INTRIGA! A erva daninha que destrói uma organização.

Postado por Marizete Furbino em 07/05/2008
Categoria: Gestão e Liderança

“Um clima saudável aceita a diferença de opinião, a discussão acalorada e até um certo nível de estresse, mas repudia fatos desagregadores como assédio moral, intriga e estrelismos. Coisas assim, não fazem parte da ordem do dia nas empresas que têm, em sua cultura, uma vantagem competitiva”. Eugênio Mussak -Revista VOCÊ S/A (Editora Abril, Fevereiro de 2007).

 

Por Adm. Marizete Furbino 

Pode-se afirmar que o século XXI, apesar de ser a era da cooperação, colaboração e união, não impede de surgir dentro da organização a erva daninha da intriga, que caminha de forma aliada com a inveja, e assim, o que se percebe é que a intriga aflora e com toda força, e isso requer de cada profissional a sabedoria no que tange ao seu gerenciamento.

O profissional deve agir com inteligência, não deixando que intrigas, boatos maliciosos e “fofoquinhas” prejudiquem sua vida profissional. A intriga muitas vezes surge devido ao fato da competência e do sucesso alheio que, além de magoar, produz o incômodo de “confrontar” o outro. É desconcertante observar como o sucesso incomoda muita gente incompetente. Se você parar para pensar, você irá perceber que a pessoa que faz intrigas, além de não conseguir fazer com que sua vida profissional caminhe como deseja, não possui sequer produtividade alguma, pois ocupa seu tempo em prol de “armações” tentando prejudicar as demais pessoas. A essas pessoas deve-se dar atenção especial. De início deverá ser tentado um trabalho intensivo (psicológico, terapias outras) no sentido de tentar mudar tal personalidade. Se não conseguir sucesso o único recurso é a demissão, uma vez que tais pessoas são nocivas em qualquer empresa.

O líder tem que ser inteligente e ter essa percepção, identificando o problema e as pessoas, para não deixar que a erva daninha, como a intriga, ganhe força, e, por conseguinte prejudique o ambiente de trabalho e a produtividade, pois, isto causaria um grande transtorno para a organização.

É de suma importância que o líder saiba filtrar o que escuta, tanto dos maledicentes de plantão, quanto o que escuta no corredor, pois deverá ter o máximo de cautela para não prejudicar o próximo e nem ser prejudicado.

Na vida profissional existem profissionais e profissionais; existem os que se entregam de corpo e alma em tudo o que se propõem a fazer, e por conseqüência alcançam o sucesso, e os que nada fazem, mas querem que o resultado “caia do céu”; então costumam querer obter o resultado esperado através da bajulação, através de boatos, traições e intrigas, ou seja, tudo que propõem é tentar derrubar o outro, a qualquer custo.

Podemos dizer que, no mundo dos negócios, esses pobres de espírito de plantão se tornam especialistas em fazer o mal. Esse tipo de profissional faz do mal um hábito, realizando planos mirabolantes, fazendo tudo de forma detalhada, mas não em prol da organização, e sim com o objetivo de “derrubar” o colega, o que é lamentável.

Por este raciocínio percebe-se que o mais interessante é que as intrigas, assim como as fofocas, têm um custo alto, pois o profissional ao fazer a intriga deixa de produzir para dedicar o seu precioso tempo em conspirar contra outros, enquanto a organização perde e muito; por conseguinte, os demais profissionais podem ficar ressentidos e aquele que é vítima da maledicência perde muito no que tange a produtividade, criatividade e melhoria contínua, tornando o ambiente de trabalho, bem como a convivência um grande obstáculo.

É importante ressaltar que o mais curioso é que determinados líderes deixam-se levar por determinados profissionais invejosos e maquiavélicos, não enxergando que o profissional competente prejudicado é de grande valia para a sua organização, e então se deixa consumar o “arrastar do tapete”, sendo que nessa história quem acaba sendo o maior prejudicado, talvez, seja a própria organização, pois, se assim o for, deixa de ganhar um grande profissional, que com certeza contribuiria muito para que sua organização decolasse no mercado.

Sabedor de que o maior bem que uma organização possui são os profissionais que a compõem, este líder deve reconhecer determinados limites e saber de fato gerenciar, mostrando aos “joios” de plantão que, quem é o líder da organização é ele. É ele quem de fato rege a orquestra, pois ele é o maestro da organização e não a erva daninha a ser eliminada; caso contrário, as intrigas e fofocas ganharão força total e irão muito mais além, causando dificuldades e transtornos à empresa.

