Assertividade: Eu quero esta conduta para mim!

Postado por Marizete Furbino em 10/02/2008
Categoria: RH e Motivação

“Nosso objetivo nesta vida não é o de estar sempre à frente das outras pessoas, mas sim, à frente de nós mesmos, para quebrar os nossos próprios recordes e para superar nosso ontem com o nosso hoje.”
(Stewart B. Johnson)

Por Adm. Marizete Furbino

A palavra assertividade traz em seu cerne uma conduta imprescindível para qualquer profissional que se encontra no terceiro milênio e que queira pelo menos sobreviver neste mercado globalizado e altamente competitivo, que é a transparência. Transparência no exercício da função é hoje, mais do que nunca, essencial para que se obtenha eficiência, eficácia e, por conseqüência, desenvolvimento e crescimento, tanto profissional como organizacional.

O profissional assertivo possui, além de um equilíbrio emocional muito grande, muita transparência em suas ações, tendo sempre cautela ao agir para não magoar ou ferir o próximo. As condutas e atitudes deste profissional são baseadas no problema e não nas pessoas envolvidas, agindo sempre de modo profissional e imparcial, com cuidado, para não cometer injustiças, policiando-se sempre para não agir de maneira tendenciosa. Esse profissional, além de saber reconhecer os seus limites e o seu valor, faz valer não somente os seus direitos e deveres como também os das demais pessoas presentes em seu meio e principalmente daquelas que estão sob o seu comando, que compõem sua equipe de trabalho.

Não é segredo algum dizer de igual forma que o profissional assertivo sabe aonde se quer chegar, qual o caminho a percorrer e como caminhar; portanto, defende uma única postura diante de si próprio e diante da vida. Bastante comprometido com suas metas e objetivos, cria, firma e mantêm uma relação de parceria consigo próprio bem como com as demais pessoas em seu meio, procurando sempre mostrar-se de corpo inteiro, com muita autenticidade e de maneira não agressiva.

As atitudes de um profissional assertivo são baseadas no respeito, na pro atividade, na educação, na verdade, na justiça, na ética, na confiança, na sinceridade, na autenticidade, na integridade, na empatia e principalmente na transparência, agindo de forma a não deixar dúvidas quanto ao que pensa, sente e deseja, cuidando sempre para que suas atitudes e condutas estejam condizentes com seus valores e princípios, tendo a preocupação e o cuidado de aferir se está sendo honesto consigo próprio, defendendo os seus interesses e direitos, mas tendo a cautela de não ignorar e/ou violar os direitos e os interesses dos demais.

Somados a isso, o profissional assertivo é extremamente sincero e honesto. Portanto, quando diz um sim e/ou um não, concorda e/ou discorda de fato, mas sempre possui a sensibilidade de considerar e de valorizar o pensamento do outro; contudo, demonstra de forma verdadeira e autêntica sua posição diante dos fatos, tendo a sabedoria de ser pró-ativo, se antevendo aos fatos, se planejando para evitar futuros transtornos que por ventura cruzarão o seu caminho.

É fato notório que a assertividade é uma das competências emocionais mais exigidas no que tange ao exercício da função; é essa a razão pela qual o profissional do século XXI deve conscientizar-se que a assertividade nos dias de hoje faz a diferença e que é possível aprender ser assertivo, requerendo apenas buscar conhecimentos e aplicá-los no dia a dia; no entanto é preciso de início ter interesse em ser assertivo, logo, é necessário querer e em seguida é necessário ter coragem e determinação para que ocorra a verdadeira mudança.

Quanto aos erros e/ou falhas que por ventura ocorrerem no decorrer da caminhada contribuindo para deixá-lo insatisfeito, deverão ser imediatamente reconhecidos e em seguida deverão ser tomadas medidas cabíveis e de cunho assertivo. É de fundamental importância que se tenha em mente o exercício do pensar e do repensar, pois a auto-avaliação de forma contínua faz parte de todo esse processo que envolve a assertividade.

