Sobre Administração
Artigos, textos e afins para você!
Transformando AMEAÇAS em OPORTUNIDADES.
Postado por Gustavo Periard em 19/05/2008
Categoria: Geral
“Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve…
e a vida é “muito” para ser insignificante”
(Charles Spencer Chaplin)
Por Adm. Marizete Furbino
Em meio à era da incerteza, nada estará garantido; assim, além de depararmos com uma constante competição, deparamos também com desafios constantes; e para isso teremos que ser sábios para transformar cada desafio em grande oportunidade de aprendizado e de negócio.
Salienta-se que o seu sucesso dependerá muito da maneira como você irá enxergar e encarar os desafios. Tudo dependerá de sua decisão. Pensando assim, a maneira como você reage a este desafio, é determinante. Se lamentar o tempo todo, provavelmente não irá enxergar as estratégias que terá que traçar e nem o caminho a percorrer; assim, tudo ficará obscuro, levando-o ao fracasso. Caso você se sinta realmente desafiado irá “abraçar” aquela causa, envidar esforços, doar-se em demasia e então, além de enxergar o caminho de forma límpida, identificando e entendendo cada desafio, enxergará e avaliará possíveis determinantes, utilizando estratégias de forma a alcançar a superação; e isto faz do desafio uma grande oportunidade de desenvolvimento e crescimento, revertendo todo o quadro negativo.
Sabemos que as ameaças e os desafios são constantes, e que a competição é diária. Em meio a esta era do terceiro milênio, não há como isentar-se destes. Melhor política é, em vez de reclamar, fazer. Se for imprescindível enfrentar, que enfrente de cabeça erguida, com garra e determinação; portanto, o profissional deverá enxergar as ameaças bem como os desafios, encará-los de frente, desvinculando de seu ser o medo, a insatisfação, a aflição, a angústia, o sofrimento e todo “azedume” que porventura poderá surgir, pois, quando mal conduzidos, os desafios , assim como as ameaças, se tornam fracassos.
Além de ter que banir o medo e a insegurança de sua vida profissional, é preciso se antever aos fatos, enxergando o que ainda não foi visualizado por muitos, trabalhando a imaginação, compilando a idéia, colocando-a em prática em prol da agregação de valor do produto e/ou serviço, através do desejo aguçado e da vontade de acertar, neutralizando a ansiedade, o que favorecerá bastante para a construção de algo novo ou inusitado, fazendo assim o diferencial no mercado.
Pensando assim, sabemos que a maneira mais fácil de vencer um desafio reside no amor. Sentir prazer e amor pelo que se faz é a chave de todo o negócio, pois, quando você ama o que faz você desperta o querer que existe dentro de você e a partir daí o caminho, além de ficar largo, fica límpido, fluindo força, coragem, perseverança, determinação e otimismo; por conseguinte, não se deixando abater diante das dificuldades, o que facilita todo o processo.
Somados a isso, o profissional, conhecedor de seus talentos, habilidades, capacidades e conhecimentos, deverá confiar mais em si mesmo. A auto-confiança torna-se fator sine qua non para se alcançar o sucesso. Além disso, devemos ter sempre em mente que os desafios nos revelam oportunidades de desenvolvimento e crescimento, o que contribui para nos tornarmos cada vez melhores no que fazemos.
É preciso lembrar que o que irá determinar o nosso sucesso diante dos desafios chama-se ação. Será a nossa ação que irá reverter todo o quadro presente encontrado. Planejar ações de forma a agregar valor e fazer o diferencial no mercado se torna imprescindível em meio a tantos desafios. Profissionais que não se planejarem correrão sérios riscos de serem esmagados pelo mercado, pois o planejamento é uma valiosa ferramenta de gestão.
Desta forma, ressalte-se também que o planejamento estratégico é de suma importância, uma vez que servirá de bússola, dando rumo à caminhada, proporcionando assim que o profissional seja ágil e pró-ativo, tendo sabedoria para enfrentar as ameaças, aproveitando ao máximo as oportunidades encontradas em meio à “destemperança” do mercado, visualizando e transformando seus pontos fracos em fortes, mantendo o foco e o direcionamento em prol do almejado, mas agindo com rapidez em meio às mudanças.
Por fim, deve-se adotar uma nova postura diante a tantos desafios; e isto se torna, além de imprescindível, emergencial a qualquer profissional que deseja pelo menos sobreviver no mercado competitivo.
À vista do exposto, é importante lembrar que para você vencer qualquer desafio e /ou ameaça você depende de uma e única exclusiva pessoa: você.
O Aprendiz 5 empolga cerca de 70% dos administradores
Postado por Gustavo Periard em 16/05/2008
Categoria: Geral
O reality show que busca um sócio para Roberto Justus não decepciona e revela-se uma aula prática de administração.
A nova edição do programa O Aprendiz começou na noite da última terça-feira (6/5). A premiação vai muito além dos 2 milhões de reais para o primeiro colocado: o vencedor será também sócio do apresentador e empresário Roberto Justus em uma de suas empresas.
