Sobre Administração
Artigos, textos e afins para você!
Disciplina! Atributo valioso nos dias atuais.
Postado por Gustavo Periard em 05/09/2008
Categoria: Geral
“Talento sem autodisciplina é como um polvo de patins: há muito movimento, mas nunca se sabe se irá para frente, para trás ou para os lados.”
Jackson Brown Jr.
*por Marizete Furbino
Essa atitude denominada disciplina é determinante na vida de cada profissional. Sem autodisciplina o profissional dificilmente terá sucesso. Impor uma disciplina a si próprio é condição indispensável para que se alcance êxito nas ações e, por conseguinte, obter o resultado além do esperado.
A princípio, ter disciplina parece ser algo difícil de alcançar, mas é importante salientar que disciplina se aprende e se desenvolve. Pode-se conseguir isso com o implemento de novos hábitos, desenvolvendo atitudes e posturas diferenciadas diante da vida profissional, priorizando suas metas, canalizando energias e esforços naquilo que se propõe de fato realizar, para que você consiga alcançar algo.
Nos dias atuais, muito é exigido do profissional; além de conhecimento, muita responsabilidade, dedicação, esforço, auto-estima, muita determinação, comprometimento, talento, envolvimento e muita disciplina. Através da disciplina o profissional atua de forma concentrada, priorizando suas metas, trabalhando em prol das mesmas, alcançando maior equilíbrio no que tange à melhor administração do tempo e assim, com muita responsabilidade, determinação e flexibilidade, possui maior chance de alcançar o tão desejado sucesso.
Com efeito, podemos dizer que Disciplina é a palavra de ordem quando o assunto é crescimento profissional e isto não se pode olvidar. O profissional que não dirige sua vida pautada na disciplina, tende a culpar o próximo e os momentos circunstanciais pelas suas falhas. Esse profissional é incapaz de definir seus propósitos, é igualmente incapaz de enxergar o caminho e qual a melhor forma de caminhar e, se assim o for, como o mercado está cada vez mais exigente, correrá risco de ser “carta fora do baralho”, ou seja, de ser expulso do mesmo.
Todo profissional que se preze deve cultivar a autodisciplina. Através da autodisciplina torna-se possível conciliar vida pessoal e vida profissional, atendendo ambas, sem temer e/ou deixar enfraquecer qualquer iniciativa. A implementação desta habilidade se dá quando existir o querer dentro de cada ser. Tudo começa a partir do querer. Há que se despertar esse querer dentro de você, e só assim você estará motivado a querer fazer. É a partir desse momento que tudo poderá mudar.
Somados a isso, além de incorporar a autodisciplina em nossas vidas, torna-se necessário manter o foco, visualizando claramente o que se quer alcançar e através deste controle não ocorrerá o que chamamos de dispersão; por conseguinte, o alvo terá maior probabilidade de ser atingido em um espaço menor de tempo e com maior qualidade.
Nesse particular, devemos ter em mente que é imprescindível sermos bons profissionais. É saudável e desejável a busca por novos caminhos e novas estratégias; ser disciplinado é fator indispensável para que tudo aconteça conforme o esperado.
Com efeito, é de suma importância lembrar que pessoas determinadas sabem qual o alvo que se quer atingir e qual o caminho a percorrer, buscando sempre a autodisciplina, e assim fica tudo mais fácil, pois o caminho pode ser árduo, mas a determinação e a vontade de realização falam mais alto. Pode parecer irreal ou um tanto neurótico um profissional obstinado com férrea disciplina como o que desenhamos acima. Ocorre que é exatamente este o comportamento dos vencedores. Deve-se separar o que é uma legítima neurose do que vem a ser um comportamento de autodisciplina, este necessariamente voltado para algo produtivo, ao contrário da neurose, que desgasta o indivíduo para coisas que não têm a menor importância.
Nesse diapasão, o que se verifica é que atitude e comportamento são duas virtudes determinantes na vida de qualquer profissional, o que é conseguido através de mudança de postura diante dos fatos, enfim, diante da vida, através de muito esforço, dedicação e empenho. Um profissional com tais características possuirá maior tolerância em relação às incertezas, maior confiabilidade em si próprio, determinação e responsabilidade, transpondo os obstáculos que irão surgir no meio da caminhada e, nesta ótica, estes se tornam sede insaciável e, como conseqüência, o alcance do rebento denominado sucesso em tudo que se propuser a fazer.
Pensando assim, nada mais oportuno dizer que o profissional não deve perder mais tempo, começando imediatamente a exercitar a autodisciplina, enxergando que o maior beneficiário disso tudo será uma só pessoa: você.