Consciente de que hoje vivemos em um mundo repleto de mudanças e incertezas, o profissional assertivo age pautado na flexibilidade; assim,quando a situação exige, a mesma é acionada; por conseguinte, é sábio no exercício de sua função, banindo o rigor quando preciso.

Não obstante, sabemos que os benefícios advindos da assertividade são inúmeros, e dentre estes podemos destacar:
a) a sensação de bem-estar e a de dever cumprido consigo próprio e com os outros,
b) o desenvolvimento bem como o crescimento pessoal e profissional como conseqüência da exposição feita de forma clara, sem inibição e/ou temor do que se pensa, quer e/ou sente, bem como da defesa de seus direitos,
c) eficiência e eficácia nas ações contribuindo para com o desenvolvimento e crescimento organizacional decorrente da transparência nas ações,
d) relacionamento interpessoal aberto tendo como pilar a sinceridade, a confiança, a empatia, a autenticidade e a transparência em prol da harmonia e da solidez, dizendo sempre a si próprio um não a agressividade,
e) equilíbrio emocional,
f) comunicação interpessoal assertiva e baseada na maturidade dos relacionamentos, conseguindo-se comunicar de forma objetiva, honesta e sem constrangimento, cuidando sempre para considerar os sentimentos do outro, colocando-se sempre na posição do outro, tendo demasiada atenção para não deixar nada de forma obscura, mas que tudo fique esclarecido,
g) ação pautada na educação e no respeito, respeito a si próprio e aos outros também, monitorando-se o tempo todo quanto à forma de falar, pois ele sabe que esta faz toda a diferença.

Assim, é bom lembrar que a competência assertividade é hoje mais do que nunca imprescindível a um grande profissional, e para ser um profissional assertivo você irá depender única e exclusivamente de uma só pessoa: VOCÊ.

E o maior beneficiário será VOCÊ!

Tempo de bola em jogo

Postado por Gustavo Periard em 11/01/2008
Categoria: RH e Motivação

por Scher Soares

Como é que anda a sua proporção entre o tempo total e o tempo de bola em jogo ?
Explico melhor : Durante as partidas de futebol, é normal que uma mesa de dados e estatísticas acompanhe todos os números relativos à partida que está acontecendo; número de faltas, escanteios, cartões, impedimentos e assim por diante. Um dado que normalmente é mensurado, mas poucas vezes divulgado, é o levantamento que se faz de quanto tempo precisamente a bola ficou em jogo, bola ” rolando “.
É comum, nas partidas tradicionais de 45 minutos cada tempo, extrair-se um tempo real de bola em jogo de aproximadamente 25 a 27 minutos por tempo. Surpreendente não? Daí, se a regra do futebol tradicional, obedecesse aos mesmos padrões das regras do futebol de salão, no qual o tempo é aferido somente com ” bola rolando ” seria comum encontrarmos juízes ” dando ” um acréscimo de 20 ou até de 25 minutos ao final de cada tempo, o que tornaria impensável a aplicação deste mesmo método.

Bom, penso que estes dados tem sido cada vez menos divulgados, em função de se apresentarem cada vez mais em ritmo decrescente, chegando em algumas partidas ao absurdo de apenas 19 minutos de “bola em jogo” o que denuncia provável ausência de qualidade individual dos jogadores, bem como na formação do grupo, afinal, quanto menos tempo de” bola rolando” menor também as chances de conquistar excelentes resultados.

Mas, o que isso tem a ver com a sua vida? Vamos voltar a pergunta no início do texto e refletir… - Na sua atividade de propagandista, como anda a proporção entre o tempo total e o tempo de bola em jogo? Das prováveis oito a dez horas de trabalho por dia, quanto deste tempo você sinceramente atribui ao uso produtivo?
Sabemos, que tal qual o atacante que não desperdiça uma chance frente ao gol, você também deve fazer uma enorme diferença quando frente a frente com seu principal cliente, o médico. “Mas, considerando que você não aprecia perder oportunidades, e que cada entrevista médica pode tratar-se de uma grande oportunidade de “gol”, como fazer para que a ” bola ” chegue em suas ” mãos ” cada vez mais redonda, pronta para o lance final ? No futebol, isso acontece através dos passes, dos dribles e lançamentos; mas, na atividade do propagandista, a construção da jogada, começa muito antes, através do preparo e planejamento.

