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Dicas do Trump para transformar-se um empreendedor bem sucedido
Postado por Gustavo Periard em 07/09/2007
Categoria: Artigos do leitor, Dicas e Notícias
Para Donald Trump, empreendedor pode ser definido com “alguém que pode segurar a pressão”. Falando em uma conferência em Toronto, Canadá, Trump deixou algumas pérolas para os empreendedores locais. Algumas são interessantes e conhecidas, outras como a #5 um pouco confusas, mas não deixam de ser verdadeiras também…
Segue as dicas
#1: Ame o que você está fazendo. Se não, você nunca será bem sucedido. “Se você ama seu trabalho,” diz Trump, “você trabalha com mais afinco, trabalhando mais duramente, será melhor nele.” É mais fácil
ser bom em algo quando você ama o que você está fazendo.
#2: Nunca desista. Isto é realmente importante. “Você não terá êxito se parar. Assim não pare!”. Esta dica está ligada a primeira, “Se você ama algo que faz, você é menos inclinado a parar.” Logo: Faça o que ama e não desista nunca.
#3: Faça sua própria sorte. Algumas pessoas são mais afortunadas do que outras. A “sorte é importante,” diz Trump. “Quanto mais duramente você trabalha, mais sorte você consegue.” Ele contou uma história que ilustra como seu próprio comportamento mudou sua sorte no negócio. Depois que tinha conseguido um determinado nível do sucesso, Trump “perdeu o foco” e não trabalhou tão arduamente. O resultado saiu caro: $9.2 bilhões no buraco. A moral da história: Você pode fazer sua própria sorte. Você pode mudar sua sorte se você permanecer focalizado e trabalhar duramente. “Você tem o poder sobre a sorte,” diz Trump.
#4: Às vezes você deve ir contra a maré. “Às vezes você apenas tem que ir com seu instinto,” Trump. Às vezes as maiores oportunidades se encontram no sentido contrário que todos estão indo. “Mas,” adverte, “é preciso conhecer muito bem seu negócio para seguir seus instintos.” Quando todos estao vendendo, talvez aquele é mais melhor momento para comprar. “Mas você sabe melhor se o que está fazendo é o correto.”
#5: Ter as melhores pessoas ao seu redor, mas não confiar nelas. Como muitos de nós, o Trump sempre acreditou na máxima: “Tenha as melhores pessoas e confie nelas”. Agora, diz ele, seleciona as melhores pessoas para trabalhar com ele, porém não confia nelas. Ou seja, não esquecer de manter o controle sobre seu negócio. “Preste atenção,” Trump recomenda. “Se o respeitam, ou o temem mesmo, não o roubarão às cegas.”
#6: Reconhecer quando você perde o momento. Às vezes nós podemos todos perder o momento. Se essa vez vier, você necessita saber sobre ele. “Se você o perde, você pode perder tudo,” adverte. Como você pode evitar esta armadilha? Recomenda simplesmente “mantenha o foco”.
#7: Ter sempre um acordo “pré-nupcial”. O Trump adverte seriamente que as “empresas podem ser destruídas por esta.” Esta dica vale para ele mesmo que passou por um divórcio milionário. Trump citou também Paul McCartney como um caso recente. Trump recomenda “proteja seu negócio” porque “58% das uniões terminam no divórcio. É feio, mas você necessita um. Para ser um vencedor, você tem que pensar como um vencedor.”
Pode-se até não concordar com Donald Trump, porém é ralidade que o mundo dos negócios é um mundo difícil e competitivo, cheio de armadilhas para todos os candidatos a empreendedores. Neste sentido seus conselhos são valiosos. Mesmo não concordando com esta “filosofia Trump”, lembrem-se que ele é um bilionário, que já esteve perto da falência algumas vezes, e hoje é um dos empreendedores mais bem sucedidos.
No caso destas dicas, use aquelas que lhe são mais úteis.
Sobre o Autor:
Andrei Lima, administrador e consultor do Sebrae em Goiás. Editor do blog (com)gestão - www.comgestao.com.br
Comunicação é tudo!
Postado por Marizete Furbino em 31/08/2007
Categoria: Dicas e Notícias
Comunicação é tudo!
Por Marizete Furbino*
Assim como na vida pessoal, na vida profissional a comunicação é fundamental.
É através da comunicação que alcançamos sinergia dentro de uma organização, uma vez que a comunicação nos permite unir forças, promover a integração e o inter-relacionamento entre pessoas e departamentos, permitindo que, todos além de conhecer, atuem de maneira a cooperar e a colaborar, somando forças e caminhando de forma interagida em prol dos objetivos organizacionais, procurando alcançar sempre a obtenção da maximização dos resultados, por meio de um trabalho em equipe. A organização deve aprender a valorizar cada mensagem recebida, para atuar em prol da melhoria contínua.
