Mulheres Ambiciosas Ganham Mais

Postado por Gustavo Periard em 21/09/2007
Categoria: Gestão e Liderança

por Zenaide Carvalho

Mulheres Ambiciosas Ganham Mais é título de um livro de Debra Condren (Ed. Gente, 2007). E não há como discordar da assertiva. Mas também serve para os homens. Ser ambicioso ou ambiciosa é:

a) Desejar ganhar mais dinheiro;
b) Ter mais poder;
c) Conseguir o reconhecimento que merece;
d) Ter a determinação para lutar por seus sonhos e;
e) Ser capaz de realizá-los com integridade.

Quando se fala em “ambição” você pensa naquele profissional que passa por cima de qualquer um, sem um pingo de ética, “criando dificuldade para vender facilidade” e que pretende “conquistar-tudo-a-qualquer-preço”? Pode-se chamar isso de qualquer coisa, menos ambição. Para tirar essa visão, veja abaixo como você pode ser uma ambiciosa ou ambicioso e continuar sendo ético:

1 – Seja um lutador: Significa agir como um empreendedor, trabalhador de quantas horas forem necessárias para atingir seus objetivos. Seja você o patrão ou o empregado.

2 – Torne-se um profissional melhor com a melhor orientação: Busque ajuda com especialistas. Não cometa os mesmos erros sempre. Identifique pessoas com as quais você pode contar ou aprender nas horas que precisar.

3 – Não tenha medo do confronto: Se pessoas inescrupulosas lhe sabotam, na maioria das vezes o melhor é abrir o jogo e contar para todo mundo, principalmente se essa pessoa já está acostumada a fazer isso com outras pessoas.

4 – Faça-os pagar o quanto você vale: Assuma que você merece ganhar o quanto vale e assumir o controle da sua vida financeira. Faça bem feito e cobre bem por isso.

5 – Seja muito mais responsável com você mesmo: Muitas vezes você está ajudando aos outros e esquece de seus objetivos. Cada um tem uma só vida para cuidar dela. Dê mais atenção às suas metas e saiba dizer não. Além disso, não culpe aos outros pelos seus fracassos. Assuma a culpa e procure melhorar.

6 – Não abra mão de seu poder: Defenda suas posições e suas crenças, pois tem gente que pode estar jogando sujo com você. Se você tem certeza de seus conhecimentos, não deixe que pessoas menos capacitadas julguem o seu trabalho. Seja humilde mas não se humilhe.

7 – Neutralize os provocadores: Deixe as emoções de lado e olhe objetivamente para os fatos. Confie na sua intuição mas acerte na resposta. Faça do provocador um aliado, mostrando que pode ajudá-lo com seus conhecimentos.

8 – Você merece estar aqui: Não se sabote e ache que não merece estar onde está. Aceite o sucesso e sorria com ele! Você merece, batalhou para isso!

Agora que você já sabe que mulheres ambiciosas ganham mais – e homens ambiciosos também, que tal começar a fazer as contas de sua nova remuneração?

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E você, é ambiciosa(o)??? Deixe seu comentário!!

Ética, Questão de Sobrevivência!

Postado por Marizete Furbino em 18/09/2007
Categoria: Gestão e Liderança

“Se não tomarmos cuidado, no próximo milênio não vamos ter nem ética nem dignidade no dicionário português. Serão substituídas por esperteza”

(Antônio Ermírio de Moraes)

Ética, Questão de Sobrevivência!
Por Marizete Furbino*

Para as organizações do séc. XXI a ética não é mais uma opção e sim uma exigência de mercado. Através da ética, a organização realiza seu diferencial, ganhando respeito, confiança e credibilidade, portanto, tornou-se uma questão de sobrevivência.

No mercado atual, o gestor deverá adotar sempre o comportamento ético, uma vez que este, além de render bons resultados, agrega valor à imagem da organização, portanto, ter consciência, tomar a decisão em ser ético e internalizar dentro da organização tais valores, trabalhando em prol da ética, constitui então, mais que um diferencial, constitui um compromisso que deverá assumir o gestor com a organização, enxergando a relevância da ética dentro de quaisquer organizações, comprometendo-se com os preceitos morais e preocupando-se cada vez mais com a questão dos valores, das condutas, dos princípios, dos comportamentos e do respeito, tornando-se imprescindível a ética dentro de uma organização, uma vez que o mercado está cada vez mais exigente e imagem é tudo.

Torna-se necessário rever alguns princípios impregnados ainda em algumas organizações, que ainda existem e norteiam ações, tais como, a corrupção, o desejo de alcançar mais e mais não se importando com o como, a ausência do respeito mútuo, a individualidade, o egoísmo ainda enraizado em muitas organizações e que servem como erva daninha para as mesmas.