Mas afinal, o que é planejar? - Planejar é antecipar-se, é ter uma visão clara dos objetivos do seu negócio, é garantir a aplicação de uma entrevista personalizada sempre, é munir-se de um mapa e uma bússola. Eles não livram você da tempestade, mas garantem que continue no caminho correto uma vez vencidas as dificuldades.

Considerando as etapas que formam o caminho até o encontro frente a frente com seu principal cliente - o médico, qual é a melhor forma que você encontrou para passar por estas etapas com um ganho de produtividade?
Certamente se você ainda é um profissional da indústria farmacêutica, deve ter adotado um comportamento que lhe permitiu manter-se em atividade em um cenário que se caracteriza por hiper competitividade e dinamismo. Você que é o motor de proa desta imensa embarcação, sem dúvida alguma, deve estar entre os profissionais que “ditam ” a moda da produtividade no seu setor; você deve ser daqueles que utilizam cada segundo do seu tempo durante as atividades meio, para planejar, treinar e criar estratégias de ação que permitam aumento de performance e conquista de resultados.
Pois notoriamente, a indústria farmacêutica tem se consagrado como um dos segmentos que mais atrai currículos de interessados em todo país. “Todos os dias, milhares de novos profissionais, repletos de energia e acima de tudo, de muita vontade, procuram a indústria farmacêutica na esperança de uma oportunidade de dar o melhor de si, de empatar o “tempo total” com o” tempo de bola em jogo “.

Mas você, você já é um craque. Você utiliza cada precioso minuto do seu tempo para garantir os meios que justificam os fins. Você conhece o mercado e sabe que houve uma transição do marketing de massa para o marketing um a um. Então, você elabora abordagens específicas para cada cliente, você entende suas necessidades e acerta ” um chute ” preciso ao atendê-las. Durante o percurso, no seu carro, você aproveita o tempo para planejar mentalmente as etapas e motivar-se. Durante a espera no consultório, você com certeza deve fartar-se de informações a respeito do seu cliente e após a entrevista é claro que você além de estruturar a seqüência do seu projeto com aquele cliente, já planeja-se para a próxima etapa, considerando o avanço obtido no último contato. Nas suas análises de mercado, tenho certeza de que você sempre se pergunta : ” - Como posso fazer melhor?, mais rápido?, com melhores resultados?; como posso buscar o primeiro lugar ? superar concorrentes ? ”
Se é assim que você utiliza seu tempo, meus parabéns, pois com certeza além de transformar sua ” rotina ” em algo motivante e desafiador, você tem também os melhores resultados.
O segredo de profissionais de sucesso está em não esperar que alguém lhe solicite ações diferentes. Está em fazer mais do que é pago para fazer. O profissional percebido no mercado, é o auto motivado, entusiasmado, que assume o controle do seu setor e conseqüentemente dos seus resultados. O profissional de vanguarda não ” cava ” o pênalti, ele parte para o gol. E a decisão de tornar-se este profissional é exclusivamente sua. Então, para o dia de hoje, observe como está sua proporção de tempo total e tempo de bola em jogo.
Elimine a ” cera ” , seja o capitão deste time. Todos contam com você.

2007.2008..2009…Gente, Amigos e Parceiros

Postado por Sérgio Dal Sasso em 27/12/2007
Categoria: RH e Motivação

“Mude para que anos novos, não sejam as datas certas, coloque um pouco mais do que acredita, fazendo um novo você, não tão dependente dos fatores externos, nem das estratégias retidas nos sonhos, mas da sua adequação para poder navegar dentro delas. Ponha em pratica um exercício continuo e diário que evite o afastamento do foco, que qualifique o uso do tempo, e verificará o quanto vai se doar por acreditar em si próprio”.

