A participação das mulheres no mercado financeiro não pára de crescer. O tempo em que ações e investimentos eram assuntos do universo masculino definitivamente acabou.

Segundo informações disponíveis no site da Bovespa, principal instituição brasileira de intermediação para operações do mercado de capitais, as mulheres já representam quase 25% do total de investidores cadastrados,  sendo São Paulo o estado com maior número de mulheres que realizam transações financeiras, seguido pelo estado do Rio de Janeiro.

As mulheres passaram a planejar melhor seu futuro e conquistaram independência  na hora de decidir o que fazer com o seu rico dinheiro. E por que não investir? E por que não aprender sobre finanças além do universo do orçamento pessoal e familiar?

Nas principais instituições de formação de investidores e sites sobre o assunto já existem seções e cursos voltados especialmente para nós mulheres. É o caso do módulo “Mulheres em Ação” criado pela Bovespa em 2002, um programa de popularização do mercado financeiro voltado exclusivamente para as mulheres. Um ótimo local para aquelas que desejam aprender sobre investimentos e a arte de poupar.

Uma questão interessante sobre o corpo de movimentação financeira é a diferença entre os perfis dos investidores masculino e feminino. As mulheres geralmente possuem um perfil mais conservador se comparado ao perfil dos homens. Isto pode ser reflexo da experiência que nós temos em conduzir a administração do orçamento familiar, função que exige em muitas famílias o jogo de cintura feminino para se gastar menos do que se ganha.

O perfil feminino conservador faz com que as decisões de movimentação financeira sejam feitas com mais cautela e conseqüentemente sejam passíveis de menores perdas de capital. Além do conservadorismo outra característica que diferencia investidores é a capacidade de aceitação de resultados a longo prazo, caráter facilitador àqueles que escolhem o mercado financeiro como forma de rendimento de capital.

O fato deste aumento gradual da participação das mulheres dentro do mercado de ações e investimentos  (em 2002 elas não eram nem 17% do total) pode ser encarado como reflexo da ascensão profissional que conquistaram ao longo dos anos e também da independência  em decidir qual o melhor caminho a seguir quando o assunto é fazer o dinheiro render.

E você, já teve experiências com investimentos, compra de ações etc? Conte pra nós, vamos debater sobre o tema.

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