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Nike compra a britânica Umbro, por US$ 582 milhões
Postado por Gustavo Periard em 23/10/2007
Categoria: Gestão e Liderança

A Nike chegou hoje a um acordo para adquirir a rival britânica Umbro por US$ 582 milhões, montante 61% superior ao valor de mercado do total das ações da companhia na última quarta-feira, 17.
O conselho de administração da Umbro aceitou por unanimidade a oferta de 0,19306 libra por ação realizada pela Nike. Incluindo os valores de dividendos já declarados pela companhia, cada ação foi avaliada em 0,195 libra pela empresa norte-americana, equivalente a cerca de US$ 4.
A Umbro é uma marca com uma herança poderosa e profunda experiência no esporte mais popular do mundo e no maior mercado para o futebol, disse o presidente e executivo-chefe da Nike, Mark Parker. A empresa é também a maior patrocinadora da seleção inglesa de futebol.
Especializada em produtos para prática de futebol, a marca britânicacomercializa seus artigos diretamente e através de 45 licenciadas em mais de 90 países. Fornece uniformes para as seleções nacionais da Inglaterra, Irlanda, Suécia e Noruega, além de seis times da primeira divisão do campeonato inglês e outros 100 em todo o mundo. Na primeira divisão do campeonato brasileiro de futebol, a Umbro patrocina os times do Santos, Figueirense e Atlético Paranaense.
O faturamento anual da companhia britânica no ano passado foi de US$ 276 milhões e, se as vendas através de licenças fossem consideradas como diretas, seu faturamento bruto teria sido de cerca de US$ 755 milhões em 2006.
Nike consolida liderança mundial no segmento
Com a aquisição da Umbro, especializada em artigos para prática de futebol, a Nike consolida ainda mais sua liderança mundial nesse segmento. Desde 1990, a Nike elevou seu faturamento com produtos para futebol de US$ 40 milhões para cerca de US$ 1,5 bilhões.
Em comunicado, a Nike afirma que sua intenção é manter a marca Umbro e operá-la separadamente. O objetivo é acelerar a estratégia de crescimento da marca em todo o mundo. Para a companhia norte-americana, a aquisição vai permitir à Umbro se beneficiar de sua experiência no desenvolvimento de produtos, pesquisa e design, além de sua cadeia de suprimentos e de distribuição.
Esses benefícios, afirma a nota, podem ser verificados nas companhias adquiridas anteriormente pela Nike e incorporadas a sua estrutura, como a Converse. Comprada em 2003, o faturamento dessa empresa aumentou a um ritmo médio de 22% ao ano e, no ano fiscal de 2007, suas vendas cresceram 20%, ultrapassando a marca de US$ 550 milhões, segundo a Nike.
A divisão de outros negócios, que reúne as outras marcas operadas pela Nike, já contribui hoje com um faturamento anual de mais de US$ 2 bilhões. O objetivo da companhia é encerrar 2011 com essas subsidiárias representando 25% de suas vendas.
Umbro tem problemas em ano sem campeonato forte
As ações da Umbro, que no mês advertiu que não alcançaria os dividendos previstos para 2008 devido às vendas fracas em 2007 da camisa das seleção inglesa, fecharam na segunda-feira a 0,165 libra.
A Umbro está trabalhando uma estratégia que enfoca o uniforme de futebol com a venda de casacos da seleção inglesa. E pensa que ampliando seu negócio internacional, o resultado financeiro terá menos oscilações ao passar de um ano com uma grande competição de futebol (como um Mundial ou a Eurocopa) a outro sem torneios desse tipo.
A marca britânica JJB Sports Plc anunciou na sexta-feira a aquisição de 10,12% das ações da Umbro para proteger seus interesse no mercado de camisetas de futebol.
FONTE: Valor Online e Reuters
É fácil ser um grande líder?
