COMO GERAR MAIOR COMPROMETIMENTO NAS REUNIÕES DE TRABALHO?

Postado por Gustavo Periard em 19/08/2008
Categoria: Gestão e Liderança

* por Dalmir Sant’Anna

Em diversos segmentos empresariais, industriais e em mercados cada vez mais dinâmicos, a celeuma e os conflitos são características naturais, pois haverá divergências de idéias, opiniões, visões, posicionamentos e histórico funcional. Prezar pela objetividade de assuntos, organização, pontualidade, produtividade e respeito aos participantes de uma reunião de trabalho, contribui para gerar pensamentos positivos sobre mudanças necessárias e a aplicabilidade de novas estratégias. A troca de informações o controle do tempo e o intercâmbio de experiências, estarão favorecendo positivamente para a coerente tomada de decisões estratégicas, gerando maior comprometimento nos acordos firmados durante uma reunião produtiva de trabalho.

A participação revela o interesse pelo assunto - Como a pior decisão é não adotar decisão alguma, a participação com sugestões, opiniões e apontamentos durante uma reunião de trabalho revela interesse pelo assunto, permitindo ao líder constatar pró-atividade em gerar resultados. Além de negativo, ficar durante uma reunião conversando paralelamente com outro colega demonstra desatenção e desinteresse. Quando este fato ocorre, o líder deve chamar o participante pelo nome através de um ato gentil para gerar uma mudança de atitude. A sua convocação para participar da reunião demonstra que suas idéias e sugestões são importantes e interessantes, desta maneira, valorize a sua participação observando a relevância de saber ouvir e falar no momento correto.

Realizar o convite por e-mail - Por permitir rápida comunicação e coerência com os avanços tecnológicos, o convite para participar de uma reunião de trabalho pode ser encaminhado através de um e-mail. Entretanto, é fundamental observar que, antes de apertar o botão “enviar”, é necessário destacar o assunto principal que será abordado na reunião e também revisar atentamente a mensagem observando a data, o local e o horário da reunião, coibindo inclusive erros gramaticais e palavras equivocadas. Para gerar maior comprometimento nas reuniões de trabalho, a presença de pessoas relacionadas ao conteúdo será imprescindível e desta maneira, além da confirmação de leitura da mensagem, lembre de incluir uma pergunta sobre alguns itens do conteúdo que será abordado neste encontro. O destinatário terá conhecimento do assunto a ser abordado, horário de início e conseqüentemente estará com maior compromisso em participar da reunião.

Não seja prejudicado pelo tempo - Pela ausência de um planejamento e falta de uma seqüência cronológica dos assuntos que serão abordados em uma reunião de trabalho, há a impressão que o tempo esgota rapidamente e que metade dos assuntos não são comentados. Para evitar que sua reunião seja prejudicada pelo tempo, faça o registro das informações da reunião em uma agenda ou em uma folha devidamente preparada com antecedência, contando com uma introdução da data, horário, participantes e tema central da reunião para posterior arquivo. Programe um tempo para cada assunto, compartilhe os assuntos de maneira a evitar que algum participante se torne o centro das atenções, bem como, algum outro participante se omita de tudo o que está sendo comentado. É imprescindível realizar o registro dos assuntos que foram abordados e que foram acordados para, posteriormente, não cometer o equívoco de responder: “Eu não sabia nada sobre este assunto!”.

Com o intuito de realizar uma reunião de trabalho mais produtiva e participativa, utilize uma breve dinâmica, de acordo com a disposição do ambiente, das cadeiras e das mesas. Outra dica interessante é iniciar a reunião com um pensamento motivacional para gerar uma reflexão. Ao realizar o convite aos participantes, deixando evidenciado o motivo da reunião e coibindo não ser prejudicado pelo tempo, o desempenho, a produtividade e o envolvimento dos assuntos a serem tratados, estarão permitindo dinamismo e maior comprometimento.

