O CONSUMIDOR E O NOVO MERCADO

Postado por Sérgio Dal Sasso em 23/10/2008
Categoria: Empreendedorismo, Planejamento

por Sérgio Dal Sasso

A lei da atração é fruto da relação entre a certeza do acreditar nos valores que estamos ofertando junto com a expectativa planejada para geração de demandas, em equivalência aos resultados que projetamos para justificar nossos esforços.

É dessa forma que devemos pensar quando de fato entendemos sobre a complexidade do que representam as mudanças a serem incrementadas quando dos momentos de rupturas que podem afetar o que tínhamos, põem em risco o que temos e que necessariamente pedem por velocidade de redefinições estratégicas, para que ações possam reforçar nossas garantias de sobrevivência.

Nos momentos de crescimento, muito do que somos pode ser mantido, pois mesmo quando não se é tudo o que se podia, somos incluídos ao próprio ambiente favorável e vegetativo da procura. Nesse caso as compras podem ocorrer sem os domínios dos detalhes que as envolvem. Na pratica sem o devido analisar por completo as garantias, os contratos e tradições estatísticas, que asseguram a total tranqüilidade de preservação dos sonos por parte do consumidor.

A escala e ampliação de todos os serviços agregados para a conquista de negócios, num mundo cheio de novas alternativas, fez com que a priorização pela novidade, fosse mais importante do que a proporcionalidade de soluções objetivas quanto às questões das reclamações. Isso tudo sem contar que a situação econômica favorável, por ambas as partes (fornecedora e consumidora) mantinham uma visão tipo “memória curta” quando da não solução total das insatisfações dos questionadores.

O que se atenta nesse momento de mudanças do cenário econômico, sem querer falar em chutes de redução das taxas de crescimento, é que mais do que nunca o fator retenção do que se tem como base, passa a ser ditatorial para a sobrevivência, já que tudo e todos os detalhes nesse momento afetam mais do que o gosto natural que impulsiona o comprar, pois alteram e muito, as redefinições dos orçamentos dos que consomem, incluindo ai os avanços provindos dos seus direitos com a realidade dos custos benefícios de cada item ofertado pelos que servem ou produzem algo.

Vale nesse momento recapitular alguns valores históricos para que possamos dar suporte e integrar nossas inteligências de forma real e compatível, tanto pela direção das conquistas dos volumes, como na qualidade prestada para a sua preservação.

Ainda hoje abandonamos nossos fornecedores, na média de:

- 20% por mudança dos seus endereços, canais de vendas e aumento de preços.

- 10% por não gostar do produto ou serviço (independente de apresentar algum problema).

- 70% por questões de atendimento inadequado quando da insatisfação pelos processos de respostas as nossas soluções.

Nesse momento onde a globalização passa ser questionada pelo protecionismo natural das partes (NAÇÕES E EMPRESAS) em proteger seus mercados cativos, de regulamentação dos “call centers” (grandes volumes) e da necessidade situacional de priorizarmos o que já conquistamos. Devemos centrar as atenções no eixo que define um cliente, atuando consultivamente em cada fase de relevância a sua permanência, para possamos deter o poder de continuar envolvendo-os.

Administrador, Negócios e Sucesso

Postado por Sérgio Dal Sasso em 02/06/2008
Categoria: Gestão e Liderança

Para crescer tem que amadurecer começando pelo reconhecimento da própria imperfeição e limitação. O mundo é uma grande tentativa de demonstração e convencimento de quem e do que pode ser melhor, aonde pessoas e negócios se fundem para uma corrida, que por mais estúpida que seja, deverá responder com fatos e fotos no dia a dia da nossa existência.

A conquista leva-nos a uma sensação de donos do destino, distribuída entre o prazer e a remuneração compatível, mas nossa real independência está no dominar a arte de transformar oportunidades de conexões em ligações dependentes.

O que integra uma rede de negócios é o grau de necessidade a ser estabelecido entre as partes. A magia desse estreitamento depende do como articularmos nossa experiência para extrair transparência entre o que se quer obter e o que se pode oferecer, acima do pão com manteiga tradicional das operações e serviços.

Colhemos pelo resultado do como trabalhamos para dotar de garantias e seguranças as nossas intenções estratégicas, incluindo planos, fases e mobilidades.