Postado por Marizete Furbino em 23/10/2007
Categoria: Gestão e Liderança
Por Adm. Marizete Furbino
Ser um líder não é nada fácil. Para realizar um ótimo trabalho de liderança nas organizações do séc.XXI, o líder deve atender às reais expectativas da organização e fazer com que a organização atenda às reais expectativas dos colaboradores, tendo como conseqüência, a obtenção da eficiência e da eficácia nas ações, assim, todos saem ganhando. O líder contribui não só com o desenvolvimento organizacional, mas também, com o desenvolvimento pessoal.
A figura de um líder dentro de qualquer organização é importantíssima, uma vez que é através de seu trabalho, que a organização irá deslanchar no mercado, mercado este, globalizado e altamente competitivo.
É de responsabilidade de um grande líder, além de saber selecionar, saber recrutar, saber colocar o colaborador certo no departamento certo, saber verificar se conhecimento e perfil estão condizentes com atribuição e cargo. É de suma importância também, saber capacitar, saber manter e saber reter o colaborador dentro da organização. É sabedor que, cada ser humano é único, cheio de anseios, desejos, competências e talentos, portanto, todos têm muito a contribuir com a organização, basta serem inseridos nos devidos lugares.
Um grande líder, além de se preocupar com o desenvolvimento dos valores, missão e visão da organização, não esquece o foco jamais, pois, sabe que se perder o foco, haverá dispersão e como conseqüência perda de tempo e tempo em se tratando de mercado, é dinheiro. Seu trabalho é centrado encima do que se quer alcançar.
Tem plena consciência, que realiza através das pessoas, portanto, investe demasiadamente no pessoal envolvido, pois, sabe que as pessoas, constituem o maior patrimônio de uma organização, sabe também, que é através das pessoas, que a organização poderá ascender e não só sobreviver, mas se perpetuar no mercado. Torna-se então, um desafio constante para um líder, incentivar o colaborador, para que este trabalhe sempre motivado, vestindo de fato a meia, a cueca, o boné, a calça, a camisa e o sapato da organização, ou seja, que este realmente se doa, se entregue ao trabalho de corpo e alma. A partir do momento que existe esta entrega, esta doação, verifica-se que existe satisfação, harmonia, interação, integração e como conseqüência maior produtividade.
Através de todo trabalho, sempre realizado em equipe, o líder planeja, organiza suas ações, dirigindo, controlando e acompanhando todos os departamentos, realizando um monitoramento sistêmico freqüente, avaliando e confrontando as atividades planejadas com as atividades de fato executadas, enxergando os gargalos e atuando imediatamente em prol da melhoria contínua.
Um grande líder, para meros funcionários, melhor assim denominá-los, é odiado. Odiado porque, um grande líder irá exigir trabalho, comprometimento e envolvimento, e estes funcionários não são de fato colaboradores, não querem contribuir, mas também não querem sair da organização, pois, necessitam da remuneração no final de cada mês para sobreviverem. Se estes funcionários não querem contribuir para com a organização, não tem porque a organização contribuir para com os mesmos, restando então, a demissão, pois, pessoas deste tipo constituem um entrave na organização. Caso o líder atue com o coração e não com a razão, neste caso, não realizando tais demissões, quem será demitido em um futuro bem próximo será ele, o próprio. Toda e qualquer organização, jamais deve permanecer com pessoas em seu quadro de pessoal, que não queiram contribuir para com a mesma, pois, as pessoas são remuneradas para o exercício da função e o mercado exige hoje, excelência em tudo que se faça. Se o empregador remunera, pode realizar a escolha dos que irão permanecer ou não, dentro da organização.
Um grande líder, para os colaboradores, é como se fosse um pilar dentro da organização, portanto, é venerado, visado e espelhado por todos. O colaborador tem sede de contribuição, quer colaborar com a organização, quer se espelhar no líder e se tornar grande, portanto, se compromete e envolve com tudo que se faz, restando ao líder realizar um ótimo trabalho para mantê-los e retê-los consigo.