Devemos lembrar sempre que, a organização é composta de pessoas, e estas são recheadas de talentos, anseios, sentimento, idéias, inteligências, culturas, princípios e valores diversos e que serão estas pessoas as responsáveis por alavancar ou arruinar as organizações, portanto, pensar e trabalhar a ética dentro das organizações, tornou-se fator fundamental. Trabalhar em prol do resgate à dignidade, aos valores, aos princípios, repensando conduta e comportamento do ser humano, tornou-se imprescindível, pois, a partir do momento que todos dentro da organização tiverem uma consciência ética, toda a organização irá atuar de forma interagida, inter-relacionada e integrada, resultando no rebento denominado sucesso.

Para que a empresa não só sobreviva, mas para que permaneça sólida no mercado, onde a competitividade é tão acirrada, torna-se imprescindível que seja ética, pois, caso contrário, ganhará alguns negócios, mas não conseguirá manter - se no mercado.

A ética organizacional além de aparecer pautada, de forma nítida, quanto ao comportamento e conduta adotados pelos gestores da organização, aparece também, de forma clara, na missão, visão, nos princípios e valores impregnados, nas políticas e estratégias adotadas, no código de ética elaborado e concebido de fato pela organização como padrão efetivo de diretrizes da ação profissional, onde todos têm conhecimento do mesmo, e na divulgação do balanço social organizacional, portanto, constitui em uma filosofia de vida.

É preciso, que todos dentro de uma organização, exerçam suas funções, de forma transparente, não só respeitando os limites e os direitos das pessoas, mas, em prol do bem comum, contribuindo assim, não só para com o desenvolvimento organizacional, mas para com o desenvolvimento pessoal de todos que fazem parte da organização.

É preciso que toda organização não apenas fale de ética, mas a coloque em prática, difundindo e adotando princípios e valores que lhes servem de guia e que norteiem comportamento e conduta, assim haverá de fato além da harmonia, um crescimento de todos os envolvidos.

É preciso conduzir-se de forma ética não apenas quando lhe for conveniente, mas o tempo todo, demonstrando compromisso não só com a organização da qual faz parte, mas também com a comunidade para qual serve, contribuindo com o desenvolvimento e realizando de fato responsabilidade social.

Assegurar a conduta da organização dentro da visão acima exposta significa garantir não só sobrevivência, mas solidez no mercado.

foto-grande.jpgMarizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço. Contatol: marizetefurbino@yahoo.com.br.

Líder Servidor, o que diabos é isto?

Postado por Gustavo Periard em 31/08/2007
Categoria: Gestão e Liderança

* Matéria escrita pelo Andrei Lima do excelente Blog (com)Gestão.

Na ultima terça-feira (28/08) assisti a palestra de James Hunter, autor de um dos best-sellers mais vendidos no Brasil nos últimos anos, “Monge e o Executivo” , e que tem agora sua continuação no mesmo tema -”Como Se Tornar um Líder Servidor“. Platéia lotada ( já que é raro termos palestrantes deste nível em Goiânia) toda ela com aparelhinho de tradução simultânea colado aos ouvidos. Mr. Hunter subiu ao palco bastante descontraído e mostrou-se surpreso com o grande êxito de seu livro em um país como o Brasil. Disse, também, que os conceitos apresentados no livro não são novidade alguma. “Nunca ninguém discordou dos princípios, pois são básicos e essenciais”. Para ele, muita gente sabe tudo sobre liderança, mas não sabe liderar. “O desafio está mesmo na execução. Liderar é mais como ser um atleta, você precisa praticar”. O sucesso de seus livros (e palestras e treinamentos) deve-se ao conceito da liderança servidora, que preza a autoridade conquistada com serventia e dedicação. “Funciona por um tempo, mas fica velho”. Autoridade, ao contrário, é a habilidade em conseguir que as pessoas realizem sua vontade por conta de sua influência pessoal. Um bom exemplo de autoridade, segundo ele, são nossas mães. “Elas atingem esse status porque nos serviram e continuam a nos servir ao longo de nossas vidas”.Toda a base da liderança servidora está na qualidade que nós temos de evoluir, conforme citado anteriormente, de procurarmos sempre a melhoria contínua (dentro de nós mesmos). “Quem disse que não se pode ensinar truques novos a um cão velho? Acho isso um insulto ao cachorro!”. Para Hunter, o ser humano é mutável e tem a capacidade de fazer escolhas transformadoras. Só precisa de um pouco de vontade.

