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Multinacionais deixam seus funcionários trabalharem em casa e produtividade aumenta
Postado por Gustavo Periard em 08/12/2007
Categoria: RH e Motivação
Na IBM, existem várias formas diferentes de trabalhar e duas delas chamam atenção: o home-office e o trabalho parcial em casa. A primeira modalidade, na qual já estão inseridos 600 funcionários, vem crescendo bastante, nas palavras da gerente de clima organizacional e diversidade da IBM Brasil, Fabiana Galetol. É uma tendência que nasceu no exterior, sendo que, nos Estados Unidos, é “muito comum”. O mote do regime é o acréscimo na produtividade dos funcionários e, conseqüentemente, na lucratividade das empresas.
Desde 2005, a Ticket também aposta no home-office. “Implantamos o regime entre os vendedores, porque acreditávamos que eles deveriam estar mais perto dos clientes. Era uma necessidade para que a empresa se tornasse mais competitiva. Mas eles não conseguiam, por conta do tempo que perdiam no deslocamento até a empresa. Além disso, a Ticket precisava reduzir custos operacionais e otimizar processos”, explica o superintendente regional de vendas Eduardo Távora.
Motivação
“A surpresa foi que, de lá para cá, aumentamos nosso volume de vendas em 40%. E não foi um simples aumento, pois as vendas fechadas tinham mais qualidade, isto é, eram mais construtivas. E mais: antes, tínhamos a meta de uma visita a clientes por dia, por vendedor. No final das contas, conseguimos fazer 240 visitas a mais do que o estabelecido pela meta anualmente”, comemora. “A conclusão é que os funcionários ficaram mais motivados e proativos”.
Para ele, a motivação tem causa. Se trabalhando na empresa e perdendo um tempo desnecessário no trânsito uma mãe não tinha nem como levar os filhos à escola, hoje, trabalhando em casa, ela garante um convívio familiar mais harmônico e pode interferir da maneira ideal na educação dos filhos. Mais tranqüila e feliz, essa funcionária produzirá mais.
“Alguns funcionários que sempre quiseram emagrecer dizem que agora estão conseguindo fazer academia e se sentem mais satisfeitos. Isso é essencial para nós”, acrescenta.
Prós e contras
Na avaliação de Fabiana, o funcionário ganha qualidade de vida e a empresa, produção. Ela explica: “Quem trabalha em casa se dispersa menos, produz mais, tem mais tempo para cuidar de si, e sem estresse, porque não pega trânsito. Para a empresa, ainda há uma redução de custo”, diz.
A gerente de negócios da Ticket, Alessandra Pessoa Soares, que, por sinal, trabalha sob esse regime, concorda: “Hoje me sinto mais concentrada, focada. E tenho mais liberdade também. Consigo almoçar com a família, fazer ginástica e tenho mais tempo para sair com os amigos”. Ela ainda revela que o aumento da produtividade é o ponto alto do home-office. “Estou rendendo muito mais. É incontestável”.
O único ponto fraco, na opinião do superintendente da Ticket, é a falta do convívio com os amigos e colegas. Fato que, no início, causou medo entre os colaboradores convidados a trabalhar em casa. A saída encontrada pela multinacional foi instituir um “novo ritual de relacionamento”, com reuniões mensais e mantendo avaliações de resultados e os esperados ‘happy hours’.
Como funciona
No caso da IBM, a empresa reembolsa banda larga, material de escritório, mesa, cadeira apropriada, telefone e computador. Além disso, paga normalmente transporte e almoço. Já no trabalho parcial, o colaborador faz um acordo com o gerente e pede para trabalhar alguns dias da semana em casa, mantendo, assim, a mesa dele na empresa.
Esse tipo de trabalho, porém, é implementado com base na confiança e é importante que o colaborador fique o tempo inteiro conectado. “Cerca de 70% das funções que temos na IBM são elegíveis ao home-office, no entanto apenas funcionários com no mínimo seis meses de casa podem entrar para o regime, até porque consideramos importante eles se familiarizarem com a empresa e seu código de ética”, explica a gerente da IBM.
Na Ticket, os funcionários que trabalham em casa ganham notebook, com todos os softwares e sistemas utilizados pela organização instalados, telefone, Internet com segurança, fax, cadeira, enfim, tudo que existe em um escritório comum. Além disso, o suporte técnico está sempre alerta para qualquer emergência.
Dicas
No treinamento da Ticket, até mesmo os familiares dos colaboradores participam. Eles são conscientizados da necessidade de não interromper o parente que está trabalhando em casa. A disciplina é essencial para profissionais que trabalham em casa.
As dicas de Alessandra são começar o expediente sempre no mesmo horário, de preferência à mesma hora em que começava a trabalhar na empresa, não ter televisão por perto e manter duas linhas de telefone: uma para casa e outra para o trabalho.