Dalmir Sant’Anna - Palestrante Mágico®, autor do livro “Menos pode ser Mais” (editora Odorizzi), pós-graduado em Gestão de Pessoas, bacharel em Comunicação Social, mágico profissional. Especialista e pesquisador na área de Gestão com Pessoas. Visite o site: www.dalmir.com.br

Somos muito semelhantes…

Postado por Menegatti em 18/08/2008
Categoria: Gestão e Liderança

por Prof. Menegatti

Profissionais de todo o mundo dirão: certo, mas minha situação é diferente, meus clientes são diferentes, meu produto é diferente. Isso pode ser verdade, mas existe um número enorme de semelhanças e acredito que você pode convencer a si mesmo desse fato, respondendo a um teste que li certa vez na internet:

1 - Levante três dedos da mão com a qual escreve.
2 - Pense numa flor e não mude de idéia.
3 - Agora pense num mobiliário.
4 - Pense numa cor.
5 - Pense em um número de um a dez.

Respostas:

1 - Há muita probabilidade de que você tenha erguido os três dedos do meio - 96% fazem isso.
2 - As probabilidades são quase iguais de que você pensou numa rosa.
3 - As probabilidades são de uma em três de que você pensou em uma cadeira.
4 - Com tantas cores que você tem para escolher, as probabilidades são de mais de 60% de que você escolheu o vermelho.
5 - As probabilidades são quase de um para quatro como escolheu o sete.

Há um número enorme de semelhanças em nossos hábitos e em nosso modo de pensar. Existe também muita similaridade naquilo que nossos possíveis clientes, independente do que são ou do que fazem, desejam da vida. O que você precisa é aprender a tirar vantagem dessa similaridade.

O Brasil é um país de grandes potencialidades. Encontramos pessoas que vendem quinquilharias e outras que vendem produtos que são cotados em dólar. Seja no comércio, indústria ou prestação de serviços, algumas estão muito bem, outras mais ou menos e algumas estão falidas. O profissional que acreditar que os negócios não darão certos, que o seu produto é de difícil aceitação, que os seus clientes são diferentes, certamente terá muitas dificuldades enquanto outros profissionais, com uma boa auto-imagem e atitude mental positiva, conquistarão uma maior fatia do mercado.

Qual lado você deseja estar? Dos que choram ou dos que vendem lenços?

Empresa fiel, cliente feliz!

Postado por Profº. André Vinícius em 12/08/2008
Categoria: Gestão e Liderança

Muito se fala em fidelização como forma de conservar a carteira de clientes. O tema “fidelização” está presente nas belas molduras que frisam a missão das empresas e enfeitam os corredores das organizações.

O discurso é muito bonito e propagado a todos os colaboradores como forma de fazer a empresa prosperar. Cria-se um mito ao transferir a responsabilidade da empresa para o cliente. E aí começam os discursos: “O cliente precisa ser fidelizado! Cliente bom é cliente fiel”.

Mas até que ponto isto é verdade? Qual é a responsabilidade da empresa neste processo. Sabendo que o casamento é baseado em vontade mútua das partes e focando a felicidade de ambos os lados, acredito que a empresa possui uma grande responsabilidade neste processo. A empresa precisa também ser fiel ao cliente!

Esta mesma empresa que espera por demonstrações de amor por parte de seus consumidores deve pensar até que ponto ela é merecedora deste sentimento. Então pergunto: Quantas empresas até hoje se apaixonaram por você, cliente?

Quantas vezes você se sentiu especial ao entrar em uma empresa. Quanras vezes você foi surpreendido e teve a grata sensação de: “Poxa, realmente eles se preocupam comigo”. Estou falando do amor. Aquele sentimento gostoso que nasce com a cumplicidade. E isso vai muito além de uma bonita estrutura física ou de equipamentos modernos.

Este sentimento está estampado na missão da empresa, no sorriso de seus colaboradores, na satisfação que todos demonstram por poder atendê-lo. Aí você sente o coração acelerar e tem a plena certeza de que aquela empresa é fiel a você. Os valores dela são os mesmos que os seus e isso é o primeiro passo para um grande casamento! Cliente e empresa olhando na mesma direção!

Acesse: www.andrevinicius.com

Você sabe com quem está lidando…

Postado por Menegatti em 11/08/2008
Categoria: Carreiras, Gestão e Liderança, Vendas

Qual é o perfil da pessoa que compra seu produto? Você sabe quem decide? É fácil identificar o comprador de muitos produtos. No Brasil, os homens normalmente escolhem seu aparelho de barbear e as mulheres escolhem suas meias-calças. Mas temos que tomar cuidado em focar nossas estratégias em um público-alvo, uma vez que os papéis de compra mudam.

