Sobre Administração
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Aprendiz 5 - O Sócio estréia hoje dia 6 de maio
Postado por Gustavo Periard em 06/05/2008
Categoria: Dicas e Notícias, Planejamento
Depois do sucesso da quarta temporada, a Record estréia no dia 6 de maio, às 23h, o Aprendiz 5 O Sócio. O programa entra na faixa de exibição do reality Troca de Família, que termina no dia 1 de maio. As gravações do programa com os 16 candidatos selecionados começaram em março e as primeiras tarefas já estão em andamento. A atração volta à grade de programação da emissora este ano oferecendo não só uma vaga de sócio de Roberto Justus, como também o atrativo prêmio de R$ 2 milhões, o maior da televisão brasileira.
A cada temporada, os candidatos se tornam mais complexos, o público mais atento e Roberto Justus mais exigente em suas avaliações. Aprendiz 5 O Sócio recebeu cerca de 43 mil inscritos de todo o Brasil. Depois de um árduo processo de seleção, realizado em parceria com o Sebrae, foram escolhidos os 16 finalistas. Serão esses que vão encarar as tarefas e a temida sala de reunião.Além de Roberto Justus, os conselheiros também são peças importantes no julgamento das tarefas. O consultor Walter Longo, que já participou de outras edições, e o estreante Claudio Forner, serão os conselheiros oficiais do programa.
Desta vez, Roberto Justus gravou a abertura da atração em Atenas (Grécia), e aproveitou para abordar a importância do país como berço da civilização ocidental no aspecto econômico, cultural e social. Esse material realizado no exterior será exibido no primeiro bloco do programa. Nas edições anteriores, o apresentador também gravou chamadas nos Estados Unidos (Nova York) e Suíça (Zurique).
A audiência vem se consolidando a cada temporada. O Aprendiz 4 O Sócio, que também buscou um sócio para Roberto Justus, alcançou 11 pontos de média e 23% de share e conquistou o primeiro lugar em vários episódios. Na atração, Roberto Justus surpreendeu o público ao mudar as regras do jogo e demitir dois candidatos no mesmo episódio, não descartar ninguém em outro momento, ou até presenciar uma tentativa de extorsão frustrada por parte de um finalista durante a execução de uma tarefa. O vencedor da quarta temporada foi o paulista Tiago Aguiar, que apresentou um projeto ecologicamente correto de lavar carros sem o uso de água. Ele continua trabalhando em parceria com o Roberto.
Mas outros participantes do Aprendiz também conquistaram uma vaga fixa nas empresas de Roberto Justus e continuam até hoje trabalhando com ele. São os casos de Vivianne Ventura, vencedora do Aprendiz 1, que virou Diretora de Novos Negócios do Grupo Newcomm, Elise Passamani, também participante da primeira edição, tornou-se gerente de RH da empresa e Maria Beatriz Queiroz, que chegou à grande final do Aprendiz 4 O Sócio, trabalha atualmente como supervisora de contas do mesmo grupo.
FONTE: Administradores.com.br
Brasil recebe grau de investimento
Postado por Gustavo Periard em 30/04/2008
Categoria: Dicas e Notícias, Planejamento
Standard & Poor’s eleva Brasil a categoria de grau de investimento
A agência de classificação de risco Standard & Poor`s elevou há pouco a nota de crédito (rating) da dívida externa e de longo prazo do Brasil de BB+ para BBB-. Com a elevação, o país entra para o grupo de países considerados de baixo risco, chamado de grau de investimento, ou investment grade.
Aguardada há alguns anos pelo governo e por agentes do mercado financeiro, a notícia foi vista com surpresa pelo mercado, já que não era esperada ainda neste primeiro semestre. Com isso, a Bovespa deu um pulo logo após a divulgação e subiu de 1,3% para cerca de 4% logo em poucos minutos. Mas a disparada continuou e o Ibovespa bateu recorde histórico .
O principal benefício de o país se tornar investment grade é atrair grandes investidores institucionais de países desenvolvidos que, por regras dos seus estatutos, só podem investir em ativos considerados de baixo risco.