Um grande líder, além de saber ouvir as pessoas, sabe de fato o que é exercer a função com ética, cidadania, parceria e empatia. Sabe-se relacionar muito bem com todos da organização. Preocupa-se muito com suas habilidades técnicas e gerenciais, buscando sempre o conhecimento, para melhor atuar. Preocupa-se também, com suas atitudes e com o seu comportamento, porque têm consciência que são muitos os seus seguidores.
A figura de um líder é de suma importância dentro de uma organização, pois, é a partir do exercício de sua função, que a organização poderá submergir ou emergir no mercado, o que torna seu papel crucial, porém não pesaroso, devido ao fato de amar o que faz, portanto, temos que tirar o chapéu para o líder , quando de fato , faz jus ao titulo de “grande” líder.
Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.
A Escolha da Profissão
Postado por Tom Coelho em 20/10/2007
Categoria: Carreiras
“Antigamente publicitário era aquele que tinha largado o curso de jornalismo. Hoje, publicitário é o cara que largou o curso de publicidade.”
(Eugênio Mohallem)
* por Tom Coelho
Uma análise do Censo de 2000 do IBGE feita pelo Observatório Universitário indicou a correlação entre a profissão exercida e o curso superior realizado pelos profissionais. Enquanto 70% dos dentistas, 75% dos médicos e 84% dos enfermeiros trabalham na mesma área em que se formaram, apenas 10% dos economistas e biólogos e 1% dos geógrafos segue o mesmo caminho.
Exame atento de outras profissões ainda nos indicará que apenas um em cada quatro publicitários, um em cada três engenheiros e um em cada dois administradores faz carreira a partir do título que escolheu e perseguiu.
É evidente que faltam vagas no mercado de trabalho. O emprego formal acabou. Se nas décadas de 1960 e 1970 o paradigma apontava como colocação dos sonhos um cargo no Banco do Brasil , na Petrobras ou em outra empresa pública; nos anos de 1980 experimentamos o boom das multinacionais e empresas de consultoria e auditoria, que recrutavam os universitários diretamente nos bancos escolares; e na década de 1990 o domínio de um segundo idioma, da microinformática e a posse de um MBA eram garantia plena de uma posição de destaque, nada disso se aplica hoje.
As grandes empresas têm diminuído o número de vagas disponíveis e são as pequenas companhias as provedoras do mercado de trabalho atual. Ainda assim, a oferta de trabalho é infinitamente inferior à demanda – e, paradoxalmente, muitas posições deixam de ser preenchidas devido à baixa qualificação dos candidatos.
Assim como todos os produtos e serviços concorrem pela preferência do consumidor, os profissionais também disputam as mesmas oportunidades. Engenheiros que gerenciam empresas, administradores que coordenam departamentos jurídicos, advogados que fazem estudos de viabilidade, economistas que se tornam gourmets. Uma autêntica dança das cadeiras que leva à insegurança os jovens em fase pré-vestibular.
Há quem defenda a tese de que adolescentes são muito imaturos para optar por uma determinada carreira. Isso me remete a reis e monarcas que com idade igual ou inferior ocupavam o trono de suas nações à frente de grandes responsabilidades, diante de uma expectativa de vida da ordem de apenas trinta anos…
O que falta aos nossos jovens é preparo. Um aparelhamento que deveria ser ministrado desde o ensino fundamental através de disciplinas e experiências alinhadas com a realidade, promovendo um aprendizado prazeroso e útil, despertando talentos e desenvolvendo competências. Um ensino capaz de inspirar e despertar vocações. Ensino possível, porém distante, graças à falta de infra-estrutura das instituições, programas curriculares anacrônicos e, em especial, desqualificação dos professores.
Em vez disso, assistimos a estudantes com dezessete anos de idade, onze deles ou mais na escola , que às vésperas de ingressar no ensino superior sequer conseguem escolher entre Psicologia e Comunicação Social, entre Arquitetura e Educação Física, entre Veterinária e Direito.
