Sobre Administração
Artigos, textos e afins para você!
REPENSE! Faça sua empresa diferente! (PARTE III)
Postado por Gustavo Periard em 15/01/2008
Categoria: Planejamento
“Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite”.
(Peter Drucker)
Por Adm. Marizete Furbino
13º) o devido cuidado e zelo pelo nome - é preciso pensar que temos um nome a zelar; portanto, temos que atuar com muita sabedoria, preocupando-se não só em alavancar o mesmo, mas ter sempre o cuidado de atuar com ética e moral, sendo fiel aos nossos princípios que são norteadores de nossas ações, preocupando-se sempre com a melhoria contínua. Neste mercado globalizado, onde a competitividade é muito acirrada, é de suma importância, que tanto o empreendedor quanto o colaborador enxerguem que a empresa está nas mãos deste último, e que o tempo todo a imagem da empresa está em jogo; sendo assim, qualquer deslize provocado pelo colaborador, poderá ter como conseqüência a morte da empresa para determinado cliente, pois o cliente visualiza TODA a empresa na pessoa daquele colaborador que lhe atendeu; portanto, torna-se imprescindível então que cada colaborador tenha consciência de que a empresa existe porque possui clientes, e se a empresa estiver fadada ao fracasso, seu emprego estará em risco; sendo assim, é necessário dispensar ao cliente toda a atenção necessária a um bom atendimento.
14º) a valorização dos clientes - no séc. XXI está mais presente do que nunca o fato de que o maior poder se concentra nas mãos dos clientes; conseqüentemente, é de fundamental importância que, além de conhecer seus anseios, necessidades e desejos, torna-se de forma urgente e emergente a implementação da excelência no que tange ao atendimento.
15º) a valorização da figura do administrador dentro de qualquer empresa- as organizações devem reconhecer, que o administrador foi preparado para ocupar o seu lugar no mercado e que contratando-o, só se tem ganho, pois, este profissional é capaz de alavancar qualquer organização. O administrador além de atuar com profissionalismo e de preocupar-se em demasia com o seu nome, bem como com o nome da empresa, se preocupa também, com suas atitudes, comportamentos e condutas, pois, sabe que é um ser humano notado e visado dentro e fora da organização, tem consciência que seu estilo influencia o comportamento das pessoas e que qualquer deslize é imperdoável e pode ter a conotação de perdas, caso não sejam condizentes com a política organizacional em que está inserido. Cidadania e ética são palavras que estão presentes de fato na vida profissional de um administrador. É importante lembrar que o administrador é um exímio identificador e solucionador de problemas e que irá alcançar resultado com e através das pessoas envolvidas no processo organizacional. O administrador possui talento e capacidade para interpretar a realidade organizacional, bem como, perceber suas implicações para o futuro, agindo em tempo hábil, procurando fazer do tempo o seu aliado e das pessoas que compõem a equipe verdadeiros parceiros e aliados, proporcionando que a organização atenda as perspectivas destes e que estes atendam as perspectivas da organização. É preciso lembrar que é através do administrador que sua empresa terá chance de fazer o diferencial e alavancar-se no mercado. Portanto, contrate um exímio administrador já!
É preciso salientar que, se a empresa não se posicionar, perderá seu lugar para o concorrente, estando assim, fadada ao fracasso, pois, correr-se á- sério risco de ser degolada pelo mercado altamente competitivo que ai está. Portanto, torna-se necessário repensar toda a práxis organizacional vigente, fazendo diferente.
Agências tradicionais vão morrer
Postado por Gustavo Periard em 14/01/2008
Categoria: Marketing
Por Bruno Mello
bruno@mundodomarketing.com.br

Quem ainda pensa que Marketing Direto é apenas o envio de mala direta, prepare-se para saber que a disciplina pode ser inserida em todos as ações de marketing. Cada vez mais agências não estão se limitando ao conceito de comunicação direta para realizar suas campanhas, que vai desde a tradicional mala até buzz marketing. Quem explica este novo modelo é Eduardo Bicudo (foto), Presidente da Wunderman no Brasil. para ele, a agência que ficar focada em uma única disciplina estará fadada a fechar as portas.