Um dos motivos que levaram o país a atingir tal classificação foi já ter reservas suficientes para pagar a dívida. Em fevereiro, o governo anunciou que o Brasil tinha passado a ser credor externo. Ou seja, todos as reservas internacionais e ativos que o país possui, são maiores que a dívida externa tanto dos governo ou de empresas. Isso ocorreu em janeiro, segundo a autoridade monetária, devido ao fortalecimento das reservas internacionais.
Já naquela época o ministro Mantega já dizia que o país estava próximo ao grau de investimento .
FONTE: Valor Online/OGlobo
Administradores podem concorrer a Prêmio Nacional
Postado por Gustavo Periard em 28/04/2008
Categoria: Dicas e Notícias, Planejamento
O Conselho Federal de Administração - CFA lança concurso nacional para concessão do Prêmio “Belmiro Siqueira” de Administração 2008, nas modalidades: Artigo, Dissertação de Mestrado e Tese de Doutorado.
As inscrições vão até o dia 31 de julho próximo, e deverão ser feitas nos Conselhos Regionais - CRAs, podem participar bacharéis, mestres e doutores em Administração, devidamente registrados nos respectivos CRAs, e que estejam em dia com suas obrigações para com o mesmo.
A premiação chega a R$ 26.250,00 que serão divididos entre as categorias. O Prêmio já existe há vinte anos e, desde então, tem valorizado e estimulado estudos realizados por administradores.
Em 2008 o tema para artigo é “Desenvolvimento Sustentável - visão do administrador”, e para as dissertações e teses deverão abordar “As teorias da Administração”.
Os selecionados serão conhecidos até o dia 15 de dezembro de 2008, onde, os nomes serão apresentados ao Plenário do Conselho Federal de Administração - CFA pelo Comitê de Julgamento, para homologação.
O Administrador Belmiro Siqueira é patrono dos administradores brasileiros. Dedicou sua vida a lutar pelo reconhecimento da profissão. Foi servidor público e conselheiro federal, sua influência teve grande importância para a elaboração da lei nº 4769/65 que, hoje, regulamenta a profissão de administrador no Brasil.
Mais informações: www.belmirosiqueira.org.br e www.cfa.org.br
FONTE: Administradores
Um Clichê ainda atual: “A imagem é tudo!”
Postado por Marizete Furbino em 25/01/2008
Categoria: Planejamento
“Boas empresas satisfazem necessidades, ótimas empresas criam mercados”.
(Philip Kotler)
Por Adm. Marizete Furbino
Século XXI, era marcada por mudanças e incertezas; portanto, as empresas que estão inseridas no mercado deverão ter uma preocupação em comum, que é a preocupação relacionada à imagem da empresa repassada ao cliente.
É interessante lembrar que a identidade corporativa, além de contribuir em demasia para a consolidação de sua marca no mercado, possui valor significativo no que tange a estratégia em seu negócio. A identidade corporativa e a imagem corporativa fazem toda a diferença no momento da aquisição de produtos e/ou serviços; portanto, ambas devem ser bem construídas.
A empresa deverá estar consciente que o cliente ao verificar seu produto e/ou serviço, irá imediatamente fazer uma associação à sua imagem, para depois adquiri-lo; portanto, esta deverá passar valores positivos, valores estes que correspondem de fato à imagem não meramente criada, mas sim imagem de fato traduzida ao mercado condizente com sua realidade. Veja bem, a empresa jamais deverá utilizar sua imagem de maneira a ludibriar o mercado, pois, se assim for, além do consumo esperado existir e sobressair por apenas em um determinado período e este ainda ser de curta duração, a empresa ficará comprometida perante o mesmo, quando a verdade vier à tona, correndo-se então o risco de ser esmagada pelo mercado.
É preciso lembrar sempre que o cliente tem significativa importância no mercado; por isso, torna-se necessário, além de conhecer, entender e atender com eficiência e eficácia o mercado, lembrar a todo o momento que seu produto e/ou serviço deverá atender pessoas, pessoas estas que possuem desejos, anseios e necessidades diversas e que definirão se sua empresa irá permanecer ou não no mercado.
