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Emprego temporário é uma grande oportunidade para muitos trabalhadores
Postado por Gustavo Periard em 03/10/2008
Categoria: Carreiras
Com a economia aquecida, muitos trabalhadores contratados para empregos temporários têm chance de efetivação.
A Triunfo Consultoria e Treinamento preparou algumas dicas para quem quer se destacar e conquistar efetivamente uma vaga no mercado de trabalho.
A apenas três meses do Natal, muitas empresas começam a divulgar suas vagas para contratação de empregados temporários. Segundo matéria publicada na Folha on Line, em 30 de setembro: “com a proximidade das festas de fim de ano, as vagas proliferam no mercado de trabalho e quem procura um emprego pode aproveitar a oportunidade. Ao todo, devem surgir 113 mil ofertas temporárias neste fim de ano”.

Para muitas pessoas, essa é uma grande oportunidade de se obter mais do que um trabalho temporário: é uma oportunidade para mostrar ao mercado seu potencial e o quanto pode contribuir para o crescimento da empresa.
Todos os anos, muitos trabalhadores são efetivados por destacarem-se em suas atividades.
Para o consultor Scher Soares, diretor do Grupo Triunfo, o fato de ser contratado para uma vaga temporária exige do trabalhador certo nível de preparo. “Mesmo tratando-se de uma situação para um curto prazo, existem sim chances de efetivação. Para isso, é importante que o colaborador dê seu máximo nesta nova etapa profissional”, explica.
Para que a efetivação seja realizada é preciso que duas coisas aconteçam:
1. A empresa tem que sentir necessidade de absorver para seu quadro uma maior quantidade de pessoas;
2. O trabalhador deve destacar-se em meio aos demais, pois a chances de que todos os temporários tornem-se efetivos é muito pequena.
Como, por parte do trabalhador, só é possível controlar sua performance, a Triunfo Consultoria e Treinamento preparou algumas dicas para aumentar as chances de você ser o escolhido:
Invista em você: é muito importante que a empresa perceba que você está investindo em si, com o objetivo de capacitar-se para o mercado de trabalho. Busque cursos na internet, leia livros importantes na sua área, converse com pessoas interessantes e, principalmente, coloque em prática seu conteúdo.
Mantenha-se atento e interessado: funcionário que mal chega e já vai questionando sobre seus “direitos” quase sempre não é bem visto. Mostre trabalho, entenda os processos, maximize seu nível de contribuição. Esteja atento aos detalhes e demonstre interesse pela empresa (e pelos seus resultados).

Saiba trabalhar em equipe: um dos aspectos do trabalhador, muito valorizado atualmente nas organizações, é saber trabalhar em equipe. As empresas têm buscado colaboradores que pensem no grupo e que saibam se relacionar com os colegas. Assim, desenvolver a capacidade de adaptação e flexibilidade é fundamental. Em empresas de menor porte isso se torna ainda mais explícito, pois os funcionários devem estar preparados para exercer mais que uma função ao mesmo tempo e mudar de responsabilidades, dependendo das necessidades do negócio. Evite viver centrado apenas nos seus afazeres. É importante lembrar que bom desempenho de uma empresa depende do trabalho executado pela sua equipe.
Saiba ouvir: respeitar a opinião dos seus colegas de trabalho é uma tarefa que possibilita reconhecimento, confiança e valorização, permitindo estabelecer uma relação de respeito profissional. Idéias sensacionais podem surgir quando se permite ouvir novas idéias e conseqüentemente perceber que estas contribuições, podem melhorar e aperfeiçoar a idéia inicial. Um gestor benevolente sabe ouvir cada contribuição da equipe, sem superestimar o potencial intelectual humano.
Seja positivo: se você for todo dia para o trabalho com vibrações positivas, as pessoas vão considerá-lo aquele tipo de pessoa que sabe lidar com a tensão, as incertezas e os problemas. Ou seja, alguém que não faz “tempestades em copo d’água”, que se mantém calmo, sereno, confiante e controlado. Mostre-se otimista o tempo todo. Assim que os outros começarem a encará-lo como uma pessoa de temperamento alegre e positivo, vão ter vontade de ficar, cada vez mais, a seu lado e com isso a possibilidade de quererem você por mais tempo na empresa só aumenta.