Nesse sentido, todos os apoios que conseguirmos para as integrações serão fundamentais para as garantias das execuções. As conquistas dos apoios (meios internos e externos) vêm do entendimento que os caminhos propostos sejam percebidos, longe de serem ditados, como meios facilitadores aos avanços de todos.

Rotas são caminhos formados e construídos por um fluxo continuo de pessoas que concordam entre si pelo que está sendo criado. Mais do que a palavra “parceria” devemos completar seu conceito com a praticidade das formas do como a desenvolvemos, inserindo e aceitando as contribuições importantes do conjunto em relação ao tema, sua adequação e riquezas de equações, para que as necessidades sejam de fato oportunidades de realizações.

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As Pedras do Sucesso

Postado por Sérgio Dal Sasso em 05/05/2008
Categoria: Carreiras

Estamos sempre em processo de transformação, incluindo aquelas que nos motivam, que nos fazem crescer, e aquelas que queremos esquecer, do tipo idade que não volta. Ao longo dos anos passamos por oportunidades que quando percebidas podem resultar em sucessos ou fracassos.

O poder da percepção com exercícios práticos geram ações continuadas, que podem definir o índice dos acertos a serem somados na sua trajetória.

Uma visão clara e objetiva dos instrumentos necessários do sucesso que se pretende deverá ser desenvolvida ao longo da sua vivencia e experiência. O tempo necessário para a realização destes objetivos dependerá da atitude, vontade e quebra de barreiras que intimidam a pratica das ações.

Quando era mais novo, acreditava ser a competência, a pedra fundamental para que pudesse alcançar o topo dos meus sonhos, do meu sucesso.

Com todo e qualquer aspirante ao mercado de trabalho, iniciei meu aprendizado buscando informações que somassem ao processo de capacitação de forma a despertar interesse de potenciais compradores do meu “suposto” potencial.

Era preciso dispor de condições mínimas para ser pretendido frente aos outros. Por ter feito uma faculdade de primeira linha, não tive muitos problemas para conquistar o meu primeiro emprego.

Alguns meses se passaram e fui percebendo a distancia existente entre o possuir um conjunto de diplomas e a sua capacidade de realizar ações condizentes com a sua função empresarial. A primeira lição estava aprendida, estar capacitado para ser selecionado era muito diferente do que ser competente para continuar empregado.

Algumas promoções me fizeram acreditar que estava no caminho certo, afinal tinha conquistado a admiração do chefe e ainda estava crescendo e vencendo a concorrência interna.

Sem perceber, a cada passo produzia um distanciamento maior em relação aos que ficavam, satisfazia a um e ignorava os outros dez. Um dia aquele que sempre acreditou em mim, partiu para outras conquistas, fiquei com outros e com o clima que tinha criado.

Não suportei, troquei de empresa, mas apreendi que competência não poderia ser autodefinida por si ou mais alguém, mas pelo conjunto de pessoas que nos assistiam ou dependiam de nossas realizações. A vivência estava mostrando que o “eu” deveria ser substituído e somado com o “nós”.

Não foi fácil entender que precisava dos outros, que o resultado da competição dependia da qualidade de todos e que todos acima da empresa, tinham objetivos e sonhos da mesma forma que você. É fato confesso, que a idéia do coletivo veio inicialmente pela necessidade de se preservar, buscando pela evolução do relacionamento, uma maior segurança para as conquistas futuras.

Os primeiros frutos desta nova atitude resultaram em ganhos pessoais, aumentando significativamente à vontade de estar no negocio, ampliando o comprometimento por participar com a sua parte na parte dos outros e se preocupando com este fato.

Ao longo deste aprendizado, fui percebendo que empresas morriam, não tanto pela ausência de mercados, de produtos, de tecnologia, mas pelo entendimento de que mesmo tendo objetivos pessoais, às vezes tão diferentes, tínhamos que ter conjuntos homogêneos que propiciassem meios para nossas realizações.

A evolução deste relacionamento fez com que percebesse que no fundo tínhamos construções maiores para nossas vidas e que o negócio era parte da passagem destas realizações. Estando na organização vivíamos um meio que propiciava a continuidade e assim deveríamos nos unir, trocando conhecimentos, desenvolvendo soluções, aplicando-as sempre com a certeza que os resultados viriam na forma de uma maior referência de mercado e que isso, diretamente somaria para a equipe que vinha produzindo o feito.

