banco-real-grupo-santander-brasil-movimento-negocio-sustentavel1Nos dias de hoje podemos perceber uma preocupação extra nas empresas, de qualquer porte ou ramo de negócio. Estou falando da crescente preocupação das empresas com os chamados negócios sustentáveis. Onde, levam em conta não só a busca pelos lucros mas também a preocupação com o próximo, analisando e tentando diminuir os impactos de suas atividades no mundo.

Um grande exemplo desta nova mentalidade empresarial é o Banco Real. Que busca além de seus objetivos organizacionais, um novo jeito de gerir, voltado também para a preocupação de ser uma empresa sustentável. E com o objetivo difundir este importante tema, Negócios Sustentáveis na rede mundial de computadores, o Banco Real está promovendo uma ação simples que irá premiar os blogueiros que ajudarem na propagação deste ideal.

Desta forma, o blog Sobre Administração se propôs a auxiliar esta idéia, juntamente com o blog SucessoNews. E você também pode participar desta promoção, saiba abaixo, como:

Como funciona essa premiação?

  1. Você escreve um post sobre “Negócios sustentáveis” que deve conter link para o site de sustentabilidade do Banco Real e um outro para o post do SucessoNews, cujo link é http://www.sucessonews.com.br/premiacao-real-negocios-sustentaveis/);
  2. Se você tiver Twitter e quiser divulgar seu post por lá, basta usar a tag #realsustentavel e o migre-me do permalink do seu próprio post. Os RTs do seu tweet original poderão contar a seu favor!
  3. Assim que você postar no seu blog e divulgar no seu twitter, volte aqui e deixe na área de comentários deste post o link do seu post e o link do twit.

Quem ganha essa premiação?

  • Aquele post que mais provocar novos posts em outros blogs  e/ou novos tweets  será o premiado!
  • Cada pingback recebido em seu post valerá 2 pontos
  • Cada RT do seu twit divulgando seu post valerá 1 ponto (a contagem será feita pelo link do migre-me referente ao seu post)

Qual o prêmio?

  • Um livro sobre a temática para o blogueiro;
  • Um destaque para o blog vencedor na área de sustentabilidade do site do Banco Real, referenciando-o com destaque.

Gostaram da idéia? Então não deixem de participar! Grande abraço!

4 COMENTÁRIOS

    • Olá Patrícia, que bom que gostou do blog.
      Trabalhamos muito pra que isso aconteça. E essa é minha dica, dedique-se bastante ao seu projeto. Se gostar do que está fazendo, com certeza terá sucesso!

      Boa sorte pra vc!!
      Um abraço, volte sempre!

  1. A Triple botton line e o Papo de botequim

    Você está num bar tomando cerveja com amigos. Bar+amigos+cerveja=solução para qualquer problema,você sabe. O papo hoje,não sei como, resvalou para “justiça social num mundo globalizado”-(parece até título de algum fórum internacional,mas tá todo mundo bêbado, gente!). Alguém manda: “Vocês acham justo que uma empresa multinacional-rica,poderosa-abra operações em países pobres (como Bangladesh ou como a China mesmo),pagando muito,muito menos a seus funcionários locais, e dando muito menos benefícios a eles do que fariam em seus países de origem?”. A resposta vem em coro: “Imoral! Desonesto! Vamos fundar uma ONG para combater a exploração capitalista nos países pobres! Vamos exigir que adotem em toda parte o padrão de remuneração e benefícios que adotam em casa!”. O que acham? Será que não pode gerar o efeito contrário não?-a “síndrome de Caetano Velloso”, de novo ( Usar lei Rouanet para pagar shows privados) ? Eis a história então.Há uma denúncia de que uma multinacional paga a seus operários num país subdesenvolvido, muito menos do que paga em seu país de origem. A opinião pública, influenciada pela turma do bar (que está bêbada) e por agumas ONGs (que acham que não estão bêbadas)-exige medidas regulatórias para obrigá-las a pagar mais. As multis admitem fazê-lo, mas argumentam que é justo então que as fábricas de proprietários locais tenham que pagar a seus funcionários o mesmo piso que elas. ONGS, o governo dos países ricos, e as próprias multinacionais forçam a adoção de regras rígidas para os salários nas fábricas locais dos países pobres, e ameaçam com barreiras comerciais: países que não toparem,não poderão mais importar deles nem terão mais investimentos deles. Tudo bem? Até que enfim, as multis tiveram que ceder em prol dos oprimidos. Os compradores nos países ricos (que compram os produtos fabricados nos países pobres) acabam pagando mais , mas não ligam- é por uma causa justa. As ONGs declaram vitória. A turma do bar “toma mais uma” para comemorar. As empresas multinacionais , adotando as “políticas justas” que ONGS +opinião pública as obrigaram a adotar, forçam suas concorrentes locais no terceiro mundo a fechar as portas. As multis mantêm seus lucros nos mercados domésticos, e obtem lucros ainda maiores nos mercados subdesenvolvidos (mesmo com os aumentos de salário que tiveram de dar). Os operários daquele país pobre, demitidos de seus empregos nas fábricas locais que não agüentaram o tranco dos aumentos salário e benefícios, vão para casa explicar `as suas famílias porquê o acordo feito para protegê-los da cobiça do capitalismo, exige que eles passem fome.

    Conclusão: de boas intenções o inferno está cheio.

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