Banco Real recebe inscrições para trainee até domingo (02/09/07)

Postado por Gustavo Periard em 30/08/2007
Categoria: Oportunidades

 ATENÇÃO: Qualquer desejo de concorrer às vagas aqui divulgadas devem ser feitas diretamente no site da empresa citada. Este blog apenas veicula a notícia. Muito obrigado pela compreensão!!

Estudantes de todo país, com conclusão de curso de graduação entre junho de 2005 e dezembro de 2007 e com inglês avançado, têm até o próximo domingo (2/9/7) para se inscreveer no programa de trainee do Banco Real.Basta acessar o site www.bancoreal.com.br/trainee e se inscrever. Os escolhidos passarão por um programa de desenvolvimento para aprimorar habilidades e competências.

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Daqui a pouco mais uma oportunidade que pode mudar a sua vida!! Não perca!!

Você é realmente um Empreendedor?

Postado por Gustavo Periard em 28/08/2007
Categoria: Empreendedorismo

Por Gustavo Periard *

Para responder a esta intrigante questão precisamos analisar alguns pontos importantes, começando por: Quais as características que definem uma pessoa empreendedora? Uma característica que define bem um verdadeiro empreendedor é “ter iniciativa”, fator determinante quando se tem pela frente o desafio de abrir e gerenciar uma empresa. Considerando sempre que no ramo empresarial não se pode ficar parado, sem inovações, esperando que tudo aconteça ao seu redor para só depois tomar uma decisão. O mercado é ágil e está bem vivo! 

Um empreendedor precisa ter sempre boas idéias, tanto para abrir uma empresa, criar uma nova marca, decidir em que segmento deve atuar, quanto na criação de novos produtos que enriqueçam o portfólio de sua empresa, ou ainda, na forma como estes produtos serão levados ao consumidor final. 

Além destas grandes idéias, ele precisa ter a famosa “visão empreendedora”, ou seja, ter a capacidade de enxergar e traçar seus objetvos com clareza, trabalhando sempre em atitudes que possam levá-lo a alcançar estes objetivos de forma rápida e com o maior sucesso possível. Mas acima de tudo, um empreendedor precisa usar esta “visão” para enxergar oportunidades onde ninguém as vê. Onde todos vêem azul ele tem de enxergar amarelo e fazer com que esta seja a maior e mais rentável oportunidade para ele e sua empresa. 

Os empreendedores de verdade têm também a capacidade de por em prática, com  certa facilidade, os projetos desenvolvidos para sua empresa, assumindo os riscos deste desafio, estando sempre prontos para enfrentar as adversidades que acompanham estes projetos, que por muitas vezes se mostram arriscados e desafiadores, sendo um importante agente da motivação própria e também de seu grupo de trabalho. 

Portanto, os nossos futuros “homens de negócio” do mundo corporativo atual precisam, desde cedo, reconhecer em si mesmos estas habilidades, que muitas vezes se disfarçam de meras qualidades, para que possam criar métodos hábeis que os levem a sobrevivência neste disputadíssimo mundo empresarial.  

Mas um detalhe muito importante que podemos notar, e que não podemos esquecer, é que não basta só ser um empresário, ou apenas um empreendedor, o essencial é ser um “empresário empreendedor”, um profissional que reuna as habilidades empreendedoras e a determinação de um grande empresário, aliadas sempre a uma boa qualidade de formação educacional, já que boa parte do conhecimento dos grandes profissionais vem das cadeiras universitárias.  

Por isso, fique sempre atento aos detalhes de sua vida pessoal e profissional, prepare-se bem para seu futuro no mundo dos negócios e depois tente responder à pergunta inicial deste artigo: Você é realmente um Empreendedor?  

Por Gustavo Periard *

* Gustavo Periard é Estudante de Administração na UFF – Universidade Federal Fluminense – RJ, e editor deste Blog.

