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Postado por Gustavo Periard em 19/02/2008
Categoria: Geral

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O que você faz da vida?

Postado por Gustavo Periard em 18/02/2008
Categoria: RH e Motivação

Por Scher Soares

Você já observou que esta interrogativa - ou alguma das suas variações - é extremamente freqüente nos rituais de aproximação das pessoas? Analise com atenção; Você está em determinado local e de repente inicia um diálogo com alguém; Quais são as perguntas chave que praticamente todas as pessoas experimentam? Exatamente: “O que você faz da vida?”, “Trabalha com o que?”, entre outras

Então, vamos supor que você faz parte de uma turma em treinamento e ao seu lado senta-se alguém que você ainda não conhece. Vocês iniciam o diálogo e em instantes surge o questionamento: “e você, o que faz da vida?” ou ainda “e você, trabalha com o que?”

Qual seria, e como seria a sua resposta? Pare um pouco neste ponto e tente formular com exatidão qual é a sua resposta para esta interrogativa.

Então, qual é a sua resposta para “o que você faz da vida?”

Se ao tentar formular a resposta, sente-se meio confuso quanto à descrição da sua atividade profissional, ou sente-se um pouco desconfortável ao ter de responder a pergunta, é provável que a sua atividade profissional não desfrute do seu próprio sentimento de significado, propósito ou realização.

Você usa algum mecanismo para driblar estas perguntas? Costuma esquivar-se quando tem de responder a respeito do “que faz na vida?” Então pode ser que a sua situação atual não o agrade substancialmente; Talvez você não esteja satisfeito profissionalmente, ou ainda pode ser que a sua atividade profissional não esteja congruente com os seus valores e princípios.

O que quer que seja, se você sente-se desconfortável, constrangido ou até mesmo costuma irritar-se um pouco quando diante desta pergunta, o fato é que está desperdiçando precioso tempo em atividades que não gozam do significado de realização para você. Portanto, decida quanto tempo está disposto a perder e avalie o que precisa fazer para tornar-se mais congruente com os seus objetivos.

Uma dica: “é nos momentos de decisão que seu destino é traçado”.

Portanto, decida-se: O que você vai fazer da vida?

Tenha uma ótima escolha!

Lucro do Unibanco dobrou e chegou a R$ 3,4 bilhões em 2007

Postado por Gustavo Periard em 14/02/2008
Categoria: Dicas e Notícias

http://imoveislancamentos.com.br/assets/unibanco_logo.jpg

O Unibanco terminou o quarto trimestre de 2007 com lucro líquido de R$ 827 milhões, 43,6% acima dos R$ 576 milhões somados nos mesmos três meses de um ano antes. No exercício passado completo, o lucro líquido foi de R$ 3,448 bilhões, um aumento de 97% em relação aos R$ 1,75 bilhão obtido em 2006.

Desconsiderando eventos não recorrentes, o lucro correspondeu a R$ 715 milhões no trimestre final de 2007 e a R$ 2,6 bilhões no exercício passado inteiro.

Entre os eventos não-recorrentes a oferta de ações da Bovespa Holding e da BM&F que geraram ganhos de 382 milhões no quarto trimestre, informou o banco.

Os ativos totais do Unibanco atingiram R$ 149,597 bilhões, com elevação de 44,2% em relação a 31 de dezembro de 2006. Desse crescimento, destaca-se, principalmente, a evolução de R$ 16,1 bilhões da carteira de crédito, sobretudo nos segmentos de crédito consignado, financiamento de automóveis, cartões de crédito e Micro, Pequenas e Médias Empresas (PMEs), disse a instituição em nota.

No documento, informou ainda que a carteira de crédito alcançou R$ 61,435 bilhões, com aumento de 9,9% no trimestre e de 35,4% em 2007.

Apesar do aumento expressivo, o lucro do Unibanco está longe do registrado alcançados pelos maiores bancos do Brasil. Na terça-feira, o Itaú divulgou lucro líquido recorde de quase R$ 8,5 bilhões em 2007 , superando os números de seu rival de maior porte, o Bradesco, que em janeiro anunciou ganho anual de R$ 8,01 bilhões em 2007.

FONTE: Valor Online

E-commerce consolida-se como importante canal de vendas

Postado por Gustavo Periard em 13/02/2008
Categoria: Geral

Por Guilherme Neto
pauta@mundodomarketing.com.br

O comércio eletrônico já representa uma fatia importante no faturamento de muitas empresas e no gasto de muitos consumidores. Facilidades como o conforto, segurança e a rapidez da compra em casa, além da ampla diversidade e acervo de produtos disponíveis na internet, mas ausentes em lojas físicas próximas, vêm atraindo cada vez mais novos compradores. Se a crescente inclusão digital e melhora dos serviços virtuais, aliados à concorrência menor no varejo on-line, são indicativos do alto potencial desse setor, aumenta-se, porém, as responsabilidades nessa área. Com a demanda crescendo, muitas lojas necessitam empenhar-se para atender o alto número de compras e resolver as reclamações de clientes, cada vez mais difundidas pela rede.

