Olá pessoal! O post de hoje é baseado em uma matéria muito interessante publicada pela revista Isto é Dinheiro no mês de novembro de 2010, entitulada “A cadeira no Brasil vale mais”.

A matéria aborda o fato do enfraquecimento da máxima de que “o sonho de todo grande profissional é possuir um carreira sólida em uma multinacional”. Segundo esta pesquisa, realizada pela consultoria Towers Watson, na qual a matéria se fundamenta, as empresas brasileiras estão oferecendo maiores salários e atraem cada vez mais profissionais talentosos.

Segundo a mesma pesquisa, esta substituição do desejo de grandes executivos deve-se, principalmente, ao aquecimento da economia brasileira nos últimos anos, o que possibilita atrair os profissionais mais cobiçados do mercado. Além disso, verificou-se uma diferença quanto as posições hierárquicas na qual os executivos de uma empresa brasileira e multinacional estão submetidas.

De acordo com o responsável pelo levantamento dos dados da pesquisa, um presidente de uma subsidiária de empresa estrangeira, por exemplo, é responsável pela atuação no mercado local podendo ter três ou quatro níveis hierárquicos acima dele, enquanto em uma empresa brasileira, um presidente atua como o nível mais alto de uma empresa e por isso possui um maior poder de decisão e, como conseqüência, um salário  mais alto também.

A matéria traz ainda casos como o de José Vicente Marino, que trocou seu posto de “número um” da Johnson & Johnson no Brasil em 2008 pelo cargo de vice-presidente da Natura e diz que a mudança pôde fazer com que passasse a fazer parte de um núcleo mundial de decisões, deixando de ser executor para se tornar um líder de negócios.

Os setores  de tecnologia, açúcar, álcool, siderurgia, celulose, transporte e cosméticos são os que apresentam uma migração mais representativa de profissionais de empresas estrangeiras para as verde e amarelo.

Outro exemplo real foi o da diretora de marketing Carla Marchiori que trocou a empresa americana Accenture pela brasileira Inmetrics em busca de maior autonomia e flexibilidade. Segundo Carla, em uma empresa multinacional existe um excesso de burocracia na aprovação de qualquer projeto.

Para quem quiser conferir a matéria “A cadeira no Brasil vale mais” na íntegra, ela foi publicada na revista Isto é Dinheiro de n°682 de 03/11/2010.

E vocês, trocariam um cargo executivo em uma empresa multinacional por uma empresa brasileira? Quais motivos o levaria a esta troca? Não deixe de comentar!

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