Contato: sobreadm@hotmail.com

Marketing no Futebol tem que trazer resultado dentro e fora de campo

Postado por Gustavo Periard em 27/08/2007
Categoria: Marketing

Por Thiago Terra

Marketing e futebol têm muitas semelhanças na prática, principalmente se analisarmos com frieza cada segmento. Para comparar podemos dizer que um gol tem talvez a mesma importância que uma campanha inovadora ou eficaz, porque traz uma vantagem em cima da concorrência. Por isso, os clubes de futebol trabalham dentro e fora de campo para agregar sempre mais valores à marca (clube) e levar torcedores aos estádios. É uma razão direta de causa e efeito: quando o time vai bem nos gramados existe o aumento da compra de produtos e potencializa a venda de ingressos.

Segundo Ricardo Hinrichsen, diretor executivo de marketing do Clube de Regatas do Flamengo, com mais torcedores indo aos estádios e quanto mais gente assistir as partidas transmitidas pela TV, maior será o interesse das emissoras em transmiti-las e maior é o retorno para o patrocinador do clube. “Os resultados aumentam a visibilidade da marca que se reflete em maior comercialização de propriedades”, diz Hinrichsen. Para buscar a visibilidade dos torcedores e gerar mais recursos ao clube, diversas ações são preparadas para aproximar o público, assim como as campanhas feitas para manter um produto no mercado. Vale até investir em outros segmentos.

Carro do Flamengo com todos os patrocinadores do futebol e o endereço do site oficial do clubeO Flamengo é o único clube sul-americano que anunciou oficialmente a sua participação na nova modalidade do automobilismo, a Fórmula Superliga, que ainda contará com Milan, da Itália, Porto, de Portugal e Borussia Dortmund, da Alemanha. O time terá direito às receitas de transmissão na TV européia, TV aberta e internet, publicidade no macacão dos pilotos, no carro e nos produtos licenciados com a marca Flamengo.

Torcedores como consumidores
Com cinco anos focados na manutenção e no aumento da sua carteira de sócios, o Sport Clube Internacional, de Porto Alegre, conta com 53 mil sócios. Para cativar e aumentar estes números, o clube investe em ações como promoções e sorteios. O vice-presidente de marketing do clube, Jorge Avancini, destaca entre as ações já realizadas a promoção da bola do jogo, sorteio da camisa do melhor atleta em campo para associados, além das promoções anuais para o dia dos pais, das mães e da criança.

Avancini diz que existe uma ligação tão forte entre a torcida e o clube que, no dia da troca, o torcedor junta sua camisa antiga, 1kg de alimento não perecível e um valor em dinheiro em troca da camisa fabricada naquela temporada. Sem pensar em desperdício, o vice-presidente do Internacional encaminha as camisas trocadas para instituições de caridade. Há até times como o Fluminense que dispõem de uma agência especializada em marketing esportivo. Alan Cimerman (foto), executivo responsável pelo marketing esportivo do Grupo Figer, mostra que a parceria do Fluminense Futebol Club com a Unimed-Rio, patrocinadora do clube, visam conquistar novos apaixonados pelo time.

Para que torcedores de outros estados conheçam um pouco mais da história do clube e possam ter contato com antigos ídolos e atuais, a Figer junto com a Unimed têm o objetivo de chegar antes nas cidades onde o clube vai jogar, e ter contato com a sua torcida divulgando a partida que o time jogará e a hora do jogo. O executivo fala que antes será feito um trabalho na lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de janeiro, chamada de “ação do caminhão”. “Vamos acompanhar o time dentro do Rio e no ano que vem acompanharemos em todas as cidades que o clube for jogar”, conta Cimerman.

Estratégias de marketing nascem para ajudar o futebol
Há alguns anos, basicamente nenhum clube tinha um departamento de marketing. Segundo o diretor rubro-negro, em muitos times apenas uma pessoa ou duas faziam o trabalho de marketing. “De uns anos pra cá alguns clubes vêm montando seus departamentos. No Brasil ainda estamos dando os primeiros passos”, afirma. Ações diferenciadas fora do campo são fundamentais para trazer o torcedor aos estádios. Cimerman revela que a Unimed-Rio em parceria com a Figer, desenvolverá ações para aumentar o número de sócios do Fluminense, gerando benefício para torcedores para que ele se sinta valorizado e receita para o time.