Produzindo.net de cara nova!
Postado por Gustavo Periard em 20/08/2008
Categoria: Geral
Bem amigos, é com imenso orgulho que venho falar do re-lançamento do blog Produzindo.net, do excelente profissional e grande amigo Bernardo Pina.
Lançado em Agosto de 2007, o Produzindo comemora este mês 1 ano de vida. E não poderia deixar de trazer novidades a seus queridos leitores. São elas:
- A abertura das postagens para colaboradores. Onde os mesmos ganham o direito de colocar seu próprio banner Adsense nos artigos por eles publicados. Ganhando assim, uma graninha além, claro, da visibilidade do post;
- Versão para impressão, compartilhamento e envio para um amigo, de todos os textos publicados e Gravatar nos comentários do blog;
- E além, claro, do novo layout do blog. Desenvolvido pelo próprio Bernardo, que na minha opinião está bem limpo e funcional, facilitando e muito a vida dos seus leitores.
O Produzindo.net é um blog focado na produtividade pessoal e profissional. Sempre com textos muito úteis a todos os tipos de público. Trazendo artigos, resenhas e dicas essenciais a todos que desejam se aperfeiçoar e ficar bem informados.
Desejo ao Bernardo e ao Produzindo.net uma vida longa e de muito sucesso. Tenho certeza que, com o novo layout e as novidades que ainda não pararam de aparecer, o blog conseguirá o seu lugar ao sol da blogosfera, sempre com muita informação de qualidade e um conteúdo diferenciado.
Parabéns Bernardo!! Vida longa ao Produzindo.net!!
E aguardem, em breve novidades aqui no Sobre Administração também. Não deixem de acompanhar!!
O que acontece com quem perde…
Postado por Menegatti em 16/07/2008
Categoria: Geral
A maioria das pessoas transformou as relações interpessoais em um jogo. Onde uma pessoa satisfaz as suas necessidades à custa da outra. Essa abordagem ganha-perde pode sair muito cara para ambos os lados. Em todo tipo de competição quem perde sempre terá ressentimentos.
Lembre-se de como você se sentiu quando seu cliente mais importante ameaçou cancelar o contrato com sua empresa. Quando seu chefe chamou sua atenção na frente dos seus colegas de trabalho. Qual foi a sua reação? Quais foram seus sentimentos em relação à outra pessoa? Quais foram os efeitos no relacionamento?

Em situações como esta, a pessoa que está sendo dominada recorre a mecanismos defensivos para lidar com o poder. Algumas declaram guerra abertamente; outras se desligam; outras se retiram e tornam-se deprimidas. Listei aqui alguns tipos mais comuns de comportamento:
Primeiro sintoma: Lutar
Neste caso a forma como as pessoas reagem é através da vingança. Quantas pessoas já boicotaram informações prejudicando uma negociação. Deixaram de dar um recado importantíssimo de um cliente. Atrasos de relatórios para prejudicar outro departamento. Maridos e esposas ficam sem conversar durante dias. Estes são alguns tipos de reação. Mas existem muitas outras formas sutis e manipuladoras das pessoas reagirem.
Segundo sintoma: Fugir
Nesta opção você simplesmente escolhe abandonar a relação, seja mental ou fisicamente. Em casos extremos você sai da empresa ou evita completamente a outra pessoa. Várias pessoas abandonam uma relação mentalmente, mas não fisicamente. As empresas estão cheias de pessoas mortas andando pelos corredores.
Terceiro sintoma: Desistir
Nesta opção você entrega seus pontos porque não tem outra escolha ou não quer se incomodar. Seja qual for à razão você concorda ou anula suas idéias. Essa decisão é muito perigosa porque você danifica sua própria auto-estima quando suas necessidades não estão sendo satisfeitas. O resultado dessa atitude pode não ser saudável, porque mais tarde poderão ocorrer reações de vingança ou de explosão por reprimir seus sentimentos.
Quando você entra em um jogo por querer ou porque alguém o colocou lá, o que você deverá fazer para que os relacionamentos não sejam danificados? Faça concessões em favor da harmonia. Fazer concessões não significa negar o que é certo ou errado; significa simplesmente admitir que ambas as partes possam estar, em partes certas e em partes erradas. Se você tiver a harmonia como fim, então a concessão é o meio. A maioria das pessoas está disposta a ceder 50-50, mas por concessão, ambas as partes estão dispostas a ceder 45-45 e os 10 por cento restantes, forma o elo de harmonia. A boa concessão termina geralmente com um sorriso e um aperto de mãos.
