Sobre Administração
Artigos, textos e afins para você!
Crie hábitos vencedores
Postado por Menegatti em 23/07/2008
Categoria: Carreiras
OUVIR é maior virtude das relações humanas…
Em um curso de liderança o professor pediu para que os alunos fizessem uma breve apresentação e dissesse às razões que o levaram a participar deste treinamento.
Quando chegou à quinta pessoa do grupo o professor pediu para que ele dissesse o que sua colega que acabara de se apresentar havia dito.
- AH? Foi o único som que saiu da sua boca. Ele estava tão ocupado pensando do que iria dizer a seu respeito na hora da sua apresentação que teve que pedir desculpas a sua colega, pois não havia escutado uma só palavra.
Então fui pesquisar o que interfere para que você ouça com atenção:
- Você está esperando para falar.
- Você está aborrecido
- Você está pensando em outro assunto
- Você pensa que sabe o que a outra pessoa vai dizer.
- Você está com pressa
- Você está zangado
- Você está cansado, com fome ou sede, sentindo calor ou frio.
Muitos líderes mesmo anunciando que as portas estão abertas não sabem ouvir e os subordinados em contrapartida deixam de expor seus sentimentos por medo do que poderá acontecer ou por receio de serem totalmente ignorados. “Meu chefe adora ouvir nossa opinião ele costuma sempre dizer. Nas nossas reuniões nossos funcionários entram com suas idéias e saem com as minhas”. Em resumo ele não ouviu nada.
Por que nos tornamos tão maus ouvintes? A grande falha ocorreu no sistema escolar, dando muita ênfase à ensinar, a ler e a escrever. O treinamento para ouvir vinha por forma de advertência: “preste atenção”, “ouçam”, “abram os ouvidos”. Ingressamos no mercado de trabalho lendo, escrevendo bem, sendo que a necessidade do mercado é três vezes maior de bons ouvintes.
Então o que podemos fazer para nos tornar bons ouvintes:
- Esteja atento e demonstre isso. Mantenha um bom contato visual, acenando com a cabeça.
- Preste atenção não só ao que é dito, mas também como é dito.
- Interprete o que as mensagens não verbais querem dizer.
- Não adianta só ouvir, mas entenda o que está sendo dito.
- Faça um resumo do que você ouviu, para checar se você entendeu a mensagem corretamente.
Na prática, aprender a ouvir requer paciência, disciplina e autocontrole, o que não é fácil. Mas, sabemos que a única maneira de mantermos pessoas ao nosso lado é ouvindo o que elas têm a dizer.
Acesse: www.menegatti.srv.br
A Crise Gerencial Brasileira
Postado por Carlos Hilsdorf em 21/07/2008
Categoria: Carreiras, Gestão e Liderança, Marketing, Planejamento
Vivemos no Brasil uma crônica crise gerencial cujos efeitos vêm se tornando cumulativos e extremamente visíveis nos dias atuais.
É fato comum professores, conferencistas e consultores receberem briefings sobre eventos e projetos de consultoria com a seguinte frase: “Preciso que vocês dêem uma chacoalhada na minha equipe…”
Basta aprofundar um pouco a conversa para perceber que os problemas não estão na equipe e sim, no estilo gerencial a que ela está submetida. É também bastante comum ouvirmos frases do estilo: “É preciso que “eles” (a equipe) percebam que os tempos mudaram…” E o que percebemos é que os tempos mudaram sim, mas a empresa e sobretudo, a mentalidade gerencial, não.
Quantas vezes valorosos treinamentos são estruturados pela equipe de RH e os gerentes de área (os que mais precisavam estar presentes) alegam que o treinamento é para a “sua” equipe e não para ele.
As empresas estão repletas de exemplos diários de erros oriundos de tarefas mal estruturadas. Mal estruturadas por quem: por profissionais anacrônicos, acomodados, que preferem defender seu emprego com base em um conservadorismo mantenedor da visão paternalista que seus superiores têm sob uma empresa que julgam saber administrar.
Diversas empresas obtém sucesso porque as equipes (as pontas) fazem muito bem o seu trabalho, arcando com os ônus de erros oriundos de seus superiores e permitindo que estes levem a fama pelas ações que verdadeiramente trouxeram resultados à organização.
