Sobre Administração
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Subsídios para a Motivação
Postado por Sérgio Dal Sasso em 24/04/2008
Categoria: RH e Motivação
Mentes brilhantes conseguem criar muitas coisas em dias de alta inspiração. Pessoas brilhantes conseguem selecionar boas idéias, adequando-as rapidamente em algo viável para alimentar o crescimento das suas referencias.
Não existe mal em pensar demais. O problema é o de nunca ficar satisfeito com as fórmulas encontradas e assim continuar se desenvolvendo pela busca do modelo seguro, mergulhando em teses e mais teses, adiando sempre o que poderia ser uma novidade, pela espera da perfeição, que somente é conquistada quando colocada em pratica, usada e ajustada.
Quando estou nos palcos trabalhando com treinamentos ou palestras, percebo que as pessoas evitam as primeiras filas, pois existe uma situação tendenciosa pela procura das zonas de conforto, que normalmente reduzem o confronto, a intimidação, os disparos cardíacos e uma série de sensações nem sempre agradáveis.
O desconforto é um limitante a todos que querem vender algo, pois vem das incertezas provocadas por situações novas e não habituais, que só podem ser vencidas, quando nos preparamos adequadamente para a vida real.
Tudo que propomos passa pela dependência do convencimento dos outros, e neste caminho pesa muito a percepção e conhecimento das características do grupo a quem vamos nos dirigir e interagir.
A organização do pensamento, para os que pretendem avançar, deve incluir uma preparação para vencer abordagens e questionamentos, levando como suporte uma bagagem estratégica criada e preparada para administrar os efeitos negativos das surpresas e rejeições, de forma a oferecer segurança adicional ao expositor diante do novo.
Entre o pensar e o agir, muitas vezes estaremos diante de uma situação do tipo: “O que estou fazendo aqui?”. Como resposta saiba que tão importante como produzir idéias é ter a chance de testá-las, e isso exigirá um grande respiro, pois o impossível tem que ser eliminado pela consistência e preparo, garantindo que o objetivo gere aceitabilidade e assim conquiste forças adicionais para o êxito dos propósitos.
Motivar é estar de encontro a fatos e novidades, com apresentações e conquistas, que antes só faziam parte dos sonhos, dos projetos e dos planos.
ENVOLVIMENTO E COMPROMETIMENTO: Duas “Ferramentas” Humanas Imprescindíveis!
Postado por Marizete Furbino em 04/04/2008
Categoria: RH e Motivação
“Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor!”
( Johann Wolfgang Von Goethe)
Por Adm. Marizete Furbino
Nos dias atuais, além da qualificação, o diferencial é percebido através da atitude do envolvimento e do comprometimento dos profissionais envolvidos para com a empresa.
Sabedor de que o maior ativo intangível de uma empresa se concentra na soma de habilidades, conhecimentos e competências existentes nos profissionais desta mesma empresa, de pronto se verifica que o profissional comprometido e altamente engajado no que se propõe a fazer, é capaz de conduzir a empresa à emersão no mercado; portanto, é de suma importância conscientizar-se que, além de valorizar tais profissionais, torna-se necessário realizar investimentos e promover programas de incentivos que contribuem e direcionem o profissional a sentir-se motivado para que o mesmo possa “mergulhar” no trabalho se entregando de corpo e alma, e assim, apresentar resultados mais do que esperados.
Deve ser lembrado, contudo, que o profissional envolvido possui, acima de tudo, uma preocupação com o seu nome e com sua reputação, dando assim, uma atenção toda especial no que tange à sua carreira profissional; por conseguinte, realiza suas atribuições com muita responsabilidade e participa de modo ativo no que se propõe a fazer, uma vez que tem um nome a zelar.
Por outro lado, é preciso ser lembrado também que, o profissional comprometido, além de se preocupar e de se comprometer com o seu nome, zelando pelo mesmo, também se preocupa e zela da mesma maneira pelo nome e reputação da empresa, preocupando-se de maneira constante com a missão, visão e cultura organizacional, bem como com os valores e princípios norteadores da empresa no qual exerce suas funções, preocupando-se de forma constante com o desempenho desta empresa frente ao mercado, atuando assim, com muita responsabilidade, muito afinco, muita paixão pelo exercício da função, muita admiração pela empresa em que atua, muito respeito e com muita vontade de fazer acontecer, trabalhando com muito envolvimento e prazer.
