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Inscreva-se para o ProUni
Postado por Gustavo Periard em 28/11/2007
Categoria: Dicas e Notícias

O ProUni (Programa Universidade para Todos) do governo federal está com inscrições abertas para o processo seletivo referente ao 1º semestre de 2008. A partir de hoje, 26 de novembro, até às 21h00 do dia 14 de dezembro, os candidatos interessados devem se inscrever somente pela Internet, na página eletrônica do ProUni. A divulgação do resultado está prevista para o dia 19 de dezembro.
Podem participar do programa estudantes que fizeram o Enem em 2007 e tenham obtido no mínimo 45 pontos (média aritmética entre redação e conhecimentos gerais); tenham cursado o ensino médio em escola pública ou, na condição de bolsista integral, na rede particular; comprovem renda familiar de até um salário mínimo e meio (R$ 570) para a bolsa integral e de até três salários mínimos (R$ 1.140) para a integral. No primeiro semestre deste ano, inscreveram-se cerca de 480 mil estudantes.
Bolsas parciais
O Ministério da Educação liberou a consulta sobre bolsas parciais do Pro Uni (Programa Universidade Para Todos) que receberão 50% do FIES (Financiamento Estudantil). Os selecionados devem se dirigir a uma agência da Caixa Econômica Federal, junto com seus fiadores, e apresentar os documentos necessários até dia 14 de dezembro. Se tudo estiver em ordem, eles já assinam o contrato de financiamento estudantil.
Os estudantes selecionados recebem 50% de auxílio às mensalidades por meio do ProUni e os outros 50% são custeados pelo Fies. No caso de uma mensalidade de R$ 500,00, com a bolsa do ProUni o estudante passa a pagar R$ 250,00; com o benefício do Fies, ele desembolsará mensalmente apenas R$ 125,00.
O Programa
O ProUni foi lançado em 2004 pelo governo federal com o intuito de dar acesso a ex-alunos carentes da rede pública do Ensino Médio ou de bolsistas integrais das escolas particulares ao Ensino Superior a partir de bolsas nas instituições particulares. São concedidas bolsas integrais, que cobrem todos os custos das mensalidades escolares, e parciais, com o pagamento de 50% das mensalidades.
Para participar, o candidato tem que cumprir uma série de requisitos, entre eles, ter feito o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em 2006 e ter obtido média superior a 45 pontos; ter feito todo o Ensino Médio em escola pública ou na rede particular na condição de bolsista integral; comprovar renda familiar per capita até um salário mínimo e meio (R$ 570,00 em valores de hoje) para concorrer à bolsa integral e até três salários mínimos (R$ 1.140,00) para a bolsa de 50% do valor da mensalidade.
O ProUni também tem uma política de cotas destinada aos alunos que se autodeclararem afrodescendentes ou indígenas. Para esse grupo, as vagas são distribuídas de acordo com a proporção dessas populações nos estados, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Por dentro dos números
Na primeira edição do programa, em 2004, o MEC ofereceu 112.416 bolsas, das quais 72.016 integrais e 40.400 parciais de 50% do valor da mensalidade. As vagas foram abertas em 1.131 instituições de ensino superior não-públicas.
Para 2006, foram estimadas 130 mil bolsas, cerca de 18 mil a mais do que as vagas oferecidas em 2005. No primeiro semestre, foram destinadas 90.241 bolsas sendo 62.305 bolsas integrais e 27.936 parciais, no valor de 50%, distribuídas em 1.388 instituições de ensino. Já no segundo semestre, o programa recebeu 200.969 inscrições para 47.059 bolsas, oferecidas por 791 instituições. Foram 35.162 bolsas integrais e 11.897 parciais (50% da mensalidade), sendo 22.010 destinadas a estudantes negros e outras 43 a candidatos autodeclarados indígenas.
Totalizando as bolsas concedidas em 2005 e 2006, já são 204.249 alunos contemplados pelo ProUni. Destes, 167.437 estão estudando regularmente e 1.126 já se formaram. O restante é composto por alunos que não utilizam mais a bolsa por terem alcançado melhores condições econômicas, conseguido outro tipo de bolsa, abandonado o curso, falecido, perdido o benefício por processos judiciais ou outros motivos.