Uma gigante do setor químico descobriu, para sua surpresa, que sessenta por cento das decisões sobre a marca da tinta usada para pintar a casa são tomadas pelas mulheres. Assim a empresa decidiu anunciar sua marca tendo as mulheres como alvo.

Segundo, Philip Kotler, podemos distinguir cinco papéis que as pessoas podem desempenhar em uma decisão de compra:

  • Iniciador: pessoa que sugere a idéia de comprar um produto ou serviço.
  • Influenciador: pessoa cujo ponto de vista ou conselho influencia a decisão.
  • Decisor: pessoa que decide sobre quaisquer componentes de uma decisão de compra: comprar, o que comprar; como comprar e onde comprar;
  • Comprador: pessoa que efetivamente realiza a compra.
  • Usuário: pessoa que consome ou usa o produto ou serviço.

A tomada de decisão do cliente no ato da compra varia muito. A compra de um sabonete, de um tênis, de um computador ou de um carro novo envolve decisões bastante diferentes. As compras mais complexas envolvem um número maior de pessoas envolvidas.

O atendimento ao cliente só será perfeito quando conseguirmos identificar qual é o papel que ele está assumindo naquele momento e usarmos a estratégia correta.

O quê faz a diferença no atendimento?

Postado por Profº. André Vinícius em 07/08/2008
Categoria: Gestão e Liderança, Vendas

por Prof. André Vinícius

Qual é a diferença entre o excepcional atendimento e o atendimento medíocre? Como fazer a diferença e se destacar no meio de uma multidão de pessoas que não sabem oferecer mais do que o “arroz com feijão” na hora de prestar um serviço ou vender um produto. Como marcar presença no coração do cliente?

O segredo está em simplificar a vida do cliente. Nada de enfeitar, ou melhor, fazer “mala”. O cliente quer tornar sua vida mais fácil, simples e amigável e para isso busca uma prestação de serviços que corresponda as suas expectativas. A seguir algumas dicas:

Tenha boa vontade - Nada mais frustrante do que encarar um vendedor de mau humor porque você quis experimentar mais de dois pares de sapato e para isso ele terá o “trabalho” de buscar as mercadorias no estoque. O sorriso no rosto e a boa vontade é fundamental e fazem toda a diferença. O cliente deve ficar a vontade e perceber que você tem prazer em atendê-lo.

Fale sempre a verdade - Não importa se você vai perder a venda. O mais importante disso tudo é não perder o cliente. A verdade deve sempre prevalecer. Isto vale também para aqueles vendedores que insistem em empurrar o que não serve para o cliente e para piorar ainda dizem: “Este ficou lindo”. Outro caso comum é o vendedor que empurra um serviço com investimento mais elevado, sendo quealgo mais em conta atenderia as necessidades do cliente. Lembre-se de que o cliente não é bobo e agindo de má fé você corre o risco de perder este cliente e outros que ele poderia te indicar.

Não transfira responsabilidade - Se o produto ou serviço que você vendeu tem algum problema, então busque a solução para o cliente. Ligue para quem for preciso e faça a troca. Busque alternativas e ofereça a correção do problema para o cliente. Lembre-se de que a responsabilidade é somente sua.

Esqueça o horário de atendimento - Uma das piores sensações no atendimento é quando o cliente entra no estabelecimento e faltam cinco minutos para a loja fechar. Neste momento o vendedor “nada profissional” apressa o atendimento porque deseja muito sair no horário e o cliente constrangido acaba não levando o produto. Esqueça o relógio e mantenha o foco em resolver o problema do cliente. Atenda com boa vontade, deixe o cliente a vontade e não apresse a sua decisão.

Não faça cara feia - Seja sempre simpático e cordial.  Nada de fazer “cara de poucos amigos” só porque o cliente não levou nada ou adquiriu um produto com valor pequeno. Lembre-se de que este mesmo cliente pode voltar depois e comprar bastante; além disso, ele vai te indicar para outras pessoas. Independente do cliente o importante é sorrir sempre, chamar o cliente pelo nome e manter o mesmo entusiasmo.

Estas são algumas dicas para que você possa fazer parte do seleto grupo dos profissionais que prestam um serviço excepcional e com certeza essas atitudes irão garantir um lugar no coração do cliente!

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