Somando-se a isso, o profissional comprometido atua como um intra-empreendedor, ou seja, trabalha na empresa de outrem como se a empresa fosse a sua; assim, além de conhecer e compreender de fato a empresa em que atua, bem como seus modelos de gestão, é um profissional pró-ativo, “antenado”, atuando sempre de forma a interferir e a realizar mudanças em prol da melhoria contínua, contribuindo então, para com o desenvolvimento e crescimento da empresa, conduzindo-a à emersão.
Conscientes de que a ascensão de uma empresa está ligada primordialmente aos Recursos Humanos nela existente, e que o comprometimento constitui em vantagem competitiva, torna-se necessário dar uma atenção especial no que tange a seleção, recrutamento, inserção destes profissionais no departamento adequado, capacitação e trabalho em prol da manutenção dos melhores, não se esquecendo de sempre fazer uma aliança entre desenvolvimento profissional com desenvolvimento organizacional.
Contudo, é preciso ter em mente que o comprometimento se consegue quando existe satisfação e paixão no exercício da função. É nessa condição que se verifica a doação, a entrega; todavia, é de suma importância que a empresa propicie um ambiente estimulador e que contemple um clima além de desafiador, agradável, onde possa despertar nos integrantes, o desejo, a vontade e o prazer no exercício de suas funções. Enfim, é essencial um ambiente de troca entre os profissionais comprometidos e o reconhecimento pela empresa, que deverá corresponder a esse esforço e dedicação materializando-o em benefícios pecuniários e outras vantagens importantes para o profissional, como por exemplo, plano de saúde, entre outros. Sabidamente um profissional que se sente “amparado” e reconhecido pela empresa, mas sem qualquer paternalismo, é naturalmente um profissional comprometido.
É imprescindível perceber que, trabalhar não pode jamais ser sinônimo de sofrer, pois, se assim o for não constituirá em nenhum benefício, nem ao ser humano e nem à empresa; ao contrário, o ato de trabalhar deverá ser sinônimo de desenvolvimento, crescimento e prazer; assim, além de se constituir em inúmeros benefícios ao ser humano e à empresa, deixará de ser um fardo.
Diante desse mercado altamente competitivo e cruel, a empresa não poderá ser uma “pãe”, ou seja, atuar como se fosse um verdadeiro pai e mãe de seus profissionais; contudo, deverá saber selecionar seu “time”.
Dessa forma, é preciso conscientizar-se que deverá permanecer na empresa apenas os exímios profissionais, profissionais estes, que além de deter conhecimentos, habilidades e talentos, desempenham suas funções com muito engajamento, comprometimento e muita vontade de vencer; caso contrário, a empresa estará fadada ao fracasso.
Do outro lado, o profissional, deve fazer jus à oportunidade a ele concedida, não apenas se envolvendo, mas se comprometendo de fato com a empresa, selando uma parceria permanente com a mesma, de forma a ser pró-ativo, estabelecendo-se uma constância no que concerne às suas ações, de modo a compreender, estudar e avaliar a empresa perante o mercado em nível global e local, no que tange a economia, política e finanças, não se esquivando do social e do ambiental, com olhos bem abertos e atentos, de tal modo que consiga alcançar, além da qualidade dos produtos e/ou serviços prestados, eficiência, eficácia e a satisfação dos clientes, contribuindo dessa forma, não apenas para sobrevivência, mas para a ascensão da empresa no mercado.
Ante o exposto, insta dizer que, comprometimento e envolvimento constituem-se em um verdadeiro desafio, tanto para o profissional quanto para a empresa, pois ambos devem, além de conquistar, instigar e trabalhar em prol do comprometimento, isto se desejarem permanecer no mercado por um período mais longo de tempo.
CRIATIVIDADE: A Mola-mestra que Conduz ao Sucesso!
Postado por Marizete Furbino em 26/03/2008
Categoria: RH e Motivação
“A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo.”
( Peter Drucker)
Por Adm. Marizete Furbino
A era do terceiro milênio, além de compelir, exige cada vez mais que as empresas exerçam sua criatividade e inovação em prol da adaptabilidade, melhoria contínua, eficiência e eficácia, fazendo assim seu diferencial no mercado. A criatividade, além de ser a mola-mestra que impulsiona ao sucesso, constitui-se em uma valiosa ferramenta de gestão, sendo considerada fonte inesgotável de vantagem competitiva sustentável.