No primeiro processo seletivo deste ano, realizado em novembro de 2006, o programa preencheu mais de 75% das vagas oferecidas nos cursos mais concorridos. As áreas de Medicina, Engenharia, Computação e Veterinária tiveram o maior número de bolsas concedidas. Até 2010, o programa tem o propósito de oferecer 400 mil bolsas.
Regras
As instituições filantrópicas devem aplicar anualmente, em gratuidade, conforme já estabelece a Constituição, pelo menos 20% da receita bruta exclusivamente em bolsas de estudo. As instituições privadas que aderirem ao programa deverão oferecer 8,5% das receitas em bolsas de estudos a alunos carentes.
Em contrapartida, as instituições de ensino superior com fins lucrativos ficarão isentas do pagamento do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, da Contribuição Social sobre Lucro Líquido, do PIS e do Cofins.
Para obter mais informações sobre o ProUni, os interessado podem consultar o site do programa ( www.mec.gov.br/prouni/) ou ligar para 0800 616161.
FONTE: Administradores.com.br
Conectando Pessoas
Postado por Tom Coelho em 27/11/2007
Categoria: Gestão e Liderança
“Dê sem se lembrar, receba sem se esquecer.”
(Brian Tracy)
por Tom Coelho
No decorrer dos últimos meses seguramente você vivenciou ou leu sobre o chamado “apagão aéreo”. Vôos cancelados, atrasos de várias horas, passageiros dormindo no chão dos saguões de aeroportos. Sem falar nos acidentes e na falência de mais uma companhia, a BRA.
Tecnicamente, estes problemas decorrem de uma conjunção de fatores. Da falta de planejamento dos órgãos públicos responsáveis pela regulação da atividade, ao duopólio comandado pela TAM e a GOL, passando pelo aumento da demanda. Mas o que mais chamou a atenção neste período foi a negligência no atendimento aos consumidores.
É curioso notar como as empresas investem maciçamente em programas de capacitação e desenvolvimento de seus profissionais, baseadas no preceito de que em tempos de globalização e concorrência acirrada o cliente torna-se rei. Organizam seminários, treinamentos e palestras motivacionais a fim de promover uma cultura de excelência no atendimento ao cliente. Mas, na prática, o que se observa é o oposto.
Tomemos novamente a crise aérea. É evidente que as mudanças necessárias são de caráter estrutural. Envolvem contratação e formação de novos controladores de vôo, construção e ampliação de aeroportos, abertura do mercado a novas companhias, estimulando a concorrência. Porém, pergunto-me a cada novo embarque: Por que as poltronas de espera não são mais confortáveis? Quando haverá tomadas elétricas em quantidade suficiente para atender aos usuários de computadores portáteis? Por que não colocam músicos e animadores para entreter as pessoas, em especial as crianças, a fim de mitigar os efeitos dos atrasos? E, fundamentalmente, qual o motivo de tanta dificuldade para prestar esclarecimentos e fornecer um bem precioso e que nada custa: informação honesta e transparente aos usuários?
O problema das companhias aéreas é o mesmo da maioria das empresas em todos os setores. Não sabem identificar seus próprios propósitos. A pergunta fundamental e primeira que deveria ser feita por qualquer corporação é: “Qual é o meu negócio?”.
Se resolvessem responder a esta questão, TAM, GOL, Oceanair e todas as demais compreenderiam que não vendem passagens aéreas, transporte ou segurança. Elas vendem economia de tempo. Usamos aviões apenas para chegar com mais rapidez ao nosso destino. Por isso declinamos de carros, ônibus ou trens. Aliás, quando disponibilizarem um trem expresso entre São Paulo e Rio de Janeiro, certamente a demanda por vôos na Ponte-Aérea sofrerá grande retração - com conseqüente queda nos preços. E quando em alguns séculos (ou décadas) o teletransporte for viabilizado, todos os sistemas convencionais de transporte perderão sua razão de existência.
A baixa qualidade no atendimento ao público, ao que eu chamo de “desatendimento”, é o maior câncer do mundo corporativo nos dias atuais. E isso acontece porque as pessoas trabalham sem paixão e de forma desagregada em suas organizações.
