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A economia é uma ciência que tem como fim o estudo da escassez dos diversos recursos essenciais à nossa sobrevivência. Partindo do pressuposto que a maioria dos recursos são finitos, é de extrema importância estudar o impacto da produção, distribuição e uso de cada recurso.

Dentro do universo empresarial, é possível observar o quanto o conhecimento amplo das variáveis ligadas a um recurso importante para uma empresa pode ser o diferencial para o seu sucesso. Porém, é importante para a empresa compreender que além do custo monetário de um produto ou serviço, também existe o custo de oportunidade ao lidar com o mesmo.

Podemos entender o custo de oportunidade como a possibilidade de um ganho ou perda onde exista mais de uma opção, ou seja, é aquilo que você pode deixar de ganhar em uma transação por escolher uma determinada opção. Pode se dizer que se existe um Recurso R, e duas opções A e B, o custo de oportunidade de usar o R para A é B, e o de usar o R para B é A.

Entendendo conceitos econômicos: Custo de oportunidade

O custo de oportunidade esta sempre presente nas transações, pois fazemos escolhas a todo o momento, nos negócios acontece praticamente em todas as transações comerciais. Por exemplo, se você possui um carrinho de pipoca e precisa escolher o melhor ponto para trabalhar entre duas opções: 1- Você pode ir ao ponto A, onde existe maior movimento, porém gastará duas horas para chegar lá. Ou, 2 – Você pode ir ao seu ponto tradicional, com menor movimento, mas com uma distância bem menor. Dentre estas 2 opções, qual será a mais proveitosa? Onde o custo de oportunidade seria mais viável?

Nos negócios é importante utilizar o custo de oportunidade na construção do planejamento de custos da empresa. Apesar do contraste com a contabilidade de custos clássica, que não considera as oportunidades perdidas pela empresa, é essencial para o empresário averiguar qual a melhor alternativa de produção e venda de seus produtos, uma vez que estes recursos são escassos.

O custo de oportunidade geralmente é expresso em preços relativos, ou seja, é o preço de uma escolha em relação a outra escolha.

Vamos imaginar que alguém vá ao supermercado e deseje comprar um bolo ou um refrigerante, com apenas R$ 10,00. Se o refrigerante custar R$ 10,00 e o bolo R$5,00 e o consumidor escolher comprar o refrigerante, ele então teve um custo de oportunidade de 1 refrigerante para 2 bolos, se pensamos no bolo com uma melhor opção.

Podemos, então, concluir que existe um custo de oportunidade para tudo que nós fazemos, e este custo deve ser conhecido e mensurado pelo empresário, pois muitas vezes as escolhas que se mostram melhores logo de cara, podem no final não serem realmente o que se propõem a ser. E, também, é importante a empresa buscar criar produtos e serviços que realmente representem algum diferencial, pois o cliente pode, através do preço relativo, escolher outro produto.

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Quem dos leitores nunca ouviu falar em responsabilidade social, sustentabilidade sócio-ambiental e inovação? Todos nós somos bombardeados diariamente com assuntos que giram em torno da sustentabilidade no ambiente organizacional, ou pelos demais agentes da sociedade, e sobre seus impactos diretos tanto em termos ambienteis quanto em termos sociais. Alguns artigos foram publicados aqui no Sobre Administração sobre inovação e a sua importância no sucesso empresarial em termos de desenvolvimento de novos produtos, serviços e em modelos de gestão. Bem, até aqui é o discurso de sempre, correto? Mas o que muitos desprezam é que esses assuntos – inovação e responsabilidade sócio-ambiental – estão diretamente ligados e não podem ser observados por prismas diferentes.

Consideremos a questão ambiental, que atualmente representa uma das maiores preocupações em nosso planeta. Há 15 anos, esta questão se apresentava como uma preocupação que poderíamos chamar de “latente” pelas autoridades internacionais, ou seja, todos sabiam de sua existência, mas tínhamos o que podemos chamar de inércia social diante deste problema. Com o passar dos anos, diversas organizações ao redor do mundo iniciaram ações de conscientização para este problema e, com isso, uma maior visibilidade para a questão perante os agentes sociais. Bem, e o resto todos já sabem chegando ao Protocolo de Kyoto.

Este exemplo no ajuda a analisar o que os autores Jegóu e Manzini chamam de Comunidade Criativa. As Comunidades Criativas surgem quando os agentes sociais mobilizam-se para solucionar ou amenizar algum problema existente na sociedade, por exemplo.

Iniciativas sócio-ambientais originam de um estímulo inicial proporcionado por um agente social, seja ele uma organização ou entidade qualquer. Esse estímulo, por sua vez, desencadeia toda uma mobilização dos agentes sociais, tais como: governo, empresas, associações e a própria sociedade. Tais agentes formam uma rede de inovação social, onde os agentes diretamente ligados às ações sócio-ambientais interagem entre si trazendo diversos resultados à sociedade.