No Flamengo, Ricardo Hinrichsen diz que o marketing não tem nenhuma interferência ou ligação com a administração do dia-a-dia do futebol. A função do marketing no futebol é pegar os resultados de dentro de campo e transformá-los em resultado comercial. “O que o marketing pode fazer é organizar e maximizar os resultados para ser investido no espetáculo, em melhores estádios e para manter atletas por mais tempo no futebol brasileiro”, diz Hinrichsen.

Dentro de campo, fazer a equipe gerar bons resultados é função do departamento de futebol. Fora dele, o marketing desenvolve ações que reflitam na questão mercadológica. Desde que o Internacional foi campeão do mundo, com o uniforme branco, Avancini, VP de Marketing do Clube, percebeu que o uniforme ganhou grande aceitação do torcedor. “A camisa branca foi comparada a um talismã de sorte e para melhorar a venda destes produtos o time jogou dois jogos seguidos com a camisa branca”, conta.

Cobranças e fidelidade da marca
Quando surgem as cobranças por resultados dentro das quatro linhas, o marketing de um clube deve estar preparado e fortalecido. A Figer tem um braço estratégico que permite ajudar o time a solucionar problemas contratando jogadores quando a fase é ruim, mas o trabalho é incentivar e mostrar o lado humano, corporativo do futebol aos jogadores e comissão técnica. “Com palestras mostramos que existe um trabalho intenso. Se não tem como mudar o resultado, temos que saber quais ações de marketing vão levantar a torcida”, diz Cimerman.

O futebol mexe com a paixão do torcedor. Por isso, o resultado do time influencia direto nas ações de marketing do Internacional, mas Avancini aponta para a grande diferença entre o torcedor e o consumidor comum. “A vantagem é que temos um consumidor fiel e ele jamais trocará de marca”, diz. Também no futebol, um dos pontos mais importantes para o desenvolvimento de ações de marketing é conhecer o seu público-alvo. Para o diretor de marketing do Flamengo existe um total desconhecimento dos clubes com relação ao seu torcedor. “Nenhum clube conhece sequer razoavelmente o perfil do seu torcedor, quem ele é, qual o padrão de consumo e perfil sócio-econômico de forma detalhada”, afimra Hinrichsen.

Neste sentido, o Flamengo tem projetos de CRM, banco de dados interativo e programas de afinidade. Tudo isto é feito para começar a entender o consumidor, suas opiniões e aspirações. “No futebol acontece o oposto das outras marcas. Há muito tempo quem define que produto quer e quanto vai pagar é o consumidor”, diz ele. Alan Cimerman acredita que para entrar neste mercado, os clubes e empresas de marketing esportivo devem se conscientizar que o futebol é uma ferramenta com mais possibilidades de atingir um público maior. “É um esporte que atinge a massa, a população mundial”, completa o executivo.

Por Thiago Terra
redacao@mundodomarketing.com.br

Acesse
www.internacional.com.br
www.flamengo.com.br
www.fluminense.com.br
www.figer.com.br
www.unimedrio.com.br

FONTE: Mundo do Marketing

Casar é Preciso!

Postado por Gustavo Periard em 26/08/2007
Categoria: RH e Motivação

Casar é Preciso!

Por Marizete Furbino*

A ascensão de uma empresa está ligada primordialmente aos Recursos Humanos nela existente, portanto aliar desenvolvimento organizacional com investimento em Recursos Humanos é fundamental.

Como cada ser humano é ÚNICO, com seus anseios, talentos e objetivos, tem muito a contribuir para com a organização. Os funcionários recebem novo título, o de colaborador e estes que de fato merecem jus a este nome, são comprometidos e envolvidos com a organização, são cada vez mais participativos da gestão organizacional, contribuindo sempre com suas idéias geniais e sendo verdadeiros empreendedores dentro da própria organização onde exerce suas funções.

Sabemos que hoje, a maior commodity de uma empresa chama-se conhecimento, e é através deste que as organizações conseguem galgar vôos e se tornarem sólidas neste mercado onde a competitividade é tão acirrada.

Portanto, hoje, as empresas devem pensar em investir e valorizar cada vez mais o ser humano, caso contrário estará fadada ao fracasso.