Falta paixão porque estamos sempre projetando nossas expectativas e ideal de felicidade no futuro. É um estado de impermanência latente que nos impede de aproveitar o momento presente e viver com plenitude. Você diz: “Quando eu tiver um carro, quando eu morar em uma casa maior, quando eu for promovido, serei finalmente feliz”. Então você compra um carro, muda de residência e sobe na hierarquia. E, meses depois, sente-se novamente insatisfeito e descontente.
Falta sinergia no ambiente de trabalho, porque acreditamos que nossa atividade independe dos demais. Enxergamos a empresa através de departamentos. O objetivo maior consiste em “cada um que faça a sua parte”. Assim, esquecemos que uma empresa é um organismo vivo e interdependente. Precisamos cultivar a empatia.
Assisti a um filme instigante intitulado “O Empacotador”, distribuído com exclusividade no Brasil pela Siamar. Trata-se da história real de um jovem portador de Síndrome de Down que trabalhando como empacotador em um supermercado altera a rotina de todos no estabelecimento ao adotar um padrão superior de atendimento aos clientes.
No filme, o jovem toma consciência de que suas ações podem influenciar favoravelmente o dia das pessoas que visitam sua loja. Ele passa a entregar a cada cliente uma frase motivadora impressa em papel, sensibilizando a todos e incentivando uma reação em cadeia de pequenas ações praticadas pelos demais colegas.
A essência do bom atendimento está lastreada na simplicidade. Trata-se de olhar nos olhos, sorrir, estender a mão, perguntar e ouvir. Trata-se de substituir a indiferença por fazer a diferença, mas a diferença positiva, porque há grande distinção entre mudar e mudar para melhor.
Trata-se de conduzir as pessoas a uma experiência memorável, fazendo-as sentirem-se únicas e especiais. Chamá-las pelo nome, cuidar, convidá-las a voltar, liderar pelo exemplo.
Trata-se de conectar pessoas, não interesses. Telefonar para um amigo no dia de seu aniversário, mas também em dias fortuitos. Levar flores para a namorada despretensiosamente. Conquistar e reconquistar, dia a dia, imprimindo uma assinatura pessoal em cada gesto, em cada ação, em cada oportunidade que a vida permitir.
A empresa como refém do cliente. Uma visão atual!
Postado por Marizete Furbino em 26/11/2007
Categoria: Gestão e Liderança
“A única fonte de lucro é o cliente”.
(Peter F. Druker)
por Adm. Marizete Furbino
Conscientes de que o cliente possui fundamental importância em qualquer negócio, devemos ter muita sabedoria no modo de tratá-lo.
Para que o colaborador desempenhe sua função com eficiência, tendo em vista a eficácia, é necessário, além do conhecimento, ter muita paciência, muita disposição, cautela com a entonação de sua voz, e muita sabedoria para compreender as necessidades do cliente.
Podemos considerar alguns pilares para se obter a excelência em um atendimento. São eles: gostar do que faz na era do século XXI é pouco, é preciso mais, é preciso amar muito o se que faz, ter muito interesse e talento, conhecimento, paciência, saber ouvir o cliente e ter muita sabedoria para descobrir quais os anseios e desejos do mesmo, através de uma boa e agradável conversa informal.
Além de propiciar a venda do produto e/ou serviço, é preciso mais, é preciso conquistar o cliente, e isto se faz com muita educação, respeito, cordialidade, atenção e muito carinho.
O cliente plenamente satisfeito torna-se um verdadeiro parceiro da empresa, porque, além de sempre retornar para comprar outros produtos e/ou serviços, irá fazer a recomendação desta para outras pessoas tornando-se o nosso grande vendedor.
O exercício da função, pelo colaborador, deve ser recheado de motivação. Lembre sempre que você, colaborador, está exercendo suas funções em determinada empresa porque você quer, ninguém o está obrigando a permanecer na mesma, mas, se você optou em atuar em determinada empresa, tem que atuar com motivação, e deve dar o melhor de si, tem que se doar muito e se entregar de corpo e alma, afinal, você é pago pela prestação de seus serviços.
A partir do momento em que o empreendedor propicia certo grau de importância ao seu colaborador, valorizando-o, respeitando-o, e oferecendo-lhe toda oportunidade de desenvolvimento bem como de crescimento, investindo cada vez mais no mesmo como uma de suas principais fontes de capital dentro da empresa, se este não desempenhar suas funções com eficiência e eficácia, não fazendo jus ao nome de colaborador, o empreendedor não deverá ter jamais compaixão do mesmo, pois, seu cliente não terá este mesmo sentimento pela sua empresa, e, como conseqüência, você empreendedor estará comprometendo toda sua empresa.