Adoro Comprar, Detesto que me Vendam!
Postado por Gustavo Periard em 10/09/2008
Categoria: Carreiras, Vendas
* por Paulo Araújo
A atividade de compra e venda move o mundo, gera riquezas, é a condição maior de sobrevivência de qualquer pessoa. O estranho é que apesar do comércio ser tão antigo a imagem que o cliente tem do vendedor ainda não é das melhores. Aquela velha imagem do vendedor de pastinha na mão, insistente e chato ainda parece imperar na mente das pessoas. Vamos mudar isso agindo da seguinte forma:
Tenha interesse genuíno em ajudar. O importante é ser a solução para o cliente. Mas para ser a solução efetiva é preciso saber diagnosticar o problema. Pergunte, observe, perceba o que ele realmente quer ou precisa. No livro A Magia do Império Disney - editora SENAC; a autora Ginha Nader conta que uma das perguntas mais comuns no parque é querer saber a que horas vai ser a parada das três da tarde. É claro que os funcionários já estão treinados e sabem que na verdade por trás da pergunta os visitantes querem saber por onde a parada vai passar ou qual um bom lugar para assistir.
O cliente na verdade não gosta de ser incomodado. Muitos vendedores na ânsia de vender e até mesmo de ajudar na verdade atrapalham. Querem vender pelos motivos deles. O cliente quer ter o máximo de certeza que está comprando o certo e do jeito certo. Precisa de tempo para decidir e, por vezes, até mesmo a aprovação de outras pessoas como marido, esposa, filhos, entre outros. Não exerça uma pressão desnecessária em cima do cliente porque ele não vai pensar duas vezes na hora de te dispensar.

Influencie positivamente a escolha do cliente. Reforce sempre as razões do cliente, seja franco, honesto e venda algo que ele usará, assim ele volta e você vende sempre. Procure sanar todas as dúvidas, seja paciente e lembre-se que aquela milésima pergunta que você não agüenta mais responder na verdade é para que ele se sinta seguro e certo de que está fazendo a compra certa. Valorize o dinheiro do cliente e procure sempre se colocar em seu lugar. Empatia é um dos ingredientes principais na receita do bom atendimento.
Não crie uma relação de falsa intimidade. Cuidado com o excesso de “carinho” com o cliente. Nada mais chato do que jargões como “meu amor, querido, docinho, amigão, tio ou tia”, isso só atrapalha e em nada ajuda. Pergunte e o chame pelo nome e quando for o caso acompanhado de Sr. ou Sra. Nada de ficar tocando o cliente a toda hora e o contrário também é válido, ou seja, nada de ficar dando muita intimidade ao comprador e gerando um clima de falsa amizade.
Crie um ambiente agradável. O óbvio está desaparecendo no comércio. Lojas bem organizadas com espaço para circulação e seguras parecem estar em processo de extinção. Ambiente poluído com excesso de banners e materiais promocionais também só confundem a cabeça do consumidor. Atenção, muita atenção na relação ambiente que você quer criar com aquilo que realmente existe. O cliente quer se sentir acolhido e não espremido dentro da sua empresa.
Paulo Araújo
Site www.pauloaraujo.com.br
E-mail contato@pauloaraujo.com.br
Evite gestos errados ao falar
Postado por Gustavo Periard em 02/09/2008
Categoria: Carreiras
* por Reinaldo Polito
Usei de propósito “errados” no título com a intenção de mudar o adjetivo para “desaconselháveis” logo no princípio. Estou sugerindo o uso de desaconselháveis porque não existe nada tão errado em comunicação que não possa ser feito em certas circunstâncias.
É comum ouvir pessoas censurando o comportamento de alguns oradores como se houvessem cometido o pior de todos os erros: ‘Polito, assisti a uma palestra com um consultor que não sabia se apresentar. Virava e mexia e ele punha a mão no bolso’.
Em alguns casos ocorreu de eu conhecer o palestrante que estava sendo criticado e saber que ele era muito bom comunicador. Como, entretanto, alguns aprendem regrinhas de conduta e se moldam totalmente a elas, caem no exagero de achar que qualquer comportamento fora do padrão determinado constitui erro.