Essas interações, executadas pelos agentes sociais, formam as chamadas comunidades criativas, gerando benefícios mútuos para toda essa rede social. Esta dinâmica apresentada é constante, desta forma o sistema de inovação social é auto-sustentável na medida em que a constante ação dos agentes é capaz de obter ganhos capazes de garantir a manutenção de suas atividades dentro desta comunidade da inovação, gerando o Ciclo Virtuoso da Inovação, ilustrado abaixo:

O papel da comunidade criativa no desenvolvimento sustentável

Não importa qual o tipo de iniciativa, seja ela social, ambiental ou qualquer que seja, sempre teremos essas interações realizadas pelos seus agentes, ou seja,  da comunidade criativa. Esta, sempre iniciada por um estímulo resulta na  inovação social  como resultado para a solução de um problema existente, quebrando assim a inércia social e introduzindo  um novo paradigma para os agentes desta rede.

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SÃO PAULO – A CEF (Caixa Econômica Federal) lançou nesta segunda-feira (20) um cartão que garante pagamento de aluguel, sem a necessidade de contratar um fiador ou de garantia adicional.

De acordo com o vice-presidente de Pessoa Física da CEF, Fábio Lenza, o Cartão Aluguel Caixa possibilita a garantia do aluguel no cartão de crédito.

“A Caixa garantirá o pagamento das parcelas de aluguel, oferecendo ao inquilino a possibilidade de desburocratização no processo de locação, ao eliminar a necessidade de outras garantisse o incômodo de solicitar fiadores entre amigos e familiares”, afirmou.

Como funciona
O processo de locação por meio do cartão deve ser realizado em uma das imobiliárias credenciadas pelo banco, as quais irão comercializar o plástico, bem como em uma das agências da CEF.

A CEF garante à imobiliária o recebimento de até 12 parcelas de aluguel não pagas, nas locações de imóveis residenciais.

O cliente terá o limite-aluguel, usado somente para pagamento de aluguel nas imobiliárias, e o limite-rotativo, para compra em estabelecimentos comerciais, como um cartão convencional.

Expectativas
A CEF inicia nesta semana o cadastramento de imobiliárias especializadas na administração de imóveis para receber o cartão.

A comercialização do novo produto em âmbito nacional somente ocorrerá após a fase de piloto, prevista para o próximo mês de fevereiro.

FONTE: Infomoney

A curva de experiência ABC, também conhecida como Análise de Pareto, ou Regra 80/20, é um estudo que foi desenvolvido por Joseph Moses Juran, um importante consultor da área da qualidade que identificou que 80% dos problemas são geralmente causados por 20% dos fatores. O nome “Pareto” vem de uma homenagem ao economista italiano Vilfredo Pareto, que em seu estudo observou que 80% da riqueza da Itália estava na mão de 20% da população. E boa parte do entendimento da Curva ABC se deve à análise desenvolvida por Pareto.

Curva ABC recebeu este nome em decorrência da metodologia utilizada, veja a explicação detalhada abaixo:

  • de Classe A: de maior importância, valor ou quantidade, correspondendo a 20% do total;
  • de Classe B: com importância, quantidade ou valor intermediário, correspondendo a 30% do total;
  • de Classe C: de menor importância, valor ou quantidade, correspondendo a 50% do total.

Aqui é importante ressaltar que os parâmetros descritos acima não podem ser encarados como uma regra matematicamente fixa e exata. Estes itens podem variar de organização para organização nos percentuais descritos. Por isso, é preciso muita atenção na hora de realizar a análise.

Utilização da Curva ABC

O uso mais comum da curva ABC se dá no gerenciamento de estoques, a fim de realizar um controle mais apurado dos produtos em estoque e, também, buscar a redução de custos sem comprometer o nível de atendimento ao cliente. Por isso, a Curva ABC auxilia na classificação dos itens em estoque de acordo com sua importância relativa.

Outra utilização bastante comum desta ferramenta é na procura de causas e efeitos dentro da gestão da qualidade, onde se busca encontrar as principais causas que geram o maior número de efeitos. A curva ABC pode ser usada em outras partes da empresa, como para identificar os melhores clientes, os fornecedores mais importantes, os problemas mais comuns à sua empresa, entre muitos outros.

Exemplo de utilização da Curva ABC - Montando a análise

Partindo do estudo dos inventários para usarmos como exemplo, o primeiro passo dentro da análise é identificar os critérios que serão utilizados. Vamos pegar, por exemplo, dois critérios geralmente usados, o giro de um item e sua lucratividade.

As empresas devem priorizar ter um giro melhor dos produtos que possuem maior margem de lucratividade, utilizando de seus esforços para melhorar os canais de compra destas mercadorias e sua logística interna na empresa. Agora, para os itens de menor giro e menor margem, a empresa pode diminuir seus esforços de compra e logística, podendo até mesmo eliminar os produtos de pior classificação.

Para montar a análise é necessário montar uma tabela com a participação de cada item na receita total da empresa, assim cria os critérios de avaliação. Por exemplo, quais itens representam 80% da receita, os 15% e os últimos 5%. Geralmente, o resultado é semelhante ao mostrado no gráfico abaixo. Na maioria dos casos, uma parte menor da causa corresponde a uma parte maior dos efeitos.

