Quer abrir um negócio? Dicas para a escolha do sócio!

Postado por Gustavo Periard em 13/09/2007
Categoria: Dicas e Notícias

Uma das premissas para o negócio dar certo é a harmonia entre os sócios. Ter os mesmos objetivos e saber discutir o momento de expandir ou quando parar devem ser decisões conjuntas. Por isso, o melhor é apostar em alguém com competência e de confiança.

No início, tudo é maravilhoso, mas é quando os problemas aparecem que a relação pode se estreitar. Mesmo assim, devido aos recursos financeiros, é preciso ter um sócio. Sendo assim, o melhor é diminuir as chances de errar na escolha desta pessoa.

Honestidade
Histórias sobre sócios que deram um golpe e sumiram com grande quantidade de dinheiro não faltam. Quem nunca ouviu uma delas? Por este motivo, é preciso fazer uma seleção bem criteriosa, avaliando até o caráter da pessoa.

Tenha em mente que, se o candidato a sócio já trapaceou alguém, pode ser que não demore muito para que faça o mesmo com você. Honestidade: a pessoa que quer escolher tem esta qualidade?

Necessidade
A procura por um sócio não deve ser feita apenas por insegurança, seja pessoal, seja financeira. Veja se realmente sente necessidade de ter alguém opinando a todo o momento sobre suas atitudes e dizendo “não” quando você quiser dizer “sim”.

Depois de analisada esta necessidade, faça um acordo honesto, colocando no papel se há maior poder de decisão para alguém ou condições financeiras privilegiadas. Haverá sócio maioritário?

Perfil
A pessoa que dividirá um negócio com você deve ter habilidades que complementem as suas. Verifique a compatibilidade de gênios. Além disso, avalie as qualidades e defeitos do candidato, para saber lidar com eles.

Analise com mais afinco se a pessoa escolhida for um parente. Será que conseguirão separar vida pessoal e profissional? O mais indicado, neste caso, é criar o costume de falar problemas de casa em casa, e do trabalho no trabalho.

FONTE: UOL/ADMINISTRADORES.COM.BR

Vendedor Saudável

Postado por Tom Coelho em 12/09/2007
Categoria: Dicas e Notícias

* por Tom Coelho

A maioria das publicações direcionadas aos profissionais de vendas aborda temas de caráter profissional. Falam sobre competências técnicas, como negociação e oratória; competências comportamentais, como persistência e comprometimento; e competências pessoais, como empatia e persuasão. E ainda que de forma crescente o equilíbrio entre trabalho e família esteja na pauta dos articulistas, questões práticas como os cuidados com a alimentação são negligenciados.

O propósito deste artigo é apresentar aos vendedores algumas dicas práticas para uma vida mais saudável.

1. Para todos os profissionais

O sono é uma demanda biológica para a restauração física. Mas a quantidade de horas de repouso é variável de acordo com o biorritmo de cada pessoa. Assim, descubra qual o número de horas necessário para que você sinta plena disposição para o trabalho no dia seguinte. Identifique também qual o melhor horário para seu descanso. Em ambos os casos, mantenha a regularidade.

Lembre-se de dormir em um ambiente escuro, silencioso, aconchegante, com temperatura e ventilação adequadas. E, antes de deitar-se, evite atividade física intensa, refeições pesadas, consumir álcool e assistir a programas de televisão agitados.

Uma das regras básicas para uma vida saudável está na mudança dos hábitos alimentares. Você deve realizar ao menos três refeições diárias, sendo o café da manhã uma das mais fundamentais. Além dele, o almoço e o jantar são igualmente imprescindíveis. Se puder incluir um lanche no período da tarde, seu organismo também agradecerá, pois o ideal é não ficar mais do que quatro horas em jejum.

Mas quantidade não é sinônimo de qualidade. Ao contrário, o ideal é comer pouco, tendo atenção ao teor calórico de suas refeições. Busque uma dieta balanceada, evitando frituras, gorduras e carnes vermelhas, dando preferência a legumes, peixes e carnes magras. Substitua refrigerantes por sucos. No lanche da tarde, basta uma fruta, iogurte ou barra de cereal.

