Como atingir seus objetivos

Postado por Gustavo Periard em 21/11/2006
Categoria: RH e Motivação

» Como atingir seus objetivos
por Raúl Candeloro

Imagine o campeão mundial de tiro ao alvo. Alguém que acerta 100 tiros seguidos quase idênticos no mesmo lugar. Um exemplo de foco e concentração. Uma pessoa que literalmente atinge seus objetivos (o alvo) com uma regularidade tão impressionante que chega a ser assustador.

Agora imagine esse mesmo campeão vendado. Será que ele acertaria o alvo? E se além de vendá-lo também lhe déssemos duas ou três voltas, só para deixá-lo perdido e meio tonto – quantas vezes será que acertaria o alvo? Provavelmente quase nunca.

É justamente por isso que precisamos de metas em nossas vidas. Metas têm o poder de fazer com que nosso cérebro, o computador mais poderoso que existe, coloque todo seu foco em alcançar esse objetivo. Entretanto, uma meta, para ser considerada meta, tem que seguir algumas regras, senão não passa de um simples desejo otimista.

Uma fórmula para atingir objetivos
Primeiro, uma meta tem que ser colocada no papel. Pode ser uma frase ou uma foto, mas ela tem que ser colocada no papel para que você possa pegá-la e sentir que é real. O mundo está cheio de gente.

Depois ela tem que ter um prazo, uma data limite (em inglês se usa a expressão ‘deadline’ – literalmente ‘a linha da morte’). Uma coisa é você dizer que quer emagrecer 5 quilos. Outra coisa é dizer que quer emagrecer 5 quilos em 3 meses. Mesma coisa com resultados financeiros. Uma coisa é dizer que você quer ter economias de R$ 25.000 numa caderneta em caso de emergência. Outra coisa é dizer que vai fazer isso até dezembro de 2004.

Veja como colocar uma data limite já começa a fazer com que você se obrigue a pensar nos passos a serem dados. A pergunta que surge naturalmente é “E agora, como é que eu faço isso?”. Mas note também que as respostas também surgem naturalmente, junto com as dificuldades que devem ser superadas.

O especialista Zig Ziglar é da opinião que temos que listar as dificuldades que temos em alcançar nossos objetivos, para já começarmos a nos preparar mentalmente para superá-las. Francamente, concordo 100% com ele. A maioria das pessoas desiste justamente por não prever as dificuldades que podem surgir ao definirmos um objetivo a ser alcançado. Logo, o sucesso depende de estarmos preparados para as dificuldades que inevitavelmente surgirão. Baseado nisso você já tem o quarto passo, que é um plano de ação.

Em quinto lugar temos que fazer uma lista das pessoas, livros, organizações, etc., que podem nos ajudar a atingir esses objetivos. Você não precisa reinventar a roda quando decidir alcançar uma meta. Provavelmente muitas outras pessoas poderão ter passado pela mesma situação, e um pouco de pesquisa pode fazer com que você descubra algumas informações que eram justamente o que faltava para chegar lá.

Finalmente, Ziglar também defende a idéia de que devemos terminar todo esse planejamento com um benefício claro, simples e direto para nós mesmos por termos atingido esse objetivo. Por exemplo, ‘vou perder 5 quilos e pesar … (o peso que você quer) porque vai melhorar muito minha auto estima e vou ter muito mais prazer de me olhar no espelho’. Ou ‘vou guardar os R$ 25.000 na caderneta pois assim dormirei mais tranqüilo sabendo que, em caso de emergência, terei dinheiro para os gastos necessário’. Este passo final é muito importante porque, como todo bom vendedor sabe, benefícios atraem e vendem muito mais do que características. Para atingir um objetivo precisamos de um bom incentivo – é ele quem vai nos ajudar e motivar a superar as dificuldades.

Veja que esta fórmula pode ser aplicada a qualquer tipo de objetivo, seja ele pessoal ou profissional:
1) ‘Materializar’ o objetivo, colocando-o no papel da forma mais específica possível.
2) Colocar uma data limite.
3) Listar as dificuldades.
4) Montar um plano de ação.
5) Listar onde e com quem podemos buscar ajuda.
6) Definir o maior benefício possível ao atingir o objetivo.

Pablo Neruda disse que o caminho se faz ao caminhar. Agora você já tem uma fórmula de fazer com que o caminho o leve para onde você quer ir.

