Fazendo um curriculo atraente e eficaz!

Postado por Gustavo Periard em 29/09/2008
Categoria: Geral

Como sabemos, a primeira peneira em várias seleções de estágio e trainee é a análise de currículo. Mas, para quem nunca trabalhou e não vem de uma universidade de ponta, isso significaria pontos a menos desde o início?

Não, dizem os especialistas. O currículo é um espaço em que o estudante pode mostrar outras habilidades e experiências que vão além do nome da faculdade em que estuda.

Em primeiro lugar, não se pode falar de currículo, mas sim de currículos. O candidato precisa ter um para cada área em que queria atuar, senão o recrutador vai achar que você anda atirando para todos os lados. O que vai mudar, basicamente, é o item objetivo.

Resuma tudo em uma única página e redobre as atenções com erros de português. E, a menos que você já tenha muita habilidade com criações gráficas e esteja concorrendo a vagas nessa área, não invente.

http://imagem.vilamulher.com.br/temp/curriculo-180208.jpg

Dicas importantes ao preencher seu curriculo:

Qualificações: Pode vir logo após o Objetivo. Onde o candidato pode listar suas quatro principais competências, por exemplo.  São habilidades como liderança, dinamismo, pontualidade, boa administração do tempo, facilidade de relacionamento interpessoal, perfil analítico [mais técnico], organização e foco em resultados.

Informática: Mais perto do fim do currículo, descrevendo os programas que domina. Os mais requisitados são Office, PowerPoint e Excel.

Formação acadêmica: Se ainda estiver estudando, indique a previsão de conclusão do curso, e não o semestre ou o período que cursa. O recrutador não pode ter dúvidas quanto ao tempo restante para o fim da graduação.

Idiomas: Nada de humildade excessiva. Se você já fez algum curso de línguas na vida, mesmo que seu nível seja muito básico, tem de colocar, porque já é um diferencial. Por outro lado, não diga se é fluente caso não domine muito bem a língua. Vale mais escrever que está cursando o nível intermediário ou avançado.

Texto adaptado de Vai tentar estágio ou trainee? Veja como fazer o currículo. Acesse o link e confira dicas de elaboração de curriculos, além de um modelo pronto, indicado por especialistas.

Resultado da enquete

Postado por Gustavo Periard em 23/09/2008
Categoria: Geral

Olá pessoal,

Venho mostrar pra vocês o resultado da enquete “Qual sua área de atuação em administração?”, disponibilizada aqui há pouco mais de um mês.

E depois de 101 votos, eis o resultado:

Esta enquete, especificamente, deve como intuito mostrar um pouco mais sobre o perfil dos leitores deste blog, e com isso me orientar na busca de um conteúdo cada vez mais adequado ao gosto de vocês.

Obrigado pela participação!

E desde já os convido a votar na nova enquete:  “Você se considera um líder?” na área “Sua opinião”, na barra lateral do blog.

Desde já, muito obrigado!

Tectoy diversifica portfólio para sair do vermelho

Postado por Gustavo Periard em 19/09/2008
Categoria: Grandes Marcas, Marketing

Por Guilherme Neto
guilherme@mundodomarketing.com.br

Às vésperas de mais um aniversário, a Tectoy comemora a reviravolta da situação de quase falência enfrentada nos últimos anos. Alcançando faturamento de R$ 41,3 milhões em 2007, a empresa deve finalmente passar de fase e fechar o ano com patrimônio líquido positivo após mais de 10 anos.

Mas nem sempre foi assim. A Tectoy surgiu ainda no final da década de 1980, investindo em um ramo que começava a despontar no cenário mundial: os videogames. Naquela época, com a marca Tec Toy firmou uma parceria com uma das maiores empresas do Japão no ramo de videogame, a Sega.

Como representante oficial da companhia japonesa no Brasil, a Tectoy passou a fabricar com exclusividade os consoles da companhia parceira. Modernos para sua época, o Master System e Mega Drive foram sucesso de vendas em todo o mundo, inclusive no Brasil, principalmente por conta do personagem-mascote Sonic.

Marca investiu em jogos brasileiros
A boa aceitação do brasileiro abriu espaço para empresa investir na criação e adaptação de games, alguns deles utilizando personagens licenciados como Turma da Mônica e Chapolin Colorado. Esse bom resultado tornou a empresa referência no setor de videogames no mercado brasileiro.

A empresa também fez sucesso fabricando brinquedos eletrônicos, como a pistola baseada no desenho animado Zillion, sucesso na TV em 1988, ou o minicomputador de perguntas e respostas Pense Bem.