A escola e a família devem propiciar ao aluno caminhos para o autoconhecimento e descoberta da própria personalidade e identidade. Fornecer informações qualificadas e estimular a reflexão, exercendo o mínimo de influência possível. Muitos são os que direcionam suas carreiras para atender às expectativas dos pais, aos apelos da mídia e da moda, à busca do status e do sucesso financeiro, em detrimento da auto-realização pessoal e profissional. E acabam por investir tempo e grandes somas de dinheiro numa formação que não trará retorno para si ou para a sociedade.
Orientação vocacional não se resume aos testes de aptidão e questionários. Envolve conhecer as diversas profissões na teoria e na prática. Permitir aos estudantes visitarem ambientes de trabalho e ouvirem relatos de profissionais sobre os objetivos, riscos, desafios e recompensas das diversas carreiras. Tomar contato com acertos e erros, pessoas bem sucedidas e que fracassaram. Provocar o interesse e, depois, a paixão por um ofício.
Precisamos voltar a perguntar aos nossos filhos: “O que você vai ser quando crescer?”. A magia desta indagação é que dentro dela residem os sonhos e a capacidade de vislumbrar o futuro. Aliás, talvez também devamos colocar esta questão para nós mesmos, pais e educadores…
* Tom Coelho, com formação em Publicidade, Economia, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, é consultor, professor universitário, escritor e palestrante. Diretor da Infinity Consulting, Diretor Estadual do NJE/Ciesp e VP de Negócios da AAPSA. Contatos tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br.
Inovação em marketing
Postado por Gustavo Periard em 19/10/2007
Categoria: Marketing
Conheça os casos de sucesso da Audi, Tecnisa e da Suvinil
Por Bruno Mello
bruno@mundodomarketing.com.br
Se os produtos estão cada vez mais parecidos, se o consumidor não é mais o mesmo, as ações de marketing é que precisam mudar. Há até quem já pense em fazer campanha política pelo Second Life e aqueles que buscam um caminho que passa pela inovação para se diferenciarem. Em comum, a necessidade de se aproximar do potencial cliente, mostrar suas qualidades únicas e fidelizá-lo. Se vender um apartamento pelos meios tradicionais é difícil, por que não tentar fisgar o cliente pela Internet? Foi isso que a Tecnisa fez.
A construtora foi a primeira a comercializar seus produtos pela web em 2001 e hoje, 30% das vendas são concretizadas pela rede, o que traz um faturamento de R$ 150 milhões. O atendimento é feito por 20 corretores até a meia noite e em breve será estendido para as 24h do dia. “O cliente não tem tempo para ver imóveis e prefere fazer isso no sossego do seu lar”, afirma Romeo Busarello, Diretor de Marketing da companhia e Professor de Marketing Estratégico do MBA executivo na ESPM.
A Tecnisa também foi a primeira a posicionar suas vendas para o público gay. Como resultado, tem 12% de seus clientes com este perfil sem construir apartamentos cor de rosa, mas fazendo publicidade segmentada e atendendo este público com a mesma presteza dos demais a partir de um estudo de comportamento. Nas áreas comuns dos prédios há ainda o PetCare, um espaço destinado a receber profissionais especializados e todos os utensílios necessários para cuidar de animais, desde banho e tosa até aplicação de vacina. “Estudamos e pesquisamos muito para buscar o que há de mais moderno não só no mercado imobiliário, mas em outros segmentos e empresas de sucesso”, explica Busarello em entrevista ao Mundo do Marketing.
O mundo mudou
O consumidor passivo, aquele com comportamento previsível, que escuta rádio ou lê jornal no caminho para o trabalho e na volta para casa, que senta diante da TV para assistir ao Jornal Nacional e à novela das oito, é uma espécie em extinção, afirma Mentor Muniz Neto (foto), Vice-Presidente de Criação da Bullet. Por isso, os profissionais estão se valendo de uma infinidade de ferramentas para encontrar um consumidor muito mais difícil de se agarrar do que no passado. A Bullet chama de Talkability o conjunto de ferramentas diferenciadas.