Por conseguinte, é de suma importância conscientizar-se que o reconhecimento da identidade, bem como da imagem corporativa, estão intimamente ligados às relações existentes entre os clientes internos e externos, e que o poder de uma imagem bem construída advém de um trabalho sério, com respaldo técnico e consistente, principalmente no que se refere às ações, qualidade e resultados, agregando de fato valor ao produto e/ou serviço, procurando fazer uma combinação perfeita, correspondendo às reais expectativas e anseios do consumidor.
Observa-se que a credibilidade de uma empresa diante do mercado que se encontra, está atrelada à sua imagem, e que o trabalho de construção de uma imagem corporativa em prol da solidez de uma determinada marca exige, além de tempo, responsabilidade ética, seriedade nas ações, comprometimento, envolvimento, dedicação, conhecimento, honestidade, sinergia entre todos os departamentos e envolvidos no processo, de forma que todos trabalhem de maneira integrada, interagida e inter-relacionada, procurando, além de saber ouvir, entender e obter conhecimento, para atuar de forma a transmitir a mesma filosofia da empresa através de uma comunicação eficiente, eficaz, criativa e condizente com a realidade da empresa, construindo e fortalecendo sua marca, buscando sempre atender às reais expectativas do cliente, colocando seus anseios e satisfação em primeiro plano; portanto, constitui um grande desafio, devendo o trabalho de marketing ser obrigatoriamente bem feito, honesto e condizente com a realidade da empresa, e assim, conduzi-la rumo ao sucesso; caso contrário, toda empresa ficará comprometida, percorrendo direção contrária, rumo ao fracasso.
Nos dias atuais, a marca deixa de ser meramente um símbolo que serve para identificar a empresa, passando a ter uma conotação mais significativa, a de valoração percebida pelo cliente que o induz a comprar os produtos e/ou serviços.
O exemplo clássico é o do slogan “It’s a Sony!” (É um Sony!), que passa a idéia de credibilidade e qualidade de uma empresa sabidamente sólida e confiável (Sony Corporation). A marca, além de ser o resultado da soma de muitos esforços, envolve sempre muita pesquisa, acentuada preocupação com a qualidade e inovação, para assim, conseguir fazer o diferencial, constituindo-se então em um grande desafio para todos os envolvidos, principalmente para o marketing, sendo seu desafio maior o de garantir o reconhecimento da empresa no mercado, tornando-a, além de conhecida, acreditada e sólida no mesmo, procurando igualmente realizar o trabalho de criação, desenvolver também estratégias para despertar, inserir e manter a marca na mente do consumidor.
É importante ressaltar que com a globalização a concorrência, além de ser global é acirrada, e para que a empresa pelo menos sobreviva neste mercado de grande competitividade, torna-se necessário realizar uma estratégia de comunicação muito bem feita. A empresa que quiser fazer o diferencial deverá ficar atenta quanto sua estratégia de comunicação, investindo muito e durante anos no marketing e na qualidade de sua produção. É preciso mostrar para o mercado o seu diferencial, pois sabe-se que, além da imagem que se deseja projetar, que deve ser condizente com a realidade da empresa, o que conta é o contacto do cliente com o seu produto e /ou serviço; portanto a empresa, além de ter uma preocupação em demasia com a construção de sua identidade e imagem corporativa, deverá preocupar-se também com a qualidade dos produtos e/ou serviços por ela ofertados, pois, sabe-se que a imagem é fator decisivo no reconhecimento da marca, mas, sabe-se também que a qualidade é fator decisivo no momento da compra, o que hoje constitui um grande diferencial, transformando-se então em vantagem competitiva e determinando assim a relação custo/benefício, o que contribui para, além de conquistar, reter e fidelizar clientes, manter a empresa sólida no mercado.
Exatamente por isso, o cuidado da empresa para com a construção e zelo relacionado à sua identidade corporativa, preocupada em estipular e fazer valer alguns valores, responsabilidade ética, princípios, cuidando de sua conduta bem como de sua imagem corporativa é semelhante ao cuidado e zelo relacionado à imagem de um ser humano, pois, além de ser determinante, é de vital importância para sua sobrevivência e /ou permanência no mercado, sendo notado não apenas pelos clientes, mas por todos os stakeholders (clientes internos e externos, colaboradores, fornecedores, comunidade, acionistas, investidores, Governo, concorrentes, enfim, todos que fazem parte do processo), ou seja, são todos que possuem interesse, que influenciam direta ou indiretamente no resultado, e/ou são influenciados pelas ações de uma empresa, de certa forma, interferindo em todo o processo.
