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O ano de 2010 foi uma escola para mim, aprendi muitas lições e, pela primeira vez, estive inteirado de todas as funções estratégicas das minhas empresas e isto me ensinou muito. Assim, para começar bem o ano de 2011, vou compartilhar com vocês algumas coisas que aprendi este ano. Espero que elas o ajudem a aprender um pouco mais para ter muito sucesso neste novo ano, confira:

Empreender não é nada fácil: Ter a responsabilidade de toda empresa na suas costas, dos pagamentos, dos controles e tudo que envolve a gestão de um negócio não é fácil. Isto é um dos motivos que fazem com que as pessoas prefiram o caminho mais estável de serem colaboradores, ao invés de se arriscarem como empresários, muitas vezes este risco costuma parecer alto demais.

Os planejamentos sempre precisam ser revisados: Não importa o cuidado que você teve ao montar um planejamento, algo nele vai dar errado. São muitas variáveis a se considerar e se você tiver miopia para isto, pode acabar perdendo tudo que lutou para conseguir. Revise, revise e revise.

Ao começar uma empresa, tudo vai custar mais do que esperava: Minha empresa está gastando mais do que eu planejei em meu plano de negócios, precisei estar bem preparado para isso. Acredito que você vá gastar até 3 vezes mais do que tem planejado, então espere ter alguma reserva para isto, se planeje para não ser pego de surpresa.

Lições que aprendi sendo um empreendedor em 2010

Não existe fórmula de bolo dentro da administração: Cada empresa é uma empresa, cada mercado é um mercado, cada cidade é uma cidade, tudo é diferente e confuso se você for tentar copiar algo de uma empresa e implantar exatamente igual em outra. Por isso, tome cuidado com alguns serviços que são oferecidos à sua empresa, procure saber se existirá um estudo prévio antes de implantar alguma ferramenta de gestão em sua empresa.

Postergar na gestão de uma empresa é igual a estresse e prejuízo: Se algo pode ser feito agora, faça, se você não pode fazer delegue para alguém fazer, não deixe nada para depois. A chance disto virar uma bola de neve é absurda, e ai você vai sofrer com o estresse e a amolação.

Procure sucessos pequenos ao invés de procurar eternamente um grande sucesso: Você pode conseguir lançar um produto que mude o mercado, mais isto é muito difícil de acontecer nos dias de hoje. Porém, você pode fazer o que todo mundo faz de uma forma melhor e mais bem desenvolvida, e de pouco em pouco chegar no mesmo nível de sucesso que esperava com um tiro no escuro.

Bom, estas foram algumas lições que aprendi empreendendo em 2010 que gostaria de compartilhar com vocês. Mas agora quero ouvir o que têm a dizer, quais foram os ensinamentos que tiveram no ano que passou? Compartilhe-os com a gente, comente!

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Fonte:Empregos.com.br

Todos os anos, muitos trabalhadores são efetivados por destacarem-se em suas atividades. Para o consultor Scher Soares*, diretor do Grupo Triunfo: “O fato de ser contratado para uma vaga de emprego temporário exige do trabalhador certo nível de preparo. Mesmo tratando-se de uma situação para um curto prazo, existem sim chances de efetivação. Para isso é importante que o colaborador dê seu máximo nesta nova etapa profissional”.

Para que a efetivação seja realizada é preciso que duas coisas aconteçam:

1. A empresa tem que sentir necessidade de absorver para seu quadro uma maior quantidade de pessoas;

2. O trabalhador deve destacar-se em meio aos demais, pois a chances de que todos os temporários tornem-se efetivos é muito pequena.

Como, por parte do trabalhador, só e possível controlar sua performance, a Triunfo Consultoria e Treinamento dá algumas dicas para aumentar as chances de você ser o escolhido:

Saiba como ser efetivado no seu emprego temporárioInvista em você: é muito importante que a empresa perceba que você está investindo em você, com o objetivo de capacitar-se para o mercado de trabalho. Busque cursos na internet, leia livros importantes na sua área, converse com pessoas interessantes e, principalmente, coloque em prática seu conteúdo.

Mantenha-se atento e interessado: funcionário que mal chega no novo emprego e já vai questionando sobre seus “direitos” quase sempre não é bem visto. Mostre trabalho, entenda os processos, maximize seu nível de contribuição. Esteja atento aos detalhes e demonstre interesse pela empresa (e pelos seus resultados).