 Segundo dados do e-bit, empresa de Marketing on-line especializada em pesquisas sobre comércio eletrônico, o varejo on-line no Brasil tem um faturamento que cresce cerca de 50% ao ano desde 2003, tendo faturado em 2007 cerca de R$ 6,5 bilhões (pouco mais de R$ 1 bilhão apenas no Natal). Até o ano passado, 9.5 milhões de pessoas já tinham realizado pelo menos uma compra na internet. Em um país onde o número de internautas é de 39 milhões (dados do IBOPE) a 49 milhões (DataFolha), as compras on-line ainda têm potencial para crescer, levando-se em conta a crescente inclusão digital no Brasil e a expansão da banda-larga e melhora de outros serviços e produtos atrelados a internet.

Para Pedro Guast (foto), Diretor-geral da e-bit, apesar de o número de pessoas com acesso a internet em países desenvolvidos ser ainda muito maior (cerca de 60% da população), o cenário brasileiro se destaca em relação aos seus vizinhos da América Latina. “Países como Chile, Colômbia e México ainda estão distantes da realidade brasileira e principalmente da americana em termos de faturamento e desenvolvimento de e-commerce, sendo semelhantes com o Brasil em 2000″.

Maior preocupação com os consumidores
Com a crescente expansão do comércio eletrônico, cresce também o número de problemas. Uma pesquisa do site independente Reclame Aqui, que reúne reclamações de consumidores, aponta que 38% dos compradores de lojas de e-commerce em 2007 sofreram algum tipo de golpe, gerando um prejuízo de cerca de R$ 400 milhões. Durante o ano, cerca de 10 mil consumidores registraram algum tipo de reclamação contra lojas virtuais.

Apesar de muitas delas serem dirigidas a lojas fraudulentas especializadas em golpes, problemas como demora da entrega e propaganda enganosa parecem também atingir os grandes sites de comércio eletrônico. Para Maurício Vargas, diretor do Reclame Aqui, “as lojas ditas como idôneas, como Submarino, Saraiva, Shoptime, Americanas, Compra Fácil e Fnac não têm a capacidade de atender a alta demanda do mercado na questão de logística, principalmente em épocas como o Natal”.

Por isso, as empresas precisam estar preparadas para enfrentar a ira desses consumidores insatisfeitos. Uma característica deles é a facilidade e disponibilidade de espalhar reclamações contra uma loja pela internet, além da prática de ampla pesquisa sobre as tais lojas. “O consumidor virtual é imediatista. Se a entrega para o Natal não é entregue, demorou um dia, ele desce a lenha. Hoje, o consumidor, principalmente quem tem Internet, tem o poder na mão. Ele consegue resolver o seu problema em pouquíssimo tempo”, conta o diretor do Reclame Aqui, site que ano passado foi responsável pelo fechamento de 127 lojas devido ao alto número de reclamações postadas. Ficar atento às críticas e procurar resolvê-las ainda é a melhor solução antes de prejudicar ainda mais a imagem das empresas ou que o cliente tente solucionar o problema na justiça ou no Procon, por mais que estas empresas ainda tenham dificuldade para lidar com isso.

Busca por novos compradores
Fatos como esses podem aumentar a insegurança do consumidor pela compra na Internet, o que ainda é um entrave para o mercado. A desinformação, desconfiança e medo de golpes por lojas ou hackers ainda impedem que muitos realizem ou adiantem suas compras na web. Para atrair a confiança desses potenciais clientes, o diretor-geral da e-bit acredita que as lojas precisam implementar processos seguros, com garantia e serviços de burocracia fácil, como de trocas e devolução ou um canal de atendimento rápido, com comunicação clara e objetiva.

Já ações no mundo “off-line” e o investimento em novas tecnologias foram as táticas usadas pela agência Ponto de Criação para a Netshoes, loja virtual especializada em artigos esportivos. Para o lançamento exclusivo da nova camisa da seleção brasileira, 20 bares foram escolhidos para expor as camisetas oficiais em um relicário. Nesses mesmos locais, a compra poderia ser efetuada através da tecnologia shotcode, que permite a leitura do código de barras pela câmera do celular e o direciona para a loja Wap, onde o consumidor pode comprar tal qual na internet.