A base grita em silêncio
Postado por Profº. André Vinícius em 08/07/2008
Categoria: Geral, Gestão e Liderança
* por Profº André Vinícius
Hoje iremos abordar o tema: “Comunicação nas empresas”. Há alguns anos os livros e revistas especializadas em administração tem afirmado que a distância entre a diretoria (topo) e o chão de fábrica (a base) tem diminuído. O organograma das empresas não é mais o mesmo e a distância entre os níveis de hierarquia é menor. Mas até que ponto isto é verdade?
Irei citar alguns exemplos para que possamos chegar a uma conclusão acerca deste tema. Quando a diretoria convoca uma reunião para decidir algumas estratégias da empresa, a “base da pirâmide” participa? Será que eles podem apresentar propostas ou manifestar qualquer tipo de opinião?
É muito fácil fazer o bonito discurso sobre a importância de todos os setores para a empresa, quando na hora de comemorar a meta e dividir os lucros a base não participa. Se analisarmos a situação pelo ângulo do cliente iremos observar que a comissão de frente da organização é o funcionário que está na base. Ele é o elo entre a empresa e o cliente.
Se percorrermos grandes empresas não observamos o gerente conversando com este pessoal. Ao contrário preferem se isolar em uma sala com ar condicionado e ouvir apenas o que o supervisor tem a dizer ou as ordens que vem de cima. Enquanto isso a base grita para avisar que algo está errado e ninguém está ali para ouvir.
Este cidadão que está na linha de frente ganhando baixos salários e sem nenhum direito de manifestar opinião é o que escuta as críticas, dúvidas e sugestões do cliente e com certeza é o que mais pode colaborar para a estratégia da empresa. Ouça sua equipe em todos os níveis. Do vendedor ao auxiliar de serviços gerais. Eles com certeza possuem muitas informações úteis para o crescimento da sua organização.
RH Educador
Postado por Tom Coelho em 07/07/2008
Categoria: Geral, Planejamento, RH e Motivação
“Necessário é que se reformem as instituições humanas.
Isso depende da educação.
Não da educação que faz homens instruídos,
mas daquela que forma homens de bem.”
(Allan Kardec)
por Tom Coelho
Primeiro foi o “RH Operacional”, um velho conhecido dos profissionais da área. Trata-se do lendário DP, ou Departamento de Pessoal, berço dos recursos humanos, vinculado a questões meramente burocráticas. Um legado getulista, das conquistas perpetradas pela CLT e das garantias constitucionais.
Depois surgiu o “RH Gerencial”, com foco nas pessoas, recebendo inclusive denominações como “talentos humanos” ou “gestão de pessoas”. O intuito era valorizar o “capital humano” como grande diferencial competitivo.
Mais recentemente entrou em cena o “RH Estratégico”, uma versão com título pomposo e finalidade de aproximar o departamento das decisões corporativas, deixando de ser mero coadjuvante.
Estas três visões de RH coexistem, embora o operacional, eminentemente técnico, viceje na maioria das empresas. Se o gerencial humanizou as corporações, o estratégico voltou a distanciá-las das pessoas, diante da preocupação com o negócio e o resultado traduzido pelo azul na última linha do balanço.
Ainda que harmonizar estes três papéis seja um caminho digno de ser perseguido, um quarto propósito necessita ser considerado. Eu o chamo de “RH Educador” e seu preceito básico é instruir os colaboradores não apenas para a empresa, mas para a vida.
A razão é simples. Educar para a empresa contempla o justo objetivo de buscar a lucratividade. E educar para a vida respeita os imperativos individuais e sociais, suprindo um vácuo há muito deixado pelas instituições públicas e continuamente absorvidas pelas organizações privadas.
São missões deste RH Educador promover a qualidade de vida, mediante refeições nutricionalmente balanceadas e campanhas permanentes de combate ao alcoolismo, tabagismo e outras drogas. Desenvolver competências técnicas, comportamentais, relacionais e valorativas através de programas de treinamento em todos os níveis hierárquicos. Estimular atividades culturais e práticas de responsabilidade socioambiental. Ensinar planejamento financeiro para o bom equilíbrio do orçamento familiar. E estes são apenas alguns exemplos.
O RH não é mais ou menos importante do que qualquer outra divisão dentro de uma companhia, mas igualmente relevante, dentro de uma visão sistêmica. Porém, é o único que pode ser o esteio de transformações edificantes, porque não usa cimento e areia, números e dados como matéria-prima, mas corações e mentes.
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