De acordo com o executivo, atingir o consumidor e mantê-lo fiel a uma marca nos dias de hoje requer uma série de ações. “Todas as ferramentas servem ao objetivo de criar relacionamento. As agências que se definirem somente de marketing direto, só de marketing de relacionamento, ou apenas de publicidade, vão morrer”, afirma Eduardo Bicudo. Sob esta filosofia, a agência presidida por Bicudo e pertencente ao Grupo Newcomm no Brasil, tem crescido pelo menos 30% ao ano atendendo a clientes como Nokia, Diageo, Natura, Ford, Vivo, Telefônica, Land Rover, entre outros.
Em entrevista ao Mundo do Marketing, Eduardo Bicudo explica as mudanças pelas quais passa o Marketing Direto, quais influências têm adquirido do mercado e o que tem mudado na atividade das agências, boa parte delas advindas do uso de plataformas digitais, como a Internet, como forma de criar relacionamento. Só na Wunderman, 60% do faturamento da agência vem das ações digitais, que incluem até a realização de publicidade. Publicidade? Uma agência de Marketing Direto fazendo publicidade? Sim. Saiba por quê nas linhas abaixo.
O mundo mudou mais nos últimos cinco anos do que nos últimos cinqüenta anos. O que mudou no Marketing Direto neste período?
A tecnologia teve papel fundamental nas mudanças do nosso negócio. Os conceitos continuam os mesmos. Coisas que o Lester Wunderman (fundador da agência) falou há 30 anos são absolutamente válidas. Com a tecnologia, pudemos aplicar estes conceitos de forma anabolizada. Com a criação de novos meios de interatividade que não existiam há 10 anos, ou não tinham a representatividade que têm hoje, houve um impacto direto no nosso negócio.
O cliente está exigindo cada vez mais das agências, que vai desde relacionamento até propaganda, não é?
Exatamente. O consumidor hoje está envolvido em uma série de mídias. Está sendo impactado pelas milhares de propagandas tradicionais, pelo celular, pela Internet e se ficarmos numa só, vamos trabalhar apenas num fragmento. Por isso, as agências tendem a ser muito parecidas no futuro porque o objetivo é interagir com o cliente. Neste sentido, as agências de Marketing Direto levam vantagem porque nasceram falando em interatividade e segmentação.
O DNA da Wunderman é o Marketing Direto. Hoje, no entanto, a agência faz propaganda, onde a mensuração é mais complexa. Por que?
Não fazemos a propaganda tradicional. Tudo que fazemos tem um conjunto de ações focadas em resposta e com muita segmentação. O fato de usarmos a mídia de massa não significa que abandonamos a nossa origem, pois a mídia de massa sempre foi uma ferramenta utilizada pelo Marketing Direto. O que fazemos para a Xerox, por exemplo, não é branding. É vender, gerar leads e criar relacionamento.
Mesmo assim, vocês não estão entrando numa seara que era das agências de publicidade?
Um dia todos seremos iguais. Não dá mais para definir por canal. O problema é que isso ainda está à frente do tempo. Hoje, uma agência de propaganda também faz Internet, mas o objetivo dela, que é construir marca, é completamente diferente do nosso. O nosso objetivo é horizontalizado, que tem Marketing Direto, relacionamento, promoção, database, mídia de massa, entre outros. Construo marca também? Sim, mas não é o objetivo principal, que é conectar as pessoas às marcas, criar relacionamento, experiência e criar canais de interatividade. O Marketing Direto trabalha com ação e resposta. Já a propaganda trabalha com percepção.
Então, o ponto é que o Marketing de Relacionamento está cada vez mais roubando o espaço da propaganda?
E não vou discordar de você sobre isso. Na Diageo, por exemplo, usamos Buzz Marketing para interagir e até para criar uma personalidade para as marcas, mas ao mesmo tempo acumulo banco de dados. Este é o modelo do futuro. Do que vai adiantar termos uma TV interativa se não soubermos fazer interatividade? Os investimentos dos clientes em outros meios que não a propaganda já é maior em muitos casos. A Kraft dos Estados Unidos cortou os anúncios impressos e estão fazendo CRM, Digital…
Quanto da receita da Wunderman vem da área digital?
Hoje, 60% da nossa receita é Digital. Mas não nos transformamos em uma agência de Internet. Pelo contrário. Continuamos a ser uma agência de marketing de relacionamento, só que o pilar da Internet tem sido um grande provocador de relacionamento. Todas as ferramentas servem ao objetivo de criar relacionamento. As agências que se definirem somente de marketing direto, só de marketing de relacionamento, ou apenas de publicidade, vão morrer.
