Sobre Administração
Artigos, textos e afins para você!
Seu trabalho é sua marca!
Postado por Gustavo Periard em 02/01/2007
Categoria: RH e Motivação
» Seu trabalho é sua marca!
por Gilclér Regina
O escritor Nicholas Pausin disse: “O que merece ser feito, merece ser bem feito”. Porém, o que vemos com freqüência é que a grande maioria das pessoas vive fazendo as coisas pela metade.
As desculpas são sempre as mesmas: Não dei importância porque era uma coisa insignificante… Estava nas minhas horas de folga… Foi um favor que fiz…
Essas são armadilhas que muita gente cai todos os dias executando projetos mal elaborados e mal executados… Mesmo que seja por cortesia. Quando você faz bem feito, o mercado fica de “olho em você”.
Seu trabalho é sua “marca” e ela será a sua propaganda por muito tempo. Lembre-se de Picasso, sua assinatura está em todas as suas obras. Pinturas famosas você encontra a todo o momento no mercado, mas Picasso é Picasso.
Fazer com excelência é uma questão de postura. Faça um pacto com você mesmo, pois a partir desta atitude, tudo o que fizer será bem feito, para que, no futuro, ao olhar para o retrovisor de sua vida, irá se orgulhar daquilo que fez.
Nenhum dinheiro no mundo consegue mudar o que fizemos no passado.
Tenha um plano. Sem um plano, você não tem para onde ir… Você não tem um alvo. E, sem um alvo, você atira para todos os lados, desperdiça energia… E sem energia, você reagirá conforme as circunstâncias e acabará improvisando… E agir como “bombeiro”, apagando fogo dificilmente fará você pavimentar uma estrada chamada sucesso!
Lembre-se ainda, de nada vale ter um grande projeto se você não executá-lo com perfeição. O pensador romano Sêneca disse: “Se um homem não sabe para onde vai nenhum vento lhe será favorável”. Aliás, para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho é caminho. Neste caso, é muito fácil ficar atolado num lamaçal.
Sua vida também é sua marca. Não existe família perfeita, trabalho perfeito, igreja perfeita… No entanto, nossa imperfeição não deve ser motivo para abandonar o que conhecemos e as coisas de que gostamos.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Gilclér Regina - gilcler@gilclerregina.com.br
Site: www.ceag.com.br
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Equipe SobreADM
Como atingir seus objetivos
Postado por Gustavo Periard em 21/11/2006
Categoria: RH e Motivação
» Como atingir seus objetivos
por Raúl Candeloro
Imagine o campeão mundial de tiro ao alvo. Alguém que acerta 100 tiros seguidos quase idênticos no mesmo lugar. Um exemplo de foco e concentração. Uma pessoa que literalmente atinge seus objetivos (o alvo) com uma regularidade tão impressionante que chega a ser assustador.
Agora imagine esse mesmo campeão vendado. Será que ele acertaria o alvo? E se além de vendá-lo também lhe déssemos duas ou três voltas, só para deixá-lo perdido e meio tonto – quantas vezes será que acertaria o alvo? Provavelmente quase nunca.
É justamente por isso que precisamos de metas em nossas vidas. Metas têm o poder de fazer com que nosso cérebro, o computador mais poderoso que existe, coloque todo seu foco em alcançar esse objetivo. Entretanto, uma meta, para ser considerada meta, tem que seguir algumas regras, senão não passa de um simples desejo otimista.
Uma fórmula para atingir objetivos
Primeiro, uma meta tem que ser colocada no papel. Pode ser uma frase ou uma foto, mas ela tem que ser colocada no papel para que você possa pegá-la e sentir que é real. O mundo está cheio de gente.
Depois ela tem que ter um prazo, uma data limite (em inglês se usa a expressão ‘deadline’ – literalmente ‘a linha da morte’). Uma coisa é você dizer que quer emagrecer 5 quilos. Outra coisa é dizer que quer emagrecer 5 quilos em 3 meses. Mesma coisa com resultados financeiros. Uma coisa é dizer que você quer ter economias de R$ 25.000 numa caderneta em caso de emergência. Outra coisa é dizer que vai fazer isso até dezembro de 2004.
Veja como colocar uma data limite já começa a fazer com que você se obrigue a pensar nos passos a serem dados. A pergunta que surge naturalmente é “E agora, como é que eu faço isso?”. Mas note também que as respostas também surgem naturalmente, junto com as dificuldades que devem ser superadas.
