2007.2008..2009…Gente, Amigos e Parceiros

Postado por Sérgio Dal Sasso em 27/12/2007
Categoria: RH e Motivação

“Mude para que anos novos, não sejam as datas certas, coloque um pouco mais do que acredita, fazendo um novo você, não tão dependente dos fatores externos, nem das estratégias retidas nos sonhos, mas da sua adequação para poder navegar dentro delas. Ponha em pratica um exercício continuo e diário que evite o afastamento do foco, que qualifique o uso do tempo, e verificará o quanto vai se doar por acreditar em si próprio”.

(Sérgio Dal Sasso)

por Sérgio Dal Sasso*

A vida não permite muito espaço para analise do que não aconteceu, pois quando não fomos tudo que poderíamos ser, mais do que a compreensão é preciso encontrar o que temos que mudar.

Os costumes e os padrões asseguram que as mudanças sejam previsíveis, mas nem sempre oportunas para o que o momento pede. Em simples palavras não se emagrece, tomando remédios, mas aprendendo a trabalhar seu corpo, superando os limites da dor, do cômodo, do conforto e estimulando-se pelo fato de que os resultados, mesmo diante dos sacrifícios, estão te agradando. Não se sai das depressões, ela sai sozinha, desde que comece a adicionar açúcar nas coisas que antes não percebia ou não dava importância.

Para se obter o melhor, deve-se brigar pelo desprendimento a favor da vida. O elo para a objetividade está nos estímulos das atitudes, na busca das pontes tradutoras do conhecimento, na compreensão e injeção de animo. Tenha sempre a certeza de que o incerto na verdade é a parte nova que deve ser aprendida para te completar.

Não pare agora, o mundo sempre quer mudar e às vezes acaba segurando seus sonhos. Vá em frente! Busque uma pedra no meio do oceano, pare e descubra o melhor para o seu dia seguinte. Não se esqueça daqueles que podem te agasalhar se a noite chegar, pois é certo que a sua manhã terá um céu aberto suficiente para que o sol auxilie com novas visões e destinos.

2008. 2009 …. Construindo sempre o nosso melhor. Parabéns pelo que és, acima do que os outros possam achar.

http://www.guaraparivirtual.com.br/Colunas/Sergio_Dal_Sasso/foto.jpg* Sérgio Dal Sasso é administrador empresarial formado pela FEA-USP, pós-graduado em gestão financeira e MBA varejo, ambos pela USP.

É um dos principais palestrantes em desenvolvimento profissional e empresarial do Brasil (Ambev, Fia Usp, UNICAMP, UFSM, UNIDERP, MOGI, Gazeta Mercantil, Nestlé, Sebrae, Santander, Perdigão, Pão de Açúcar, CRA, CRC, APARH, ADIBE, BPW, Agrária, Dupont, EMS, Vivenda dos Camarões, Marius, Associações Empresariais, Faculdades…).

Articulista de diversas revistas (Venda Mais, Vencer, Gestão & Negócios, Meu Próprio Negócio, Mais que Negócios, Distribuição, Atacadistas & Varejistas…). Consultor de conteúdo da Globo/PEGN/TV.

Ho! Ho! Ho!

Postado por Gustavo Periard em 21/12/2007
Categoria: Geral

http://www.planetanews.com/eventos/030717papainoel/boletim.jpg

FELIZ NATAL!!!

O Blog Sobre Administração deseja a todos os seus queridos amigos um Feliz Natal!!

E agradece a todos que contribuiram para o crescimento e desenvolvimento deste blog desde sua criação!!

(Meu obrigado especial a Bernardo Pina pela atenção e grandiosa ajuda neste ano!! )

Um grande abraço a todos, muitas felicidades e sucesso em 2008!!

- Até o ano que vem!! -

 

 

OI compra Amazônia Celular por 120 milhões de reais

Postado por Gustavo Periard em 21/12/2007
Categoria: Gestão e Liderança

A imagem “http://www.acaoassessoria.com.br/_img/clientes/amazonia.gif” contém erros e não pode ser exibida. A imagem “http://rio.cowparade.com/images/oi_logo.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

A Oi anunciou nesta quinta-feira a aquisição da Tele Norte Celular, empresa controladora da Amazônia Celular, por 120 milhões de reais. A operadora que cobre Amazonas, Roraima, Amapá, Pará e Maranhão havia sido adquirida pela Vivo em agosto, em conjunto com a Telemig Celular .