Nesse contexto, o profissional deve conscientizar que está no serviço para trabalhar, para contribuir com a organização com seus conhecimentos, habilidades e talentos; portanto, está em prol da organização, está sendo remunerado para realizar suas atribuições. E o mínimo que se tem a fazer é esquecer a vida alheia e dedicar-se muito, desempenhando suas funções de modo a alcançar resultados além do esperado; portanto, deve-se manter o foco no trabalho e não nas fofocas e intrigas.

Será necessário enfatizar que, nesta era de desafios, era da incerteza, era de grande competitividade, este tipo de profissional “intriguento”, o qual não se conseguiu recuperar com iniciativas na empresa (já citadas acima), deve ser banido da organização, uma vez que o mesmo não é um colaborador, assim como não representa uma soma dentro da organização, sendo um inimigo da organização em potencial, levando todos, bem como a própria organização, ao inevitável naufrágio.

Isto posto, o líder deverá saber administrar este problema, pois as fofocas e as intrigas irão desencadear conflitos, e se o mesmo não estiver disposto a passar por um estresse e/ou por um desgaste desnecessário, estas intrigas poderão impulsionar a demissão voluntária de um exímio profissional, fazendo assim com que a organização, além de perder grandes talentos, fique comprometida perante o mercado.

Em resumo, todos saem perdendo, quando o propósito é ganhar!

Aprendiz 5 - O Sócio estréia hoje dia 6 de maio

Postado por Gustavo Periard em 06/05/2008
Categoria: Dicas e Notícias, Planejamento

Depois do sucesso da quarta temporada, a Record estréia no dia 6 de maio, às 23h, o Aprendiz 5 O Sócio. O programa entra na faixa de exibição do reality Troca de Família, que termina no dia 1 de maio. As gravações do programa com os 16 candidatos selecionados começaram em março e as primeiras tarefas já estão em andamento. A atração volta à grade de programação da emissora este ano oferecendo não só uma vaga de sócio de Roberto Justus, como também o atrativo prêmio de R$ 2 milhões, o maior da televisão brasileira.

A cada temporada, os candidatos se tornam mais complexos, o público mais atento e Roberto Justus mais exigente em suas avaliações. Aprendiz 5 O Sócio recebeu cerca de 43 mil inscritos de todo o Brasil. Depois de um árduo processo de seleção, realizado em parceria com o Sebrae, foram escolhidos os 16 finalistas. Serão esses que vão encarar as tarefas e a temida sala de reunião.Além de Roberto Justus, os conselheiros também são peças importantes no julgamento das tarefas. O consultor Walter Longo, que já participou de outras edições, e o estreante Claudio Forner, serão os conselheiros oficiais do programa.

Desta vez, Roberto Justus gravou a abertura da atração em Atenas (Grécia), e aproveitou para abordar a importância do país como berço da civilização ocidental no aspecto econômico, cultural e social. Esse material realizado no exterior será exibido no primeiro bloco do programa. Nas edições anteriores, o apresentador também gravou chamadas nos Estados Unidos (Nova York) e Suíça (Zurique).

A audiência vem se consolidando a cada temporada. O Aprendiz 4 O Sócio, que também buscou um sócio para Roberto Justus, alcançou 11 pontos de média e 23% de share e conquistou o primeiro lugar em vários episódios. Na atração, Roberto Justus surpreendeu o público ao mudar as regras do jogo e demitir dois candidatos no mesmo episódio, não descartar ninguém em outro momento, ou até presenciar uma tentativa de extorsão frustrada por parte de um finalista durante a execução de uma tarefa. O vencedor da quarta temporada foi o paulista Tiago Aguiar, que apresentou um projeto ecologicamente correto de lavar carros sem o uso de água. Ele continua trabalhando em parceria com o Roberto.

Mas outros participantes do Aprendiz também conquistaram uma vaga fixa nas empresas de Roberto Justus e continuam até hoje trabalhando com ele. São os casos de Vivianne Ventura, vencedora do Aprendiz 1, que virou Diretora de Novos Negócios do Grupo Newcomm, Elise Passamani, também participante da primeira edição, tornou-se gerente de RH da empresa e Maria Beatriz Queiroz, que chegou à grande final do Aprendiz 4 O Sócio, trabalha atualmente como supervisora de contas do mesmo grupo.