A higiene é outro fator relevante para se evitar a ocorrência de DVA’s, ou seja, doenças veiculadas por alimentos. Trata-se de distúrbios provocados por fungos, bactérias e vírus que se desenvolvem devido ao armazenamento ou descongelamento inadequado de alimentos e que levam à intoxicação alimentar, causando cefaléias e problemas no trato gastrointestinal (constipação, diarréia, gastrite). Portanto, sempre lave as mãos antes das refeições. E evite beber líquidos diretamente em latas e garrafas, a menos que tenham sido bem lavadas.

Como a boa saúde começa pela boca, carregue consigo um nécessaire contendo escova, creme e fio dental. E utilize-os a cada nova ingestão de alimentos.

Nosso corpo é formado por 65% de água, em média, sendo que sua participação no sangue é de 83%. A água atua na regulação da temperatura corpórea pela respiração, além de transportar nutrientes e eliminar toxinas através da urina. Por isso, no decorrer de sua jornada de trabalho, procure beber dois litros de água, no mínimo. Mas faça-o gradualmente, à razão de um copo de 250 ml por hora, pois este é o índice de boa absorção pelo organismo. Fuja do consumo compulsivo de café e, evidentemente, de bebidas alcoólicas.

Aliada a todos estes cuidados, a realização de uma atividade física regular é imperativa. Sedentarismo e doenças coronarianas andam de mãos dadas. Praticar esportes também é um excelente meio para largar o cigarro.

Por fim, coloque em sua agenda a prática de um check-up anual, pois a prevenção é mais barata e menos traumática do que um eventual e inesperado tratamento.

2. Para quem trabalha na rua

Os vendedores que atuam em trabalho externo estão sujeitos ao stress proporcionado pelo trânsito, além da poluição, desconforto causado pelo calor e dificuldades para alimentar-se adequadamente.

Algumas sugestões:

ü Leve uma pequena garrafa com água fresca para hidratar-se enquanto dirige;

ü Use protetor solar;

ü Mantenha no carro ou em sua pasta executiva (ou bolsa) uma loção anti-séptica para limpeza das mãos antes das refeições;

ü Não fuja do café da manhã, ainda que este seja representado por apenas um copo de leite e um pão com manteiga;

ü Cuidado com a tentação de visitar lanchonetes e padarias, comendo frituras e lanches rápidos altamente calóricos;

ü Para almoçar, escolha estabelecimentos que você conheça e confie na higiene e preparo dos alimentos; do contrário, não hesite em visitar a cozinha e observar suas condições;

ü Se você leva marmita, evite alimentos à base de ovos, como maioneses, que podem se deteriorar rapidamente devido ao calor;

ü Prefira as carnes grelhadas para reduzir a ingestão de gorduras;

ü Habitue-se a comer saladas e verduras in natura – são mais nutrientes do que as refogadas – e utilize molhos leves como tempero;

ü Consuma carboidratos com moderação; entre arroz, massas e pães, escolha apenas um deles a cada refeição;

ü Planeje suas visitas determinando previamente as rotas a serem seguidas a fim de reduzir o tempo despendido no trânsito;

ü Diante de congestionamentos ou trânsito intenso, procure relaxar ouvindo música ou refletindo sobre seu trabalho, traçando metas e estratégicas mentalmente;

ü Se você utiliza transporte coletivo, aproveite para ler uma revista ou um livro durante seu deslocamento fazendo, assim, com que o tempo passe mais rápido enquanto investe em seu aprendizado.

3. Para quem trabalha em escritório

Àqueles envolvidos em atividades internas, há outros focos de tensão e desconforto que afetam a qualidade de vida. Por isso:

ü Resista ao impulso de beber café toda hora, cultivando prudência em seu consumo;

ü Quer você trabalhe intensamente no computador ou ao telefone, faça pausas estratégicas de trinta segundos a cada meia hora e pausas mais longas, de até cinco minutos, em intervalos de duas horas; nestes momentos, respire profundamente, observe sua postura, movimente-se, provoque mudanças visuais ou de intensidade luminosa, de modo a elevar seu nível de atenção e de energia;

ü Avalie as condições de sua mesa de trabalho, procurando conservar o ambiente limpo e organizado;

ü Atenção a aspectos ergonômicos, como a posição do monitor, teclado e mouse, bem como sua postura, apoio de pés e braços, e até a qualidade, dimensões e regulagem de sua cadeira.