Fase difícil
Após essa boa fase, no entanto, a Tec Toy se viu em uma encruzilhada a partir da segunda metade da década de 1990: a Sega já não era mais a tão bem sucedida empresa de games de anteriormente. O Saturn e Dreamcast, consoles da companhia também fabricados no Brasil pela Tec Toy, não foram capazes de fazer frente aos novos videogames dos concorrentes, o que levou a empresa japonesa a desistir do ramo de consoles e focar apenas em jogos produzidos para videogames de marcas até então rivais.

Ao mesmo tempo, a questão da pirataria já era um mercado que despontava no Brasil e o Real encontrava-se desvalorizado em relação ao Dólar. O próprio mercado brasileiro de videogames não ajudava, devido a alta taxa de impostos e falta de incentivos oferecidos pelo governo federal para o desenvolvimento de games brasileiros.

Diversificação de produtos
Fatos como estes levaram a Tectoy a entrar em concordata em 1997 e amargar prejuízos anuais de mais de R$ 5 milhões. Para não enfrentar um GAME OVER, a empresa optou por investir em outros tipos de produtos eletrônicos, como DVD Players, e mais jogos licenciados, como o Show do Milhão – baseado no programa de TV do apresentador Silvio Santos - para Mega Drive. Isso possibilitou a empresa a sair do estado de concordata, no ano 2000.

A estratégia culminou em um plano de reposicionamento e revitalização da marca. Mesmo sem abandonar os games – que hoje representam cerca de 35% das vendas da empresa -, a marca investiu em uma linha de DVD Players e de TV Digital.

“Com os DVD Players, buscamos agregar valor com a inclusão de jogos e tapetes de dança, sem entrar na guerra dos preços de outras marcas”, explica Vanessa Artea, Gerente de Marketing da marca, em entrevista ao Mundo do Marketing. Outros lançamentos são o boneco eletrônico Nabaztag e o MobTV, receptor USB de TV Digital em formato de pendrive para computadores.

Videogames voltado para as classes C e D
O atrativo do preço foi o artifício usado em outro produto: os consoles de videogame. Apesar de uma defasagem tecnológica de cerca de 20 anos e concorrendo nas gôndolas contra videogames com tecnologia muito superior, a empresa ainda é a única em todo mundo a fabricar e vender no varejo os consoles Master System e Mega Drive (foto).

Custando cerca de 20% do preço dos consoles mais atuais, os produtos são voltados para os públicos de baixa renda e vêm ainda com dezenas de jogos incluídos na memória, eliminando despesas posteriores com jogos. “O cartucho passa a idéia de um produto defasado”, explica Vanessa. Outros atrativos são um design e embalagens atualizadas.

Sucesso com desenvolvimento de jogos para celular
Ainda no ramo de videogames, a empresa lançou a subsidiária Tectoy Mobile, desenvolvedora de games para celular. Atualmente, a companhia desponta como uma das maiores empresas do ramo no Brasil, focando em jogos voltados ao público jovem.

Além de representar a divisão da Sega para celulares, Sega Mobile, hoje a empresa trabalha adaptando jogos de diversas empresas estrangeiras como Taito e Bandai para os celulares disponíveis no mercado brasileiro, além de traduzir os games para o português.

“Nós também desenvolvemos jogos, através da Tectoy Digital. Já lançamos um jogo sobre o clube São Paulo (foto) e até o fim do ano lançaremos outro, coincidindo com o final do Campeonato Brasileiro. Estamos procurando desenvolver jogos com personagens licenciados também”, adianta João Marcos Oliveira (foto), Gerente Geral da Tectoy Mobile.

Ponto-de-venda é foco nessa nova fase
Para atrair vendas, a Tectoy resolveu apostar no ponto-de-venda. Por conta disso, contratou todos os funcionários terceirizados responsáveis pela área de trade. Essa foi a forma encontrada pela empresa de engajar os colaboradores em sua função e inspirar mais confiança com as empresas varejistas, o que possibilitou a conquista de um aumento de 15% no número de revendedores no ano passado. “Além disso, começamos recentemente a padronizar as embalagens dos novos produtos, reforçando a marca Tectoy”, conta a gerente de Marketing.

