Sobre Administração
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Como Pedir Aumento
Postado por Tom Coelho em 29/01/2008
Categoria: Dicas e Notícias
“Se você pensa que pode, você pode.
E se você pensa que não pode, você está certo.”
(Mary Kay Ash)
* por Tom Coelho
O mundo corporativo coloca em pólos opostos o empregado, acreditando-se injustiçado porque ganha menos do que julga merecer, e o empregador, convencido de que paga mais do que deveria pela produção gerada.
Para vencer a batalha de conseguir um aumento salarial, informação e astúcia são os ingredientes básicos, aplicados conforme as dicas a seguir.
1. Faça uma auto-avaliação criteriosa. Aumentos devem ser obtidos por mérito antes mesmo de serem desejados. Por isso, pondere sobre sua performance. Acompanhe seus relatórios de avaliação de desempenho e competências e o feedback de seu supervisor e colegas de trabalho.
2. Pesquise o mercado. Analise a média salarial do seu cargo no mercado comparando-a com a média paga por sua empresa. Lembre-se de considerar o porte da companhia. Não se pode esperar de uma pequena corporação a mesma capacidade de remuneração de uma multinacional.
3. Conheça a política salarial de sua empresa. Uma companhia com plano de cargos e salários bem estruturado apresenta regras para promoção, premiação e remuneração. Assim, pode haver critérios que considerem não apenas questões qualitativas, vinculadas a resultados, mas também ciclos cronológicos relacionados às faixas salariais. As normas podem até mesmo limitar a autonomia do gestor na concessão de aumentos, impedindo-o de atender à sua demanda.
4. Estude o ambiente. Observe o desenvolvimento de seus colegas de trabalho. Procure identificar um padrão de comportamento que possa ter conduzido alguns profissionais a uma posição superior. Examine o mercado e a posição relativa de sua empresa para descobrir como anda sua saúde financeira no momento. Faça uma leitura do perfil e das reações de seu gestor a fim de notar a melhor ocasião para abordá-lo.
5. Prepare o terreno. Faça um levantamento de suas atividades buscando mensurar os resultados alcançados. Elabore uma relação dos benefícios que você traz para a corporação e como pode potencializá-los. Prepare uma proposta de solicitação de elevação salarial atrelada às metas da empresa, com um planejamento detalhado para um horizonte de doze meses, por exemplo, com gatilhos de incremento em seus proventos a cada fase concluída do projeto.
6. Dê o bote. O melhor local: na própria empresa, em uma reunião a portas fechadas para minimizar o risco de interrupções. O momento certo: logo após a realização de um projeto bem sucedido e num dia em que o gestor esteja de bom humor. A abordagem recomendada: clareza e objetividade na exposição, porém sem denotar agressividade. Iniciar enaltecendo com autenticidade a companhia, o cargo exercido, a liderança e a equipe. Explicitar o trabalho realizado, os pontos positivos e as perspectivas futuras, conforme o planejamento traçado anteriormente.
7. Quanto negociar. Não há uma regra para isso. Primeiro, porque depende da política da empresa. Os dissídios coletivos anuais são da ordem de 5%. Já os aumentos vinculados ao tempo de serviço ou mudança de função dentro do plano de cargos e salários giram em torno de 10%. Os maiores índices podem ser obtidos quando acoplados ao resultado da companhia.
8. Esqueça os apelos emocionais. A corporação não está preocupada com o fato de sua família aguardar a chegada de trigêmeos, o filho mais velho ter ingressado numa universidade privada ou seu avô exigir um caríssimo tratamento médico. Separe a pessoa do problema. Justificativas de cunho emocional podem até funcionar uma primeira vez, mas o risco maior é causar constrangimento e denunciar que você é um mau administrador de suas finanças pessoais - e, por conseguinte, um péssimo exemplo de gerenciamento para a própria companhia. O foco deve estar em seu desempenho e o nome do jogo é meritocracia.
9. Esteja pronto para negociar. Evidentemente, sua proposta pode ser total ou parcialmente recusada. Neste caso, negocie benefícios, objetivando ganhar mais no longo prazo com base em seu desenvolvimento pessoal. Assim, um curso de idiomas ou um MBA podem representar uma transferência de despesa pessoal que você teria e que será assumido pela empresa.
10. Mantenha a confiança e a auto-estima. Uma postura determinada e segura compõe uma imagem adequada ao seu marketing pessoal. Além disso, calcule os riscos de sua iniciativa. Cuidado também com a opção de flertar com oferta de trabalho de outra empresa. Poderá receber um “até logo” quando imaginava que a proposta seria coberta.
Você avaliou seu desempenho, estudou o mercado e sua companhia, planejou uma argumentação sólida e coerente para respaldar seu pedido de aumento salarial e negociou. Se mesmo assim a empresa tem sucessivamente negado um reconhecimento efetivo pelo trabalho, é hora de considerar a possibilidade de mudar de emprego. Afinal, tapinha nas costas não paga contas.
Programa Apóia Empreendedor Na Abertura Da Empresa
Postado por Gustavo Periard em 22/01/2008
Categoria: Dicas e Notícias
Um programa de auto-atendimento funciona como uma assessoria para quem pensa em se tornar empresário ou melhorar seu empreendimento. Desenvolvido pelo Sebrae em Santa Catarina, o Negócio Certo também está sendo implementado pelo Sebrae em Sergipe e promete se tornar uma ferramenta local de apoio ao empreendedorismo.