Finalmente, relembrando um ensinamento de Robert Cooper, especialista em inteligência emocional e neurociência da liderança, administre a transição de seu ambiente profissional para o familiar. Assim, ao chegar em casa, estabeleça uma zona intermediária de até quinze minutos, período no qual deverá apenas cumprimentar carinhosamente seus familiares com no máximo vinte e cinco palavras. Procure desacelerar. Tome um banho, troque suas roupas, beba algo. Está comprovado que situações de conflito e argumentos prejudiciais começam ou se ampliam nos primeiros quinze minutos após o regresso ao lar.

Siga estas dicas e desenvolva outras, alinhadas com seus princípios e realidade, em direção a uma vida mais saudável.

* Tom Coelho, com formação em Economia, Publicidade, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, é consultor, professor universitário, escritor e palestrante. Diretor da Infinity Consulting, Diretor Estadual do NJE/Ciesp e VP de Negócios da AAPSA. Contato:tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br.

Desconhecimento financeiro: você já parou para medir o seu?

Postado por Gustavo Periard em 12/09/2007
Categoria: Dicas e Notícias

Em uma era em que convivemos diariamente com milhares de informações e temos inúmeros recursos disponíveis, a aquisição do conhecimento, sem dúvida, é o principal fator para obtermos sucesso em qualquer aspecto da vida. E no mundo das finanças não poderia ser diferente.

Conforme explica o professor de Finanças da Faculdade de Economia e Administração da USP, Rafael Paschoarelli, a falta de conhecimento dá ao leigo a ilusão de ter feito bons negócios. Sem estar informada, é provável que a pessoa não saiba onde investir seu dinheiro, quando dispor de uma sobra, e muito menos onde ir buscá-lo, quando estiver precisando.

Também corre o risco de se tornar “uma presa fácil”, ao buscar orientação com as pessoas erradas, que são justamente aquelas com quem vai negociar, pois elas certamente vão enumerar apenas o lado bom da situação, deixando de lado, por exemplo, dados bastante úteis, como o valor dos juros tomados em um empréstimo.

Avalie seu desconhecimento financeiro
A boa notícia, afirma Paschoarelli, é que este mal tão democrático, que pode afligir a todos, independentemente de condição social, raça ou formação escolar, pode ser facilmente corrigido. Para tanto, o primeiro passo é ter humildade o suficiente para notar a falta de conhecimento e identificar o problema.

Neste sentido, o docente propõe em seu livro A regra do Jogo (Editora Saraiva) um questionário para a pessoa detectar o que ele chama de Grau de Desconhecimento Financeiro. Veja algumas perguntas:

* Você acaba de ganhar um valor maior que a sua renda mensal. Após receber o dinheiro e pagar suas dívidas, sabe responder em cinco segundos onde investir o dinheiro?

* Se disserem que você precisa poupar, sua primeira idéia é guardar dinheiro na caderneta de poupança?

* Se o rendimento da sua aplicação render 1% no mês, você já está satisfeito?

* Você considera o título de capitalização uma boa opção para juntar dinheiro?

* Você consegue adquirir bens de consumo durável (geladeira, carro, fogão) fazendo prestação?

* O gerente da sua conta do banco é o seu consultor financeiro?

Conhecimento + Atitude
Já pensou nas questões? Então, se sua resposta foi “não” para todas, com exceção da primeira, você faz parte de um seleto grupo de privilegiados, o dos que detêm o conhecimento financeiro. Caso contrário, é melhor partir imediatamente para o segundo passo indicado pelo autor: adquirir o conhecimento mínimo necessário sobre as regras que governam o mundo do dinheiro.

De nada adianta, no entanto, seguir essa etapa, se ela não for acompanhada de algo tão ou até mais importante do que o conhecimento: atitude, o que requer mudança de comportamento. Como exemplo de falta de atitude ou de uma atitude arrogante em relação ao dinheiro, está o desprezo que algumas pessoas têm por ele.