FONTE: Administradores.com.br

As Pedras do Sucesso

Postado por Sérgio Dal Sasso em 05/05/2008
Categoria: Carreiras

Estamos sempre em processo de transformação, incluindo aquelas que nos motivam, que nos fazem crescer, e aquelas que queremos esquecer, do tipo idade que não volta. Ao longo dos anos passamos por oportunidades que quando percebidas podem resultar em sucessos ou fracassos.

O poder da percepção com exercícios práticos geram ações continuadas, que podem definir o índice dos acertos a serem somados na sua trajetória.

Uma visão clara e objetiva dos instrumentos necessários do sucesso que se pretende deverá ser desenvolvida ao longo da sua vivencia e experiência. O tempo necessário para a realização destes objetivos dependerá da atitude, vontade e quebra de barreiras que intimidam a pratica das ações.

Quando era mais novo, acreditava ser a competência, a pedra fundamental para que pudesse alcançar o topo dos meus sonhos, do meu sucesso.

Com todo e qualquer aspirante ao mercado de trabalho, iniciei meu aprendizado buscando informações que somassem ao processo de capacitação de forma a despertar interesse de potenciais compradores do meu “suposto” potencial.

Era preciso dispor de condições mínimas para ser pretendido frente aos outros. Por ter feito uma faculdade de primeira linha, não tive muitos problemas para conquistar o meu primeiro emprego.

Alguns meses se passaram e fui percebendo a distancia existente entre o possuir um conjunto de diplomas e a sua capacidade de realizar ações condizentes com a sua função empresarial. A primeira lição estava aprendida, estar capacitado para ser selecionado era muito diferente do que ser competente para continuar empregado.

Algumas promoções me fizeram acreditar que estava no caminho certo, afinal tinha conquistado a admiração do chefe e ainda estava crescendo e vencendo a concorrência interna.

Sem perceber, a cada passo produzia um distanciamento maior em relação aos que ficavam, satisfazia a um e ignorava os outros dez. Um dia aquele que sempre acreditou em mim, partiu para outras conquistas, fiquei com outros e com o clima que tinha criado.

Não suportei, troquei de empresa, mas apreendi que competência não poderia ser autodefinida por si ou mais alguém, mas pelo conjunto de pessoas que nos assistiam ou dependiam de nossas realizações. A vivência estava mostrando que o “eu” deveria ser substituído e somado com o “nós”.

Não foi fácil entender que precisava dos outros, que o resultado da competição dependia da qualidade de todos e que todos acima da empresa, tinham objetivos e sonhos da mesma forma que você. É fato confesso, que a idéia do coletivo veio inicialmente pela necessidade de se preservar, buscando pela evolução do relacionamento, uma maior segurança para as conquistas futuras.

Os primeiros frutos desta nova atitude resultaram em ganhos pessoais, aumentando significativamente à vontade de estar no negocio, ampliando o comprometimento por participar com a sua parte na parte dos outros e se preocupando com este fato.

Ao longo deste aprendizado, fui percebendo que empresas morriam, não tanto pela ausência de mercados, de produtos, de tecnologia, mas pelo entendimento de que mesmo tendo objetivos pessoais, às vezes tão diferentes, tínhamos que ter conjuntos homogêneos que propiciassem meios para nossas realizações.

A evolução deste relacionamento fez com que percebesse que no fundo tínhamos construções maiores para nossas vidas e que o negócio era parte da passagem destas realizações. Estando na organização vivíamos um meio que propiciava a continuidade e assim deveríamos nos unir, trocando conhecimentos, desenvolvendo soluções, aplicando-as sempre com a certeza que os resultados viriam na forma de uma maior referência de mercado e que isso, diretamente somaria para a equipe que vinha produzindo o feito.

A redução dos ciclos trouxe a obrigatoriedade de se criar, de se realimentar diariamente. A administração do tempo e o crescimento das famílias (relações) passaram a ser chave de êxito para a continuidade dos nossos negócios e carreiras. Nossos negócios e carreiras dependem do “bem estar diário”, da disposição pelo avançar, da evolução do nosso equilíbrio frente a todas as situações reais que vivenciamos.

www.sergiodalsasso.com.br

Página 2 de 2  | «12