Por isso, nada de levar regrinhas ao pé da letra. Saiba que, embora algumas atitudes sejam desaconselháveis, em certas situações, dependendo do ambiente e das características de quem as utiliza, poderão até ser recomendáveis.
Considerando essa relatividade das regras, de maneira geral, não fale com as mãos nos bolsos, nas costas, com os braços cruzados, apoiados por muito tempo sobre a mesa, a tribuna ou a haste do microfone. Evite gesticular com as mãos abaixo da cintura ou acima da cabeça.
Tome cuidado com a postura. Às vezes podemos nos sentir intimidados pelo tipo de público que iremos enfrentar e acabamos por nos apresentar com a cabeça baixa, corpo curvado, demonstrando excesso de humildade e com atitude perdedora, de alguém fracassado.
Por outro lado, corremos o risco de subestimar os ouvintes e, por isso, nos apresentarmos com a cabeça levantada, olhando por cima da platéia, numa atitude que pode aparentar arrogância e prepotência.
Outro comportamento que pode comprometer a qualidade da apresentação é o fato de o orador se movimentar diante do público, de um lado para outro, sem objetivo, de maneira desordenada
Ao se posicionar, procure não ficar apoiado apenas sobre uma das pernas, muito menos trocar com freqüência a posição de apoio, ficando ora sobre uma, ora sobre outra.
Não abra ou feche demasiadamente as pernas, pois a primeira posição poderá tirar sua elegância e esta última prejudicar seu equilíbrio e deixá-lo com a postura muito rígida.
Fique atento para os movimentos involuntários que podem desviar a atenção dos ouvintes, como, por exemplo, coçar a cabeça, segurar a gola da blusa ou do paletó, mexer na aliança, na pulseira, brincar com objetos como o fio do microfone, o laser pointer, a caneta, o lápis e outras atitudes que possam tirar a concentração das pessoas.
E, para finalizar a relação das atitudes desaconselháveis, deixei por último o conselho que considero mais importante: os dois erros mais comuns na gesticulação são a falta e o excesso de gestos. Como os gestos são importantes para ajudar na comunicação da mensagem, a sua ausência pode prejudicar a qualidade da comunicação.
Por outro lado, o excesso de gestos pode desviar a atenção, dificultando a compreensão das informações. Todavia, é preferível você não fazer nenhum gesto a se apresentar com gesticulação exagerada.
Se você não fizer gestos, mas apresentar uma boa mensagem, os ouvintes ainda conseguirão acompanhar seu raciocínio. Se, entretanto, você exagerar com os movimentos, dificilmente as pessoas poderão se concentrar nas suas palavras.
Esses são os cuidados mais importantes para que você possa evitar gestos que podem prejudicar suas apresentações. Lembre-se, entretanto, do que eu disse no início: não existe nada tão errado em comunicação que não possa ser feito em certas circunstâncias.
FONTE: UOL
Você sabe com quem está lidando…
Postado por Menegatti em 11/08/2008
Categoria: Carreiras, Gestão e Liderança, Vendas
Qual é o perfil da pessoa que compra seu produto? Você sabe quem decide? É fácil identificar o comprador de muitos produtos. No Brasil, os homens normalmente escolhem seu aparelho de barbear e as mulheres escolhem suas meias-calças. Mas temos que tomar cuidado em focar nossas estratégias em um público-alvo, uma vez que os papéis de compra mudam.
Uma gigante do setor químico descobriu, para sua surpresa, que sessenta por cento das decisões sobre a marca da tinta usada para pintar a casa são tomadas pelas mulheres. Assim a empresa decidiu anunciar sua marca tendo as mulheres como alvo.
Segundo, Philip Kotler, podemos distinguir cinco papéis que as pessoas podem desempenhar em uma decisão de compra:
- Iniciador: pessoa que sugere a idéia de comprar um produto ou serviço.
- Influenciador: pessoa cujo ponto de vista ou conselho influencia a decisão.
- Decisor: pessoa que decide sobre quaisquer componentes de uma decisão de compra: comprar, o que comprar; como comprar e onde comprar;
- Comprador: pessoa que efetivamente realiza a compra.
- Usuário: pessoa que consome ou usa o produto ou serviço.
