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Ratos descontentes viram-se contra gatos gordos
Postado por Gustavo Periard em 24/08/2007
Categoria: RH e Motivação
Ratos descontentes viram-se contra gatos gordos
“Enquanto o poço não seca, não sabemos dar valor à água.”
( Thomas Fuller)
Por Marizete Furbino*
As bases da administração do séc.XIX foram ditadas por Taylor, Fayol e Ford, onde o empregado era visto como indivíduo resistente, cujos esforços precisavam ser predefinidos, monitorados, e sancionados.
No séc.XIX – viu-se a emergência do empreendedor de negócios.
A partir do séc.XX – viu-se a emergência do empreendedor de vida, aquele indivíduo que participa ativamente da construção e sustentação de uma identidade própria, aquele indivíduo que sabe onde quer chegar consciente de seu percurso e sabedor de seus objetivos e metas.
No séc.XXI – o indivíduo que faz parte da empresa não será visto como um objeto e sim como sujeito valioso de toda história organizacional. Além do bom atendimento, querem e exigem consideração. A gestão se baseará em compartilhamento de poder, confiança, negociação, reciprocidade, compromisso e envolvimento.
Presas às rápidas mudanças, as micro e macro empresas enfrentam grandes desafios à sua consolidação no mercado, sentem necessidades emergentes de adequação, caso contrário estarão fadadas ao fracasso.
Os funcionários, agora denominados colaboradores, sentem necessidade de participar ativamente do processo de gestão, dando suas contribuições, opiniões e sugestões, enfim, exigem ciência de onde trabalhar na empresa, o que fazer, como, quando e porque fazem tais ações. São conscientes que fazem parte da empresa, são na verdade colaboradores empreendedores, fazendo jus ao título de “colaborador”. É preciso que não haja descontentamento por parte de quaisquer Stakeholder, pois, isso poderá comprometer toda organização.
A organização do séc.XXI é consciente de que o maior capital dentro de uma empresa chama-se capital intelectual, portanto considera as pessoas como seu maior bem, um patrimônio intangível. Sabedora de que o conhecimento faz parte do capital intelectual e que ele se concentra nas pessoas, valoriza em demasia cada colaborador, desde o mais baixo escalão até a direção da organização, sem distinção.
Portanto, a empresa do séc. XXI considera seu colaborador como um ser bio-psico-social, que possui anseios, necessidades e talentos próprios e que se não cuidar bem deste patrimônio, corre o risco de naufragar no mercado, já que cada profissional ali existente contribui e muito para o desenvolvimento organizacional.
É preciso que se tenha cuidado ao recrutar, selecionar e manter seus colaboradores, investindo mais e mais nos mesmos, pois se sabe que, investindo nas pessoas que fazem parte da organização, o gestor estará investindo na própria empresa, uma vez que tais pessoas irão aplicar os conhecimentos adquiridos em prol da empresa de que fazem parte, contribuindo assim, para que a empresa se solidifique neste mercado cruel, onde a competitividade é tão acirrada. Portanto, o capital humano, faz todo o diferencial para uma empresa, constituindo-se em uma vantagem competitiva.
Concluímos que é de extrema importância, que a empresa reconheça os colaboradores como um patrimônio intangível valioso, que a participação efetiva dos mesmos é necessária para que a empresa tenha sucesso neste mercado cruel onde a competitividade é tão acirrada.
08/08/2007
Por Marizete Furbino*
*Com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC-Vale do Aço.
Contato: marizetefurbino@yahoo.com.br
* Mande você também os seus artigos para o Blog SobreADM, pelo e-mail: sobreadm@hotmail.com
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Postado por Gustavo Periard em 24/08/2007
Categoria: Geral
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Ericsson recebe inscrições para trainee
Postado por Gustavo Periard em 24/08/2007
Categoria: Oportunidades

A Ericsson recebe inscrições para o Programa de Trainee até 15 de setembro. Segundo a empresa, o principal objetivo do programa é identificar jovens com um alto potencial para participar de um programa de desenvolvimento orientado que inclui rotatividade de funções e participação em projetos especiais da empresa.Os candidatos devem ter concluído os cursos de Engenharia Elétrica, Engenharia Eletrônica, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia da Computação, Ciência da Computação, Sistema da Informação, Administração ou Economia nos anos de 2007, 2006, 2005 ou 2004; ter até 27 anos, inglês fluente e bons conhecimentos de espanhol e de informática no pacote Office.
Serviço:
Os candidatos poderão inscrever-se no site www.ericsson.com.br. Após uma seleção prévia, os inscritos serão chamados para participar dos primeiros testes.
