Por Scher Soares

Você já observou que esta interrogativa – ou alguma das suas variações – é extremamente freqüente nos rituais de aproximação das pessoas? Analise com atenção; Você está em determinado local e de repente inicia um diálogo com alguém; Quais são as perguntas chave que praticamente todas as pessoas experimentam? Exatamente: “O que você faz da vida?”, “Trabalha com o que?”, entre outras

Então, vamos supor que você faz parte de uma turma em treinamento e ao seu lado senta-se alguém que você ainda não conhece. Vocês iniciam o diálogo e em instantes surge o questionamento: “e você, o que faz da vida?” ou ainda “e você, trabalha com o que?”

Qual seria, e como seria a sua resposta? Pare um pouco neste ponto e tente formular com exatidão qual é a sua resposta para esta interrogativa.

Então, qual é a sua resposta para “o que você faz da vida?”

Se ao tentar formular a resposta, sente-se meio confuso quanto à descrição da sua atividade profissional, ou sente-se um pouco desconfortável ao ter de responder a pergunta, é provável que a sua atividade profissional não desfrute do seu próprio sentimento de significado, propósito ou realização.

Você usa algum mecanismo para driblar estas perguntas? Costuma esquivar-se quando tem de responder a respeito do “que faz na vida?” Então pode ser que a sua situação atual não o agrade substancialmente; Talvez você não esteja satisfeito profissionalmente, ou ainda pode ser que a sua atividade profissional não esteja congruente com os seus valores e princípios.

O que quer que seja, se você sente-se desconfortável, constrangido ou até mesmo costuma irritar-se um pouco quando diante desta pergunta, o fato é que está desperdiçando precioso tempo em atividades que não gozam do significado de realização para você. Portanto, decida quanto tempo está disposto a perder e avalie o que precisa fazer para tornar-se mais congruente com os seus objetivos.

Uma dica: “é nos momentos de decisão que seu destino é traçado”.

Portanto, decida-se: O que você vai fazer da vida?

Tenha uma ótima escolha!

2 COMENTÁRIOS

  1. Bem observado.

    É fácil observar o grau de felicidade profissional da pessoa pela empolgação e clareza com que ela fala do próprio trabalho.

    às vezes é realmente complexo definir o trabalho, especialmente se é algo novo, ou tecnologicamente avançado, mas a alegria ao falar de trabalho não muda.

    Ótimo post, estou acompanhando.

    Att.
    Marcus Vinícius
    http://www.metaexecutiva.com

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