Outra tática adotada pela Netshoes é a adoção de um serviço de brindes em parceria com outras empresas. “Temos um bom catálogo de brindes. Fizemos uma ação juntamente com o Citicard, por exemplo. Dispunha-se um valor para a pessoa gastar e a ela escolhia o que queria na NetShoes”, conta ao site Ronaldo Cunha Bueno, Diretor de Marketing da loja.
A concorrência com as lojas físicas também não deixa de existir. É importante uma busca por menores preços, visto que o consumidor ainda tem o gasto com frete nas entregas das lojas virtuais. O consumidor pode até deixar de comprar um produto nos sites de e-commerce e encontrá-lo ao mesmo preço ou mais barato na loja mais próxima de casa, sem precisar passar pela ansiedade da espera. Grandes variações de preço podem ser encontradas ainda no varejo on-line. Uma recente pesquisa do Buscapé, site de pesquisa de preços, apontou diferenças no preço de material escolar em lojas virtuais nessa época de volta às aulas de até 200% no valor do mesmo produto e de 852% em itens que variam de marca e modelo.

Números do E-Commerce no Brasil

R$ 6,5 bilhões de faturamento
Consumidor gastou R$ 1 bilhão só no Natal
9,5 milhões de pessoas já compraram pela Internet
Mercado cresce acima dos 50% desd
Mais faturamento, mais responsabilidades
Velhas crendices como a indisposição do consumidor em comprar artigos que necessitem uma experimentação prévia estão caindo, vide o próprio sucesso da Netshoes, que vende de camisas a sapatos, e da Tecnisa, construtora com 25% de sua venda de imóveis oriunda da internet. Facilidades como ausência de espaço físico ou baixo custo para montar uma loja virtual ou para divulgação on-line entusiasmam pequenas e médias empresas, mas o investimento para se manter com sucesso um site de e-commerce ainda é alto. “As pessoas são equivocadas em relação ao baixo custo. Ao montar uma loja virtual investindo pouco, só será possível concorrer com nicho de mercado”, diz Pedro Guasti em entrevista ao Mundo do Marketing.

Se quiser entrar para brigar, é preciso muito investimento, principalmente para montar operação, contratar profissionais qualificados (mais caros que os de loja de rua), trabalhar com Marketing, serviços de entrega e pós-venda, entre outros. “Pequenos e médios têm dificuldades para construir a marca. O branding faz diferença na internet. Nascem muitas lojas virtuais e fecham muitas outras, há uma alta rotatividade nesse meio. Cada vez mais tem que ser profissional nesse mercado. Se a empresa não chegar preparada, vai perder muito dinheiro”, completa Pedro.

A tendência para os próximos anos é, cada vez mais, a entrada de lojas tradicionais para o comércio virtual, como as Casas Bahia, Carrefour e Wal-Mart, que devem entrar em operação ainda este ano. “As empresas não vão poder ficar de fora. O varejo on-line não vai substituir outros canais de vendas, mas vai ser algo complementar”, comenta o diretor-geral da e-bit.

Entre as perspectivas, há o aprimoramento do Marketing direcionado a esse setor e o investimento nos serviços de pós-venda, além da busca por atrativos para chamar a atenção de novos consumidores, como o uso de fotografia em 3D (como manequins virtuais) para facilitar o reconhecimento de um produto, uma vez que não pode ser manuseado. Esse artifício já existe em algumas lojas on-line estrangeiras. Há ainda uma estimativa de crescimento para mais de 30% ao ano do setor no Brasil, além do constante aumento da inclusão digital e o desenvolvimento e aprimoramento da Internet e outras tecnologias.

Acesse
www.ebitempresa.com.br
www.reclameaqui.com.br
www.netshoes.com.br

FONTE: www.mundodomarketing.com.br

Assertividade: Eu quero esta conduta para mim!

Postado por Marizete Furbino em 10/02/2008
Categoria: RH e Motivação

“Nosso objetivo nesta vida não é o de estar sempre à frente das outras pessoas, mas sim, à frente de nós mesmos, para quebrar os nossos próprios recordes e para superar nosso ontem com o nosso hoje.”
(Stewart B. Johnson)

Por Adm. Marizete Furbino

A palavra assertividade traz em seu cerne uma conduta imprescindível para qualquer profissional que se encontra no terceiro milênio e que queira pelo menos sobreviver neste mercado globalizado e altamente competitivo, que é a transparência. Transparência no exercício da função é hoje, mais do que nunca, essencial para que se obtenha eficiência, eficácia e, por conseqüência, desenvolvimento e crescimento, tanto profissional como organizacional.