O site www.administradores.com.br, que reúne mais de 160 mil administradores e pessoas de negócios, realizou uma enquete para verificar a intenção de seus visitantes em assistir o programa. Cerca de 70% dos participantes desejam acompanhar o programa, sendo que quase 50% se dizem dispostos a assistir a todos os episódios.
Leandro Vieira, administrador de empresas e editor do Portal Administradores, comenta os resultados da enquete: “O Aprendiz é um dos únicos programas televisivos voltados à área de administração e negócios. A versão brasileira é ainda mais adequada, pois nos permite observar características de comportamento e estilos de gestão e liderança que são típicos da nossa cultura”.
A nova edição revela um Roberto Justus cada vez mais à vontade no papel de condutor do programa, sempre colocando os participantes em saia-justa ao comentar suas atitudes e comportamentos.
A primeira a escutar o bordão “você está demitida” foi a carioca Leny Evelini, engenheira de produção, que disse ter o hábito de observar muito antes de participar ativamente de alguma tarefa, e que essa característica seria a sua principal contribuição aos negócios do apresentador. A decisão coube ao próprio Justus: “estou à procura de um sócio, e apenas ter senso de observação não é o suficiente para essa posição”.
“O Aprendiz 5 busca um empreendedor.”, comenta Leandro. “Limitar-se a fazer o que lhe foi atribuído pelo líder ou permanecer apenas na defensiva justificando suas falhas são atitudes incompatíveis com o perfil desejado. O empreendedor assume riscos, é perseverante e auto-confiante, deve ter boa capacidade de comunicação e persuasão e saber transmitir e compartilhar uma visão comum. Em um jogo onde todos tentam demonstrar que possuem essas características, podemos aprender muito sobre administração e extrair lições valiosíssimas”, conclui.
Números da enquete:
Questão: Você irá assistir O Aprendiz 5?
Sim, pretendo assistir a todos os programas. (47%)
Sim, de vez em quando. (21%)
Não, não tenho tempo. (10%)
Não, não gosto do programa. (15%)
O que é O Aprendiz 5 mesmo? (7%)
Total de participantes: 770
Sobre o Portal Administradores
O www.administradores.com.br é o principal canal de referência em Administração de Empresas da Internet brasileira. Consiste em um website ligado ao mundo acadêmico e dos negócios, por onde circulam professores, estudantes, profissionais, e empresários. Recebe diariamente mais de 30 mil visitantes e conta com mais de 160 mil usuários registrados.
A Arte da Possibilidade
Postado por Tom Coelho em 08/05/2008
Categoria: Geral
*por Tom Coelho
Num ano de Olimpíadas, prepare-se para uma overdose de artigos, debates e ensaios lastreados em temas esportivos. As empresas acreditam-se modernas, atuais, antenadas com o momento ao optarem por atletas, técnicos, comentaristas e toda sorte de profissionais – ou ex-profissionais – vinculados ao esporte como a solução mágica para questões do mundo corporativo.
É inegável que podemos encontrar no desporto grandes metáforas à realidade de empresas e profissionais. Assim, Ayrton Senna era exemplo de excelência; Robinho, sinônimo de ousadia; Oscar Schimidt, ícone da obstinação; Pelé, referência em marketing pessoal. As corporações também podem alcançar inspiração nas lições de gerenciamento e liderança legadas por Vince Lombardi (ex-técnico de futebol americano) ou, mais recentemente, Bernardinho, coach da vitoriosa equipe de vôlei masculino do Brasil, dentre tantos outros exemplos.
Embevecidos que ficamos com as fascinantes conquistas perpetradas pelos atletas, diante de sua superação e espírito de cooperação que envolve e transforma uma equipe, deixamos de notar que a realidade do universo empresarial é evidentemente distinta, muito mais complexa, de modo que muitas lições apenas não são aplicáveis e ponto.
Nos esportes, há regras claras e um ou mais juízes preparados para emitir um parecer instantâneo, ainda que por vezes inidôneo. Já o mercado insiste em burlar leis, romper contratos, ignorar regras. E a justiça, por sua vez, tem braços largos, porém lentos; olhos abertos, porém vendados.
Foi dentro deste contexto que encontrei uma metáfora mais adequada para argüir sobre liderança empresarial. Ela advém de uma outra arte: a música.
Observe uma orquestra. Seja ela uma orquestra de câmara (formada por poucos membros), uma sinfônica (mantida por uma instituição pública) ou filarmônica (sustentada por recursos privados), é constituída por diversos músicos e variados instrumentos, divididos em quatro grandes grupos: cordas, madeiras, metais e percussão, cada qual produzindo isoladamente um som característico.
Enquanto num esporte coletivo a equipe pode alcançar a vitória graças a um lampejo de genialidade ou sorte de um único atleta, mesmo com uma atuação medíocre em toda a partida, numa orquestra todos contribuem com o êxito do resultado final. Por isso, o produto que entregam é uma “sinfonia”, ou seja, todos emitindo o mesmo som.
Este objetivo é alcançado através da mediação de um personagem em particular. Trata-se do maestro, aquele mesmo que permanece em destaque durante a apresentação, tem sua foto estampada na capa de CD’s e DVD’s, profere palestras e concede entrevistas, mas que curiosamente é o único músico que não emite um único som.