Hoje no mundo dos negócios a competitividade está cada vez mais acirrada, e é de suma importância que a empresa, além de propiciar um ambiente de trabalho que aflore a criatividade, propicie também um clima de trabalho harmonioso, onde toda a equipe, além de ser demasiadamente valorizada, possa atuar de forma a somar forças, conhecimentos e talentos, fazendo da improvisação, da adaptação, da imaginação, bem como, da criatividade, um trampolim para o sucesso.
Sabemos que a criatividade é condição inerente ao ser humano e que, a partir de seu exercício, a empresa irá realizar rupturas, inserir no mercado produtos e/ou serviços inovadores, e assim conquistar novos rumos, novos mercados, fazendo seu diferencial, agregando valor ao produto e ao serviço, conquistando com isso vantagens competitivas sustentáveis, além de proporcionar condições não apenas para sobreviver, mas, para se solidificar no mercado, a criatividade deve ser considerada dentro de qualquer empresa levando em consideração sua importância, além de preocupação, uma prioridade, tendo valor de destaque nos princípios que regem tal organização, pois, através da criatividade, surge a inovação, fator determinante de emersão no mundo dos negócios.
Por essa razão, além de banir o medo e a insegurança de sua vida profissional e organizacional, é preciso se antever aos fatos, enxergando o que ainda não foi visualizado por muitos, trabalhando a imaginação, compilando a idéia, colocando-a em prática, em prol da agregação de valor do produto e/ou serviço, e através do desejo aguçado e da vontade de acertar, neutralizar a ansiedade, o que favorecerá e muito para a construção de algo novo ou inusitado, fazendo assim, o diferencial no mercado.
Em adição, para que ocorra a criação e a inovação, além da vontade para criar e inovar, é de suma importância sonhar, pois o sonho impulsiona o agir. É preciso também que se tenha conhecimentos para que ocorra a inovação, paixão pelo que se faz, além de pensamentos otimistas, coragem, perseverança, capacidade de correr riscos, determinação, comprometimento, dedicação, envolvimento, disciplina, muita responsabilidade, confiança e capacidade de entrega ao trabalho. Além de tudo isso é necessário se doar de corpo e alma, e ter tempo para se mergulhar de fato no que se propõe a realizar, pensando e repensando sempre as idéias e as ações, com muita vontade de fazer acontecer, constituindo-se assim então a criatividade, bem como a inovação, um desafio.
É fundamental salientar que, em meio a tantas mudanças e incertezas do dia-a-dia, a empresa inteligente não pode mais deixar de sonhar e vislumbrar seu lugar ao pódio, devendo sempre trabalhar de forma criativa e inovadora, transformando dessa maneira seus problemas em grandes oportunidades de negócio. Nesse diapasão, além de valorizar, incentivar e apoiar seus colaboradores a criarem e a inovarem, a empresa inteligente deve propiciar e estimular, tanto um ambiente favorável à criatividade e à reflexão, quanto um ambiente harmonioso, onde possa prevalecer, além da participação, integração, inter-relação e interação entre pessoas e departamentos, a tão sonhada sinergia. É com essa estratégia, através de uma maneira peculiar, ousada e diferente de pensar, obter entre várias alternativas aquela que a leve a um lugar de destaque, fazendo o seu diferencial.
Consciente de que este mercado é bastante cruel e altamente competitivo, o que se verifica é que a empresa inteligente não adormece um minuto sequer, para tanto, permanece bem atenta e com um olhar vivo no mercado, não se acomodando com o sucesso de hoje, mas trabalhando em prol da garantia do sucesso do amanhã, demonstrando demasiada confiança em si mesma, cuidando sempre para não se deixar abater pelo medo de errar, bem como pelos pessimistas e conservadores à espreita, valorizando, respeitando e escutando todos os envolvidos, e com muita ousadia, enfrentando os desafios com um sabor de vitória.
É adequado dizer que, se a empresa não desejar inovar, estará fadada ao fracasso, seguindo rumo à trilha da submersão e sendo conduzida em curto período de tempo à exclusão do mercado.
Empregado satisfeito com o trabalho - Papel também do gestor
Postado por Gustavo Periard em 27/02/2008
Categoria: RH e Motivação
Marcus Vinícius comentou em “O que você faz da vida?“:
“É fácil observar o grau de felicidade profissional da pessoa pela empolgação e clareza com que ela fala do próprio trabalho.
