por Francisco Alberto Madia de Souza*

Em 1932, o carpinteiro dinamarquês OLE KIRK CHRISTIANSE toma a decisão que mudaria a história dos brinquedos no mundo, estabelecendo uma referência definitiva para as práticas do marketing. Dois anos antes, em 1930, na condição de um dos milhões de desempregados em decorrência da Depressão Econômica, começa a produzir brinquedos de madeira para crianças, mas é em 32 que, em companhia de seu filho de 12 anos, inicia formalmente a LEGO – junção das palavras dinamarquesas “Leg” e “Godt” (brincar bem).

Até o final dos anos 40 fabricava diferentes tipos de brinquedos em madeira e plástico, inclusive um de montar em formato de “tijolos”, que se encaixavam e formavam figuras, animais, objetos, mas é em 1958 que começa a se concentrar no que denominou de LEGO SYSTEM OF PLAY. Decisão essa levada às últimas conseqüências dois anos depois, em decorrência de um incêndio que destruiu sua fábrica.

Hoje, a LEGO é uma empresa que tem seu brinquedo presente em todo o mundo, parte integrante da infância de todas as últimas gerações, com um faturamento anual próximo de US$ 1,5 bilhão. Dentre suas principais iniciativas para perpetuar seu brinquedo ícone, é a adoção consistente de uma política de estimular, cada vez mais, que pessoas de todo o mundo convivam descontraída e intensamente com sua MARCA. Por decorrência, construiu seu primeiro parque temático LEGOLAND – Cidade Lego -, em 1968, na pequena cidade de Billund, na região oeste da capital da Dinamarca, são 55 milhões de peças formando diferentes e surpreendentes figuras, já visitado por mais de 33 milhões de pessoas desde sua abertura.

De lá para cá, abriu em 1996 na Grã-Bretanha seu segundo parque, o LEGOLAND WINDSOR, visitado por 1,6 milhões de pessoas só em 2001. O terceiro, LEGOLAND, inaugurado em 1999 em Carlsbad, Califórnia (USA), que em menos de 4 anos já recebeu mais de 5 milhões de visitantes e, no ano de 2002 abriu seu quarto parque temático em Gunzburg, cidade da Baviera Alemã, onde espera receber uma média diária de 6 mil visitantes. Quando me perguntam se produtos são imortais, “cogito, LEGO sim”.

Artigo extraído do site www.consultores.com.br

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