O negócio, que ainda tem que ser aprovado pelas autoridades regulatórias, envolve 51,86 por cento das ações ordinárias e 0,09 por cento das preferenciais da holding da Amazônia Celular.

“Com a aquisição da empresa, a Oi ampliará fortemente a cobertura de celular (…) e poderá agilizar o cumprimento das metas de cobertura de telefonia móvel previstas nas novas licenças de 3G”, informou a Oi em nota na noite de quinta-feira.

Em fato relevante, a Oi informou que vai adquirir, por 21,1 milhões de reais, direitos de subscrição de novas ações emitidas pela Tele Norte Celular à Vivo.

Também fará ofertas públicas obrigatórias de compra de ações ordinárias detidas por acionistas fora do bloco de controle da Tele Norte Celular por 74,19 reais por ação e de ações ordinárias detidas pelos investidores não-controladores da Amazônia Celular por 113,44 reais; ambas sujeitas a correções.

Serão feitas ainda ofertas públicas voluntárias para compra de até um terço de cada espécie e classe de ações preferenciais de acionistas não-controladores da Tele Norte Celular e da Amazônia Celular por 33 reais e 25,55 reais, respectivamente. A Oi informou que não pretende fechar o capital da holding ou da operadora.

FONTE: O Globo

Como Vencer a Concorrência

Postado por Tom Coelho em 18/12/2007
Categoria: Planejamento

“Contaram-me que os peixes não se importam de serem pescados,
pois têm o sangue frio e não sentem dor.
Mas não foi um peixe que me contou isso.”
(Heywood Broun)

*por Tom Coelho

http://www.sdr.com.br/dicas/futuro/Futconcorrentes249b.jpgNão sejamos hipócritas. Esta estória de que concorrência é saudável porque estimula o desenvolvimento e combate o imobilismo é filosoficamente bela, mas não retrata a realidade.

Frédéric Bastiat, economista francês do século XIX e grande defensor do livre comércio, dizia: “Destruir a concorrência é matar a inteligência”. Pois então que morra, neste caso, a inteligência! Qualquer empresário ou gestor há de concordar que concorrência boa, é concorrência morta.

É por isso que o mundo corporativo tem sido marcado por fusões e aquisições, com a formação de grandes grupos econômicos. Tome-se como exemplo o setor bancário. Chama menos atenção a redução do número de instituições financeiras, o que não seria uma medida estatisticamente adequada, mas a concentração do patrimônio líquido, dos depósitos e do crédito entre os quinze maiores bancos do país.

As grandes companhias buscam o caminho dos ganhos de escala e da redução de custos operacionais, princípios econômicos legados da Era Industrial. É uma forma de debelar a concorrência absorvendo-a (aquisição) ou aliando-se a ela (fusão). Mas fica a pergunta: e quanto às pequenas empresas?

Firmas de pequeno e médio porte têm uma natural vocação autofágica. Em outras palavras, digladiam-se por um pedaço de osso como se fosse carne de primeira. Chegam até mesmo a praticar dumping (vender abaixo do preço de custo) para evitar que o vizinho ganhe o pedido. Cooperativismo e associativismo são palavras ausentes do vocabulário - e do dicionário - da maioria dos empresários. É uma questão cultural alicerçada num modelo mental ultrapassado: cada um que cuide de seu terreiro.

Houve uma época em que bastava produzir o que fosse para surgir um comprador. Outro economista francês, este no final do século XVIII, Jean-Baptiste Say, cunhou uma lei de mercado que dizia: “Toda oferta cria sua própria demanda”. Sua assertiva teve vida longa, a ponto de Henry Ford declarar no auge da produção de seu veículo Modelo T: “Você pode ter o carro da cor que quiser, contanto que ele seja preto”.

Mas os tempos áureos sucumbiram em 1929 com a Grande Depressão. O impacto econômico foi tamanho que, nos Estados Unidos, a taxa de desemprego saltou de 9% para 25% em apenas três anos.

Hoje vivemos um período de comoditização ampla, geral e irrestrita. Os produtos são todos muito parecidos em funcionalidade. E os consumidores dão as cartas, reinando no trono da infidelidade e com elevado poder de barganha.

O sofrimento é ainda maior no comércio que na indústria. Basta caminhar em São Paulo, por exemplo, pela Teodoro Sampaio dos instrumentos musicais, a Consolação dos lustres, a Santa Ifigênia dos eletrônicos ou simplesmente as praças de alimentação de qualquer shopping center para sentir na pele e na veia a ferocidade da concorrência. O que fazer?

