Vagas para executivos cresceram 28% em fevereiro

Postado por Gustavo Periard em 10/03/2008
Categoria: Dicas e Notícias

O mercado de trabalho continua dando sinais de crescimento. A pesquisa da Manager Assessoria em Recursos Humanos mostra que, em fevereiro, o número de vagas criadas foi praticamente igual ao do mês anterior. Na comparação com fevereiro de 2007, o aumento foi de 28,20%.

“Em janeiro, o estudo mostrou 3.125 vagas e em fevereiro, 3.018, uma diferença de apenas 3,42%. Porém, consideramos esse um ótimo resultado, já que em fevereiro tivemos o Carnaval e também menos dias úteis”, diz Hélio Terra, Presidente da Manager.

A pesquisa da Manager refere-se aos estados de São Paulo, Minas Gerais, da Bahia, do Rio Grande do Sul, Paraná e Rio de Janeiro. Dentre esses, os que mais se destacaram foram São Paulo, com 44,86%; Rio de Janeiro, com 17,62%; e Paraná, com 16,37%. Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia ocuparam, juntos, 21,13% das vagas.

Setores

A área Industrial foi a que mais criou vagas em fevereiro, ocupando 26,51% das 3.018 posições. O setor Comercial também se destacou, com 19,68% das vagas. O restante das oportunidades se dividiu entre as áreas Administrativa (18,72%); de Tecnologia da Informação (9,77%); Financeira (8,89%); Compras, Logística e Suprimentos (6,49%); e Jurídica (0,99%).

Carreiras

Os profissionais mais solicitados foram os Engenheiros, com 34,96% das requisições. Em segundo lugar ficaram os Administradores de Empresas, com 20,86%; e, em terceiro, os formados em Ciências Contábeis, com 11,14%.

As outras posições se dividiram entre os profissionais das áreas de: Economia (7,70%), Tecnologia da Informação (10,14%), Psicologia (2,53%), Publicidade, Comunicação e Marketing (3,84%) e outras (8,83%).

A hierarquia das vagas foi dividida entre: executivos/diretoria, com 21,50% das vagas; média gerência, com 20,05%; e os técnicos, analistas e assistentes, com 58,45%.

Idiomas

O inglês continua sendo o idioma mais solicitado pelas companhias. Das 3.018 vagas, 83,33% exigiam o domínio da língua inglesa. As requisições por profissionais que falam o espanhol também têm aumentado: o pedido pelo idioma ocorreu em 11,17% das vagas de fevereiro.

FONTE: Canal Executivo

Brasil tem 18 bilionários na Forbes

Postado por Gustavo Periard em 07/03/2008
Categoria: Dicas e Notícias

Jayme Garfinkel, da Porto Seguro, entrou este ano na lista da Forbes / Reprodução da Internet

Além de Eike Batista , a lista dos bilionários da Forbes incluiu outros 17 brasileiros. Jayme Garfinkel, é outro novo intengrante. Vice-presidente executivo e acionista majoritário da Porto Seguro Seguradora, a maior empresa do setor no país, ele está na 843ª posição. Seu patrimônio atual, segundo a revista é de US$ 1,4 bilhão.

Jayme Garfinkel entrou na companhia em 72 como assistente de diretoria. Depois de um ano, passou a diretor financeiro. Após o morte de seu pai, Abrahão Garfinkel, passou à vice-presidente da Cia. Em 2004, foi responsável pela abertura de capital da empresa. Nos últimos dois anos, os papéis da empresa se valorizaram 120%.

A nova lista da Forbes mostra também o espetacular crescimento das fortunas de Antonio Ermírio de Moraes, da Votorantim, e da família Steinbruch, donos do grupo Vicunha e da CSN.

Antônio Ermírio de Moraes, o primeiro brasileiro na lista da Forbes / Arquivo O GloboO primeiro brasileiro na lista (77º no ranking geral), Moraes viu sua fortuna crescer de US$ 3,9 bilhões em 2007 para US$ 10 bilhões este ano. Além de ajudado pelas perdas do dólar, que em uma ano perdeu 22,2% de seu valor,o principal acionista e presidente do Grupo Votorantim viu seu patrimônio crescer com a grande valorização do setor de commodities. O grupo atua nos setores de aço, cimento, papel e financeiro, no Brasil e nos EUA,

A matriarca da família Steinbruch, Dorothea, (160º no ranking mundial ) teve sua fortuna triplicada de 2007 para 2008, com crescimento de US$ 1,8 bilhão para US$ 6,1 bilhões. Com seus três filhos, um deles Benjamin Steinbruch, e seu cunhado Eliezer Steinbruch, também na lista, em 260º, controla a maior companhia de aço do país, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Eliezer Steinbruch teve o patrimônico aumentado de US$ 1,2 bilhão para US$ 4 bilhões no ano. A família é dona do grupo têxtil Vicunha, que hoje também tem fábricas até na Ásia. Os Steinbruch também são proprietários do Banco Fibra, que tem ativos de US% 5,7 bilhões.

