Por conta do excesso de oferta, sua empresa corre o risco de se transformar em um grande labirinto repleto de salas de aulas conectadas com coisas do além da sua própria imaginação.

Falta objetividade na construção de um movimento equilibrado entre tecnologia e pessoas. Alguns acreditam que o mundo ficará resumido a uma tela de computador, que os negócios estarão pelo caminho do imediatismo, proporcionados tão somente pela sofisticação da comunicação em grande escala e aliados a meios expositores de imagens dirigidas à massa consumidora.

Outros no contra fluxo da evolução procuram por nichos saudosistas valorizando uma aparência artesanal e assim colocando tempero para “cutucar” seus interesses mercadológicos.

Se a tecnologia e os processos se sofisticam, na contra mão dos avanços vem à escassez no preparo adequado, quando o tema é a evolução do equilíbrio humano necessário para dar conta do recado.

Andamos atrás dos processos, às vezes usando pessoas numa versão ultradescartável, exigindo um tempo de “Vinte e quatro horas por sete dias” integrados artificialmente por mar, terra e ar.

São os sinônimos dos ventos da produtividade e competitividade, que inclui os contatos da madrugada, as urgências dos fins de semana, e uma seleção de imposições que tornam escassos os momentos de recuperação física e mental.

Os sistemas poderiam ser diferentes, mas somos peças de um jogo de gente grande, que também são obrigadas a empurrar e a convencer que até o supérfluo pode ser algo indispensável.

Pelo sim, pelo não, penso nas idéias de um cliente, que acabou incorporando no meio do seu elegante escritório, uma academia de ginástica, quebrando o processo da obrigação pela necessidade da real integração entre o humano e sua potencialidade de gerar recursos.

ACESSE: www.sergiodalsasso.com.br

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