O Negócio Certo existe em 3 formatos. Pode ser acessado pelo site do Sebrae/SE. Também está disponível em CD-ROM ou em versão impressa nos pontos de atendimento do Sebrae no Estado. Para ter acesso gratuito ao programa, é preciso apenas fazer um cadastro pela Internet, nos pontos de atendimento ou pelo telefone 0800 722 0402.
FONTE: Business Opportunities
O Aprendiz
Postado por Gustavo Periard em 17/01/2008
Categoria: Dicas e Notícias

O Desafio Sebrae começa 2008 mandando ver. Junto com o Empretec, ele servirá como ferramenta para auxiliar a produção de Roberto Justus a escolher os 16 participantes da próxima temporada do programa “O Aprendiz 5″, que estréia no dia 6 de maio na TV Record. O vencedor ganhará R$ 2 milhões e ainda se tornará sócio de Justus em uma de suas empresas. É o Desafio Sebrae mostrando a que veio e ampliando os horizontes de muitos brasileiros.
Versão exclusiva
Cerca de 43 mil pessoas se inscreveram para disputar as 16 vagas de participantes no programa. Durante janeiro e fevereiro, eles irão competir individualmente em uma versão do Desafio Sebrae, jogo virtual que leva universitários a experimentar a gestão de uma empresa.
Reconhecimento e conhecimento
Para Marcelo Cunha, assessor de marketing do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a utilização do Desafio Sebrae no Aprendiz significa o reconhecimento de uma ferramenta que agrega conhecimento. “O Desafio permitirá a seleção de candidatos mais bem preparados. Não será apenas uma seleção, mas o participante também ganhará um aprendizado”, observa. Ele ressalta que o Desafio Sebrae se tornou uma ferramenta reconhecida no meio empresarial brasileiro.
O crivo do Empretec
Após a competição com a versão do Desafio, o Sebrae e os facilitadores do Empretec realizarão entrevistas, mais um crivo para que a produção de Roberto Justus chegue aos 16 participantes do programa ‘O Aprendiz 5′. O Empretec é uma metodologia da Organização das Nações Unidas (ONU) aplicada no Brasil pelo Sebrae. Por meio de seminários, o Empretec trabalha comportamentos empreendedores.
Sócio do Justus
Em 2007, o Sebrae ajudou Roberto Justus a selecionar os candidatos de ‘O Aprendiz 4′ e elaborou uma das provas às quais os concorrentes se submeteram. Desta vez, o apresentador do reality show empresarial quer enfocar o perfil empreendedor de seu futuro sócio.
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Postado por Gustavo Periard em 06/12/2007
Categoria: Dicas e Notícias

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Nova logo e nome para a Vale do Rio Doce
Postado por Gustavo Periard em 29/11/2007
Categoria: Dicas e Notícias
Vale do Rio Doce passa a se chamar apenas Vale

A Vale do Rio Doce apresentou há pouco a sua nova marca, que consiste em uma imagem que lembra um coração e, ao mesmo tempo, a letra V, com a palavra Vale escrita ao lado. A imagem foi feita com base nas cores verde e amarelo, da bandeira nacional.
Em evento no Forte de Copacabana, o presidente da empresa, Roger Agnelli, ponderou que o momento de lançamento é oportuno para a companhia. A nova marca representa a Vale em que não há diferenças de países, religião ou princípio.
Depois da aquisição da mineradora canadense Inco, que a alçou a Vale ao segundo lugar no ranking mundial das mineradoras no ano passado, segundo a companhia, através da nova identidade visual, a Vale prestende consolidar sua imagem de empresa brasileira com atuação global, ressaltando sua posição de destaque no cenário internacional.
A idéia é que todas as unidades de negócios abandonem as expressões “Companhia Vale do Rio Doce”, “Rio Doce” ou a sigla CVRD. A decisão levou em conta a brasilidade, a força, a simplicidade e a sonoridade do nome “Vale”, que será usado em oito idiomas.
Leia a matéria na íntegra clicando aqui.
FONTE: Jornal O Globo
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