Sobre Administração
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Por que suas idéias não são aceitas?
Postado por Carlos Hilsdorf em 03/08/2008
Categoria: Carreiras
* por Carlos Hilsdorf
A maioria das pessoas acredita que tem boas idéias, e tem mesmo! Não falo daquelas idéias que possuem um rasgo de genialidade, estas são mais raras, mas falo de boas idéias, idéias que agregam valor de fato.
Vale ressaltar que ter boas idéias é uma coisa bem diferente de ter boas idéias quando se precisa delas. Isto de desenvolver boas idéias sob medida e de acordo com a demanda é um exercício, consiste no desenvolvimento de uma competência. Competência, aliás, que muito beneficia a vida e a carreira de seus possuidores.
O fato é que a maioria das pessoas tem boas idéias, destas que agregam valor, mas poucas destas idéias chegam a se materializar para o bem de todos. Por quê?
Há muitas razões para isso, vejamos algumas.
Uma primeira e alarmante razão é que as pessoas (mesmo seus superiores) muitas vezes não entendem, de fato, do que estão fazendo e sobre o que estão falando. Existe muita representação no ambiente corporativo, espécies de atores corporativos que fingem saber o que em verdade ignoram.
Esta distorção vem do nosso processo educacional. Pesquisas recentes feitas pelos maiores especialistas nas questões cognitivas revelaram que:
Quando um aluno universitário, por exemplo, tenta explicar um fato novo com base em uma teoria já estudada, enfrenta uma enorme dificuldade. Ele está muito mais familiarizado com os exemplos que estudou do que com a realidade própria. O mais alarmante foi que estes experts constataram que a imensa maioria destes alunos oferecem respostas incrivelmente semelhantes a outros alunos que nunca estudaram a disciplina proposta! Frequentemente eles oferecem respostas monocausais e simplistas!
Isto prova uma deficiência crônica do nosso processo de educação, seu fracasso na formação de senso crítico, capacidade de julgamento criterioso da realidade objetiva.
Por isso não se assuste se uma boa idéia, daquelas embasadas, conceitualmente corretas e dotadas de extremo bom senso, não estiver sendo ouvida e entendida. Há muito mais pessoas despreparadas para ouvir uma boa idéia do que você imagina!
As demais causas são mais evidentes por isso comentarei brevemente.
A segunda consiste no comportamento medíocre de alguns de não deixar que as boas idéias dos outros apareçam. Assim pessoas que têm o poder de levar sua idéia adiante, não o fazem porque a idéia não é delas ou não poderão se beneficiar ao menos parcialmente de sua autoria. Para manter você “low profile”, estas pessoas impedem suas idéias de caminharem dentro da organização.
A terceira é a tendência em evitar a implantação de mudanças. Claro que todos sabem que a mudança é a tônica da vida (inclusive corporativa), mas ai vem a famosa barreira “no meu departamento não”!
As pessoas são a favor da mudança sempre que esta não envolva muito esforço para ser implantada (mesmo quando os benefícios são evidentes) e não obrigue a uma reestruturação da sua zona de conforto. Assim uma ótima idéia é “apagada” antes que gere esta onda de ações cujo efeito cascata significa: trabalho extra.
A quarta requer atenção. O Fato de você estar apresentando uma boa idéia, não necessariamente, significa que você está apresentando bem a uma boa idéia. Se a sua idéia for incrível, mas, você não tiver a arte de apresentá-la bem, com impacto e persuasão, você corre o risco de que ninguém te leve a sério e não perceba o valor da idéia. Muitas idéias não são ouvidas porque falhamos ao apresentá-las!
Sempre que uma boa idéia não estiver sendo aceita lembre-se de checar as causas anteriores e guarde esta preciosa citação:
“Toda verdade passa por três etapas: primeiro é ridicularizada, depois é violentamente antagonizada e por último é aceita universalmente como auto-evidente”.
(Arthur Schopenhauer, O mundo como vontade e representação)
É amanhã! Inscrições para Aprendiz 6 - Universitário
Postado por Gustavo Periard em 31/07/2008
Categoria: Dicas e Notícias
Amanhã, dia 01 de Agosto de 2008, será o primeiro dia de inscrições para Aprendiz 6 - Universitário.
A sexta versão do reallity show será voltada a estudantes universitários de todo o País e o vencedor ganhará, além do prêmio de R$ 1 milhão, uma vaga de estágio em uma das empresas do publicitário Roberto Justus.
Os pré-requisitos necessários para a inscrição são: ser maior de 18 anos e estudar em uma universidade, independentemente do curso ou da instituição.
As inscrições podem ser feitas através do site da Tv Record e terminam em 31 de dezembro. Os candidatos então passarão por um minucioso processo de seleção que vai escolher os 16 participantes do programa.
As gravações de Aprendiz 6 - Universitário começam em março de 2009 e tem previsão de estréia para maio.
Acesse o site www.rederecord.com.br para maiores informações.