A tomada de decisão do cliente no ato da compra varia muito. A compra de um sabonete, de um tênis, de um computador ou de um carro novo envolve decisões bastante diferentes. As compras mais complexas envolvem um número maior de pessoas envolvidas.
O atendimento ao cliente só será perfeito quando conseguirmos identificar qual é o papel que ele está assumindo naquele momento e usarmos a estratégia correta.
Por que suas idéias não são aceitas?
Postado por Carlos Hilsdorf em 03/08/2008
Categoria: Carreiras
* por Carlos Hilsdorf
A maioria das pessoas acredita que tem boas idéias, e tem mesmo! Não falo daquelas idéias que possuem um rasgo de genialidade, estas são mais raras, mas falo de boas idéias, idéias que agregam valor de fato.
Vale ressaltar que ter boas idéias é uma coisa bem diferente de ter boas idéias quando se precisa delas. Isto de desenvolver boas idéias sob medida e de acordo com a demanda é um exercício, consiste no desenvolvimento de uma competência. Competência, aliás, que muito beneficia a vida e a carreira de seus possuidores.
O fato é que a maioria das pessoas tem boas idéias, destas que agregam valor, mas poucas destas idéias chegam a se materializar para o bem de todos. Por quê?
Há muitas razões para isso, vejamos algumas.
Uma primeira e alarmante razão é que as pessoas (mesmo seus superiores) muitas vezes não entendem, de fato, do que estão fazendo e sobre o que estão falando. Existe muita representação no ambiente corporativo, espécies de atores corporativos que fingem saber o que em verdade ignoram.
Esta distorção vem do nosso processo educacional. Pesquisas recentes feitas pelos maiores especialistas nas questões cognitivas revelaram que:
Quando um aluno universitário, por exemplo, tenta explicar um fato novo com base em uma teoria já estudada, enfrenta uma enorme dificuldade. Ele está muito mais familiarizado com os exemplos que estudou do que com a realidade própria. O mais alarmante foi que estes experts constataram que a imensa maioria destes alunos oferecem respostas incrivelmente semelhantes a outros alunos que nunca estudaram a disciplina proposta! Frequentemente eles oferecem respostas monocausais e simplistas!
Isto prova uma deficiência crônica do nosso processo de educação, seu fracasso na formação de senso crítico, capacidade de julgamento criterioso da realidade objetiva.
Por isso não se assuste se uma boa idéia, daquelas embasadas, conceitualmente corretas e dotadas de extremo bom senso, não estiver sendo ouvida e entendida. Há muito mais pessoas despreparadas para ouvir uma boa idéia do que você imagina!
As demais causas são mais evidentes por isso comentarei brevemente.
A segunda consiste no comportamento medíocre de alguns de não deixar que as boas idéias dos outros apareçam. Assim pessoas que têm o poder de levar sua idéia adiante, não o fazem porque a idéia não é delas ou não poderão se beneficiar ao menos parcialmente de sua autoria. Para manter você “low profile”, estas pessoas impedem suas idéias de caminharem dentro da organização.
A terceira é a tendência em evitar a implantação de mudanças. Claro que todos sabem que a mudança é a tônica da vida (inclusive corporativa), mas ai vem a famosa barreira “no meu departamento não”!
As pessoas são a favor da mudança sempre que esta não envolva muito esforço para ser implantada (mesmo quando os benefícios são evidentes) e não obrigue a uma reestruturação da sua zona de conforto. Assim uma ótima idéia é “apagada” antes que gere esta onda de ações cujo efeito cascata significa: trabalho extra.
A quarta requer atenção. O Fato de você estar apresentando uma boa idéia, não necessariamente, significa que você está apresentando bem a uma boa idéia. Se a sua idéia for incrível, mas, você não tiver a arte de apresentá-la bem, com impacto e persuasão, você corre o risco de que ninguém te leve a sério e não perceba o valor da idéia. Muitas idéias não são ouvidas porque falhamos ao apresentá-las!
Sempre que uma boa idéia não estiver sendo aceita lembre-se de checar as causas anteriores e guarde esta preciosa citação:
“Toda verdade passa por três etapas: primeiro é ridicularizada, depois é violentamente antagonizada e por último é aceita universalmente como auto-evidente”.
(Arthur Schopenhauer, O mundo como vontade e representação)
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