Claro que não estamos falando da classe gerencial como um todo, existem muitas exceções. Mas seja sincero, quantas destas exceções você conhece e é capaz de listar?
Os MBAs explodem em progressão geométrica e a crise gerencial continua crônica, curioso, não?!
Recentemente fui contratado por uma grande multinacional que, preocupada com os detalhes importantes de sua convenção anual, arcou com os custos de uma reunião para aprofundamento do briefing. Eu aguardava uma efetiva participação da classe gerencial no sentido de substancializar os elementos do briefing mas o que encontrei foi um gigantesco encontro de vaidades, medos e conservadorismo. Ao invés de tratarmos sobre os pontos importantes a serem contemplados no projeto, ouvi longos discursos sobre quais os assuntos deveriam ser evitados na formatação, adivinhe: os mais importantes para repensar a realidade e o negócio.
Eu pergunto: “para que fazer uma reunião sobre o não-avanço da organização?”
Não é a toa que crescem no mercado consultores vazios. Quem não tem senso crítico não agrega valor, e também não questiona. E o não questionamento favorece a quem? Aos profissionais que defendem seu emprego, seu status e sua posição com todos os meios menos a competência que se espera deles por definição: gerentes existem para implantar mudanças!
Vivemos num universo de equipes de talento sufocadas por gerencias incompetentes. Alguém que não sabe lidar com pessoas e processos não pode ser um gerente; alguém que acredita que mudança é algo que ocorre a sua revelia e sem sua visceral participação, não serve para gerenciar processos e pessoas. Uma grande parte da classe gerencial está se defendendo muito e produzindo pouco. Está na hora da meritocracia sair do papel e ganhar o mundo real e, para nosso bem é bom que ela comece pela classe gerencial. Digo isto em nome de todo os profissionais altamente competentes que conheço em empresas engessadas por profissionais parasitários que não fazem jus ao seu cargo, remuneração e oportunidade. Se queremos mudar o Brasil e as empresas que aqui atuam, temos que começar mudando a classe à qual cabe a estruturação das tarefas que permitirão a mudança. O resto é discurso vazio e empresas não vivem de discursos, vivem de resultados.
* Carlos Hilsdorf
As Pedras do Sucesso
Postado por Sérgio Dal Sasso em 05/05/2008
Categoria: Carreiras
Estamos sempre em processo de transformação, incluindo aquelas que nos motivam, que nos fazem crescer, e aquelas que queremos esquecer, do tipo idade que não volta. Ao longo dos anos passamos por oportunidades que quando percebidas podem resultar em sucessos ou fracassos.
O poder da percepção com exercícios práticos geram ações continuadas, que podem definir o índice dos acertos a serem somados na sua trajetória.
Uma visão clara e objetiva dos instrumentos necessários do sucesso que se pretende deverá ser desenvolvida ao longo da sua vivencia e experiência. O tempo necessário para a realização destes objetivos dependerá da atitude, vontade e quebra de barreiras que intimidam a pratica das ações.
Quando era mais novo, acreditava ser a competência, a pedra fundamental para que pudesse alcançar o topo dos meus sonhos, do meu sucesso.
Com todo e qualquer aspirante ao mercado de trabalho, iniciei meu aprendizado buscando informações que somassem ao processo de capacitação de forma a despertar interesse de potenciais compradores do meu “suposto” potencial.
Era preciso dispor de condições mínimas para ser pretendido frente aos outros. Por ter feito uma faculdade de primeira linha, não tive muitos problemas para conquistar o meu primeiro emprego.
Alguns meses se passaram e fui percebendo a distancia existente entre o possuir um conjunto de diplomas e a sua capacidade de realizar ações condizentes com a sua função empresarial. A primeira lição estava aprendida, estar capacitado para ser selecionado era muito diferente do que ser competente para continuar empregado.
Algumas promoções me fizeram acreditar que estava no caminho certo, afinal tinha conquistado a admiração do chefe e ainda estava crescendo e vencendo a concorrência interna.
Sem perceber, a cada passo produzia um distanciamento maior em relação aos que ficavam, satisfazia a um e ignorava os outros dez. Um dia aquele que sempre acreditou em mim, partiu para outras conquistas, fiquei com outros e com o clima que tinha criado.
