promissora da empresa, ou lhe coloca próximo de pessoas bem conectadas, que podem contribuir para o seu “netoworking”.

* Quando rejeitar é a melhor opção
Porém, se você tem condições financeiras para agüentar um pouco mais tempo, e procurar algo mais em linha com o que deseja, saiba esperar. Se você está confiante de que fez um bom planejamento na procura de uma nova colocação, e que, portanto, é apenas uma questão de tempo até a oportunidade certa aparecer, rejeitar a oferta também é mais indicado.

Outras situações que justificam a recusa da oferta envolvem empregos que podem colocar sua saúde mental ou emocional em risco, pelo simples fato de que você detesta o que terá que fazer, ou quando financeiramente não compensa. Por mais que você tenha que pagar as suas contas, em alguns casos, você acaba tendo que “pagar” para trabalhar, pois os custos que incorre são maiores do que irá receber.

Finalmente, se você sente de cara que não existe uma sinergia ou empatia com a empresa, ou com o ambiente de trabalho, o melhor é seguir seus sentimentos: eles provavelmente estão corretos!

Ainda na dúvida?
Se mesmo apesar de tudo o que foi discutido você ficou em dúvida, e não sabe como decidir, então tente procurar fatores que efetivamente podem ajudar na decisão: tanto favorável quanto negativamente.

Existe algum fator do emprego com o qual você acha que não pode viver? Existe algo sobre o emprego que realmente é muito bom para você abrir mão? Ainda que você possa e deva pedir aconselhamento para amigos e familiares, a decisão final deve se basear na sua intuição. Boa sorte!

FONTE: INFOPESSOAL

Pensamento do dia

Postado por Gustavo Periard em 20/07/2007
Categoria: Pensamentos

“Não existe uma segunda chance de se causar
uma primeira boa impressão.”

 (Al Ries & Jack Trout)

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