É preciso que o empreendedor fique de olho no clima organizacional, pois este deve estar sempre harmonizado.
Para que a empresa obtenha sucesso, não se pode esquecer que deverá haver um único discurso interno, em uníssono, dentro da mesma. “Falar a mesma língua”, sinergia, organização e harmonia são imprescindíveis em qualquer negócio; caso contrário, fica difícil propiciar tal clima aos clientes externos, sendo que o pior é que todos estes quesitos são percebidos pelos clientes externos, o que, além de prejudicar e muito a imagem da empresa, conduz ao comprometimento da mesma frente ao mercado.
Apesar de vivermos na era da informação, o contacto pessoal, além de contar muito, é decisivo. Pensando assim, o cliente nunca poderá ter que implorar pelo atendimento, pois, se assim o fizer, a imagem da empresa poderá ficar comprometida; portanto, além de ser muito bem tratado, o cliente deverá igualmente receber um atendimento de excelência.
Neste mercado globalizado, onde a competitividade é muito acirrada, é de suma importância, que tanto o empreendedor quanto o colaborador enxerguem que a empresa está nas mãos deste último, e que o tempo todo a imagem da empresa está em jogo; sendo assim, qualquer deslize provocado pelo colaborador, poderá ter como conseqüência a morte da empresa para determinado cliente, pois o cliente visualiza TODA a empresa na pessoa daquele colaborador que lhe atendeu; portanto, torna-se imprescindível então que cada colaborador tenha consciência de que a empresa existe porque possui clientes, e se a empresa estiver fadada ao fracasso, seu emprego estará em risco; sendo assim, é necessário dispensar ao cliente toda a atenção necessária a um bom atendimento.
No séc. XXI está mais presente do que nunca o fato de que o maior poder se concentra nas mãos dos clientes; conseqüentemente, é de fundamental importância que, além de conhecer seus anseios, necessidades e desejos, torna-se de forma urgente e emergente a implementação da excelência no que tange ao atendimento.
A realização de um atendimento com excelência, além de necessitar do comprometimento de todos, deve-se constituir em uma preocupação também de todos os envolvidos, desde o porteiro até a diretoria da empresa, pois, é através deste que a empresa irá fazer o diferencial no mercado, alcançando crescimento e destaque no mercado.
É importante que o empreendedor consiga enxergar que para sobreviver e se solidificar neste mercado altamente competitivo, além de satisfazer o cliente, deverá fazer um diferencial, e o atendimento realizado com qualidade e excelência é fator sine qua non para o alcance do sucesso.
Pequenas idéias que geram valor
Postado por Gustavo Periard em 25/11/2007
Categoria: Geral, Planejamento
“O futuro não pode ser conhecido. A única coisa certa a respeito dele é que será diferente de hoje, ao invés de uma continuação. Mas o futuro ainda não nasceu, nem está formado e é indeterminado. Ele pode ser moldado por ações intencionais.”
(Peter Drucker)
Por Gustavo Periard
Um dia, toda grande idéia foi uma idéia pequena e desacreditada. As idéias que dão certo dão ao seu “dono”, na maioria das vezes, uma certa vantagem competitiva em relação a seus concorrentes e abre caminho para uma escalada rumo a um futuro melhor para as pequenas empresas.
Estas grandes idéias, na maioria das vezes, surgem nos momentos mais inesperados, são os famosos insights - aqueles “estalos” que sempre aparecem quando menos esperamos. Eu aposto com você que muitas vezes já teve um desses e pensou “ah que nada, isso nunca vai dar certo?!”, e, com certeza, perdeu uma ótima oportunidade de criar algo novo para você ou sua empresa, ou de salvar algo que não esteja bem das pernas e etc. Este pensamento preguiçoso e pessimista sempre impede o progresso das empresas, em especial as pequenas, no mundo dos negócios.
Algumas idéias nem sempre são fáceis de serem implementadas, exigindo um pouco mais de coragem e ousadia de gestores e profissionais da área em questão.
