Muito se fala em fidelização como forma de conservar a carteira de clientes. O tema “fidelização” está presente nas belas molduras que frisam a missão das empresas e enfeitam os corredores das organizações.

O discurso é muito bonito e propagado a todos os colaboradores como forma de fazer a empresa prosperar. Cria-se um mito ao transferir a responsabilidade da empresa para o cliente. E aí começam os discursos: “O cliente precisa ser fidelizado! Cliente bom é cliente fiel”.

Mas até que ponto isto é verdade? Qual é a responsabilidade da empresa neste processo. Sabendo que o casamento é baseado em vontade mútua das partes e focando a felicidade de ambos os lados, acredito que a empresa possui uma grande responsabilidade neste processo. A empresa precisa também ser fiel ao cliente!

Esta mesma empresa que espera por demonstrações de amor por parte de seus consumidores deve pensar até que ponto ela é merecedora deste sentimento. Então pergunto: Quantas empresas até hoje se apaixonaram por você, cliente?

Quantas vezes você se sentiu especial ao entrar em uma empresa. Quanras vezes você foi surpreendido e teve a grata sensação de: “Poxa, realmente eles se preocupam comigo”. Estou falando do amor. Aquele sentimento gostoso que nasce com a cumplicidade. E isso vai muito além de uma bonita estrutura física ou de equipamentos modernos.

Este sentimento está estampado na missão da empresa, no sorriso de seus colaboradores, na satisfação que todos demonstram por poder atendê-lo. Aí você sente o coração acelerar e tem a plena certeza de que aquela empresa é fiel a você. Os valores dela são os mesmos que os seus e isso é o primeiro passo para um grande casamento! Cliente e empresa olhando na mesma direção!

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