(Sérgio Dal Sasso)

por Sérgio Dal Sasso*

A vida não permite muito espaço para analise do que não aconteceu, pois quando não fomos tudo que poderíamos ser, mais do que a compreensão é preciso encontrar o que temos que mudar.

Os costumes e os padrões asseguram que as mudanças sejam previsíveis, mas nem sempre oportunas para o que o momento pede. Em simples palavras não se emagrece, tomando remédios, mas aprendendo a trabalhar seu corpo, superando os limites da dor, do cômodo, do conforto e estimulando-se pelo fato de que os resultados, mesmo diante dos sacrifícios, estão te agradando. Não se sai das depressões, ela sai sozinha, desde que comece a adicionar açúcar nas coisas que antes não percebia ou não dava importância.

Para se obter o melhor, deve-se brigar pelo desprendimento a favor da vida. O elo para a objetividade está nos estímulos das atitudes, na busca das pontes tradutoras do conhecimento, na compreensão e injeção de animo. Tenha sempre a certeza de que o incerto na verdade é a parte nova que deve ser aprendida para te completar.

Não pare agora, o mundo sempre quer mudar e às vezes acaba segurando seus sonhos. Vá em frente! Busque uma pedra no meio do oceano, pare e descubra o melhor para o seu dia seguinte. Não se esqueça daqueles que podem te agasalhar se a noite chegar, pois é certo que a sua manhã terá um céu aberto suficiente para que o sol auxilie com novas visões e destinos.

2008. 2009 …. Construindo sempre o nosso melhor. Parabéns pelo que és, acima do que os outros possam achar.

http://www.guaraparivirtual.com.br/Colunas/Sergio_Dal_Sasso/foto.jpg* Sérgio Dal Sasso é administrador empresarial formado pela FEA-USP, pós-graduado em gestão financeira e MBA varejo, ambos pela USP.

É um dos principais palestrantes em desenvolvimento profissional e empresarial do Brasil (Ambev, Fia Usp, UNICAMP, UFSM, UNIDERP, MOGI, Gazeta Mercantil, Nestlé, Sebrae, Santander, Perdigão, Pão de Açúcar, CRA, CRC, APARH, ADIBE, BPW, Agrária, Dupont, EMS, Vivenda dos Camarões, Marius, Associações Empresariais, Faculdades…).

Articulista de diversas revistas (Venda Mais, Vencer, Gestão & Negócios, Meu Próprio Negócio, Mais que Negócios, Distribuição, Atacadistas & Varejistas…). Consultor de conteúdo da Globo/PEGN/TV.

Multinacionais deixam seus funcionários trabalharem em casa e produtividade aumenta

Postado por Gustavo Periard em 08/12/2007
Categoria: RH e Motivação

Na IBM, existem várias formas diferentes de trabalhar e duas delas chamam atenção: o home-office e o trabalho parcial em casa. A primeira modalidade, na qual já estão inseridos 600 funcionários, vem crescendo bastante, nas palavras da gerente de clima organizacional e diversidade da IBM Brasil, Fabiana Galetol. É uma tendência que nasceu no exterior, sendo que, nos Estados Unidos, é “muito comum”. O mote do regime é o acréscimo na produtividade dos funcionários e, conseqüentemente, na lucratividade das empresas.

Desde 2005, a Ticket também aposta no home-office. “Implantamos o regime entre os vendedores, porque acreditávamos que eles deveriam estar mais perto dos clientes. Era uma necessidade para que a empresa se tornasse mais competitiva. Mas eles não conseguiam, por conta do tempo que perdiam no deslocamento até a empresa. Além disso, a Ticket precisava reduzir custos operacionais e otimizar processos”, explica o superintendente regional de vendas Eduardo Távora.