Confira as competências e qualidades necessárias para ser um líder servidor e que, segundo o autor, podem ser adquiridas com dedicação e vontade própria:

  • Paciência (Autocontrole)
  • Gentileza (Atenção, apreciação e encorajamento)
  • Humildade (Ser autêntico e não arrogante)
  • Respeito (Tratar os outros com a devida importância)
  • Altruísmo (Ir ao encontro das necessidades alheias)
  • Capacidade de perdoar (Saber perdoar ressentimentos quando se está errado)
  • Honestidade (Estar livre da frustração)
  • Comprometimento (Realizar suas escolhas)
  • Serviço e sacrifício (Deixar de lado seus próprios desejos e buscar maior benefício para os outros)

Para finalizar, e juntando todos estes valores citados acima, está o amor . “Não gosto de usar essa palavra, mas todos os grandes líderes usam”. Hunter afirma que o significado da expressão está distorcido atualmente, pois existe muita demagogia, com todo mundo dizendo que ama todo mundo, sem fazer nada de prático para provar esse amor. “Amor é o ato de dedicar-se aos outros através da identificação e do atendimento às suas necessidades legítimas, buscando seu maior benefício“. Para Hunter, amor é um verbo e deve ser praticado com o intuito de elevar o próximo: “Amar não é gostar, mas sim agir para o bem do outro”.

Pelo que pude captar, a mensagem central que o palestrante nos passa é que, a liderança servidora está calcada em três princípios básicos: vontade (para mudar sempre para melhor), caráter (aquilo que realmentes somos) e amor (que nada mais é do que servir ao próximo). Ou seja, a principal qualidade de um líder servidor, ao final, é servir ao próximo, tratar o próximo como gostaríamos de ser tratado, com humildade e respeito. Só assim conseguiremos ser bons líderes e inspirar confiança a quem quer que desejemos…

Integração entre setores: desafio pessoal ou cultural?

Postado por Gustavo Periard em 08/08/2007
Categoria: Artigos do leitor, Gestão e Liderança

Trabalhei, há alguns anos atrás, num setor operacional que estava em pé de guerra. Caí lá de páraquedas, mas logo tive de pegar um fuzil e disparar contra o inimigo para não ser tratado como traidor. A guerra era contra a turma do outro horário do mesmo setor.

Quando a turma da manhã saia, geralmente deixava o material que usaram, e que seria usado por nós no período da tarde, todo desarrumado, o que irritava o pessoal. Então, como represália, quando largávamos, deixávamos tudo bagunçado, para que isso desse trabalho aos que chegaríam pela manhã no dia seguinte. Uma briguinha totalmente inútil, que só prejudicava à empresa por conta do retrabalho causado.

Passei, meses depois, para o horário matutino. Tive, dessa vez, que passar para o outro lado e deixar as coisas jogadas lá para os outros arrumarem à tarde. Em compensação, tinha que perder uma meia hora logo quando chegava, ajeitando tudo que foi deixado de qualquer jeito no dia anterior pelo pessoal do segundo turno.

Os gerentes caíram em cima. Fizeram reunião e expuseram que aquilo era ridículo, e era mesmo, e nos forçaram a trabalhar direito. Trabalhamos direito, por um semana, e voltamos a bagunçar feito crianças. Após mais reclamações, tudo foi quase normalizado. Ainda, infelizmente, existe uma richa entre os dois turnos naquele setor da empresa.

Analisando, agora de fora da briga, vejo que os gerentes tinham, em parte, razão em dizer que esses problemas de relacionamento entre turmas eram causados por conta da imaturidade de alguns dos colegas. Isso faz sentido sim, já que certos funcionários, de nível de instrução baixo, constantemente especulavam e provocavam atritos entre os turnos, o que alimentava a guerra interna.

Mas o que mais contribuiu para aquele clima ruim, na minha opinião, era a cultura adotada pela empresa. Por algum tempo, o que era pregado pelos gestores da organização era a política do “empurra com a barriga”. Uns adoravam protelar as coisas que deveriam fazer, outros jogavam a batata quente na mão de quem não tinha nada a ver, e ainda alguns simplesmente não cumpriam com suas obrigações propositalmente, pelo fato de terem proteção dentro da organização.

Integração entre seções da empresa é algo de extrema importância. Quando se consegue fazer com que todas as partes da corporação funcionem em conjunto, todas as atividades são agilizadas, os conflitos internos são amenizados, a comunicação interna é melhorada e passa a ter menos ruídos. Em suma, todos ganham quando todos trabalham unidos.

Porém, quando uma empresa preserva a cultura da falta de respeito e consideração entre gestores, premia a deslealdade visando somente os resultados e não dá a devida atenção ao seu RH, a integração é algo quase impossível de ser conquistado.

por Gabriel Galvão

www.administrando.wordpress.com e www.admemdebate.blogspot.com

 

A Espiral da Ética

Postado por Tom Coelho em 11/06/2007
Categoria: Gestão e Liderança

“Não é o cérebro que importa mais, mas sim o que o orienta:
o caráter, o coração, a generosidade, as idéias.”
(Dostoievski)

A violência e a intolerância têm dominado o mundo. Observe como elas estão ao seu redor. Nos noticiários da televisão, nas páginas dos jornais e das revistas, nas conversas em rodas de amigos.