às vezes é realmente complexo definir o trabalho, especialmente se é algo novo, ou tecnologicamente avançado, mas a alegria ao falar de trabalho não muda.”
Baseado na temática do excelente artigo de Scher Soares e neste oportuno comentário, acho importante destacar que esta felicidade quanto ao trabalho desempenhado sempre é notada nos que gostam do que fazem, no brilho no olhar quando falam a terceiros sobre as mesmas, da mesma forma que a insatisfação torna-se gritante em muitos que trabalham somente por necessidade e não por amor ao que fazem.
O que torna-se um grande problema quando o empregado insatisfeito lida diretamente com o público-alvo do negócio, deixando transparecer toda esta insatifação para as pessoas que nada tem a ver com seus problemas dentro da empresa. Com certeza você já presenciou, por exemplo, um atendente de alguma loja insatisfeito com o seu trabalho, tratando as pessoas com aspereza e cara amarrada. Certamente você e tantos outros clientes não vão querer voltar a este estabelecimento tão cedo, lembrando sempre da má impressão que este funcionário insatisfeito deixou. Fato este que invariavelmente acaba chegando aos ouvidos de muitos possíveis clientes da tal loja que também deixarão de comprar lá. Notou como esta insatisfação dos trabalhadores está diretamente ligada a perda de consumidores, sejam eles novos ou não?
É aí que entra o papel do gestor, gerente, supervisor, chefe ou seja lá como queira chamar o responsável por estes funcionários, na função de motivador e muitas vezes instrutor que sempre exalta a importância daquela função e do próprio funcionário para tal estabelecimento, e sempre que possível reconhecendo os esforços do empregado no dia-dia.
Assim, sabedor de sua importância e de seu trabalho, o funcionário certamente terá mais prazer no que faz e sempre trabalhará com afinco para conquistar seu espaço dentro da organização a que pertence. E com isso, a empresa sairá ganhando e muito com a fidelidade de clientes que dão muita importância a um bom atendimento na hora da compra.
Cuidar bem de seus colaboradores só traz benefícios, não se esqueça disso!
O que você faz da vida?
Postado por Gustavo Periard em 18/02/2008
Categoria: RH e Motivação
Por Scher Soares
Você já observou que esta interrogativa - ou alguma das suas variações - é extremamente freqüente nos rituais de aproximação das pessoas? Analise com atenção; Você está em determinado local e de repente inicia um diálogo com alguém; Quais são as perguntas chave que praticamente todas as pessoas experimentam? Exatamente: “O que você faz da vida?”, “Trabalha com o que?”, entre outras
Então, vamos supor que você faz parte de uma turma em treinamento e ao seu lado senta-se alguém que você ainda não conhece. Vocês iniciam o diálogo e em instantes surge o questionamento: “e você, o que faz da vida?” ou ainda “e você, trabalha com o que?”
Qual seria, e como seria a sua resposta? Pare um pouco neste ponto e tente formular com exatidão qual é a sua resposta para esta interrogativa.
Então, qual é a sua resposta para “o que você faz da vida?”
Se ao tentar formular a resposta, sente-se meio confuso quanto à descrição da sua atividade profissional, ou sente-se um pouco desconfortável ao ter de responder a pergunta, é provável que a sua atividade profissional não desfrute do seu próprio sentimento de significado, propósito ou realização.
Você usa algum mecanismo para driblar estas perguntas? Costuma esquivar-se quando tem de responder a respeito do “que faz na vida?” Então pode ser que a sua situação atual não o agrade substancialmente; Talvez você não esteja satisfeito profissionalmente, ou ainda pode ser que a sua atividade profissional não esteja congruente com os seus valores e princípios.
O que quer que seja, se você sente-se desconfortável, constrangido ou até mesmo costuma irritar-se um pouco quando diante desta pergunta, o fato é que está desperdiçando precioso tempo em atividades que não gozam do significado de realização para você. Portanto, decida quanto tempo está disposto a perder e avalie o que precisa fazer para tornar-se mais congruente com os seus objetivos.
Uma dica: “é nos momentos de decisão que seu destino é traçado”.
Portanto, decida-se: O que você vai fazer da vida?
Tenha uma ótima escolha!
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