A partir daí, a empresa passou a investir freqüentemente em materiais de divulgação para PDV, além de ações de experimentação. A mais recente foi o espaço no Shopping Metrô Boulevard Tatuapé, em São Paulo, em parceria com a Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), no mês de agosto. A empresa disponibilizou os consoles da empresa para as crianças em um espaço de 110 m². “Lançamos no ano passado oito produtos, um recorde em comparação aos últimos anos. A empresa está inovando e crescendo bem nessa nova fase”, comemora Vanessa.

FONTE: O excelente Mundo do Marketing.

Promoção! Participe e ganhe um livro “Investimentos inteligentes” autografado

Postado por Gustavo Periard em 12/09/2008
Categoria: Dicas e Notícias

No mês da Independência, a Editora Thomas Nelson Brasil vai ajudar os leitores de sua comunidade no Orkut a conquistar a tão sonhada Independência Financeira. Ela presenteará seus leitores com 3 (três) exemplares do livro Investimentos Inteligentes, todos autografados pelo autor Gustavo Cerbasi.

Para participar da promoção basta acessar o tópico “[Promoção] Independência Financeira” da comunidade da Thomas Nelson Brasil no Orkut, e responder a seguinte pergunta: “O que você faria se tivesse independência financeira?”. Os autores das 3 (três) melhores respostas receberão exemplares autografados do Livro Investimentos Inteligentes.

A promoção vai até o dia 30 de Setembro!! Participe!!

Clique em “Ler mais” para conferir o regulamento da promoção!!

Adoro Comprar, Detesto que me Vendam!

Postado por Gustavo Periard em 10/09/2008
Categoria: Carreiras, Vendas

* por Paulo Araújo

A atividade de compra e venda move o mundo, gera riquezas, é a condição maior de sobrevivência de qualquer pessoa. O estranho é que apesar do comércio ser tão antigo a imagem que o cliente tem do vendedor ainda não é das melhores. Aquela velha imagem do vendedor de pastinha na mão, insistente e chato ainda parece imperar na mente das pessoas. Vamos mudar isso agindo da seguinte forma:

Tenha interesse genuíno em ajudar. O importante é ser a solução para o cliente. Mas para ser a solução efetiva é preciso saber diagnosticar o problema. Pergunte, observe, perceba o que ele realmente quer ou precisa. No livro A Magia do Império Disney - editora SENAC; a autora Ginha Nader conta que uma das perguntas mais comuns no parque é querer saber a que horas vai ser a parada das três da tarde. É claro que os funcionários já estão treinados e sabem que na verdade por trás da pergunta os visitantes querem saber por onde a parada vai passar ou qual um bom lugar para assistir.

O cliente na verdade não gosta de ser incomodado.
Muitos vendedores na ânsia de vender e até mesmo de ajudar na verdade atrapalham. Querem vender pelos motivos deles. O cliente quer ter o máximo de certeza que está comprando o certo e do jeito certo. Precisa de tempo para decidir e, por vezes, até mesmo a aprovação de outras pessoas como marido, esposa, filhos, entre outros. Não exerça uma pressão desnecessária em cima do cliente porque ele não vai pensar duas vezes na hora de te dispensar.

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Influencie positivamente a escolha do cliente. Reforce sempre as razões do cliente, seja franco, honesto e venda algo que ele usará, assim ele volta e você vende sempre. Procure sanar todas as dúvidas, seja paciente e lembre-se que aquela milésima pergunta que você não agüenta mais responder na verdade é para que ele se sinta seguro e certo de que está fazendo a compra certa. Valorize o dinheiro do cliente e procure sempre se colocar em seu lugar. Empatia é um dos ingredientes principais na receita do bom atendimento.

Não crie uma relação de falsa intimidade. Cuidado com o excesso de “carinho” com o cliente. Nada mais chato do que jargões como “meu amor, querido, docinho, amigão, tio ou tia”, isso só atrapalha e em nada ajuda. Pergunte e o chame pelo nome e quando for o caso acompanhado de Sr. ou Sra. Nada de ficar tocando o cliente a toda hora e o contrário também é válido, ou seja, nada de ficar dando muita intimidade ao comprador e gerando um clima de falsa amizade.

Crie um ambiente agradável. O óbvio está desaparecendo no comércio. Lojas bem organizadas com espaço para circulação e seguras parecem estar em processo de extinção. Ambiente poluído com excesso de banners e materiais promocionais também só confundem a cabeça do consumidor. Atenção, muita atenção na relação ambiente que você quer criar com aquilo que realmente existe. O cliente quer se sentir acolhido e não espremido dentro da sua empresa.

Paulo Araújo
Site www.pauloaraujo.com.br
E-mail contato@pauloaraujo.com.br

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