· Número de vagas: 12 vagas
· Prazo de inscrição: até 15 de setembro de 2007
· Duração: 12 meses, com rotação por várias áreas chave da Ericsson
· Bolsa Auxílio e benefícios adicionais: Os trainees terão direito a vale-transporte, convênio médico e odontológico, seguro de vida, restaurante na sede da empresa e clube com academia.
· Na página do Programa de Trainee 2008, o interessado encontra informações sobre como participar do programa, além do link que o levará para a área de cadastro de currículo.
· Número de vagas: 12 vagas
· Prazo de inscrição: até 15 de setembro de 2007
· Duração: 12 meses, com rotação por várias áreas chave da Ericsson
· Bolsa Auxílio e benefícios adicionais: Os trainees terão direito a vale-transporte, convênio médico e odontológico, seguro de vida, restaurante na sede da empresa e clube com academia.
· Na página do Programa de Trainee 2008, o interessado encontra informações sobre como participar do programa, além do link que o levará para a área de cadastro de currículo.
Dow seleciona para 1º turma de trainee
Postado por Gustavo Periard em 23/08/2007
Categoria: Oportunidades

A Dow Química anuncia a formação da primeira turma de trainees na América Latina. A companhia desenvolveu o Programa Horizonte de Sucesso, que oferece vagas para diversas áreas em países da região onde a empresa mantém operações – México, Argentina, Colômbia e Brasil.
As posições são válidas para graduados entre dezembro de 2004 e dezembro de 2007, nos cursos de Administração de Empresas, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Engenharia (agronômica, industrial, química, mecânica, de materiais, de produção e outras), Marketing e correlatos ou Química. No Brasil, as oportunidades estão distribuídas entre São Paulo (SP), Aratu (BA) e Camaçari (BA).
Segundo a empresa, os trainees passam por um treinamento de seis meses em diversas áreas e mais seis meses na área específica de sua escolha para fazer carreira (comercial, marketing, finanças, supply chain, pesquisa & desenvolvimento, entre outras), completando os 12 meses previstos para o programa.
Os requisitos para participar são: conhecimentos avançados de inglês, domínio de pacote Office e disponibilidade para viagens. O processo seletivo é composto por quatro etapas eliminatórias: testes de inglês e raciocínio lógico, laboratório de competências, teste oral de inglês e análise comportamental.
“O programa faz parte da nova estratégia da Dow na busca de jovens talentos, que considera grupos de estagiários, grupos de trainees e jovens profissionais do mercado”, afirma Vicente Teixeira, diretor de Recursos Humanos e Comunicação Corporativa da Dow para a América Latina.
Serviço:
O Programa está previsto para o início de 2008 e os interessados podem se inscrever até o dia 2 de setembro, pelo site www.ciadetalentos.com.br/dow.
Site: www.dow.com
FONTE: UOL
Marketing - Entrevista com Walter Longo
Postado por Gustavo Periard em 23/08/2007
Categoria: Entrevistas e Personalidades
Decisões de Marketing são baseadas no passado
Os profissionais de marketing são dinossauros que continuam utilizando técnicas do passado. Esta é a opinião de Walter Longo, Vice-Presidente da Young & Rubicam e mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm. Nesta semana, o executivo participou do III Fórum de Marketing de Curitiba, de onde concedeu entrevista ao Mundo do Marketing para falar sobre a inovação no marketing e na comunicação.
Segundo Longo, não existe possibilidade de uma empresa viver no mundo digital se ela não for ousada e inovadora. Este posicionamento, porém, vai depender dos profissionais de marketing que estiverem à frente delas. Por isso, eles precisam praticamente reinventar a forma como trabalham porque, de acordo com Walter Longo, a maioria dos paradigmas consolidados no passado não funcionam mais no mundo de hoje. Saiba quais são elas e o que é preciso fazer para não ser eximido da face da terra.
Quais são os novos tempos do marketing e da comunicação?
Está havendo um impacto da evolução tecnológica no relacionamento com o consumidor sob o ângulo do marketing e da comunicação. Estamos atrasados em entender e compreender que o mundo está passando por um processo revolucionário, não apenas evolucionário. Estamos teorizando sobre coisas que já estão acontecendo como se ainda estivessem por vir. Em cima desta visão míope, é como se fossemos os dinossauros na época em que eles desapareceram, que percebiam que tinha algo estranho em volta, mas não sabiam o tamanho do problema. Por isso a inovação é importante em qualquer negócio daqui para frente.
O que está acontecendo para estarmos neste estágio?