Podemos considerar o RH (Recursos Humanos), como o maior patrimônio de uma organização, portanto, o maior investimento que uma empresa pode-se fazer é nas pessoas. Acreditar e apostar nos talentos nela existente, no potencial e na capacidade de cada ser humano.

As organizações têm que procurar enxergar que cada ser humano possui talento, desde o porteiro até a diretoria, todos têm idéias, inteligência e são criativos, portanto, possuem atributos valiosos, por isso, devem ser valorizados, sem distinção.

Nos momentos de crise, devem ficar “antenados” quanto ao seu maior patrimônio “as pessoas” e não desfazerem destas. Lembrar sempre que, as pessoas são os pilares ou esteios que sustentam uma organização e que ao desfazerem destas, a tendência é submergir, contribuir para que a organizar chegue ao caos.

Em meio às constantes mudanças em que vivemos neste séc.XXI, o importante é saber selecionar, saber recrutar, saber investir, saber manter e saber reter as pessoas dentro de uma organização, uma vez que são consideradas esteios da mesma.

É de fundamental importância lembrar sempre que, quando o colaborador é valorizado, existe maior dedicação, envolvimento e comprometimento do mesmo para com a organização, porque passa a amar o que faz e isto faz todo um diferencial, contribuindo então, no alcance das metas propostas, tornando-se verdadeiros empreendedores, deixando de ser meros empregados, porque participam de fato de todo processo organizacional. E esta satisfação ao exercer as funções constitui um diferencial de competitividade para as organizações.

Neste processo organizacional, conhecer cada colaborador é essencial.

Enxergar o colaborador como maior ativo intangível em uma organização e saber relacionar adequadamente talentos existentes e áreas de atuação é primordial para que a empresa torne-se competitiva.

Um dos grandes desafios para as empresas do séc.XXI, além de proporcionar condições para que os colaboradores executem suas ações com eficiência e eficácia, é o de fazer com que toda a empresa reconheça e valoriza cada funcionário como de fato colaborador, gente que possui talentos valiosos e também o de procurar fazer com que todos os departamentos e pessoas executem suas ações de forma interagida e integrada, conscientes de seu papel e do rumo a seguir, perseguindo os mesmos objetivos. Portanto, todos dentro de uma organização devem falar uma mesma linguagem, garantindo e canalizando esforços no alcance das metas propostas.

As organizações devem de forma urgente e emergente adotar a Gestão por Competência, onde toda a organização segue uma lógica única, preocupando em investir na formação dos profissionais, cujo objetivo é atender às demandas de negócios com eficiência e eficácia, contribuindo assim, para agregar valor à empresa e fazer o diferencial no mercado.

É preciso descortinar o passado, retirar os velhos hábitos, que podem ser prejudiciais nesta nova era: a era do conhecimento. É necessário que toda organização se comprometa em adotar novos hábitos, novas posturas, novos comportamentos, diante dos fatos e processos organizacionais.

Na era do conhecimento, praticar endomarketing dentro da organização é hoje fator sine-qua-non de sucesso. O Endomarketing é uma ferramenta do marketing dirigida ao público interno das organizações, cujo objetivo é: atrair manter e reter o cliente interno, para se obter resultados favoráveis à empresa, atraindo, mantendo e retendo também os clientes externos, perseguindo e alcançando assim, qualidade significativa do produto ou do serviço prestado.

As ações de endomarketing buscam a satisfação do público interno e o seu comprometimento com os objetivos organizacionais, contribuindo assim, para que todos trabalhem em sintonia, em prol de um melhor atendimento ao cliente, buscando cada vez mais a excelência.

Para alcançar sucesso dentro da organização é preciso que transforme gerentes em grandes lideres, uma vez que estes além de comprometidos e envolvidos com toda organização, será sabedor da importância da delegação de tarefas, criando um vinculo de confiança entre todos os envolvidos no processo, e o resultado será um só: aumento de produtividade com qualidade.

O colaborador será consciente de sua importância dentro da organização, bem como da importância de estratégias utilizadas para atender com eficácia todos os clientes, exercendo suas funções com comprometimento, envolvimento, transparência e cooperação.