Raúl Candeloro
raul@vendamais.com.br
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Equipe SobreADM

Especial - Grandes Marcas

Postado por Gustavo Periard em 19/11/2006
Categoria: Grandes Marcas

 72 anos de Lego
Francisco Alberto Madia de Souza

Em 1932, o carpinteiro dinamarquês OLE KIRK CHRISTIANSE toma a decisão que mudaria a história dos brinquedos no mundo, estabelecendo uma referência definitiva para as práticas do marketing. Dois anos antes, em 1930, na condição de um dos milhões de desempregados em decorrência da Depressão Econômica, começa a produzir brinquedos de madeira para crianças, mas é em 32 que, em companhia de seu filho de 12 anos, inicia formalmente a LEGO – junção das palavras dinamarquesas “Leg” e “Godt” (brincar bem). Até o final dos anos 40 fabricava diferentes tipos de brinquedos em madeira e plástico, inclusive um de montar em formato de “tijolos”, que se encaixavam e formavam figuras, animais, objetos, mas é em 1958 que começa a se concentrar no que denominou de LEGO SYSTEM OF PLAY. Decisão essa levada às últimas conseqüências dois anos depois, em decorrência de um incêndio que destruiu sua fábrica.Hoje, a LEGO é uma empresa que tem seu brinquedo presente em todo o mundo, parte integrante da infância de todas as últimas gerações, com um faturamento anual próximo de US$ 1,5 bilhão. Dentre suas principais iniciativas para perpetuar seu brinquedo ícone, é a adoção consistente de uma política de estimular, cada vez mais, que pessoas de todo o mundo convivam descontraída e intensamente com sua MARCA. Por decorrência, construiu seu primeiro parque temático LEGOLAND – Cidade Lego -, em 1968, na pequena cidade de Billund, na região oeste da capital da Dinamarca, são 55 milhões de peças formando diferentes e surpreendentes figuras, já visitado por mais de 33 milhões de pessoas desde sua abertura. De lá para cá, abriu em 1996 na Grã-Bretanha seu segundo parque, o LEGOLAND WINDSOR, visitado por 1,6 milhões de pessoas só em 2001. O terceiro, LEGOLAND, inaugurado em 1999 em Carlsbad, Califórnia (USA), que em menos de 4 anos já recebeu mais de 5 milhões de visitantes e, no ano de 2002 abriu seu quarto parque temático em Gunzburg, cidade da Baviera Alemã, onde espera receber uma média diária de 6 mil visitantes.Quando me perguntam se produtos são imortais, “cogito, LEGO sim”.

Artigo extraído do site www.consultores.com.br

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Equipe SobreADM

EMPREENDEDORISMO ACADÊMICO: AS REVOLUCIONÁRIAS EMPRESAS JUNIORES

Postado por Gustavo Periard em 16/11/2006
Categoria: Geral

>> EMPREENDEDORISMO ACADÊMICO: AS REVOLUCIONÁRIAS EMPRESAS JUNIORES
Cristiano Levone de Oliveira

O perfil exigido para os profissionais recém-formados ingressarem no mercado de trabalho configura-se em um convite à reflexão: Os requisitos são, da mesma ordem de importância, a juventude e a experiência. Estamos diante de um paradoxo, como diriam os cartesianos fanáticos, popular e preconceituosamente conhecidos como “alunos CDF”. Por outro lado, estamos diante de uma grande oportunidade, como avaliam os empreendedores.O fato é que a formação acadêmica, mesmo a excelente formação, se analisada isoladamente, não significa que o profissional possui know-how, maturidade e estrutura psicológica para assumir responsabilidades exigidas pelo mercado. Fluência em língua estrangeira e domínio de informática também já não são mais diferenciais como outrora. Para os recém-formados, vantagem competitiva neste Novo Milênio significa ter experiência prática das teorias estudadas nos bancos universitários.

Reacionários protestam: “É preciso uma reformulação do sistema!” Os acomodados posicionam-se indiferentes e os empreendedores investem em suas carreiras com criatividade, inteligência e sobretudo muita raça. E este é exatamente o estilo dos empresários juniores.

Empresa Júnior é uma associação civil sem fins lucrativos, formada e gerida por alunos de um curso superior, cujos principais objetivos são: fomentar o aprendizado prático do universitário em sua área de atuação; aproximar o mercado de trabalho das academias e os próprios, além de uma gestão autônoma em relação à direção da faculdade ou centro acadêmico. Com a elaboração de projetos de consultoria na área de formação dos alunos, as Empresas Juniores contemplam as necessidades de três clientes:

os alunos: que se desenvolvem pessoal, profissional e academicamente;

as empresas: que se beneficiam com os projetos desenvolvidos, cujas características são a alta qualidade, garantida pela orientação dos professores, e o baixo preço, uma vez que as empresas juniores não visam o lucro;

as universidades: que são favorecidas pelo retorno em imagem institucional, garantido pela divulgação que as Empresa Juniores necessariamente fazem ao seu nome.