Constantino saiu da lista / Arquivo O Globo

Mas a lista mostra ainda brasileiros que deixaram de ser bilionários. Os principais deles são os membros da família Constantino, proprietários da companhia aérea Gol. Os quatro irmãos juntos, Henrique, Joaquim, Ricardo e Constantino Jr, o presidente do grupo, tinham juntos US$ 4,4 bilhões no ano passado, cada um com US$ 1,1 bilhão. No entanto, todos saíram da lista. Afetada pela crise no setor aéreo a companhi a registrou ganhos menores em 2007 . De 2007 para 2008, as ações do grupo caíram 48,02%.

Veja abaixo a lista dos 18 brasileiros no ranking de bilionários Forbes

77º - Antonio Ermirio de Moraes, da Votorantim com US$ 10 bi

101º - Joseph Safra, do Banco Safra com US$ 8,8 bi

142º - Eike Batista, da EBX com US$ 6,6 bi

160º - Dorothea Steinbruch, da CSN com US$ 6,1 bi

172º - Jorge Paulo Lemann, da Inbev com US$ 5,8 bi

260º - Eliezer Steinbruch, do Grupo Vicunhacom US$ 4,0 bi

288º - Aloysio de Andrade Faria, do Banco Alfa com US$ 3,7 bi

412º - Moise Safra, do Banco Safra com US$ 2,8 bi

462º - Marcel Herrmann Telles, da Ambev com US$ 2,5 bi

524º - Carlos Alberto Sicupira, da Ambev com US$ 2,3 bi

573º - Elie Horn, da Cyrela com US$ 2.1

605º - Abilio dos Santos Diniz, da Companhia Brasileira de Distribuição com US$ 2 bi

652º - Liu Ming Chung, da Nine Dragons com US$ 1,9 bi

707º - Julio Bozano, da Embraer com US$ 1,7 bi

843º - Jayme Garfinkel, da Porto Seguro com US$ 1,4 bi

962º - Guilherme Peirao Leal, da Natura com US$ 1,2 bi

962º - Antonio Luiz Seabra, da Natura com US$ 1,2 bi

1062º - Rubens Ometto Silveira Mello, da Cosan com US$ 1,0 bi

FONTE: Jornal O Globo

CRA e Jovens Administradores recebem Bob Wollheim em São Paulo

Postado por Gustavo Periard em 07/03/2008
Categoria: Dicas e Notícias

Evento, na sede do Conselho Regional de Administração de São Paulo, reúne jovens administradores e Bob Wollheim

Composto por jovens profissionais, estudantes e recém-formados dos cursos de Administração de Empresas das principais Instituições de Ensino da Grande São Paulo, o Comitê Jovens Administradores do CRA-SP (Conselho Regional de Administração de São Paulo) esteve reunido nesta quinta-feira, dia 29 de fevereiro de 2008, com o empreendedor Bob Wollheim.

Formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Bob se diz um empreendedor nato. É também um apaixonado pelo tema empreendedorismo e por viagens da aventura. Nessas idas e vindas, Wollheim escreveu, em parceria com Pyr Marcondes, o livro “Empreender não é brincadeira”, publicado pela Negócio Editora, no qual apresenta depoimentos de pessoas que criaram o seu próprio negócio.

Durante o encontro, Bob Wollheim falou aos jovens sobre sua trajetória de sucesso e suas decepções no mundo corporativo. Comentou sobre o momento em que decidiu deixar o curso de Engenharia na Escola Politécnica/USP (mesma formação de seu pai) para cursar Administração de Empresas. Atualmente, ele toca o seu próprio negócio, a Sixpix Content, empresa de criação de conteúdo.

O administrador de empresas começou sua carreira como estagiário na Ford Motor Company e num momento sabático de sua carreira empreendedora, esteve como executivo, ocupando a principal cadeira da Starmedia - uma das maiores empresas pontocom durante o boom da internet, na década de 90. Lá, enquanto CEO, participou inclusive do processo de abertura de capital da empresa (IPO). Para Bob, o jovem administrador pode tanto seguir uma carreira executiva (se é isso que ele quer), quanto ser empreendedor e construir seu próprio negócio. “O importante é se conhecer e saber o que o trará maior satisfação”, argumenta Wollheim.

Presente ao evento, o jovem administrador Fabiano J. Santana, formado em Administração com ênfase em Hotelaria pela Unibero, comentou: “Aos 27 anos a quantidade de dúvidas e incertezas é muito grande. A iniciativa do CRA de aproximar estudantes através de eventos traz conhecimento e possibilita a troca de experiências, o que nos permite conhecer pessoas das mais variadas competências, mas com dúvidas semelhantes. Ouvir um administrador e perceber a existência de experiências boas e outras nem tanto, desmistifica a questão do sucesso. É uma ótima iniciativa para a vida profissional”.