Não suportei, troquei de empresa, mas apreendi que competência não poderia ser autodefinida por si ou mais alguém, mas pelo conjunto de pessoas que nos assistiam ou dependiam de nossas realizações. A vivência estava mostrando que o “eu” deveria ser substituído e somado com o “nós”.
Não foi fácil entender que precisava dos outros, que o resultado da competição dependia da qualidade de todos e que todos acima da empresa, tinham objetivos e sonhos da mesma forma que você. É fato confesso, que a idéia do coletivo veio inicialmente pela necessidade de se preservar, buscando pela evolução do relacionamento, uma maior segurança para as conquistas futuras.
Os primeiros frutos desta nova atitude resultaram em ganhos pessoais, aumentando significativamente à vontade de estar no negocio, ampliando o comprometimento por participar com a sua parte na parte dos outros e se preocupando com este fato.
Ao longo deste aprendizado, fui percebendo que empresas morriam, não tanto pela ausência de mercados, de produtos, de tecnologia, mas pelo entendimento de que mesmo tendo objetivos pessoais, às vezes tão diferentes, tínhamos que ter conjuntos homogêneos que propiciassem meios para nossas realizações.
A evolução deste relacionamento fez com que percebesse que no fundo tínhamos construções maiores para nossas vidas e que o negócio era parte da passagem destas realizações. Estando na organização vivíamos um meio que propiciava a continuidade e assim deveríamos nos unir, trocando conhecimentos, desenvolvendo soluções, aplicando-as sempre com a certeza que os resultados viriam na forma de uma maior referência de mercado e que isso, diretamente somaria para a equipe que vinha produzindo o feito.
A redução dos ciclos trouxe a obrigatoriedade de se criar, de se realimentar diariamente. A administração do tempo e o crescimento das famílias (relações) passaram a ser chave de êxito para a continuidade dos nossos negócios e carreiras. Nossos negócios e carreiras dependem do “bem estar diário”, da disposição pelo avançar, da evolução do nosso equilíbrio frente a todas as situações reais que vivenciamos.
Construa sua marca pessoal online
Postado por Gustavo Periard em 09/02/2008
Categoria: Carreiras
A internet tornou nossas vidas mais expostas, e ter uma boa reputação na rede pode ser crucial na hora da avaliação de um projeto ou uma entrevista de emprego.
Naturalmente, você não precisa ter seu nome amplamente divulgado pela internet, mas é muito saudável para sua carreira que você exista, e que as referências sejam boas.

Mas o que você pode fazer HOJE sobre isso?
Pesquise seu próprio nome
Coloque seu nome (entre aspas) na miraculosa caixinha de pesquisas do Google, e veja a qualidade dos resultados. Seu nome aparece de forma positiva e relacionada à sua atividade profissional? Comentários construtivos? Artigos escritos? Ou as únicas referências são listas de candidatos eliminados em concursos públicos ou, muito pior, participações em fóruns de caráter duvidoso?
De qualquer modo, é bom que você descubra primeiro que seu futuro chefe ou cliente.
Crie um perfil profissional
É bem provável que você já tenha um perfil no orkut, mas invista também em redes sociais de caráter profissional, como a linkedin, facebook e a brasileira Via6.
Tenha seu próprio domínio
Domínios são os endereços da internet, como www.sobreadministracao.com. Você pode ter um domínio gratuito agora mesmo, sem nenhum custo, utilizando o Blogger, (para ter o domínio seunome.blogspot.com), ou Wordpress (para ter o domínio seunome.wordpress.com).
O Blogger é mais tradicional, conhecido e bem rankeado pelo Google (afinal, pertence ao Google), e o Wordpress é o que oferece mais recursos, tanto em termos de opções de publicação e criação de páginas, quanto de personalização do visual.
Entretanto, a melhor solução para sua marca pessoal é comprar um domínio, como seunome.com.br, seunome.com, ou seunome.net, e contratar uma hospedagem profissional. Não é de graça, mas os custos são baixos, e ser proprietário de seu endereço sugere ao seu prospector que você também é dono de seu destino na internet, bem como de sua carreira.
Use o email do seu próprio domínio
Especialmente se a sua carreira não for intimamente ligada a uma organização, um endereço de email no estilo contato@seunome.com causa uma impressão melhor do que os milhares de serviços públicos disponíveis, especialmente aqueles que você precisa soletrar.