Os alunos que participam de uma Empresa Júnior têm como rotina a elaboração de ensaios práticos apoiados em uma visão acadêmica, o que lhes proporcionam um considerável e importante diferencial competitivo entre aqueles que almejam prosperar profissionalmente nesta Era da Incerteza. Além disso, outro motivo que os deixam na vanguarda da conquista de grandes oportunidades é o fato de que o ambiente que eles protagonizam nada mais é do que uma arena de constantes desafios. E na cultura destes jovens está cravado o seguinte lema: quanto maiores os desafios, maiores as possibilidades para brilhantes vitórias.

Enquanto os estudos e análises sobre o empreendedorismo permeiam a agenda dos pensadores da Nova Economia e ganham cada vez mais espaço na mídia, o Movimento Empresa Júnior apresenta-se como uma excelente alternativa para, paulatina e progressivamente, alicerçar uma revolução em toda a metodologia de ensino superior do Brasil e do mundo. Substituindo arraigados paradigmas, estamos caminhando rumo à uma política de completo incentivo ao (”ex-utópico”) empreendedorismo acadêmico.

Cristiano Levone de Oliveira
(levone@tic.com.br )

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Equipe SobreADM

Jack Welch em São Paulo

Postado por Gustavo Periard em 11/11/2006
Categoria: Geral

Presidente mais admirado do mundo dos negócios falou a executivos,

durante evento em São Paulo

>> Função do CEO é formar boa equipe, diz Jack Welch                                                                                    

07.11.2006

 A grande missão de um líder é escolher sua equipe  – essa foi a lição que Jack Welch, CEO mais admirado do mundo e colunista de EXAME, publicação da Editora Abril, deixou aos empresários brasileiros durante sua passagem por São Paulo, nesta terça-feira (7/11). O homem que liderou a General Electric (GE) por duas décadas e ganhou respeito por ter multiplicado por mais de 30 vezes o valor de mercado da companhia proferiu palestra durante a ExpoManagement, a uma platéia que quase lotou um auditório com capacidade para 3 500 pessoas.

O público - que incluía representantes das maiores empresas do país, como Petrobras, Souza Cruz e Cosan – ouviu de Welch que a gestão de um negócio é tão simples quanto a condução de um time de futebol: basta saber selecionar os jogadores. “São os funcionários que implementarão o seu plano e te farão atingir o objetivo”, afirmou aos executivos. “De nada adianta um bom líder se não houver uma boa equipe.”

Durante a palestra, o executivo americano deixou claro que não há nada de arte em conseguir manter uma equipe afinada. Selecionar o joio do trigo quando se lida com pessoal é uma técnica que deve seguir duas regras, segundo Welch, ambas relacionadas ao desempenho de cada empregado. Pela primeira, uma empresa deve sempre recompensar seus melhores funcionários - em geral 20% do total -, estimular os outros considerados medianos – cerca de 70% -, e dispensar os 10% mais fracos. “Sou um grande defensor da diferenciação”, diz Welch. 

Para o americano, a avaliação dos funcionários é fundamental

A segunda regra do americano elucida os critérios para a avaliação do pessoal; ela está baseada em cinco fatores, que em inglês compõem o que Welch chama de “5 Es e 1 P”: energia própria (em inglês, energy), energia passada a outros (energize), capacidade de decisão (edge to say yes or no), capacidade de execução (execute) e paixão pelo trabalho (passion). São essas características que formam uma equipe de “bons jogadores”, e aqueles que não se encaixarem no perfil não merecem continuar na companhia, segundo Welch: “Se você não quiser se livrar dos piores, você é um covarde”.

Mas também cabe ao CEO estimular os funcionários, na opinião do americano. Para ele, o presidente tem de explicar à equipe os planos da empresa, para que todos tenham idéias das metas que devem cumprir. Tem também de dizer a cada um dos empregados como eles vêm atuando dentro desses projetos. “É preciso conversar com franqueza com os funcionários pelo menos três vezes por ano.” E o mais importante: comemorar as conquistas com todos. “Nunca diga ‘Parabéns, vamos jantar hoje à noite’. A melhor forma de celebrar é um cheque”, fala Welch.