Vivemos em um mundo globalizado, na era da incerteza, mundo recheado de mudanças constantes, onde a comunicação tem o seu valor, portanto, só poderão fazer o diferencial no mercado, as empresas que aprenderem a se comunicar, a trabalhar de forma interligada e inter-relacionada, somando forças, gerando assim, cada vez mais know-how, e por sua vez, agregação de valor, o que é essencial no processo de crescimento e expansão dos negócios, uma vez que, contribui e muito para que a empresa otimize seus resultados e se transforme em um diferencial competitivo, neste mercado onde a competitividade é demasiadamente acirrada.
Além da valorização das pessoas envolvidas no processo organizacional, as empresas deverão apostar na comunicação de seus objetivos, onde, o ideal é haver sempre feedback da comunicação realizada, a fim de construir e manter relacionamentos harmoniosos , fortificando então, a relação não só dos clientes internos, mas de todos os stakeholders envolvidos no processo organizacional, permitindo surgir e manter um elo de ligação entre todos, além de promover e colaborar para perpetuar um ambiente harmonioso e o compartilhamento de idéias e valores, onde a idéia de parceria estará presente em tudo que se faça e em todos.
Na era do conhecimento, a era em que vivemos, é preciso que para o empreendimento sobreviva no mercado, tenhamos pessoas talentosas, grandes líderes, uma ótima estrutura organizacional e que apresentem não só produtos e serviços de qualidade, mas também valores éticos. É também preciso, não só minimizar custos e maximizar lucros de seus acionistas, mas, ir além, se faz necessário enxergar todos os stakeholders como sendo parceiros, contribuindo assim para o desenvolvimento do empreendimento e compartilhamento de seus resultados.
A organização não se pode jamais esquecer que, para se obter êxito nas ações, eficiência e eficácia quanto à comunicação, deverá ficar “antenada” quanto ao meio e também quanto a todos os ruídos que por ventura aparecerem durante todo o processo.
Fazer com que a comunicação flua de maneira satisfatória dentro de uma organização é de suma importância, uma vez que esta poderá determinar o sucesso ou o fracasso das organizações e negócios, influenciando no comportamento dos consumidores e nas relações de trabalho gerando impacto positivo ou negativo na vida organizacional, quanto aos valores, à política e a cultura organizacional existente.
Diante desse cenário, as empresas inteligentes já começam a entender, o grandioso papel da comunicação dentro de uma organização e já iniciam transformações como a reformulação de seus conceitos, filosofias e práticas. Já são conscientes de que devem ficar atentas quanto aos valores e a cultura organizacional, uma vez que, os empreendimentos, assim como as pessoas, carregam sua história consigo e serão reconhecidos, analisados, valorizados e avaliados por esta, portanto, ficar atento quanto ao nosso comportamento e atitudes também é de suma importância.
Incorporar valores à marca, aos produtos e aos serviços, constitui o grande desafio da comunicação empresarial. Portanto, pensar em responsabilidade social, meio ambiente e cidadania corporativa, é imprescindível nos dias atuais e o importante não é só a contemplação destas idéias, mas a implementação das mesmas.
É de suma importância que, além de uma empresa trabalhar em prol de um ambiente transparente, respeitoso e acolhedor, que também tenha uma comunicação rápida, clara e eficiente, zelando sempre pela sua imagem, imagem esta que deve ser de fato de um empreendimento sério e confiável.
Criar e implementar uma política de comunicação não constitui uma simples tarefa, pois, é preciso que haja mudanças no que tange a cultura organizacional e isto não é fácil.
Temos que lembrar sempre que, as empresas são compostas de seres vivos e estes vivem de relacionamentos.
O mundo mudou e nas organizações também é preciso que haja mudanças.
Assegurar que a liderança da empresa acredite que os pilares do sucesso organizacional, passam por transparência e comunicação constitui um avanço.
25/08/2007
Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.
Para empreendedores
Postado por Gustavo Periard em 25/08/2007
Categoria: Dicas e Notícias
Esta notícia é importante para os atuais e futuros empreendedores. Segundo a mais nova pesquisa do Sebrae, 78% dos empreendimentos abertos no período de 2003 a 2005 permaneceram no mercado. O resultado é considerado extremamente positivo, quando comparado com o obtido em pesquisa anterior, em que esse índice foi de 50,6%, para empresas abertas entre 2000 e 2002.
BRASÍLIA, EDIÇÃO Nº. 147 - ANO IV - AGOSTO DE 2007
14 mil empresas
Os dados fazem parte do estudo ‘Taxa de Sobrevivência e Mortalidade das Micro e Pequenas Empresas’, encomendado pelo Sebrae a Vox Populi e divulgado no último dia 20, em Brasília. O levantamento faz uma análise de vários aspectos em 14.181 empresas ativas e extintas de todas as regiões do País nos anos de 2003 a 2005.
Profissional qualificado
O presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, explica que a pesquisa traça o perfil do empreendedor de pequeno negócio. “Ele tem boa escolaridade, busca o conhecimento e a informação para tocar bem sua empresa e insiste em empreender, apesar dos percalços que enfrenta. Um outro dado positivo do levantamento é o de que a pequena empresa tem evoluído na contratação com carteira de trabalho assinada, confirmando a força empregadora dos negócios de pequeno porte”, ressalta Okamotto.