Motivação
“A surpresa foi que, de lá para cá, aumentamos nosso volume de vendas em 40%. E não foi um simples aumento, pois as vendas fechadas tinham mais qualidade, isto é, eram mais construtivas. E mais: antes, tínhamos a meta de uma visita a clientes por dia, por vendedor. No final das contas, conseguimos fazer 240 visitas a mais do que o estabelecido pela meta anualmente”, comemora. “A conclusão é que os funcionários ficaram mais motivados e proativos”.

Para ele, a motivação tem causa. Se trabalhando na empresa e perdendo um tempo desnecessário no trânsito uma mãe não tinha nem como levar os filhos à escola, hoje, trabalhando em casa, ela garante um convívio familiar mais harmônico e pode interferir da maneira ideal na educação dos filhos. Mais tranqüila e feliz, essa funcionária produzirá mais.

“Alguns funcionários que sempre quiseram emagrecer dizem que agora estão conseguindo fazer academia e se sentem mais satisfeitos. Isso é essencial para nós”, acrescenta.

Prós e contras
Na avaliação de Fabiana, o funcionário ganha qualidade de vida e a empresa, produção. Ela explica: “Quem trabalha em casa se dispersa menos, produz mais, tem mais tempo para cuidar de si, e sem estresse, porque não pega trânsito. Para a empresa, ainda há uma redução de custo”, diz.

A gerente de negócios da Ticket, Alessandra Pessoa Soares, que, por sinal, trabalha sob esse regime, concorda: “Hoje me sinto mais concentrada, focada. E tenho mais liberdade também. Consigo almoçar com a família, fazer ginástica e tenho mais tempo para sair com os amigos”. Ela ainda revela que o aumento da produtividade é o ponto alto do home-office. “Estou rendendo muito mais. É incontestável”.

O único ponto fraco, na opinião do superintendente da Ticket, é a falta do convívio com os amigos e colegas. Fato que, no início, causou medo entre os colaboradores convidados a trabalhar em casa. A saída encontrada pela multinacional foi instituir um “novo ritual de relacionamento”, com reuniões mensais e mantendo avaliações de resultados e os esperados ‘happy hours’.

Como funciona
No caso da IBM, a empresa reembolsa banda larga, material de escritório, mesa, cadeira apropriada, telefone e computador. Além disso, paga normalmente transporte e almoço. Já no trabalho parcial, o colaborador faz um acordo com o gerente e pede para trabalhar alguns dias da semana em casa, mantendo, assim, a mesa dele na empresa.

Esse tipo de trabalho, porém, é implementado com base na confiança e é importante que o colaborador fique o tempo inteiro conectado. “Cerca de 70% das funções que temos na IBM são elegíveis ao home-office, no entanto apenas funcionários com no mínimo seis meses de casa podem entrar para o regime, até porque consideramos importante eles se familiarizarem com a empresa e seu código de ética”, explica a gerente da IBM.

Na Ticket, os funcionários que trabalham em casa ganham notebook, com todos os softwares e sistemas utilizados pela organização instalados, telefone, Internet com segurança, fax, cadeira, enfim, tudo que existe em um escritório comum. Além disso, o suporte técnico está sempre alerta para qualquer emergência.

Dicas
No treinamento da Ticket, até mesmo os familiares dos colaboradores participam. Eles são conscientizados da necessidade de não interromper o parente que está trabalhando em casa. A disciplina é essencial para profissionais que trabalham em casa.

As dicas de Alessandra são começar o expediente sempre no mesmo horário, de preferência à mesma hora em que começava a trabalhar na empresa, não ter televisão por perto e manter duas linhas de telefone: uma para casa e outra para o trabalho.

FONTE: Administradores.com.br

MOTIVAÇÃO! Um alvo a ser perseguido de forma obstinada.

Postado por Marizete Furbino em 04/12/2007
Categoria: RH e Motivação

“O entusiasmo é a maior força da alma. Conserva-o e nunca te faltará poder para conquistar o que desejas”.

(Napoleon Hill)

Por Adm. Marizete Furbino

A motivação gera uma força motriz que impulsiona o agir. O colaborador, estando motivado, terá motivos para agir, e este é o segredo! A empresa deve então sempre incentivar o colaborador; assim, terá colaboradores motivados e obterá resultados esperados.