1. Cuide do visual. O jogo começa na aparência que conduz à sedução. É o marketing de percepção. Você precisa captar a atenção do cliente para que ele escolha, entre as inúmeras alternativas, o seu ponto. Isso envolve a fachada, o letreiro e até mesmo o nome do estabelecimento. Os trajes dos atendentes, a pintura das paredes, a limpeza do piso, o índice de luminosidade, a organização dos produtos expostos e a facilidade de acesso a eles. Perceba que as mesmas regras aplicam-se a uma loja virtual. Neste caso, falamos de um site de fácil navegação, com diagramação e cores agradáveis, ágil na transição de páginas, amigável na busca por produtos.

2. Treine seu pessoal. Considerando-se que os produtos são similares e, portanto, facilmente comparáveis, o único canal possível de diferenciação é o da prestação de serviços. A palavra de ordem agora é “atendimento”. Não apenas um atendimento bom, mas sim um excepcional, prestado por uma força de vendas que antes de tudo conhece em profundidade o que está ofertando. É a chamada “venda consultiva” que compreende necessidades, orienta sobre tipos e modelos, instrui com foco na adequação e assiste através do pós-venda promovendo a fidelização.

3. Tenha o produto disponível. Parece óbvio, mas esta é uma das grandes falhas de gerenciamento no ponto de venda. Imagine ter atraído o consumidor para sua loja e tê-lo presenteado com um atendimento exemplar. Após analisar todas as possibilidades ele escolhe um produto que está esgotado. Era o modelo perfeito de calçado, mas não na cor desejada. Era o prato ideal para o almoço, mas sem o molho preferido. Você terá o desprazer de ver seu cliente, igualmente frustrado, sair pela porta afora de mãos vazias - mas agora seguro do que pretende comprar, evidentemente em seu concorrente. Portanto, mantenha um estoque de segurança. E se você não dispõe de espaço ou capital para tê-lo, é preferível reduzir a gama de produtos oferecidos ou especializar-se em um grupo específico. Se você não é o primeiro e nem o maior, seja o melhor no que se propõe a fazer.

4. Crie diferenciais. Além do excelente atendimento, seja criativo nos detalhes e tenha a inovação como lema. Promova campanhas e concursos, crie bônus por fidelidade, escute e surpreenda seus clientes com novas soluções integradas. Propicie condições variadas de pagamento estabelecendo, por exemplo, parceria com instituições financeiras. Vivemos uma onda de crédito abundante e facilitado, ainda que caro, mas que permite adquirir bens para pagamento em longo prazo mediante suaves prestações mensais. Você não precisa assumir o ônus dos riscos do financiamento. Não é este o seu negócio. Mas uma financeira fará este papel com todo prazer.

5. Diga não à guerra de preços. Venda benefícios associados aos produtos, desviando o foco do preço. A regra é vender valor e não preço. Por isso a importância do atendimento, inclusive no pós-venda, além da oferta de acessórios, de assistência técnica permanente e de condições diferenciadas de pagamento, conforme já mencionado.

6. Em guerra deflagrada, lute para ganhar. Jamais se esqueça de que você está em guerra permanente com seus concorrentes. Esteja, pois, preparado. Conheça bem, e de perto, seus concorrentes. Visite-os ou coloque alguém para visitá-los. Telefone para monitorar a qualidade do atendimento. Pesquise preços. Descubra seus pontos fortes e os copie. Descubra seus pontos fracos e guarde as cartas na manga. Contrate seus melhores funcionários. E, fundamentalmente, inove. Torne-se único a ponto de tornar a concorrência irrelevante. Mas lembre-se: eles podem estar fazendo exatamente o mesmo em relação a você.

REPENSE! Faça sua empresa diferente! (PARTE I)

Postado por Marizete Furbino em 18/12/2007
Categoria: Planejamento

“Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite”.
Peter Drucker

Por Adm. Marizete Furbino

Para que a empresa possa deslanchar neste mercado globalizado e altamente competitivo, em busca de eficiência e eficácia em suas ações, alcançando o rebento denominado sucesso é preciso prestar mais atenção, repensar sua práxis organizacional e considerar alguns pilares, que poderão ser considerados esteios em todo processo organizacional, tais como:

1º) A valorização do colaborador como o maior patrimônio da empresa - o indivíduo que faz parte da empresa não deverá ser visto como um objeto e sim como sujeito valioso de toda história organizacional. Além do bom atendimento, querem e exigem consideração. A gestão deverá se basear em compartilhamento de poder, confiança, negociação, reciprocidade, compromisso e envolvimento. É preciso que a empresa reconheça os colaboradores como um patrimônio intangível valioso e que a participação efetiva dos mesmos é necessária para que a empresa tenha sucesso neste mercado cruel onde a competitividade é tão acirrada. Nos momentos de crise, devem ficar “antenados” quanto ao seu maior patrimônio “as pessoas” e não desfazerem destas. Lembrar sempre que, as pessoas são os pilares ou esteios que sustentam uma organização e que ao desfazerem destas, a tendência é submergir, contribuir para que a organizar chegue ao caos.

2º) O investimento nos recursos humanos e em tecnologia - sabemos que hoje, a maior commodity de uma empresa chama-se conhecimento, e é através deste que as organizações conseguem galgar vôos e se tornarem sólidas neste mercado onde a competitividade é tão acirrada, portanto, deverá a empresa se preocupar em investir em seus recursos humanos, assim, estará investindo em sua própria empresa. O investimento pesado, nos Recursos Humanos e na tecnologia da informação, se tornou o grande aliado da organização que deseja pelo menos, sobreviver no mercado, pois, o conhecimento e a informação passam a ter uma nova conotação, passando a serem os pilares da organização, gerando o rebento denominado produtividade. Neste mercado, inovação é uma palavra de conotação muito forte, e esta aparece atrelada ao conhecimento e à informação, que juntas, são capazes de gerar vantagem competitiva.

3º) a busca constante em prol da melhoria contínua e da motivação - ter vontade e querer melhorar continuamente é preciso, tanto em âmbito pessoal, quanto em âmbito profissional, portanto, preocupar-se com a melhoria contínua significa preocupar-se com a sobrevivência, pois, esta contribui e muito para alavancar uma organização. Preocupar-se em fazer melhor todos os dias tornou-se extremamente necessário. Uma boa política organizacional, atrelada a um ambiente de trabalho motivador, juntamente com uma ferramenta valiosa de gestão “Balanced Scorecard”, resultam em uma verdadeira estratégia de sobrevivência. Com isso, sua organização terá as condições necessárias para promover a melhoria contínua do desempenho e do aumento da produtividade, com maior valor agregado e com qualidade, permitindo além do alto índice de competição, trilhar pelo caminho da excelência. Lembrar sempre que a motivação gera uma força motriz que impulsiona o agir, portanto, o colaborador estando motivado, terá motivos para agir, e este é o segredo! A empresa deve então sempre incentivar o colaborador; assim, terá colaboradores motivados e obterá resultados esperados.

4º) a preocupação em transformar gerentes em grandes lideres - para alcançar sucesso dentro da organização é preciso que transforme gerentes em grandes lideres, uma vez que estes além de comprometidos e envolvidos com toda organização, será sabedor da importância da descentralização e delegação de tarefas, criando um vinculo de confiança entre todos os envolvidos no processo, e o resultado será um só: aumento de produtividade com qualidade. Um grande líder, além de saber selecionar, recrutar, colocar o colaborador certo no departamento certo, sabe verificar se conhecimento e perfil estão condizentes com atribuição e cargo. Um grande líder sabe capacitar, manter e reter o colaborador dentro da organização. É sabedor que, cada ser humano é único, cheio de anseios, desejos, competências e talentos, portanto, todos têm muito a contribuir com a organização, basta serem inseridos nos devidos lugares.

5º) a preocupação em fazer parceria e formar alianças - como em um casamento - é de suma importância que exista entre todos os colaboradores e a empresa, o amor e o desejo de sempre querer continuar, alimentando o sentimento através de atitudes que expressam e contribuem para manter um relacionamento, tais como: respeito, confiança, carinho, admiração, fidelidade, criatividade, transparência nas ações, muito diálogo, comunicação, maturidade, e atuar em prol da conquista sempre. Caso contrário correr-se-á o risco de chegar à mesmice e desmoronar toda a relação, levando a organização a naufragar. Assim é a vida organizacional, há que se ter, portanto, um casamento perfeito entre colaborador e organização, onde todos os objetivos estejam claros, definidos e sejam por todos perseguidos. Onde cada um sabe exatamente o que fazer para contribuir com o todo, se preocupando em alcançar sempre a eficiência e eficácia nas ações, em prol da qualidade, sabendo exatamente do caminho a percorrer e que estratégias utilizar.

continua…

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