Impotentes que nos sentimos diante de sua escalada, recorremos às leis, contratos firmados entre os homens para regular a convivência em sociedade. Passamos a defender a pena de morte, um maior rigor na aplicação das normas, a antecipação da maioridade penal. Buscamos proteção e sequer percebemos que pouco contribuímos para alcançá-la.

O efeito estufa ganha notoriedade e o aquecimento global deixa de ser retórica de cientistas e ecologistas para mostrar sua face real. Estamos comprometendo nossa sustentabilidade e as gerações futuras.

Os males que nos afligem decorrem de nossa natureza egoísta. Não basta sermos ambiciosos. Precisamos cultivar a ganância. Queremos sempre mais. Mais posses, mais bens, mais exposição. Mais coisas quantificáveis, palpáveis, que possam ornamentar uma parede ou serem vistas sobre um móvel de mármore. E, em contrapartida, temos menos carinho, companhia, afeto. Beijamos pouco e abraçamos menos ainda.

Todo jovem, em algum momento de sua vida, nutre a utopia de construir uma sociedade mais justa onde as diferenças sócio-econômicas sejam abrandadas. Ele sabe de sua força e da importância de suas ações para obter este feito. Mas a idade adulta nos visita e passamos a acreditar que a humanidade não pode ser salva e que uma atitude pontual é insuficiente para surtir efeito.

Aqui reside a grande quebra de paradigma. São as pequenas ações individuais, tomadas coletiva e sucessivamente, a gênese da transformação. Lembro-me de um provérbio chinês que diz: “Antes de iniciares a tarefa de mudar o mundo, dá três voltas na tua própria casa”.

A este processo contínuo e envolvente denominei “Espiral da Ética”. A imagem da espiral remete a algo flexível e em constante movimento ascendente. E a ética invoca aos preceitos morais que habitam com naturalidade nosso íntimo.

Alimentamos esta Espiral da Ética através de nossos comportamentos e atitudes. Obedecendo aos limites de velocidade e não trafegando pelo acostamento. Priorizando pedestres e dando passagem a outro veículo. Respeitando vagas e assentos reservados aos idosos e deficientes físicos. Aguardando o desembarque das pessoas de um elevador e segurando a porta para outras o adentrarem antes de você. Evitando estacionar o carrinho de compras no meio de um corredor no supermercado e impedir a passagem das demais pessoas. Ouvindo com atenção seu interlocutor num debate em vez de preocupar-se apenas em expor suas opiniões.

Poderíamos desfilar muitos outros exemplos. E você poderá fazer sua própria lista e começar a colocá-la em prática imediatamente. Inspirado na obra escrita por minha amiga Rosana Braga, intitulada “O Poder da Gentileza”, resolvi chamar a cada uma destas ações de “pílulas de gentileza”.

Trata-se de pequenas drágeas encapsuladas na mente e sorvidas pelo coração. O princípio ativo é dado pelo amor, com elevada concentração de generosidade e benevolência. A posologia recomenda administrar uma autêntica overdose diária. Os efeitos colaterais são variados e os estudos a este respeito ainda não foram concluídos. Sabe-se apenas que no curto prazo foram observadas a ocorrência de brilho no olhar, redução da angústia e da ansiedade, surtos freqüentes de entusiasmo e alegria. E no longo prazo, a expectativa de um lugar melhor para se viver.

Loren Eiseley foi um antropólogo, arqueólogo e escritor norte-americano, conhecido por suas obras publicadas acerca da teoria evolucionista do homem. Em um de seus escritos, magnificamente retratado em um breve filme intitulado “A História do Jogador de Estrelas”, fragmento de obra de Joel Barker, distribuído com exclusividade no Brasil pela Siamar, ele relata que um poeta caminha pela praia quando encontra um jovem arremessando estrelas-do-mar de volta ao oceano, para salvá-las da maré baixa e forte sol que se avizinham. O homem se aproxima e interpela o rapaz dizendo-lhe que sua atitude é inútil diante da imensidão da costa marítima que acometerá fatalmente a maioria daqueles seres. Portanto, seria impossível que sua ação isolada pudesse fazer alguma diferença. O jovem ouve atentamente seu argumento, inclina-se em direção à areia, recolhe outra estrela-do-mar e a atira longe da rebentação. Então, aproxima-se do homem e lhe diz: “Fez diferença para aquela”.

Estou certo de que se conscientizando e agindo em direção a práticas mais nobres e menos superficiais, você encontrará a sua estrela-do-mar. E, com ela, sua essência, a paz e a calma que tanto merece. Ao fazer isso por você, estará fazendo também por mim. E por todos nós.

Tom Coelho
tomcoelho@tomcoelho.com.br

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