Somado a isso temos que atentar sempre que, na era em que vivemos, verificamos que não existe espaço no mercado para ensaios; portanto, o mercado não permite falhas, o mercado é cruel. Um erro pode ser irreversível e fatal; assim, para evitar futuros transtornos, aborrecimentos e a saída da empresa do mercado, toda atenção é pouca.
REPENSE! Faça sua empresa diferente! (PARTE III)
Postado por Gustavo Periard em 15/01/2008
Categoria: Planejamento
“Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite”.
(Peter Drucker)
Por Adm. Marizete Furbino
13º) o devido cuidado e zelo pelo nome - é preciso pensar que temos um nome a zelar; portanto, temos que atuar com muita sabedoria, preocupando-se não só em alavancar o mesmo, mas ter sempre o cuidado de atuar com ética e moral, sendo fiel aos nossos princípios que são norteadores de nossas ações, preocupando-se sempre com a melhoria contínua. Neste mercado globalizado, onde a competitividade é muito acirrada, é de suma importância, que tanto o empreendedor quanto o colaborador enxerguem que a empresa está nas mãos deste último, e que o tempo todo a imagem da empresa está em jogo; sendo assim, qualquer deslize provocado pelo colaborador, poderá ter como conseqüência a morte da empresa para determinado cliente, pois o cliente visualiza TODA a empresa na pessoa daquele colaborador que lhe atendeu; portanto, torna-se imprescindível então que cada colaborador tenha consciência de que a empresa existe porque possui clientes, e se a empresa estiver fadada ao fracasso, seu emprego estará em risco; sendo assim, é necessário dispensar ao cliente toda a atenção necessária a um bom atendimento.
14º) a valorização dos clientes - no séc. XXI está mais presente do que nunca o fato de que o maior poder se concentra nas mãos dos clientes; conseqüentemente, é de fundamental importância que, além de conhecer seus anseios, necessidades e desejos, torna-se de forma urgente e emergente a implementação da excelência no que tange ao atendimento.
15º) a valorização da figura do administrador dentro de qualquer empresa- as organizações devem reconhecer, que o administrador foi preparado para ocupar o seu lugar no mercado e que contratando-o, só se tem ganho, pois, este profissional é capaz de alavancar qualquer organização. O administrador além de atuar com profissionalismo e de preocupar-se em demasia com o seu nome, bem como com o nome da empresa, se preocupa também, com suas atitudes, comportamentos e condutas, pois, sabe que é um ser humano notado e visado dentro e fora da organização, tem consciência que seu estilo influencia o comportamento das pessoas e que qualquer deslize é imperdoável e pode ter a conotação de perdas, caso não sejam condizentes com a política organizacional em que está inserido. Cidadania e ética são palavras que estão presentes de fato na vida profissional de um administrador. É importante lembrar que o administrador é um exímio identificador e solucionador de problemas e que irá alcançar resultado com e através das pessoas envolvidas no processo organizacional. O administrador possui talento e capacidade para interpretar a realidade organizacional, bem como, perceber suas implicações para o futuro, agindo em tempo hábil, procurando fazer do tempo o seu aliado e das pessoas que compõem a equipe verdadeiros parceiros e aliados, proporcionando que a organização atenda as perspectivas destes e que estes atendam as perspectivas da organização. É preciso lembrar que é através do administrador que sua empresa terá chance de fazer o diferencial e alavancar-se no mercado. Portanto, contrate um exímio administrador já!
É preciso salientar que, se a empresa não se posicionar, perderá seu lugar para o concorrente, estando assim, fadada ao fracasso, pois, correr-se á- sério risco de ser degolada pelo mercado altamente competitivo que ai está. Portanto, torna-se necessário repensar toda a práxis organizacional vigente, fazendo diferente.
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