Ao fazer buzz marketing, atingindo quem você não conhece, você vai de encontro ao DNA do marketing direto que busca falar com o Bruno, com o Eduardo… como vocês fazem para equacionar essa questão?
Tenho que criar mecanismos para entender quem são essas pessoas. Buzz monitoring é fundamental. E também vou converter isso em algo tangível em algum momento, seja através de geração de lead, de interatividade ou acumulação de dados. Fizemos um viral para a Nokia Trends que tinham vídeos teaser e quem desejasse receber mais informações, que era essencial para as pessoas, ela precisava se cadastrar.
Falamos de uma série de ações de Marketing Direto, mas você ainda não citou a mala direta.
Mas continua sendo uma parte grande da nossa oferta. A mala direta também se sofisticou com este novo modelo. Mudou, mas não vai acabar e a relevância precisa ser muito trabalhada. É preciso ter um trabalho de lista muito bem feito, muito bem segmentado, criar mecanismos para atender qual é o melhor momento para falar com as pessoas e com uma personalização muito sofisticada. A mala direta é uma ferramenta premium que tem que ser mais bem utilizada.
A mala direta hoje precisa de muito mais inteligência e criatividade. Mas, na hora de pagar que é complicado, não é?
A eficiência é importante no nosso negócio. Tenho que fazer o meu cliente gastar menos e ter mais resultados. É preciso utilizar a inteligência para eliminar custos e ser mais personalizado. Temos um cliente que fazia um número de ligações muito grande no seu telemarketing e provamos que se ele fizesse um décimo das ligações ele obteria o mesmo resultado sem encher o saco de muita gente. Por isso, acho que esta questão de caro e barato está dentro do conceito de eficiência.
Como está a evolução das métricas num momento em que só se fala de Roi (Retorno sobre Investimento)?
Temos metodologia própria, com uma matriz de nove células que detalham toda campanha. Os clientes estão dependentes de mensuração, principalmente no meio on-line. Mas ainda há quem não tenha essa preocupação.
Como vocês estão se preparando para os próximos anos?
Acho que fizemos as apostas certas. Até a estrutura que temos já não é tradicional. Hoje, fazer uma mala direta personalizada é muito mais difícil do que antigamente e, por isso, temos gerências de projetos que fazem tudo diferente. Não estamos presos a uma coluna vertical de uma ferramenta. Vivemos num ambiente de constante mutação e temos que estar preparados.
Acesse
www.wunderman.com
www.gruponewcomm.com.br
FONTE: Mundo do Marketing
Tempo de bola em jogo
Postado por Gustavo Periard em 11/01/2008
Categoria: RH e Motivação
por Scher Soares
Como é que anda a sua proporção entre o tempo total e o tempo de bola em jogo ?
Explico melhor : Durante as partidas de futebol, é normal que uma mesa de dados e estatísticas acompanhe todos os números relativos à partida que está acontecendo; número de faltas, escanteios, cartões, impedimentos e assim por diante. Um dado que normalmente é mensurado, mas poucas vezes divulgado, é o levantamento que se faz de quanto tempo precisamente a bola ficou em jogo, bola ” rolando “.
É comum, nas partidas tradicionais de 45 minutos cada tempo, extrair-se um tempo real de bola em jogo de aproximadamente 25 a 27 minutos por tempo. Surpreendente não? Daí, se a regra do futebol tradicional, obedecesse aos mesmos padrões das regras do futebol de salão, no qual o tempo é aferido somente com ” bola rolando ” seria comum encontrarmos juízes ” dando ” um acréscimo de 20 ou até de 25 minutos ao final de cada tempo, o que tornaria impensável a aplicação deste mesmo método.
Bom, penso que estes dados tem sido cada vez menos divulgados, em função de se apresentarem cada vez mais em ritmo decrescente, chegando em algumas partidas ao absurdo de apenas 19 minutos de “bola em jogo” o que denuncia provável ausência de qualidade individual dos jogadores, bem como na formação do grupo, afinal, quanto menos tempo de” bola rolando” menor também as chances de conquistar excelentes resultados.
Mas, o que isso tem a ver com a sua vida? Vamos voltar a pergunta no início do texto e refletir… - Na sua atividade de propagandista, como anda a proporção entre o tempo total e o tempo de bola em jogo? Das prováveis oito a dez horas de trabalho por dia, quanto deste tempo você sinceramente atribui ao uso produtivo?