O sempre espetacular Peter Drucker em “Profissão de Administrador”, no tópico “O grande poder de pequenas idéias”, discute este tema e faz a seguinte observação:
“Fazer o futuro requer coragem. Requer trabalho, mas também requer fé. Comprometer-se com o oportuno simplesmente não é prático. Não será suficiente para os esforços que estão à frente. Porque nenhuma idéia é perfeitamente segura - nem deve ser. Não ousando assumir o risco de fazer com que o novo aconteça, a gerência assume, por omissão, o risco maior de ser surpreendida pelo que irá acontecer. Este é um risco que nem mesmo a empresa maior e mais rica pode se dar ao luxo de assumir. E é um risco que nem mesmo a menor da empresas precisa assumir”.
Ou seja, ter idéias é inovar e aplicá-las é ousar. Mas atenção, tome muito cuidado!!! Ousar é importante sim, mas sempre buscando o melhor para sua empresa, analisando muito bem a idéia, trabalhando-a e implementando-a com segurança, segundo suas necessidades e limitações. Não se pode por tudo a perder por achar que algo dará sempre certo. È preciso ter bom senso!!
E aliando este bom senso a boas idéias você estará pronto para criar, inovar, ousar e ter muito sucesso no que faz. Busque sempre o melhor, não se acomode com a atual situação de sua empresa, vá além! E a partir de agora, fique bem atento aos seus insights, eles ainda vão te salvar um dia!!! rs
Final do Desafio Sebrae reúne estudantes em Brasília
Postado por Gustavo Periard em 24/11/2007
Categoria: Dicas e Notícias

O momento da decisão se aproxima. Neste sábado (24) e domingo (25), em Brasília, oito equipes de sete estados brasileiros definem a última etapa do Desafio Sebrae 2007, o jogo virtual que leva a universitários a experiência de gestão de um negócio.
A abertura da final do Desafio será nesta sexta-feira (23) às 19h no Hotel Manhattam na capital federal. No sábado e no domingo, no hotel, os jovens se dedicam à competição. Na segunda-feira (26), às 19h, o Sebrae anuncia a equipe vencedora em uma cerimônia no Museu das Gemas na Torre de TV. A vencedora levará como prêmio uma viagem internacional, para conhecer centros de empreendedorismo na Itália em 2008. Além disso, a equipe estará classificada para representar o Brasil na final internacional do Desafio.
Participam da final do Desafio Sebrae 2007 as equipes Engenharia Frenética (ES), X-5 (GO), Chuck Norris (AL), Trade Off (MS), Reseinha (SE), Só Pelanca (PB), Pulo do Gato (BA) e Retorno CPL (BA).
Em 2007, o Desafio Sebrae teve como tema uma empresa do setor de cosméticos e beleza. Os universitários tiveram que ficar à frente de um negócio com esse perfil. Ao longo das fases do jogo, os competidores foram tomando decisões que deram rumo aos seus empreendimentos virtuais.
ProUni
Este ano, o Sebrae colocou como meta 70 mil inscrições para o jogo. Recebeu cerca de 86 mil, um recorde. O Desafio reúne alunos de mais de 180 cursos de 1.800 universidades, faculdades e instituições de ensino superior do País. Desde a criação do Desafio, no início da década, cerca de 500 mil pessoas já passaram pelo jogo.
O gerente de Atendimento Individual do Sebrae Nacional, Enio Pinto, adianta que em 2009 a meta de inscrições, definida pelas unidades estaduais do Sistema, deve ficar em 83 mil. “Os números demonstram que o jogo se consolidou e há vários elementos importantes em cena, como a presença na final de estados que nunca chegaram a esta fase”, destaca Enio.
O gerente afirma que em 2008 a coordenação do jogo do empreendedorismo quer que o Desafio Sebrae se expanda tanto no ponto de vista quantitativo como qualitativo. O Sebrae discute com o Ministério da Educação para o ano que vem a participação de alunos do Programa Universidade para Todos (ProUni) do governo federal.
Em 2007, o Sebrae utilizou várias estratégias para divulgar o Desafio Sebrae no meio acadêmico brasileiro. Palestras, peças de teatro e várias outras ações foram desenvolvidas diretamente junto aos alunos, nas universidades, para estimular sua participação e também para sensibilizá-los sobre o papel do empreendedorismo e das micro e pequenas empresas para o desenvolvimento econômico e social do País.
FONTE: Administradores.com.br
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