Curva ABC   Análise de Pareto   O que é e como funciona

Neste caso, normalmente, os primeiros 20% dos itens da lista serão responsáveis por aproximadamente 80% da margem de lucro da empresa. Para uma empresa com uma lista de ações de 100 itens diferentes, isto significa que devemos prestar mais atenção para os 20 itens que vão ser responsáveis pela lucratividade.

Os próximos 40% dos itens, vão, geralmente, representar 15% de lucratividade. Estes podem ter uma atenção geral da empresa mais reduzida, se comparados aos anteriores. Porém, exigem uma boa análise por parte dos planejadores.

Os 40% últimos, onde existe pouco giro e pouca margem, são responsáveis por apenas 5% da lucratividade  e podem ser gerenciados com um nível mais baixo de atenção.

Conclusões

Com a utilização da Curva ABC, será muito mais fácil para o gestor gerenciar seu estoque dentro da organização, por isso é importante conhecer todas as variáveis desta ferramenta. Por isso, recomendamos que você vá além dos conhecimentos oferecidos neste post, procurando literaturas à respeito e, principalmente, trocando experiências com profissionais da área.

E você, já trabalhou com esta ferramenta? Conte para nós, comente!

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Na semana passada, falei aqui que só um diploma não basta para conseguir as melhores posições no mercado de trabalho, mostrando que é extremamente necessário possuir um diploma completo para ser notado pelo grandes recrutadores. E hoje volto a falar sobre o assunto para apresentar um pouco melhor os cursos de AdministraçãoMarketing oferecidos pela Universidade Anhembi Morumbi em São Paulo. Conheça:

Curso de Administração

O curso de Administração da Anhembi Morumbi oferece uma formação fortemente integrada com o mercado de trabalho, com foco na visão de negócios e possibilidade de experiência internacional, sem precisar sair do Brasil. Oferecendo, também, um corpo docente de alta qualificação, preparando-o para atuar com sucesso no mundo dos negócios.

Ao finalizar o curso de graduação em Administração pela Universidade Anhmebi Morumbi, você estará habilitado a trabalhar em diversas áreas, como por exemplo:

  • Financeira;
  • Mercadológica (marketing);
  • Produção e materiais;
  • Recursos Humanos;
  • Comércio Exterior;
  • Logística, entre muitas outras.

Desta forma, além de todos os benefícios que uma graduação em Administração oferece, você será capacitado para trabalhar em diversas áreas do mercado, aumentando o leque de opções e oportunidades para alavancar sua carreira. Sem falar nos diferenciais competitivos oferecidos pela Anhembi Morumbi, que falaremos ao final do post.

Curso de Marketing

Conheça os melhores cursos de Administração e Marketing para sua carreiraReconhecido entre os melhores do País pelo Guia do Estudante Abril, o curso de Marketing da Anhembi Morumbi obteve três estrelas na publicação de 2010. Um feito que, por si só, já garante uma ótima visibilidade ao seu diploma, não?

Neste curso você também contará com uma formação completa, preparando-o para competir nos mercados de trabalho do Brasil e exterior, com foco na visão de negócios e possibilidade de experiência internacional, sem precisar sair do Brasil. Tais diferenciais, somados à alta qualificação do corpo docente, irão ajudá-lo a atuar com excelência em ambientes altamente competitivos e globalizados.

Ao finalizar o curso de graduação em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, você estará habilitado a trabalhar nas seguintes áreas:

  • Agências específicas, como as de merchandising, promoção de vendas ou outras de comunicação integrada;
  • Institutos de pesquisa, produtoras de áudio e vídeo, veículos de comunicação, fornecedores da área digital ou impressa, além de ONGs.

Diferenciais competitivos

Os cursos de Administração e Marketing possuem diferenciais que tornarão seu diploma ainda mais competitivo no mercado. Listamos abaixo os aspectos mais importantes, confira:

  • Internacionalidade: Ao completar este módulo e a Graduação, você receberá um Certificado em Negócios Internacionais da Laureate International Universities, a maior rede de universidades do mundo.
  • Empreendedorismo: Ao completar este módulo e a Graduação, você receberá um Certificado em Empreendedorismo da BSP – Business School São Paulo, a melhor escola brasileira de MBA no ranking QS Global 200 Top Business Schools.
  • Empregabilidade: Módulos para o desenvolvimento de sua capacidade de liderança e de comunicação, bem como gestão de carreira por meio de coaching e palestras práticas. Desta forma, você será colocado à frente do mercado quando se trata de empregabilidade.

Sem dúvida alguma, estudar e possuir um diploma em Administração ou Marketing pela Anhembi Morumbi torna você um profissional completo e pronto para encarar os desafios do mercado de trabalho. Por isso, visite o site da Universidade, saiba mais sobre os cursos e matricule-se, invista no seu sucesso.

Estude em uma universidade de fronteiras e mentes abertas e prepare-se para conquistar as melhores oportunidades profissionais no Brasil e no mundo.