A redução dos ciclos trouxe a obrigatoriedade de se criar, de se realimentar diariamente. A administração do tempo e o crescimento das famílias (relações) passaram a ser chave de êxito para a continuidade dos nossos negócios e carreiras. Nossos negócios e carreiras dependem do “bem estar diário”, da disposição pelo avançar, da evolução do nosso equilíbrio frente a todas as situações reais que vivenciamos.

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Humanos ou RECURSOS HUMANOS?

Postado por Sérgio Dal Sasso em 28/04/2008
Categoria: RH e Motivação

Por conta do excesso de oferta, sua empresa corre o risco de se transformar em um grande labirinto repleto de salas de aulas conectadas com coisas do além da sua própria imaginação.

Falta objetividade na construção de um movimento equilibrado entre tecnologia e pessoas. Alguns acreditam que o mundo ficará resumido a uma tela de computador, que os negócios estarão pelo caminho do imediatismo, proporcionados tão somente pela sofisticação da comunicação em grande escala e aliados a meios expositores de imagens dirigidas à massa consumidora.

Outros no contra fluxo da evolução procuram por nichos saudosistas valorizando uma aparência artesanal e assim colocando tempero para “cutucar” seus interesses mercadológicos.

Se a tecnologia e os processos se sofisticam, na contra mão dos avanços vem à escassez no preparo adequado, quando o tema é a evolução do equilíbrio humano necessário para dar conta do recado.

Andamos atrás dos processos, às vezes usando pessoas numa versão ultradescartável, exigindo um tempo de “Vinte e quatro horas por sete dias” integrados artificialmente por mar, terra e ar.

São os sinônimos dos ventos da produtividade e competitividade, que inclui os contatos da madrugada, as urgências dos fins de semana, e uma seleção de imposições que tornam escassos os momentos de recuperação física e mental.

Os sistemas poderiam ser diferentes, mas somos peças de um jogo de gente grande, que também são obrigadas a empurrar e a convencer que até o supérfluo pode ser algo indispensável.

Pelo sim, pelo não, penso nas idéias de um cliente, que acabou incorporando no meio do seu elegante escritório, uma academia de ginástica, quebrando o processo da obrigação pela necessidade da real integração entre o humano e sua potencialidade de gerar recursos.

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Subsídios para a Motivação

Postado por Sérgio Dal Sasso em 24/04/2008
Categoria: RH e Motivação

Mentes brilhantes conseguem criar muitas coisas em dias de alta inspiração. Pessoas brilhantes conseguem selecionar boas idéias, adequando-as rapidamente em algo viável para alimentar o crescimento das suas referencias.

Não existe mal em pensar demais. O problema é o de nunca ficar satisfeito com as fórmulas encontradas e assim continuar se desenvolvendo pela busca do modelo seguro, mergulhando em teses e mais teses, adiando sempre o que poderia ser uma novidade, pela espera da perfeição, que somente é conquistada quando colocada em pratica, usada e ajustada.

Quando estou nos palcos trabalhando com treinamentos ou palestras, percebo que as pessoas evitam as primeiras filas, pois existe uma situação tendenciosa pela procura das zonas de conforto, que normalmente reduzem o confronto, a intimidação, os disparos cardíacos e uma série de sensações nem sempre agradáveis.

O desconforto é um limitante a todos que querem vender algo, pois vem das incertezas provocadas por situações novas e não habituais, que só podem ser vencidas, quando nos preparamos adequadamente para a vida real.

Tudo que propomos passa pela dependência do convencimento dos outros, e neste caminho pesa muito a percepção e conhecimento das características do grupo a quem vamos nos dirigir e interagir.

A organização do pensamento, para os que pretendem avançar, deve incluir uma preparação para vencer abordagens e questionamentos, levando como suporte uma bagagem estratégica criada e preparada para administrar os efeitos negativos das surpresas e rejeições, de forma a oferecer segurança adicional ao expositor diante do novo.

Entre o pensar e o agir, muitas vezes estaremos diante de uma situação do tipo: “O que estou fazendo aqui?”. Como resposta saiba que tão importante como produzir idéias é ter a chance de testá-las, e isso exigirá um grande respiro, pois o impossível tem que ser eliminado pela consistência e preparo, garantindo que o objetivo gere aceitabilidade e assim conquiste forças adicionais para o êxito dos propósitos.

Motivar é estar de encontro a fatos e novidades, com apresentações e conquistas, que antes só faziam parte dos sonhos, dos projetos e dos planos.

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