O especialista Zig Ziglar é da opinião que temos que listar as dificuldades que temos em alcançar nossos objetivos, para já começarmos a nos preparar mentalmente para superá-las. Francamente, concordo 100% com ele. A maioria das pessoas desiste justamente por não prever as dificuldades que podem surgir ao definirmos um objetivo a ser alcançado. Logo, o sucesso depende de estarmos preparados para as dificuldades que inevitavelmente surgirão. Baseado nisso você já tem o quarto passo, que é um plano de ação.
Em quinto lugar temos que fazer uma lista das pessoas, livros, organizações, etc., que podem nos ajudar a atingir esses objetivos. Você não precisa reinventar a roda quando decidir alcançar uma meta. Provavelmente muitas outras pessoas poderão ter passado pela mesma situação, e um pouco de pesquisa pode fazer com que você descubra algumas informações que eram justamente o que faltava para chegar lá.
Finalmente, Ziglar também defende a idéia de que devemos terminar todo esse planejamento com um benefício claro, simples e direto para nós mesmos por termos atingido esse objetivo. Por exemplo, ‘vou perder 5 quilos e pesar … (o peso que você quer) porque vai melhorar muito minha auto estima e vou ter muito mais prazer de me olhar no espelho’. Ou ‘vou guardar os R$ 25.000 na caderneta pois assim dormirei mais tranqüilo sabendo que, em caso de emergência, terei dinheiro para os gastos necessário’. Este passo final é muito importante porque, como todo bom vendedor sabe, benefícios atraem e vendem muito mais do que características. Para atingir um objetivo precisamos de um bom incentivo – é ele quem vai nos ajudar e motivar a superar as dificuldades.
Veja que esta fórmula pode ser aplicada a qualquer tipo de objetivo, seja ele pessoal ou profissional:
1) ‘Materializar’ o objetivo, colocando-o no papel da forma mais específica possível.
2) Colocar uma data limite.
3) Listar as dificuldades.
4) Montar um plano de ação.
5) Listar onde e com quem podemos buscar ajuda.
6) Definir o maior benefício possível ao atingir o objetivo.
Pablo Neruda disse que o caminho se faz ao caminhar. Agora você já tem uma fórmula de fazer com que o caminho o leve para onde você quer ir.
Raúl Candelororaul@vendamais.com.br ———– Equipe SobreADM
Tartarugas em Árvores
Postado por Gustavo Periard em 10/11/2006
Categoria: RH e Motivação
» Tartarugas em Árvores
por Carlos Hilsdorf
Estamos caminhando, cada vez mais rápido, para um mundo empresarial onde não encontraremos mais tartarugas em árvores!
Tartarugas em árvores? – Você pode perguntar…
Sim, tartarugas em árvores. Como você bem estranhou, tartarugas não sobem em árvores – alguém precisa colocá-las lá.
Em um mundo baseado em Q.I. (quem indica) encontramos muitas tartarugas em árvores, pessoas que desprovidas da competência e pertinência para uma função, a ocupam por favoritismo pessoal e tráfico de influências.
Felizmente com o aumento exponencial da competitividade fica cada vez mais difícil manter estas tartarugas em árvores. Já temos menos delas hoje que no passado e as remanescentes, cedo ou tarde, terão que descer!
A meritocracia não veio pelos meios éticos que muitos de nós esperávamos, mas vem sendo introduzida à custa da busca incessante por resultado.
Com isso ganhamos todos. Todos? Sim todos, porque os que perdem seu conforto antes patrocinado apenas pela conveniência e politicagem, também ganham.
Ganham a possibilidade de encarar a vida de frente, sair de uma zona de conforto que camufla suas fraquezas e incompetências e as encaminha para um diálogo franco com a vida. Afinal, não estamos aqui a passeio!
Conforto não é sinônimo de harmonia, assim como prazer não é sinônimo de felicidade. Sem desconfortos e desprazeres estaríamos fortemente condicionados à estagnação. Vida é desafio, é mudança, é conquista e, sobretudo, é um diálogo franco e direto com a realidade.