Sabemos, que tal qual o atacante que não desperdiça uma chance frente ao gol, você também deve fazer uma enorme diferença quando frente a frente com seu principal cliente, o médico. “Mas, considerando que você não aprecia perder oportunidades, e que cada entrevista médica pode tratar-se de uma grande oportunidade de “gol”, como fazer para que a ” bola ” chegue em suas ” mãos ” cada vez mais redonda, pronta para o lance final ? No futebol, isso acontece através dos passes, dos dribles e lançamentos; mas, na atividade do propagandista, a construção da jogada, começa muito antes, através do preparo e planejamento.
Mas afinal, o que é planejar? - Planejar é antecipar-se, é ter uma visão clara dos objetivos do seu negócio, é garantir a aplicação de uma entrevista personalizada sempre, é munir-se de um mapa e uma bússola. Eles não livram você da tempestade, mas garantem que continue no caminho correto uma vez vencidas as dificuldades.
Considerando as etapas que formam o caminho até o encontro frente a frente com seu principal cliente - o médico, qual é a melhor forma que você encontrou para passar por estas etapas com um ganho de produtividade?
Certamente se você ainda é um profissional da indústria farmacêutica, deve ter adotado um comportamento que lhe permitiu manter-se em atividade em um cenário que se caracteriza por hiper competitividade e dinamismo. Você que é o motor de proa desta imensa embarcação, sem dúvida alguma, deve estar entre os profissionais que “ditam ” a moda da produtividade no seu setor; você deve ser daqueles que utilizam cada segundo do seu tempo durante as atividades meio, para planejar, treinar e criar estratégias de ação que permitam aumento de performance e conquista de resultados.
Pois notoriamente, a indústria farmacêutica tem se consagrado como um dos segmentos que mais atrai currículos de interessados em todo país. “Todos os dias, milhares de novos profissionais, repletos de energia e acima de tudo, de muita vontade, procuram a indústria farmacêutica na esperança de uma oportunidade de dar o melhor de si, de empatar o “tempo total” com o” tempo de bola em jogo “.
Mas você, você já é um craque. Você utiliza cada precioso minuto do seu tempo para garantir os meios que justificam os fins. Você conhece o mercado e sabe que houve uma transição do marketing de massa para o marketing um a um. Então, você elabora abordagens específicas para cada cliente, você entende suas necessidades e acerta ” um chute ” preciso ao atendê-las. Durante o percurso, no seu carro, você aproveita o tempo para planejar mentalmente as etapas e motivar-se. Durante a espera no consultório, você com certeza deve fartar-se de informações a respeito do seu cliente e após a entrevista é claro que você além de estruturar a seqüência do seu projeto com aquele cliente, já planeja-se para a próxima etapa, considerando o avanço obtido no último contato. Nas suas análises de mercado, tenho certeza de que você sempre se pergunta : ” - Como posso fazer melhor?, mais rápido?, com melhores resultados?; como posso buscar o primeiro lugar ? superar concorrentes ? ”
Se é assim que você utiliza seu tempo, meus parabéns, pois com certeza além de transformar sua ” rotina ” em algo motivante e desafiador, você tem também os melhores resultados.
O segredo de profissionais de sucesso está em não esperar que alguém lhe solicite ações diferentes. Está em fazer mais do que é pago para fazer. O profissional percebido no mercado, é o auto motivado, entusiasmado, que assume o controle do seu setor e conseqüentemente dos seus resultados. O profissional de vanguarda não ” cava ” o pênalti, ele parte para o gol. E a decisão de tornar-se este profissional é exclusivamente sua. Então, para o dia de hoje, observe como está sua proporção de tempo total e tempo de bola em jogo.
Elimine a ” cera ” , seja o capitão deste time. Todos contam com você.
Natura recebe inscrições para estágio
Postado por Gustavo Periard em 09/01/2008
Categoria: Oportunidades

As inscrições para o Programa de Estágio Natura 2008, que selecionará 57 estagiários para atuar na empresa a partir de março, vão até o dia 28 de janeiro.Estão habilitados os estudantes que estejam cursando o penúltimo ano e com formação prevista para 2009. Outros requisitos são fluência em inglês e domínio de informática. O processo de seleção será composto de testes de inglês pela internet, realização de dinâmicas de grupo e entrevistas com os gestores das áreas.
Com o programa, a Natura busca jovens talentos com potencial para se tornarem líderes e gestores da empresa. Além da remuneração, variável por carga horária, a empresa oferece assistência médica e odontológica, férias, alimentação e seguro de vida, entre outros benefícios. Na última edição do programa, a empresa recebeu cerca de 13 mil inscrições.