O profissional assertivo possui, além de um equilíbrio emocional muito grande, muita transparência em suas ações, tendo sempre cautela ao agir para não magoar ou ferir o próximo. As condutas e atitudes deste profissional são baseadas no problema e não nas pessoas envolvidas, agindo sempre de modo profissional e imparcial, com cuidado, para não cometer injustiças, policiando-se sempre para não agir de maneira tendenciosa. Esse profissional, além de saber reconhecer os seus limites e o seu valor, faz valer não somente os seus direitos e deveres como também os das demais pessoas presentes em seu meio e principalmente daquelas que estão sob o seu comando, que compõem sua equipe de trabalho.

Não é segredo algum dizer de igual forma que o profissional assertivo sabe aonde se quer chegar, qual o caminho a percorrer e como caminhar; portanto, defende uma única postura diante de si próprio e diante da vida. Bastante comprometido com suas metas e objetivos, cria, firma e mantêm uma relação de parceria consigo próprio bem como com as demais pessoas em seu meio, procurando sempre mostrar-se de corpo inteiro, com muita autenticidade e de maneira não agressiva.

As atitudes de um profissional assertivo são baseadas no respeito, na pro atividade, na educação, na verdade, na justiça, na ética, na confiança, na sinceridade, na autenticidade, na integridade, na empatia e principalmente na transparência, agindo de forma a não deixar dúvidas quanto ao que pensa, sente e deseja, cuidando sempre para que suas atitudes e condutas estejam condizentes com seus valores e princípios, tendo a preocupação e o cuidado de aferir se está sendo honesto consigo próprio, defendendo os seus interesses e direitos, mas tendo a cautela de não ignorar e/ou violar os direitos e os interesses dos demais.

Somados a isso, o profissional assertivo é extremamente sincero e honesto. Portanto, quando diz um sim e/ou um não, concorda e/ou discorda de fato, mas sempre possui a sensibilidade de considerar e de valorizar o pensamento do outro; contudo, demonstra de forma verdadeira e autêntica sua posição diante dos fatos, tendo a sabedoria de ser pró-ativo, se antevendo aos fatos, se planejando para evitar futuros transtornos que por ventura cruzarão o seu caminho.

É fato notório que a assertividade é uma das competências emocionais mais exigidas no que tange ao exercício da função; é essa a razão pela qual o profissional do século XXI deve conscientizar-se que a assertividade nos dias de hoje faz a diferença e que é possível aprender ser assertivo, requerendo apenas buscar conhecimentos e aplicá-los no dia a dia; no entanto é preciso de início ter interesse em ser assertivo, logo, é necessário querer e em seguida é necessário ter coragem e determinação para que ocorra a verdadeira mudança.

Quanto aos erros e/ou falhas que por ventura ocorrerem no decorrer da caminhada contribuindo para deixá-lo insatisfeito, deverão ser imediatamente reconhecidos e em seguida deverão ser tomadas medidas cabíveis e de cunho assertivo. É de fundamental importância que se tenha em mente o exercício do pensar e do repensar, pois a auto-avaliação de forma contínua faz parte de todo esse processo que envolve a assertividade.

Consciente de que hoje vivemos em um mundo repleto de mudanças e incertezas, o profissional assertivo age pautado na flexibilidade; assim,quando a situação exige, a mesma é acionada; por conseguinte, é sábio no exercício de sua função, banindo o rigor quando preciso.

Não obstante, sabemos que os benefícios advindos da assertividade são inúmeros, e dentre estes podemos destacar:
a) a sensação de bem-estar e a de dever cumprido consigo próprio e com os outros,
b) o desenvolvimento bem como o crescimento pessoal e profissional como conseqüência da exposição feita de forma clara, sem inibição e/ou temor do que se pensa, quer e/ou sente, bem como da defesa de seus direitos,
c) eficiência e eficácia nas ações contribuindo para com o desenvolvimento e crescimento organizacional decorrente da transparência nas ações,
d) relacionamento interpessoal aberto tendo como pilar a sinceridade, a confiança, a empatia, a autenticidade e a transparência em prol da harmonia e da solidez, dizendo sempre a si próprio um não a agressividade,
e) equilíbrio emocional,
f) comunicação interpessoal assertiva e baseada na maturidade dos relacionamentos, conseguindo-se comunicar de forma objetiva, honesta e sem constrangimento, cuidando sempre para considerar os sentimentos do outro, colocando-se sempre na posição do outro, tendo demasiada atenção para não deixar nada de forma obscura, mas que tudo fique esclarecido,
g) ação pautada na educação e no respeito, respeito a si próprio e aos outros também, monitorando-se o tempo todo quanto à forma de falar, pois ele sabe que esta faz toda a diferença.

Assim, é bom lembrar que a competência assertividade é hoje mais do que nunca imprescindível a um grande profissional, e para ser um profissional assertivo você irá depender única e exclusivamente de uma só pessoa: VOCÊ.

E o maior beneficiário será VOCÊ!

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