É fato que o ser humano, em sua imensa maioria, não suportaria uma vida sem ilusões. Mas também é fato que somente ilusões não significam vida. Viver é uma totalidade, é um fluxo, é um processo constante de vir a ser…
Algumas ilusões se desfazem, outras se constroem, mas é fundamental que a cada fase estejamos um pouco mais maduros – o que equivale dizer – independentes.
Não há nada de mal na ilusão ou no prazer, o único engano constitui-se em nos apegarmos a eles como se fossem a vida como um todo. Viver é um processo sinérgico: as partes compõem o todo, mas este é maior que a soma das partes. Isto ocorre por uma razão muito simples – as partes se relacionam entre si!
Notou que a compreensão deste texto foi ficando um pouco mais complexa à medida que ele é lido? A vida é assim torna-se mais complexa a cada fase, mas apesar disso, nós a compreendemos melhor a cada nova etapa. Como isso é possível?
O segredo é que a natureza das nossas ilusões vai mudando com o tempo e este desapego nos torna mais sábios:
“Muito será pedido àquele que muito recebeu”
Esta regra espiritual nos deixa claro que é excelente que as tartarugas estejam descendo das árvores e que os pássaros possam ocupar seu lugar. Estes terão sua merecida oportunidade. Aquelas, a possibilidade de encontrar seu caminho e verdadeiro habitat diante da vida.
Carlos Hilsdorfcontato@carloshilsdorf.com.br
www.carloshilsdorf.com.br
www.atitudesvencedoras.com.br —- Equipe SobreADM
Equipes que dão certo - Um por todos e todos por um!!
Postado por Gustavo Periard em 30/10/2006
Categoria: RH e Motivação
» Equipes que dão certo - Um por todos e todos por um!!
por Maria Inês Felippe
Como serão as equipes que dão certo? É a união que faz a força? É a busca conjunta do objetivo? É o processo sinérgico? Isso não é mais novidade o que percebemos é que as empresas buscaram, e ainda buscam, exercer esse controle total sobre os indivíduos, grupos, tentando tornar previsíveis seus comportamentos? Normas, regras, regulamentos palestras motivacionais e códigos são parte da resposta. Mas como garantir o seu cumprimento? Como assegurar que serão seguidos, ou que o comportamento será modificado para melhores resultados? Neste ponto, aparecem as figuras dos gerentes, líderes e supervisores. Pessoas encarregadas, entre outras coisas, de fazer cumprir os objetivos estabelecidos pela organização. Mas como fazer com que esses indivíduos, que também são empregados, sujeitos a contradições, assumam esse papel?
Para que isso ocorra, as empresas conferem a esses empregados inúmeros privilégios, tais como salários e benefícios diferenciados, informações privilegiadas, melhores possibilidades de carreira, fatias significativas dos lucros, ampla possibilidade de utilização dos recursos disponíveis, status e poder conferidos através de vários símbolos (melhores salas, computadores, imobiliários etc.).
Contudo, essa prática trás um efeito indesejado pelas empresas, porém previsível. A farta distribuição de privilégios no topo da pirâmide hierárquica gera muita insatisfação em sua base. Os demais empregados sentem-se desprestigiados e injustiçados. A despeito dessa diferenciação, as organizações utilizam um discurso incompatível que fala de “colaboradores” e “parceiros”. Nesse ambiente de controles rígidos e de desigualdade, espera-se de todos os empregados a colaboração e a parceria, comportamentos típicos de ambientes onde prevalecem a cumplicidade e a simetria.
Autônomos ou autômatos?
À hierarquia superior não coube somente o controle da disciplina do empregado, mas também do “seu” trabalho. A expressão “seu” trabalho chega a ser um abuso de linguagem, pois o que se estabeleceu, com a exatidão e precisão mecânicas, foram postos de trabalho com partes do processo, fenômeno conhecido como divisão técnica do trabalho. Com a divisão da atividade em muitas partes, o empregado perdeu a visão do todo e o próprio sentido do trabalho. Se ele não tem a visão do todo, não entende o processo, se não entende o processo não percebe o seu papel e se não percebe o seu papel não se identifica, não se identifica, não se compromete. Esses são os aspectos que reforço nos treinamento de liderança e de equipes para que ela dê certo.
O planejamento ficou delegado aos detentores de cargos de comando, considerados como os únicos com capacidade e conhecimento para planejar científica e racionalmente o trabalho. O empregado passou a desempenhar partes de um trabalho que ele não planejou, não escolheu a melhor forma de fazê-lo. Um trabalho que lhe é estranho, destituído de sentido, alienado.