Geralmente, essas pessoas podem até ser profissionais competentes em suas atividades, mas se revelam bastante displicentes quando se trata de trabalhar em favor do próprio dinheiro. Dizem não ter tempo para cuidar de suas finanças e acabam delegando a terceiros, geralmente ao gerente do banco, o aconselhamento de como investir ou a melhor forma de tomar empréstimo (assunto abordado na última pergunta).

Se esse for o seu caso, é bom rever os seus conceitos, porque isso vai lhe custar muito caro, finaliza o autor.

FONTE: INFOPESSOAL

A Fragilidade da Vida

Postado por Marizete Furbino em 11/09/2007
Categoria: RH e Motivação

A Fragilidade da Vida
por Marizete Furbino*

A idéia de que a vida é frágil demais nos assusta a cada instante!

Remete-nos à reflexão importante sobre o modo de ser do homem contemporâneo. Este homem que trabalha, trabalha e trabalha e que nunca se encontra realizado profissionalmente, vivendo em uma busca constante, em sua trajetória profissional e pessoal. Cada vez mais vivemos numa sociedade da técnica, sociedade esta, digitalizada, em que tudo parece previsível, passível de transformação numérica. E é justamente no íntimo dessa convicção sobre o exato,que o inesperado faz sua intromissão devastadora, deixando marcas na história da humanidade. Na forma brutal, de um acidente fatal, onde a morte aproxima-se no recôndito do corpo de pessoas que estavam em um avião, que se abate sobre um edifício, causando-nos tamanha perplexidade e um sentimento enorme de impotência. O desenvolvimento científico dos últimos anos, em progressão geométrica, tem criado condições para uma vida saudável e uma idade avançada, um prolongamento da expectativa de vida que não conhecíamos há alguns poucos decênios passados. Somos com isso induzidos a uma segurança absoluta. O transitório torna-se permanente até que o inesperado acontece e leva-nos a ter uma nova concepção de vida. O tempo tem nova dimensão na velocidade dos acontecimentos que passam por nós numa sucessão ininterrupta, tudo reduzindo ao instante presente como se fosse eterno. Os dias não têm fim com o por do sol, prolongando-se pelas noites que se estendem até o raiar do sol.

No entanto, apesar de tudo isso, é terrível constatar que a vida humana é muito frágil.Nossos dias passam velozes. Não nos adianta toda a segurança do mundo, toda a riqueza e poder. Estamos sujeitos sempre aos incômodos, incluindo-se as doenças e a morte. Portanto, devemos viver nossos dias com sabedoria, pois, a vida é uma só, uma única e poderosa oportunidade para realizarmos projetos grandiosos e enobrecedores, capazes de produzir efeitos enriquecedores nos outros e principalmente em nós mesmos.

Para isso, olhe ao seu redor, perceba o reflexo que causa nos demais, perceba como se sente perante os mesmos e todos os dias perante você próprio. Faça uma auto-análise de como está vivendo. O que me fez ficar pensando hoje foi o fato de a vida ser tão frágil. Em um momento estamos aqui bem, e em outro, em um piscar de olhos, não estamos mais. Tal fato contribuiu e muito para que eu refletisse e decidisse a viver cada momento, aproveitar cada oportunidade, ficar junto de quem gosto o máximo de tempo possível. Sei que é difícil, mas acho que tenho que parar de esperar que as coisas melhorem, que o trabalho diminua, que eu tenha mais dinheiro, que eu encontre um grande amor para aproveitar o que a vida está me oferecendo agora.

Não sei se estarei aqui daqui a um dia, daqui a um mês, daqui a um ano. Estarei aqui o tempo que me for permitido e quero que esse seja o melhor tempo de todos.

foto-grande.jpg * Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.

Contatos: marizetefurbino@yahoo.com.br.

Valeu!

Postado por Gustavo Periard em 11/09/2007
Categoria: Geral

Bom, depois da semana comemorativa ao Dia do Administrador, o Blog Sobre Administração volta a sua “normalidade”.

Gostaria muito de agradecer a todos que por aqui passaram para prestigiar o material especial que preparei para vocês, com a colaboração de grandes profissionais e amigos.

Muito obrigado pelo carinho de vocês com o blog, sejam sempre muito bem vindos!!! 

Um abraço,

Gustavo Periard - Editor - Blog Sobre Amdinistração 

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