“O Caminho das Pedras, Pedras no Caminho com Bob Wollheim, foi o primeiro de muitos eventos que queremos promover em 2008. Trata-se de um evento intimista, realizado em ambiente informal e lúdico, no formato roda-viva, onde grandes executivos, no ápice de suas carreiras contam sua trajetória no mundo corporativo, na gestão pública ou no terceiro setor. É um espaço importantíssimo para os futuros executivos conhecerem os erros e os acertos de quem já chegou lá, no topo de suas carreiras” informa Aldo Ferrari - presidente do Comitê Jovens Administradores.

Mais informações sobre o CJA:
Aldo Ferrari
Coordenador do Comitê Jovens Administradores
relacoes.externas@crasp.com.br

Brasil - Excelência Na Exportação De Serviços

Postado por Gustavo Periard em 20/02/2008
Categoria: Dicas e Notícias

Para manter a competitividade e sobreviver no ambiente corporativo as empresas prestadoras de serviços em Tecnologia da Informação (TI) encontraram novas alternativas de negócio para apoiar suas estratégias de expansão. De olho não apenas no mercado brasileiro, essas companhias têm encontrado excelentes oportunidades no exterior, especialmente em países da América Latina. Estudo do instituto Gartner indica que a terceirização vem crescendo significativamente mais nos países latino-americanos do que no restante do mundo.

brazil-flag.jpg Assim, o Brasil passa a ser visto no cenário mundial como um verdadeiro pólo de outsourcing, brigando de igual para igual com empresas que atuam no mercado internacional. Já é comum grandes corporações terceirizarem suas infra-estruturas de TI a partir do Brasil, escolhendo um contratante que possa agregar qualidade ao seu negócio. Esses são os chamados ‘centros de competência’, em verdadeiro processo de efervescência no país.

Se antes as empresas nacionais precisavam competir com as ‘irmãs’ brasileiras, agora a ‘disputa’ é mais acirrada, já que atuar em outro país requer investimentos especialmente em mão-de-obra. O outsourcing de Service Desk tem tudo para ganhar mais adeptos a médio prazo. A previsão do Forrester Research aponta que esses segmentos devem atingir, em 2009, US$ 15,5 bilhões.

O Brasil não carece de bons prestadores de serviços em TI. A carência maior reside na ausência de investimentos governamentais que possam fomentar e fortalecer o país como um pólo de outsourcing. Entre os contratantes, na maior parte das vezes, fica claro a disposição de fechar um contrato de gestão de Service Desk com o fornecedor local, ao invés de eleger um parceiro na Índia ou na China.

Modelos bem sucedidos de projetos de terceirização em multinacionais funcionam como cartão de visitas para que o trabalho brasileiro seja reconhecido, e muitas vezes, levado para fora. A competitividade nacional, especialmente no que tange a infra-estrutura de TI, faz com que os ‘centros de competência’ ganhem cada vez mais espaço no cenário corporativo internacional. Mais.

FONTE: Brasil Opportunities Brasil

Lucro do Unibanco dobrou e chegou a R$ 3,4 bilhões em 2007

Postado por Gustavo Periard em 14/02/2008
Categoria: Dicas e Notícias

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O Unibanco terminou o quarto trimestre de 2007 com lucro líquido de R$ 827 milhões, 43,6% acima dos R$ 576 milhões somados nos mesmos três meses de um ano antes. No exercício passado completo, o lucro líquido foi de R$ 3,448 bilhões, um aumento de 97% em relação aos R$ 1,75 bilhão obtido em 2006.

Desconsiderando eventos não recorrentes, o lucro correspondeu a R$ 715 milhões no trimestre final de 2007 e a R$ 2,6 bilhões no exercício passado inteiro.

Entre os eventos não-recorrentes a oferta de ações da Bovespa Holding e da BM&F que geraram ganhos de 382 milhões no quarto trimestre, informou o banco.

Os ativos totais do Unibanco atingiram R$ 149,597 bilhões, com elevação de 44,2% em relação a 31 de dezembro de 2006. Desse crescimento, destaca-se, principalmente, a evolução de R$ 16,1 bilhões da carteira de crédito, sobretudo nos segmentos de crédito consignado, financiamento de automóveis, cartões de crédito e Micro, Pequenas e Médias Empresas (PMEs), disse a instituição em nota.

No documento, informou ainda que a carteira de crédito alcançou R$ 61,435 bilhões, com aumento de 9,9% no trimestre e de 35,4% em 2007.

Apesar do aumento expressivo, o lucro do Unibanco está longe do registrado alcançados pelos maiores bancos do Brasil. Na terça-feira, o Itaú divulgou lucro líquido recorde de quase R$ 8,5 bilhões em 2007 , superando os números de seu rival de maior porte, o Bradesco, que em janeiro anunciou ganho anual de R$ 8,01 bilhões em 2007.

FONTE: Valor Online

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