Adicione uma assinatura ao seu email
Se quer que as pessoas o encontrem e façam negócios, facilite o contato. Adicione uma assinatura automática no rodapé do seu email com nome completo, cargo/profissão, telefone, celular e site.
Use o seu site para criar uma network
A internet facilita os relacionamentos, especialmente em nível de prospecção e contato inicial. Pesquise quais são as pessoas mais influentes da sua área que têm sites próprios. Coloque links em seu site, envie emails, comente os artigos mais interessantes, escreva também sobre temas já tratados por estes profissionais, e coloque um link em seu texto para que o leitor possa aprofundar a leitura.
Agindo de forma proativa e generosa, em alguns meses seu site também será notado e, se tiver conteúdo e qualidade, passará a ser uma referência para os outros, ampliando sua rede de contatos profissionais.
Tenha um slogan e uma definição profissional.
Um slogan é uma frase de impacto que ajuda o seu nome a cavar um espaço na memória de outras pessoas. Crie uma frase curta que resuma o propósito de seu trabalho. Pode se dar plena liberdade em criatividade, originalidade e paixão.
Sua definição, ao contrário, deve ser mais racional e descritiva. Escreva em um parágrafo, que um leitor normal consiga ler em menos de 30 segundos, quem você é, qual o seu perfil profissional, e o que você pode fazer.
Disponha seu slogan e sua definição profissional em um local bem visível do seu site, de modo que o visitante, dando uma rápida olhada, pode decidir conscientemente se deve ou não continuar a leitura.
Crie conteúdo de valor
Com todos estes procedimentos, é bem provável que sua marca online melhore consideravelmente e, quando um prospector pesquisar seu nome, encontre primeiro a sua versão sobre seu perfil profissional.
Mas há aqui uma outra oportunidade, ainda melhor.
A partir do momento em que você possui seu próprio espaço na internet, pode escrever sobre seu ramo de atividade, tornar seu ponto de vista mais relevante e, se for bem sucedido, tornar-se uma referência em sua área.
Escrevendo bons artigos, sua visibilidade online se expande rapidamente, pois outros profissionais lerão seu conteúdo e escreverão a respeito dele em seus respectivos blogs. Se mantiver continuidade em sua produção e demonstrar conhecimento de causa, com o tempo será reconhecido como um especialista na área, ganhará visibilidade e, naturalmente, acesso a novas oportunidades.
Artigo extraído do site www.metaexecutiva.com
FAÇA O QUE TEM DE SER FEITO
Postado por Gustavo Periard em 30/01/2008
Categoria: Carreiras, Gestão e Liderança
*por Claudinei Costa
Qual é o segredo do sucesso? Como conquistá-lo? Por que algumas pessoas fazem mais sucesso do que outras?
Essas perguntas martelam a cabeça de muitas pessoas. Existe uma receita, uma fórmula mágica para alcançar o sucesso? Se você pensou que sim, se enganou. Não existe.
Na verdade, existe um conjunto de atitudes que fazem a diferença. As pessoas de sucesso buscam aprender, sentir, pensar e agir de modo mais produtivo e mais humano. Sabem o que precisa ser feito e agem.
Essas pessoas de sucesso são empreendedoras, buscam oportunidades, são comprometidas e persistentes, correm riscos calculados, buscam a qualidade, planejam sua vida, tem uma rede de relacionamentos (network), buscam informações e tem autoconfiança.
Acrescente a isso uma idéia que valha a pena, um sonho. Isso mesmo, o que move as pessoas de sucesso é o sonho. Definir o sonho e buscar informações da profissão, desenvolver-se, aperfeiçoar-se, é o que faz a diferença.
Compreendendo isso, é preciso ter garra, para enfrentar sacrifícios e obstáculos, determinação, para manter o foco e coragem, para mudar e enfrentar esse desafio.
E, por fim, será preciso disciplina, para fazer o que precisa ser feito e consistência, para fazer o que precisa ser feito todos os dias.
Na verdade, é uma luta contra os maus hábitos, contra os sacrifícios e contra os obstáculos. Essa missão exige um sonho, um grande sonho e ação. Lute por ele, faça a diferença e torne-se grande.
Faça o que tem de ser feito!!!
* Claudinei Costa
Palestras e Treinamentos
www.claudineicosta.com
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