Definir com precisão o trabalho faz com que as pessoas saibam o que devem fazer, faz também com que elas saibam o que não lhes cabe fazer. O empregado acostumado a receber ordens, a fazer o que lhe mandam, a executar procedimentos pré-estabelecidos, desenvolve uma passividade paralisante, uma superconformidade às regras tão bem estudada pelos teóricos da burocracia. Numa época em que se busca a iniciativa dos empregados, torna-se necessário repensar os processos de trabalho que desenvolvemos em nossas empresas.
Fala que eu te escuto?
Tentando estimular a participação ativa dos empregados necessária à melhoria dos negócios, mas sem modificar a estrutura rígida, os privilégios e o processo de trabalho, foram criadas várias ferramentas para proporcionar o diálogo: gestão participativa, caixa de sugestões, portas abertas, círculos de qualidade, grupos de expressão, linhas abertas com a presidência, diretoria etc.
Porém, o desejo de conduzir à participação, como nos ensina o professor e pesquisador Omar Aktouf, esbarra num obstáculo difícil de ultrapassar: à vontade dos empregados. É claro que não se pode obrigar alguém a se posicionar, a se expor, a dizer-se. Para isso, o indivíduo precisa de um ambiente onde possa usar autenticamente a palavra, falar de seus interesses, expor suas idéias, criticar livremente e sentir que há uma escuta atenta, simétrica e interessada. Em um ambiente onde prevalece a estrutura hierárquica rígida, os privilégios, inclusive de informações, e a participação restringe-se às questões ligadas somente à melhoria da produtividade ou a processos de trabalho, a comunicação se torna instrumental, funcional e interesseira e comunicação é, etimologicamente, “colocar em comum”, compartilhar.
Afinal, empresas não existem para dar lucro?
A maioria das pessoas quer sejam elas executivas, estudantes, empregados, donas de casa ou desempregados, não tem dúvidas disso. Isto porque vivemos em um mundo dominado pela racionalidade econômica que está tornando-se, cada dia mais, autônomo em relação às outras racionalidades. Assim, buscar a maximização dos rendimentos de um negócio passa a ser a ordem do dia. Sem questionar se a maximização de todo o conjunto produtivo é possível, afinal, para que “alguém” tenha o máximo, “alguém” terá perdas, mesmo que esse “alguém” seja o meio ambiente, vamos imaginar esse princípio no ambiente de trabalho.
De um lado, os empregados buscando melhores salários, benefícios, maiores participações nos resultados do negócio; do outro, as empresas buscando a maximização dos lucros, que implica também na redução de seus custos operacionais. Eis uma contradição que, apesar de ter longa data, está longe de ser resolvida.
Embora essa contradição exista, os diversos modelos de gestão que têm sido desenvolvidos, reproduzidos e ensinados a negam ou tentam mascará-la. Se desejarmos empregados envolvidos, comprometidos, empenhados em buscar os interesses da empresa como sendo os seus próprios, precisamos pensar em um princípio simples: a apropriação. Todos tendemos a nos envolver e nos comprometer com aquilo que é nosso. Se um empregado percebe que, ao primeiro sinal de queda nos lucros, ele pode ser descartado, fica claro que ele não faz parte do negócio, não é um parceiro. Precisa, então, ser gerenciado.
Proporcionar a apropriação no ambiente de trabalho implica numa “reengenharia” em nossas crenças e práticas de gestão de pessoas. Significa considerarmos seriamente o que aprendemos e reproduzimos até aqui. Parafraseando o Ricardo Semler, precisamos virar a nossa própria mesa. Quem sabe deixaremos a gestão de pessoas e experimentaremos algo enriquecedor e inovador: a gestão com as pessoas.
Maria Inês Felippe
mariaines@mariainesfelippe.com.br
A autora atua na área de Recursos Humanos apóia as empresas em seus processos de Desenvolvimento Gerencial e equipes, Diagnóstico das relações trabalho, Avaliação de Potencial, Competências e Desempenho, Programas de Criatividade e Inovação, Coaching em projetos de Gestão Pessoas, Soluções Inovadoras de Problemas Organizacionais.
Artigo extraído do site www.administradores.com.br
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