Hoje diretor e consultor da Jack Welch, LLC, o americano também dá aulas de administração no Massachussetts Institute of Technology, nos Estados Unidos, e foi de alunos brasileiros que recebeu orientações sobre o Brasil antes de vir ao país para a palestra. “Me disseram que as melhores coisas daqui são as pessoas, os empreendedores e a inflação em baixa. Já as três piores são corrupção, corrupção, corrupção”, afirmou. No geral, Welch disse considerar a economia brasileira atraente, dando como exemplo o fato de o Brasil abrigar a mais competitiva unidade de serviços a companhias aéreas dentre todas da GE, atribuindo a informação à direção da subsidiária no país. Os empresários brasileiros também deixaram uma impressão positiva no guru mundial dos negócios: questionado por Alberto Saraiva, fundador do Habib’s, como uma empresa pode se tornar líder de mercado em um país com maioria da população nas classes C e D, Welch respondeu, depois de saber que a rede vende 2 milhões de esfihas por dia: “Acho que você já está muito bem sem os meus conselhos”.

>> Matéria extraída da Revista Exame de Novembro

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 Equipe SobreADM®

Tartarugas em Árvores

Postado por Gustavo Periard em 10/11/2006
Categoria: RH e Motivação

» Tartarugas em Árvores
por Carlos Hilsdorf

Estamos caminhando, cada vez mais rápido, para um mundo empresarial onde não encontraremos mais tartarugas em árvores!
Tartarugas em árvores? – Você pode perguntar…
Sim, tartarugas em árvores. Como você bem estranhou, tartarugas não sobem em árvores – alguém precisa colocá-las lá.

Em um mundo baseado em Q.I. (quem indica) encontramos muitas tartarugas em árvores, pessoas que desprovidas da competência e pertinência para uma função, a ocupam por favoritismo pessoal e tráfico de influências.

Felizmente com o aumento exponencial da competitividade fica cada vez mais difícil manter estas tartarugas em árvores. Já temos menos delas hoje que no passado e as remanescentes, cedo ou tarde, terão que descer!

A meritocracia não veio pelos meios éticos que muitos de nós esperávamos, mas vem sendo introduzida à custa da busca incessante por resultado.

Com isso ganhamos todos. Todos? Sim todos, porque os que perdem seu conforto antes patrocinado apenas pela conveniência e politicagem, também ganham.
Ganham a possibilidade de encarar a vida de frente, sair de uma zona de conforto que camufla suas fraquezas e incompetências e as encaminha para um diálogo franco com a vida. Afinal, não estamos aqui a passeio!

Conforto não é sinônimo de harmonia, assim como prazer não é sinônimo de felicidade. Sem desconfortos e desprazeres estaríamos fortemente condicionados à estagnação. Vida é desafio, é mudança, é conquista e, sobretudo, é um diálogo franco e direto com a realidade.

É fato que o ser humano, em sua imensa maioria, não suportaria uma vida sem ilusões. Mas também é fato que somente ilusões não significam vida. Viver é uma totalidade, é um fluxo, é um processo constante de vir a ser…

Algumas ilusões se desfazem, outras se constroem, mas é fundamental que a cada fase estejamos um pouco mais maduros – o que equivale dizer – independentes.

Não há nada de mal na ilusão ou no prazer, o único engano constitui-se em nos apegarmos a eles como se fossem a vida como um todo. Viver é um processo sinérgico: as partes compõem o todo, mas este é maior que a soma das partes. Isto ocorre por uma razão muito simples – as partes se relacionam entre si!

Notou que a compreensão deste texto foi ficando um pouco mais complexa à medida que ele é lido? A vida é assim torna-se mais complexa a cada fase, mas apesar disso, nós a compreendemos melhor a cada nova etapa. Como isso é possível?

O segredo é que a natureza das nossas ilusões vai mudando com o tempo e este desapego nos torna mais sábios:

“Muito será pedido àquele que muito recebeu”

Esta regra espiritual nos deixa claro que é excelente que as tartarugas estejam descendo das árvores e que os pássaros possam ocupar seu lugar. Estes terão sua merecida oportunidade. Aquelas, a possibilidade de encontrar seu caminho e verdadeiro habitat diante da vida.

Carlos Hilsdorf
contato@carloshilsdorf.com.br
www.carloshilsdorf.com.br
www.atitudesvencedoras.com.br
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