Numa das ações de marketing fora do comum, a Bullet produziu uma ação com “robôs” para o lançamento do Audi A3 Sportback a partir da idéia da Almap-BBDO. As máquinas foram colocadas em plena rua para esculpir o veículo em escala real que seria lançado durante o Salão do Automóvel e a ação promocional pôde ser acompanhada ao vivo pela internet. “Os resultados têm sido altamente compensadores para nossos clientes e nos indicam que realmente está tomando forma, nos planos de marketing, uma inteligência nova, voltada a um trabalho de comunicação multidisciplinar”, conta Muniz Neto.

Quando o produto ainda não é percebido como de consumo, como os alimentos, a tarefa de criar ações de marketing diferenciadas para promovê-los pode ser uma tarefa ainda mais complexa. É o caso das Tintas Suvinil. A empresa do grupo Basf sabe que, para muitas pessoas, pintar a casa ainda é visto como um investimento que deve ser programado e que dá trabalho. Por isso, a companhia criou o Suvinil ColorTest, uma forma de produzir a quantidade certa para pintar um pedaço de parede com o objetivo de testar sua aplicação nos ambientes.
Desafios
O novo produto toca numa ferida da companhia, já que é preciso estimular o consumidor brasileiro a utilizar mais cores na decoração e a trocá-las de tempos em tempos. Lançado há dois anos, o dispositivo espalhado por centenas de pontos de vendas nasceu a partir de uma ação conjunta de áreas da empresa como tecnologia, comunicação, produção, gerência de produtos e de marketing. “O ColorTeste veio para atender a esta demanda”, aponta Mirian Zanchetta, gerente de Propaganda e Promoção da Suvinil. “Assim, o consumidor pinta, se acostuma e depois compra a tinta”, atesta em entrevista ao site.
Para estimular o consumidor, a Suvinil já investiu R$ 200 milhões em marketing entre os anos de 2006 e 2007. Mas não é preciso tanto dinheiro para realizar ações inovadoras de marketing, garante Romeo Busarello, da Tecnisa. “O profissional de marketing que só trabalha da cabeça para baixo será um grande executador, mas vai ter uma escassez de idéias muito grande e, para ter idéias, é preciso ler, sem esquecer de ter uma boa rede de relacionamento”, ressalta.
Acesse
www.tecnisa.com.br
www.espm.br
www.bullet.com.br
www.suvinil.com.br
FONTE: Mundo do Marketing
Ministério público do Amazonas abre vagas, salários de até R$ 4 mil
Postado por Gustavo Periard em 18/10/2007
Categoria: Oportunidades
O MPE/AM (Ministério Público do Estado do Amazonas) anunciou, nesta terça-feira (16), a realização de um concurso público que oferece 182 vagas. Dessas, 77 são para profissionais graduados, 102 para nível médio e 3 para o fundamental.
As inscrições estão abertas até o dia 28 de novembro, no site www.cespe.unb.br/concursos/mpeam2007.
As taxas são de R$ 90 para nível superior, R$ 85 para médio e R$ 33 para fundamental. As remunerações, para os aprovados, variam de R$ 1.388,59 a R$ 4.166,29, de acordo com o cargo escolhido.
Os candidatos serão avaliados por meio de provas objetivas, prova discursiva (apenas para o cargo de agente técnico, função jurídico) e prova de capacidade física, somente para candidatos a agentes de apoio — motorista-segurança.
As provas objetivas para os cargos de nível fundamental e superior ocorrerão em 20 de janeiro de 2008, no turno da manhã. Os inscritos para cargos de nível médio farão provas à tarde.
Quem disputar cargos de nível fundamental responderá a 100 itens de conhecimentos gerais. Para os outros cargos, as provas objetivas serão compostas de 120 itens de conhecimentos básicos e específicos.
Mais informações podem ser obtidas no pelo telefone 0/xx/61/3448-0100.
FONTE: UOL
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Daqui a pouco mais uma oportunidade que pode mudar a sua vida!! NÃO PERCA!!
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