FONTE: Administradores.com.br
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Postado por Gustavo Periard em 06/12/2007
Categoria: Dicas e Notícias

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MRN oferece 20 vagas em programa de trainee
Postado por Gustavo Periard em 06/12/2007
Categoria: Oportunidades
A Mineração Rio do Norte (MRN), maior produtora de bauxita do Brasil, recebe até 19 de dezembro inscrições para o seu Programa de Trainee 2008. As etapas de seleção contam com avaliação de currículo, dinâmica em grupo, avaliação de habilidades e competências, entrevistas individuais e prova de inglês.
Este ano, o programa oferece vagas para pessoas formadas no 3º grau desde dezembro de 2004 até formandos em março de 2008 em Administração de Empresas, Ciências Econômicas, Ciências Contábeis, Comunicação Social e Empresarial (Jornalismo, Relações Pública, Publicidade e Propaganda, Marketing), Engenharia (Mecânica, Elétrica, de Minas, de Produção, Civil), Engenharia Florestal/Meio Ambiente/Química e Geologia.
Alguns dos atrativos são o salário (R$ 2.482,74) e o pacote de benefícios, que incluem participação nos resultados, moradia, bolsa de inglês, treinamentos, assistência médico-odontológica, entre outros.
A MRN é uma das maiores operações de bauxita do mundo e está localizada no complexo mínero-industrial de Porto Trombetas, município de Oriximiná, Oeste do estado do Pará. Em 2006 a empresa fechou o ano com uma produção de 17,8 milhões de toneladas de bauxita, minério do qual se extrai o alumínio. Deste total, 72% foram destinados ao mercado interno, com 384 navios embarcados.
Em geral, a produção da empresa é toda destinada aos próprios acionistas. São eles: Vale (40%), BHPBilliton Metais (14,8%), Alcan Participações (12%), Companhia Brasileira de Alumínio - CBA (10%), Alcoa Alumínio (8,58%), Norsk Hydro (5%), Alcoa World Alumina (5%) e Abalco (4,62%).
Porto Trombetas fica a 880 km de Belém e nasceu com a missão de acomodar os empregados da Mineração Rio do Norte e seus familiares. O complexo conta com usina de geração de energia, sistemas de suprimento de água potável e de tratamento de esgoto e um programa permanente de medicina preventiva e assistencial, que assegura boa qualidade de vida à população.
A vila residencial é constituída por cerca de mil casas para famílias e dormitórios para mais de 1,5 mil empregados solteiros. A infra-estrutura também é composta por escola até o ensino médio - com capacidade para mais de mil estudantes, hospital com 32 leitos e serviços laboratoriais, clubes de lazer, cine-teatro, centros comerciais, aeroporto e sistema de comunicação nacional e internacional.
Serviço:
Inscrições pelo site www.upside.com.br até 19 de dezembro
Kraft Foods prepara oferta para comprar a Perdigão
Postado por Gustavo Periard em 05/12/2007
Categoria: Gestão e Liderança
A multinacional de alimentos Kraft Foods está em negociações para fazer uma oferta de compra da brasileira Perdigão. Diferentemente do que ocorreu no caso da Sadia, que tentou uma aquisição da concorrente por meio de oferta hostil , desta vez as conversas são amigáveis, segundo reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico, e há interesse dos controladores em vender.
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Segundo a reportagem, as negociações ainda são preliminares e não houve assinatura de qualquer compromisso. Mas o tema já teria chegado ao Palácio do Planalto e encontrado resistências, já que o governo preferiria que a empresa, controlada por fundos de pensão de estatais, ficasse nas mãos de outro grupo nacional, como a própria Sadia.
Na época, a proposta da Sadia foi considerada “extremamente baixa” pelo presidente da Perdigão e formalmente recusada.
Nesta terça-feira, as ações ordinárias da Perdigão subiram 2,47%, com volume de negociação de R$ 31.396.832.
A Perdigão vale hoje R$ 7,2 bilhões na Bovespa. E está no meio de uma oferta de ações que elevará seu valor em R$ 830 milhões. A companhia está oferecendo 20 milhões de novas ações aos investidores com o objetivo de financiar parte da aquisição da Eleva, do setor de carnes (aves e suínos) e leite, anunciada em outubro, por R$ 1,7 bilhão.
Com o negócio, a Perdigão ultrapassou a Sadia em valor de mercado .
Compra da Perdigão não é simples porque controle está pulverizado
Desde que recusou a oferta da Sadia, em julho do ano passado, a Perdigão vem executando uma agressiva estratégia de crescimento por meio de aquisições. O objetivo é “engordar” a empresa e diversificar o portfólio de produtos para dificultar uma tomada hostil.
A empresa busca afastar-se do perfil de frigorífico de aves e suínos para ser reconhecida como uma companhia de alimentos. Nessa linha, comprou a Batávia, da área de lácteos no Brasil, e a Plusfood, na Europa. Voltou, ainda, a explorar o segmento de carne bovina, do qual havia se afastado.
