Considero o relacionamento a base dos sucessos e fracassos acumulados ao longo dos obstáculos do dia a dia. Cada relação gera algum tipo de retorno, seja emocional, profissional, lucro e também prejuízo. Relacionamo-nos de várias formas com uma diversidade enorme de pessoas, cada uma tem em si o poder de construir e desconstruir.

Como em qualquer situação, temos que administrar as relações e definir estratégias para que o relacionamento traga benefícios para ambas as partes. Neste contexto, um veículo que veio para facilitar as relações é a gigante Internet. Precursora de novas formas de fazer gestão, marketing, administração, comunicação e publicidade, a Internet construiu uma metrópole on-line, um lugar onde encontramos serviços, produtos, amizades, amores, conteúdo e conhecimento; é como vivermos e aproveitarmos as maravilhas de uma grande cidade sem sair de casa.

E nessa gigante, as estratégias de mercado contribuem para um relacionamento cada vez mais horizontal, mais dinâmico. As pessoas consomem conteúdo, informação, conhecimento, serviços e produtos o tempo todo, as transações são ágeis e as estratégias devem ser modificadas a cada clique.

A interatividade é a base dos relacionamentos. Ainda que a fidelidade seja praticamente nula frente à variedade de serviços e facilidade de compra e interação, o consumidor internauta busca entretenimento. A essência da Internet é o entretenimento, desde as compras até a produção de conteúdo. É como um campo eletromagnético capaz de atrair até mesmo quem não tem a menor afinidade, e ainda que pareça uma comunicação em massa, a relação é altamente segmentada, pois o cliente é quem faz o próprio shopping, sua escola e seu parque de diversões. Ali, o mundo em suas mãos, no conforto da sua casa, com uma rapidez incrível e uma quantidade de dados surpreendente, a Internet molda a atitude das pessoas, a decisão de compra e os relacionamentos.

É nesta necessidade e nas características desses reais e virtuais consumidores que as empresas devem investir em e-commerce e oferecer muito mais do que produtos e serviços, mas relacionamento. Interagir, relacionar-se, entreter-se, são os sinônimos de quem está atento aos movimentos da Internet. Os consumidores constroem o mercado on-line, empresas atentas capturam os perfis para gerar consumo.

E de perfil em perfil, as experiências no mundo virtual ganham amplitude. Todos sabem das preferências de cada um, os indivíduos compartilham suas vidas como em um “livro aberto”, tornando a metrópole em uma pequena cidade, na qual os indivíduos formam uma única relação em busca de um motivo para construir e desconstruir.

É com esta abordagem que nas próximas publicações, tratarei das estratégias em Marketing de Relacionamento, de forma que as ações off-line complementem as on-line de forma perfeita.

3 COMENTÁRIOS

  1. […] Internet: uma pequena cidade em uma metrópole […]

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