Mais carteira assinada
Segundo a nova pesquisa, no período de 2003 a 2005, houve um aumento crescente no número de empregados com carteira assinada entre as empresas ativas. Em 2003 e 2004, esse número se manteve estável, com 64%. Já em 2005, o número de brasileiros com carteira assinada saltou para 85%.
Alto nível educacional
Para o diretor-técnico do Sebrae Nacional, Luiz Carlos Barboza, essa melhora significativa na taxa de sobrevivência das empresas é atribuída a dois fatores: a elevação do nível educacional dos empreendedores e o aumento na busca por mais informações para a abertura e gestão dos negócios. “Empreendedores mais bem capacitados e informados em um ambiente econômico favorável é a receita adequada para a maior sobrevivência das empresas”, justificou.
FONTE: SEBRAE
Como resolver os problemas com conversas paralelas?
Postado por Gustavo Periard em 13/08/2007
Categoria: Dicas e Notícias
Que atitude você deve tomar se estiver fazendo uma apresentação e algumas pessoas conversam em voz alta atrapalhando o andamento da exposição?
(…)
Comecei a me preocupar com esse assunto quando ainda era um garotão. Certa vez, ainda quando eu estava no curso básico, ocorreu uma cena que jamais fugiu da minha lembrança. Um colega de classe, ao perguntar, inocentemente, a um companheiro que se sentava ao lado qual a frase pronunciada pelo professor, foi pego em flagrante pelo mestre, que o retirou da sala sem chances de defesa.
Fiquei imaginando se alguém teria o direito de expulsar um ouvinte da sala porque conversou, em vez de prestar atenção à exposição.
Sim, tem o direito, mas esse é o último recurso de que dispomos. Antes de tomar uma atitude tão extrema, existem alguns passos que precisam ser dados:
a. Fale um pouco mais baixo
Alguns palestrantes cometem o erro de falar num tom mais intenso quando percebem ruídos no ambiente. Essa atitude, além de não resolver o problema, poderá agravá-lo, porque quase sempre passa a existir uma espécie de concorrência, em que o participante no auditório também aumentará o volume da voz. Fale mais alto somente na primeira ou segunda frase, para chamar a atenção. Depois baixe a altura para que a voz da pessoa na platéia sobressaia no ambiente, forçando-a naturalmente a ficar em silêncio.
b. Passe a falar olhando na direção de quem conversa
Aqui a situação já começa a ficar delicada. Se o primeiro procedimento -falar mais baixo- não for suficiente, o passo seguinte é olhar com insistência na direção de quem conversa, sempre falando com voz mais baixa. Ao perceber que foi notado, talvez ele se cale. Nesse momento, um sorriso ou brincadeira podem ajudar a solucionar o problema de maneira mais leve e simpática.
c. Pare de falar
Agora complicou de vez. Praticamente todas as situações poderão ser resolvidas com os dois procedimentos anteriores, mas, se isso não ocorrer, pare de falar e continue olhando na direção daquele que atrapalha a sua exposição. Dificilmente alguém continuaria a se manifestar no auditório sentindo que o orador parou de falar e lhe dirige o olhar.
d. Peça que se cale
A luz vermelha com indicação de perigo está piscando com insistência. É desagradável ter que chegar a esse estágio. Nesse instante, já se caracterizou uma certa animosidade que nunca interessa a qualquer orador, mas se, depois de todas as tentativas, ainda persistir o problema, não tenha receio, peça que o importunador se cale.
e. Retire-o da sala
Por mais experiente que seja o orador, a adrenalina deve estar a mil. É o último recurso. Tudo já foi tentado para que a exposição tivesse um rumo normal, mas a pessoa que ainda continua falando não está interessada nas suas palavras e não demonstra nenhum respeito ao ambiente. É uma espécie de corpo estranho indesejável que precisa ser eliminado. Retire-a da sala.
Opa, parado aí. Antes de tomar esta decisão, com certeza você já estará certificado de que possui autoridade para isso. Como é que poderíamos colocar alguém fora da sala se ele é o presidente de uma companhia para a qual necessitamos vender nossos serviços?!
f. Faça uma pergunta simples
É tudo ou nada. Nesse caso, nada mais resta a fazer. O indivíduo continua conversando, atrapalha totalmente a apresentação e não existe autoridade para retirá-lo da sala. Antes de desistir, faça uma pergunta bastante simples relacionada com o tema que desenvolve e procure envolvê-lo pela sua própria resposta.
Sabe rezar? Se, depois de todo esse esforço, sentir que as tentativas foram infrutíferas, peça a Deus que o ajude. Se nem Ele ajudar, pare de falar e se retire. Mas isso provavelmente nunca ocorrerá.
Por Reinaldo Polito*
* Mestre em ciências da comunicação, palestrante e professor de expressão verbal. Escreveu 15 livros que venderam mais de 1 milhão de exemplares
www.polito.com.br
polito@reinaldopolito.com.br
NOVO CONVITE
Postado por Gustavo Periard em 03/08/2007
Categoria: Dicas e Notícias
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