A valorização e reconhecimento dos clientes internos constituem-se fator essencial para que a organização não só sobreviva, mas para que permaneça perene, neste mercado onde a competitividade é tão acirrada, e em contrapartida os colaboradores deverão estar comprometidos com os resultados organizacionais esperados.

É preciso que a empresa valorize o funcionário, para que este torne a ser de fato um colaborador, mas também é preciso que o colaborador valorize a organização em que está inserido, para que o mesmo não apenas passe pela organização, mas, deixe a sua contribuição. Portanto, ambos deverão realizar um “casamento”, casamento este que impregne a harmonia, e que possam ser atendidas as necessidades e anseios de ambos (empregado e empregador).

Como em um casamento, é de suma importância que exista entre todos os colaboradores, o amor e o desejo de sempre continuar, alimentando o sentimento através de atitudes que expressam e contribuem para manter um relacionamento, tais como: respeito, confiança, carinho, admiração, fidelidade, criatividade, transparência nas ações, muito diálogo, comunicação, maturidade, e atuar em prol da conquista sempre. Caso contrário corre-se o risco de chegar à mesmice e desmoronar toda a relação, levando a organização a naufragar.

Assim é a vida organizacional, há que se ter, portanto, um casamento perfeito entre colaborador e organização, onde todos os objetivos estejam claros, definidos e perseguidos.

Onde cada um sabe exatamente o que fazer para contribuir com o todo, se preocupando em alcançar sempre a eficiência e eficácia nas ações, em prol da qualidade, sabendo exatamente do caminho a percorrer e que estratégias utilizar.

Portanto, sentir amor pela organização em que está inserido, pela função/atribuição é imprescindível, pois, quando o amor é verdadeiro e forte, é possível superar obstáculos e seguir em frente.

16/08/07
foto-grande.jpg *Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.

Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.

Para empreendedores

Postado por Gustavo Periard em 25/08/2007
Categoria: Dicas e Notícias

Esta notícia é importante para os atuais e futuros empreendedores. Segundo a mais nova pesquisa do Sebrae, 78% dos empreendimentos abertos no período de 2003 a 2005 permaneceram no mercado. O resultado é considerado extremamente positivo, quando comparado com o obtido em pesquisa anterior, em que esse índice foi de 50,6%, para empresas abertas entre 2000 e 2002.

BRASÍLIA, EDIÇÃO Nº. 147 - ANO IV - AGOSTO DE 2007

14 mil empresas

Os dados fazem parte do estudo ‘Taxa de Sobrevivência e Mortalidade das Micro e Pequenas Empresas’, encomendado pelo Sebrae a Vox Populi e divulgado no último dia 20, em Brasília. O levantamento faz uma análise de vários aspectos em 14.181 empresas ativas e extintas de todas as regiões do País nos anos de 2003 a 2005.

Profissional qualificado

O presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, explica que a pesquisa traça o perfil do empreendedor de pequeno negócio. “Ele tem boa escolaridade, busca o conhecimento e a informação para tocar bem sua empresa e insiste em empreender, apesar dos percalços que enfrenta. Um outro dado positivo do levantamento é o de que a pequena empresa tem evoluído na contratação com carteira de trabalho assinada, confirmando a força empregadora dos negócios de pequeno porte”, ressalta Okamotto.

Mais carteira assinada

Segundo a nova pesquisa, no período de 2003 a 2005, houve um aumento crescente no número de empregados com carteira assinada entre as empresas ativas. Em 2003 e 2004, esse número se manteve estável, com 64%. Já em 2005, o número de brasileiros com carteira assinada saltou para 85%.

Alto nível educacional

Para o diretor-técnico do Sebrae Nacional, Luiz Carlos Barboza, essa melhora significativa na taxa de sobrevivência das empresas é atribuída a dois fatores: a elevação do nível educacional dos empreendedores e o aumento na busca por mais informações para a abertura e gestão dos negócios. “Empreendedores mais bem capacitados e informados em um ambiente econômico favorável é a receita adequada para a maior sobrevivência das empresas”, justificou.

FONTE: SEBRAE

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