Não perca esta oportunidade! Inscreva-se!
Pirelli oferece 100 vagas para estagiários
Postado por Gustavo Periard em 31/07/2008
Categoria: Oportunidades

A Pirelli - multinacional italiana no segmento de pneus - abre inscrições no próximo dia 4 para o seu Programa de Estágio 2009.
Em sua 35ª edição, o programa oferece 100 vagas para a fábrica de Santo André, no ABC paulista, e escritórios da empresa localizados na cidade São Paulo/SP.
Do total de vagas, 30% são dirigidas a alunos de cursos técnicos e 70% para universitários.
Um dos grandes atrativos da seleção é a possibilidade de efetivação do estagiário como funcionário da Pirelli.
Segundo a empresa, aproximadamente 45% dos participantes são absorvidos pelo quadro de funcionários após a conclusão do estágio, o que, de acordo com a Pirelli, colabora para que a diretoria da empresa seja composta por uma quantidade expressiva de profissionais que começaram a sua carreira no programa de estágio.
Clique em “Ler mais” e saiba quem pode participar e quais são os benefícos do programa de estágio.
Qual é o nome do seu cliente?
Postado por Profº. André Vinícius em 30/07/2008
Categoria: Gestão e Liderança
* Por Profº. André Vinícius
O processo de atendimento ao cliente evoluiu nos últimos anos devido ao surgimento de novas formas de negócios. As empresas cresceram, multiplicaram o número de clientes e viram seus lucros aumentarem freneticamente nos últimos tempos em função da abertura de mercados, diversidade de produtos e melhorias na produção e qualidade, mas será que não estamos esquecendo algo?
Estou falando do relacionamento com o cliente. Aquele jeito simples e simpático de dizer: “Olá, eu lembro de você da última vez que esteve por aqui” Claro que você dirá que as empresas “organizadas” já fazem isto através do CRM (Sistema de Relacionamento com o Cliente) mas creio que o cliente não quer ser parte de um software bem montado e um script padronizado.
O cliente quer se sentir importante. Ele deseja ser parte do crescimento da empresa e isso me faz recordar do armazém do Sr. João onde o cliente era um amigo, e o Sr. João que nada sabia sobre CRM convidava os clientes pra tomar um café e prosear e perguntava sobre sua família. Ali o cliente se sentia realmente em casa e pensava: “Poxa, eu faço parte deste negócio!”.
No livro: “Como fazer amigos e influenciar pessoas” do Dale Carnegie, ele já dizia que “chamar o cliente pelo nome e mostrar que se lembra dele é algo mágico. Faz ele se sentir importante”. E olha que ele disse isso há mais de 50 anos atrás!
Apague da sua cabeça tudo que aprendeu até o momento sobre CRM e bla bla bla. Se tiver um tempo vá até o mercadinho do Sr. João e aprenda com ele de forma simples e expontânea.
Acesse: www.andevinicius.com
Como Investir em Treinamento
Postado por Gustavo Periard em 28/07/2008
Categoria: Gestão e Liderança, RH e Motivação
“Todos nós adoramos vencer, mas quantas pessoas adoram treinar?”
(Mark Spitz)
* por Tom Coelho
A atividade de treinamento é inerente ao mundo corporativo. Algumas empresas a entendem como imprescindível para o desenvolvimento de seus colaboradores, elevando a produtividade com impacto positivo na última linha do balanço. Já outras companhias a enxergam como símbolo de desperdício - de tempo e dinheiro. E outras tantas apenas a realizam para colorir suas estatísticas de responsabilidade social corporativa a fim de concorrer a prêmios e ganhar títulos.
O fato é que o treinamento é primordial para capacitar, desenvolver, integrar e estimular as pessoas, permitindo-lhes realizar mais com menos, ensinando-as a trabalhar mais inteligentemente. Todavia, um programa formatado sem planejamento pode mesmo representar tempo, dinheiro e energia jogados ao vento.
Por isso, uma questão recorrente é: Como realizar um treinamento produtivo?
1. Palestra ou Treinamento?
O primeiro passo é compreender as diferentes abordagens possíveis.
Uma palestra caracteriza-se por ser um evento de curta duração, podendo se estender desde apenas quinze minutos até duas horas, sendo que convencionalmente gira em torno de 75 a 90 minutos.
Em regra, a palestra é proferida por um único ministrante que a apresenta em formato de monólogo, ainda que muitos profissionais façam uso de diversos recursos para interagir com a platéia, admitindo sua participação.
Diante do tempo disponível, uma palestra tem alcance reduzido, abordando diversos assuntos superficialmente, exceto se o tema for muito específico e de cunho técnico ou científico. Todavia, no universo empresarial, a palestra tem o poder de agir com caráter de sensibilização, buscando promover a reflexão, surpreendendo, provocando e estimulando as pessoas a saírem da zona de conforto para atentar sobre novas possibilidades.
Clique em “Ler mais” para ver o texto completo!
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