Seu controle foi pulverizado há cerca de dois anos, mas os fundos que a controlavam ainda mantêm um acordo de voto válido até 2011. As fundações Previ, Petros, Valia, Sistel, Real Grandeza e o fundo de investimentos Sabiá detêm em conjunto 42,84% do capital da empresa, que só tem ações ordinárias e está listada no Novo Mercado.
Pelo estatuto social da Perdigão, ao comprar 20% ou mais das ações a Kraft terá de fazer uma oferta a todos os acionistas. Um dos parâmetros para definir o preço aos minoritários é 135% da média da cotação nos 30 dias anteriores à oferta pública.
A assessoria de imprensa da Kraft no Brasil disse não ter informações a respeito da transação. A Perdigão não pode se pronunciar porque está em período de silêncio por causa da oferta de ações.
FONTE: O Globo/Valor
MOTIVAÇÃO! Um alvo a ser perseguido de forma obstinada.
Postado por Marizete Furbino em 04/12/2007
Categoria: RH e Motivação
“O entusiasmo é a maior força da alma. Conserva-o e nunca te faltará poder para conquistar o que desejas”.
(Napoleon Hill)
Por Adm. Marizete Furbino
A motivação gera uma força motriz que impulsiona o agir. O colaborador, estando motivado, terá motivos para agir, e este é o segredo! A empresa deve então sempre incentivar o colaborador; assim, terá colaboradores motivados e obterá resultados esperados.
Uma das maneiras mais eficazes de incentivar é fazer com que o colaborador sinta que é parte do negócio, pois, assim, terá perspectiva de crescimento, e como conseqüência maior, comprometimento com suas funções e envolvimento com todo o processo. No entanto é preciso ouvi-lo, deixá-lo participar, valorizá-lo; enfim, é preciso que fique claro, tanto para empresa quanto para o colaborador, a questão da confiança e da credibilidade. Ambos devem acreditar e apostarem um no outro.
Quando o colaborador é reconhecido pela empresa, passa a existir maior participação, comprometimento e envolvimento nas ações, passando então a ser ousado, a ter mais iniciativa, a amar o que faz, a buscar as melhores respostas para os desafios e assim contribuir para gerar o rebento denominado sucesso.
O colaborador deverá render “bons frutos” à empresa, assim como a empresa deverá dar um justo retorno financeiro ao mesmo. Se a empresa adotar a política do “ganha-ganha”, política esta, onde tanto empresa quanto colaborador saem ganhando, assim, a motivação se sustentará por mais tempo; mas é importante pensar que, além do bônus como retorno financeiro, para que o colaborador se sinta motivado, existem inúmeras formas de incentivá-lo. Algumas delas são os benefícios advindos do esforço pessoal, tais como a valorização individual, a premiação para o colaborador destaque, promoções, planos de saúde, seguro de vida, plano de cargos e carreiras, elogios, viagens, prêmios e incentivo à educação. Pode-se aqui também considerar como incentivo as capacitações realizadas de forma regular, o que faz com que o colaborador sinta que a empresa o valoriza, pois, investe nele. Se a empresa, não sabe ao certo o que oferecer, deve-se fazer uma pesquisa com todos os envolvidos no intuito de mapear demandas coletivas ou pessoais.
O clima organizacional deverá ser recheado de demonstração de respeito, confiança e de credibilidade, onde exista abertura para ouvir os anseios e as necessidades, capacidade de aprender com os erros, transformando-os em acertos, para assim, propiciar ao colaborador autonomia nas ações e alinhamento das idéias. Podemos dizer que a atitude de respeito com o colaborador representa um dos pilares mais importantes no relacionamento com o mesmo.
As campanhas de incentivo têm sido cada vez mais adotadas pelas empresas, a fim de obter o resultado esperado através do colaborador motivado. Afinal, a empresa é composta por pessoas, pessoas estas que possuem talentos diversos, conhecimentos variados, anseios e necessidades diferenciadas; portanto, são capazes de se tornarem um time, desde que trabalhem de forma harmoniosa e alinhada, tornando-se assim verdadeira potência para alavancar a empresa em que atuam.
O que se observa nas empresas é que com as campanhas de incentivo, o colaborador passa a se comprometer e se envolver cada vez mais, querendo sempre ultrapassar as metas estipuladas, buscando sempre alcançar eficiência e eficácia em suas ações e de forma consciente, cuidando cada vez mais da melhoria contínua, bem como da fidelização do cliente.
Neste contexto, é imprescindível que cada colaborador, além do conhecimento, tenha a oportunidade de “degustar” a política organizacional da empresa, conhecendo de fato e vivenciando seus programas e projetos; caso contrário, ficará tudo apenas no papel.
O marketing de relacionamento, que anteriormente era feito apenas com os clientes externos, no século XXI onde a competitividade é demasiadamente acirrada, deverá ser trabalhado de forma urgente e emergente nas empresas com o público interno, pois, colaboradores satisfeitos e motivados são sinônimos de produtividade e, por conseguinte, sinônimo de lucratividade, o que contribui e muito para que a empresa não apenas sobreviva, mas se perpetue no mercado que ai está.
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