Uma das maneiras mais eficazes de incentivar é fazer com que o colaborador sinta que é parte do negócio, pois, assim, terá perspectiva de crescimento, e como conseqüência maior, comprometimento com suas funções e envolvimento com todo o processo. No entanto é preciso ouvi-lo, deixá-lo participar, valorizá-lo; enfim, é preciso que fique claro, tanto para empresa quanto para o colaborador, a questão da confiança e da credibilidade. Ambos devem acreditar e apostarem um no outro.

http://www.academianovak.com.br/comunidade/images/topics/superacao01.jpgQuando o colaborador é reconhecido pela empresa, passa a existir maior participação, comprometimento e envolvimento nas ações, passando então a ser ousado, a ter mais iniciativa, a amar o que faz, a buscar as melhores respostas para os desafios e assim contribuir para gerar o rebento denominado sucesso.

O colaborador deverá render “bons frutos” à empresa, assim como a empresa deverá dar um justo retorno financeiro ao mesmo. Se a empresa adotar a política do “ganha-ganha”, política esta, onde tanto empresa quanto colaborador saem ganhando, assim, a motivação se sustentará por mais tempo; mas é importante pensar que, além do bônus como retorno financeiro, para que o colaborador se sinta motivado, existem inúmeras formas de incentivá-lo. Algumas delas são os benefícios advindos do esforço pessoal, tais como a valorização individual, a premiação para o colaborador destaque, promoções, planos de saúde, seguro de vida, plano de cargos e carreiras, elogios, viagens, prêmios e incentivo à educação. Pode-se aqui também considerar como incentivo as capacitações realizadas de forma regular, o que faz com que o colaborador sinta que a empresa o valoriza, pois, investe nele. Se a empresa, não sabe ao certo o que oferecer, deve-se fazer uma pesquisa com todos os envolvidos no intuito de mapear demandas coletivas ou pessoais.

O clima organizacional deverá ser recheado de demonstração de respeito, confiança e de credibilidade, onde exista abertura para ouvir os anseios e as necessidades, capacidade de aprender com os erros, transformando-os em acertos, para assim, propiciar ao colaborador autonomia nas ações e alinhamento das idéias. Podemos dizer que a atitude de respeito com o colaborador representa um dos pilares mais importantes no relacionamento com o mesmo.

As campanhas de incentivo têm sido cada vez mais adotadas pelas empresas, a fim de obter o resultado esperado através do colaborador motivado. Afinal, a empresa é composta por pessoas, pessoas estas que possuem talentos diversos, conhecimentos variados, anseios e necessidades diferenciadas; portanto, são capazes de se tornarem um time, desde que trabalhem de forma harmoniosa e alinhada, tornando-se assim verdadeira potência para alavancar a empresa em que atuam.

O que se observa nas empresas é que com as campanhas de incentivo, o colaborador passa a se comprometer e se envolver cada vez mais, querendo sempre ultrapassar as metas estipuladas, buscando sempre alcançar eficiência e eficácia em suas ações e de forma consciente, cuidando cada vez mais da melhoria contínua, bem como da fidelização do cliente.

Neste contexto, é imprescindível que cada colaborador, além do conhecimento, tenha a oportunidade de “degustar” a política organizacional da empresa, conhecendo de fato e vivenciando seus programas e projetos; caso contrário, ficará tudo apenas no papel.

O marketing de relacionamento, que anteriormente era feito apenas com os clientes externos, no século XXI onde a competitividade é demasiadamente acirrada, deverá ser trabalhado de forma urgente e emergente nas empresas com o público interno, pois, colaboradores satisfeitos e motivados são sinônimos de produtividade e, por conseguinte, sinônimo de lucratividade, o que contribui e muito para que a empresa não apenas sobreviva, mas se perpetue no mercado que ai está.

Página 3 de 8  | «12345»...Último »