Aprendi com Benjamin Zander, regente da Orquestra Filarmônica de Boston desde sua fundação, em 1979, que o papel do líder não é conquistar poder, mas tornar os outros poderosos. Permitir aos seus colaboradores que se transformem num novo tipo de ser, migrando do individual para o coletivo, de um ser isolado para um ser conectado.
No vídeo “A Arte da Possibilidade”, distribuído com exclusividade no Brasil pela Siamar, Zander compartilha suas experiências, instruindo-nos que um regente é um arquiteto das possibilidades do grupo. Sua missão é explorar estas possibilidades, mergulhando no âmago de cada membro de sua orquestra com o intuito de desvendá-los, ou seja, remover-lhes a venda que encobre o talento e o potencial de cada músico.
Costumo dizer que o líder é aquele capaz de conduzir as pessoas juntas e em direção a uma mesma visão, levando-as até onde não iriam se estivessem sozinhas. Ele vislumbra qualidades extraordinárias em pessoas comuns, potencializando-as, permitindo-lhes oferecer ao mundo o que têm de melhor. Não se trata de persuasão, mas de inspiração. Inspiração que nutre o entusiasmo, estimula a criatividade e promove a excelência.
Seguro de que todos podem fazer a diferença, Ben Zander estabeleceu um interessante critério para motivar seus pares. Ele sempre confere a nota máxima em uma audição preliminar, exatamente quando o músico está mais sensível e inseguro. Depois, solicita a cada músico que lhe escreva uma carta justificando como fará para merecer tal avaliação ao final de um semestre. O propósito é dar ao profissional uma dimensão de suas possibilidades de realizar e não a mera expectativa de alcançar. Afinal, é preciso fazer silenciar aquela voz na cabeça que em situações críticas procura nos constranger e apequenar, sentenciando: “Você não vai conseguir!”.
Analogamente, muitas são as oportunidades no cotidiano das empresas para valorizar e elevar seus colaboradores. Porém, não raro continuamos a testemunhar líderes que criticam em público e elogiam em particular, quando deveriam fazer o inverso. Líderes que ocultam os acertos e expõem os erros – jamais os próprios. Cultivam o “não”, afastando o “sim” do mapa de possibilidades.
Entre uma orquestra e outra, os instrumentos são os mesmos, mas os músicos não. Por isso algumas melodias falam mais alto ao coração.
É preciso compartilhar a visão, cultivar o brilho nos olhos, promover o relacionamento. Liderar não é verbo intransitivo. Se o líder está sozinho, ele não está liderando ninguém.
A Luz de Neblina
Postado por Gustavo Periard em 14/04/2008
Categoria: Geral
Por Scher Soares
Estou me referindo especialmente à luz de neblina traseira. Trata-se daquela luz mais forte que deve ser utilizada em situações de neblina (será que é óbvio?) para elucidar a presença do seu veículo e evitar a colisão provocada pela baixa visibilidade comum em situações de nevoeiro ou fortes chuvas.
Bom, até aí, tudo bem. Porém, quero chamar a atenção para os motoristas que utilizam a luz de neblina SEM neblina (não disse que não era óbvio?). Sim, parece estranho, mas, é mais comum do que se imagina encontrar diversos veículos com suas luzes de neblina traseiras acesas sem um sinal sequer da presença de reles nuvenzinha.
O que ocorre, é que a referida luz merece o seu título justamente pelo fato de possuir uma característica especial que
A questão é; quem anda
Inegavelmente, todos os tipos ilustrados acima possuem oportunidades de aprendizado e mudança e também inegavelmente, em diversas áreas de vida, pessoas andam com suas luzes de neblina acesas, às vezes porque NÃO SABEM o que fazer (ou COMO FAZER), ou mesmo porque NÃO QUEREM fazer. Dependendo do motorista, um orientação dos órgãos competentes (feedback – liderança) resolve, em outros casos, só mesmo uma pesada multa.
Apesar de parecer um detalhe em relação ao todo (e é), andar
No mundo corporativo os detalhes também fazem bastante diferença. Determinadas luzes de neblina acesas podem indicar para práticas que assim como nas ruas e estradas, prejudicam o relacionamento, não trazem resultados, podem provocar acidentes e não estão entre as melhores práticas.
Luzes de neblinas podem estar acesas sob a forma de uma visão estreita da sua função, ou mesmo sob a falta de foco ou ainda pelo baixo nível de responsividade diante dos contextos. Pior, luzes de neblina acesas podem indicar pouco engajamento com os valores e objetivos da empresa ou ainda ausência de responsabilidade pelos próprios resultados.
Enfim, luzes de neblina acesas sempre indicam algo. Analise por um instante seu equipamento, verifique as condições e finalmente observe sua luz de neblina. Ela te indica algo?
Reflita Sobre Isso e Triunfe!
Você é um líder cinco estrelas? Faça o teste!
Postado por Gustavo Periard em 25/03/2008
Categoria: Geral
Quer saber um pouco mais sobre você e suas qualidades profissionais?
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