Serviço: Os interessados poderão obter mais informações e se inscrever pelo site www.natura.net/estagio, até 28 de janeiro de 2008.
O ano do Nanomarketing
Postado por Gustavo Periard em 08/01/2008
Categoria: Marketing
Por Bruno Mello
bruno@mundodomarketing.com.br
A cada ano que passa, há uma nova forma de fazer Marketing. Não que os conceitos, métodos e ferramentas criados há 20, 30, 40 anos não funcionem mais. Pelo contrário, estão sempre se provando eficientes. Nascem novos modelos de fazer marketing porque o consumidor muda, a economia muda, o cenário competitivo muda, tudo muda com o virar da página do calendário. Não precisa ir muito longe na linha do tempo para ver o quanto se transformou a maneira de atingir e conquistar o consumidor no Brasil.
Em 1994, apenas 14 anos atrás, o país ensaiava a sua estabilidade econômica com o lançamento do Plano Real. Hoje, os preços já não são mais balizadores de qualidade e de diferenciação, até para a baixa renda. Criou-se também um mundo de oportunidade para novos produtos. A batalha pelo bolso do consumidor, até então vencida com facilidade pela indústria, pelo varejo e pela comunicação de massa, começa a ganhar contornos de guerra. A camada mais pobre passa a ter poder de consumo. A classe média e os ricos mergulham no mercado de luxo.
Voltando a 1995, a Internet dá seus primeiros passos. Em 1998, a privatização do Sistema Telebrás deu início a outra revolução. Hoje, um telefone em casa já não é mais mistério, somos mais de 100 milhões de brasileiros com celulares no bolso, centenas de canais na TV a cabo e os dezenas de milhões de brasileiros conectados à Internet. Tudo isso forma a receita perfeita para a fragmentação da mídia, sem contar na mídia imprensa que continua crescendo no Brasil e no surgimento de novas mídias. Em termos de consumo, só no último Natal, os brasileiros gastaram mais de R$ 1 bilhão em compras pela Internet, segundo a e-bit. Bem longe dos mais de US$ 20 bilhões gastos pelos norte-americanos, é verdade, mas bem perto do retrato que mostra um novo consumidor brasileiro.
Como sempre, conhecer o consumidor é essencial
E é este consumidor que impõe desafios ainda maiores aos profissionais de marketing em 2008. O ano será marcado pela intensificação de ações de marketing cirúrgicas e mensuráveis. Bem-vindo ao Nanomarketing, termo cunhado pela The Mattis Group, uma agência de marketing da Philadelphia, nos EUA. O Nanomarketing identifica, coleta e organiza de forma inteligente o perfil de cada cliente e prospect, promove a comunicação e interação de forma customizada e analisa todos retornos dos consumidores, principalmente no meio on-line.
No Brasil, já há quem siga esta estratégia. “É o marketing direcionado a nichos de comportamento, não de segmento”, explica Aloisio Sotero, Diretor de Marketing Direto da Dufry no Brasil. “Uma mesma pessoa pode ter diferentes comportamentos e o Nanomarketing orienta as ações de acordo com a circunstância de momento”, conta Sotero, para quem a melhor forma de atuar neste modelo é estando atendo ao comportamento do consumidor, seja através dos meios tradicionais de banco de dados, seja pelas redes sociais. “O marketing nunca foi tão circunstancial”, ressalta Sotero.
Entenda o Nanomarketing

Em cada momento - no trabalho, no cafezinho, no corredor, em frente ao computador, de olho no celular, navegando na Internet, em casa, na rua, no metrô, no carro, na terra, no ar, fazendo aventura, deitado na rede, comprando, passeando sem compromisso, e em uma infinidade de situações - o consumidor espera ser abordado de uma forma. Ou espera não ser abordado. Publicidade, mala direta, e-mail marketing, ação de relacionamento, promocional, merchandising, brand entrenteiment, mensagem no MSN, banner na internet, buzz marketing, a lista não tem fim, mas a verba sim.
Por isso, o Nanomarketing, mesmo que praticado há tempos por alguns sem tanta inteligência por trás, será fundamental para medir o retorno de cada ação, sem esquecer de conhecer o consumidor, algo que parece batido, como promover inovações, mas que ainda são calos para muitas empresas e determinantes na permanência e conquista de novos clientes.
FONTE: Mundo do Marketing
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