Continuamos com os mesmos paradigmas do passado. Continuamos fazendo pesquisa e mensurando audiência como fazíamos na década de 1970, e continuamos achando que audiência significa atenção. Um dos grandes paradigmas que ainda não quebramos é o de que o cliente tem sempre razão, quando na verdade ele não sabe o que quer porque não sabe o que pode querer. Continuamos achando que os logotipos têm que ser imutáveis, quando na verdade estamos entrando em uma era de logotipos mutantes porque, num período de constantes mudanças, quanto mais fixo você for mais paisagem você é e menos atenção você tem. Seria capaz de listar vários paradigmas que faziam sentindo alguns anos atrás, mas não fazem mais sentido hoje e, no entanto, ainda continuamos pensando e tomando decisões de marketing baseado no passado.
Dentro deste paradigma de que o consumidor é o rei, em entrevista ao site, o professor Philip Kotler chama atenção da importância de as empresas ouvirem seus clientes para desenvolverem produtos que eles desejam.
É mais crítico do que isso. Os consumidores acham que não estão sendo ouvidos, mas as empresas acham que estão ouvindo eles. Elas podem estar escutando, mas não ouvindo. Ainda não entendemos que hoje a tecnologia nos permite falar com os consumidores individualmente, milhões ao mesmo tempo. Ainda continuamos utilizando técnicas de comunicação do passado num mundo em que permite expandir as possibilidades.
Neste contexto a Comunicação por Conteúdo pode ser um caminho?
A comunicação que envolve o relacionamento, a simbiose e a integração entre a publicidade e o conteúdo é um caminho irreversível e com muito potencial de crescimento. Mas acho que no Brasil ainda somos especialistas em interrupção. Ainda não sabemos fazer esta chamada comunicação por conteúdo de forma que faça parte de um enredo. Ainda hoje fazemos merchandising que interrompe os programas para passar a nossa mensagem quando na verdade isso deveria estar integrado. Hollywood é um exemplo disso há anos porque coloca diversas marcas dentro do conteúdo que desce naturalmente. Ninguém precisa parar para ver uma marca porque ela faz parte do nosso dia-a-dia.
O que você propõe aos profissionais de marketing para que haja uma mudança neste cenário?
No mundo digital, podemos dividi-lo entre nativos e imigrantes. Existe toda uma geração que está olhando a Internet ainda como se estivesse chegando num país estranho. E existem os nativos, normalmente os mais jovens, que são as pessoas que daqui a alguns anos estarão assumindo o controle do consumo no país. Mas infelizmente ainda temos imigrantes digitais no comando das organizações. O que faz com que eles tomem decisões equivocadas, tirando conclusões precipitadas e confundindo quantificação com mensuração.
Há cada vez mais canais de comunicação com o consumidor, formas mil de se vender e às vezes ouvimos que, por isso, é difícil de se mensurar?
Dizer que é difícil mensurar é um absurdo. Às vezes é difícil quantificar, mas mensurar nunca. Mas estamos sim inundados de dados e famintos por informações. Realmente esta área ainda não está mais profissional ao avaliar a mídia digital. Por outro lado, este meio não precisa disso, uma vez que a mídia digital fala diretamente com os consumidores. Então, não preciso de pesquisa para saber o que aconteceu porque sei instantaneamente o que está acontecendo. Não existe possibilidade de uma empresa viver neste mundo digital se ela não for ousada e inovadora.
Neste caso de pesquisa, tem as pesquisas etnográficas. Em que este mecanismo pode ajudar?
A pesquisa etnográfica já é uma forma valiosa de evolução, de fugir do lugar comum. Este tipo de pesquisa aprofunda a relação com o consumidor, que tem técnicas tanto presenciais quanto digitais. O que é importante é não tirar conclusões precipitadas. Como diz o Jaime Troiano, assim como num exame de urina, você tem que desprezar o primeiro jato porque a pesquisa tem que ser muito mais profunda, muito mais analisada e insightful. E você pode fazer isso com os nativos da Internet. Eu me relaciono com mais pessoas no Orkut do que visitando elas no dia-a-dia. O mundo digital abre perspectivas enormes. Mas não adianta nada ter todo esse potencial se do lado de cá só tem publicitários. Precisamos de antropólogos, historiadores, sociólogos, psicólogos e de mais um monte de gente para nos ajudar na interpretação dos dados que estão chegando de forma gigantesca, mas que não estamos conseguindo tirar os insights suficientes para tomadas de decisão.
Entrevista retirada do portal Mundo do Marketing
FONTE: Blog do Alexandre Carvalho
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