Saiba trabalhar em equipe: um dos aspectos do trabalhador, muito valorizado atualmente nas organizações, é saber trabalhar em equipe. As empresas têm buscado colaboradores que pensem no grupo e que saibam se relacionar com os colegas. Assim, desenvolver a capacidade de adaptação e flexibilidade é fundamental. Em empresas de menor porte isso se torna ainda mais explícito, pois os funcionários devem estar preparados para exercer mais que uma função ao mesmo tempo e mudar de responsabilidades, dependendo das necessidades do negócio. Evite viver centrado apenas nos seus afazeres. É importante lembrar que bom desempenho de uma empresa depende do trabalho executado pela sua equipe.

Saiba ouvir: respeitar a opinião dos seus colegas de trabalho é uma tarefa que possibilita reconhecimento, confiança e valorização, permitindo estabelecer uma relação de respeito profissional. Idéias sensacionais podem surgir quando se permite ouvir novas idéias e conseqüentemente perceber que estas contribuições, podem melhorar e aperfeiçoar a idéia inicial. Um gestor benevolente sabe ouvir cada contribuição da equipe, sem superestimar o potencial intelectual humano.

Seja positivo: se você for todo dia para o trabalho com vibrações positivas, as pessoas vão considerá-lo aquele tipo de pessoa que sabe lidar com a tensão, as incertezas e os problemas. Ou seja, alguém que não faz tempestades em copo d´agua, que se mantém calmo, sereno, confiante e controlado. Mostre-se otimista o tempo todo. Assim que os outros começarem a encará-lo como uma pessoa de temperamento alegre e positivo, vão ter vontade de ficar, cada vez mais, a seu lado e com isso a possibilidade de quererem você por mais tempo na empresa só aumenta.

*Scher Soares é empresário, palestrante e consultor de empresas especializado em
vendas e varejo.

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A rede social Facebook poderia abrir suas ações para cotação em bolsa de valores em abril de 2012, conforme um memorando que a empresa enviou a seus potenciais investidores, tal como revela nesta quinta-feira “The Wall Street Journal” em seu site.

A empresa, que está reunindo fundos para aumentar sua capacidade financeira, aponta nesse documento de 100 páginas que 2012 seria o ano escolhido para se transformar em uma companhia de capital aberto por meio da Comissão do Bolsa de Valores dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês).

O diário nova-iorquino detalha que a rede social prevê superar em 2012 o número de 500 acionistas, um limite que, se superado, obriga as companhias a informar sobre sua situação econômica à SEC, ainda que não cotem na bolsa.

No início desta semana, Goldman Sachs e Facebook surpreenderam os investidores de Wall Street ao se saber que tinham chegado a um acordo pelo qual a entidade financeira investiria US$ 500 milhões na rede social, junto ao grupo russo Sky Technologies, e administraria a entrada de outros investidores até arrecadar uma injeção de capital de US$ 1,5 bilhão.

Essa operação, que avaliava o Facebook em US$ 50 bilhões, fez soar os alarmes entre reguladores e analistas, que veem como as empresas especializadas em redes sociais estão entrando em uma possível bolha especulativa que escapa do escrutínio público, já que em sua maioria não têm capital aberto e nem obrigação de tornar públicas suas contas porque não têm mais de 500 acionistas.

Desse temor vem a importância do memorando, no qual, segundo “The Wall Street Journal”, fica claro que o objetivo do acordo entre Goldman Sachs e Facebook não era evitar prestar contas à SEC.

FONTE: EFE – Agência EFE e Terra.

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A obra Superporto do Açu começou no fim de 2007. Até sua conclusão, prevista para 2012, receberá investimentos de R$ 4,5 bilhões. Mas o porto e a estrutura para o transporte do minério serão uma migalha se comparados a todos os projetos sonhados pelo empresário para a região.

Se o plano idealizado por Eike Batista se materializar, os investimentos – um complexo industrial integrado às atividades portuárias além de um megaempreendimento residencial para acomodar dezenas de milhares de pessoas – vão transformar São João da Barra, município com 32 mil habitantes do litoral norte fluminense, numa verdadeira “Eikelândia”.

O Superporto do Açu é o cartão-postal mais vistoso dos empreendimentos do oitavo homem mais rico do mundo, segundo ranking da revista “Forbes” divulgado em março de 2010. Quase todas as empresas do grupo EBX, o conglomerado empresarial criado pelo multibilionário, composto por uma sopa de siglas todas com a palavra “xis”, têm planos de investimentos no complexo, que fica a pouco mais do que três horas de carro da cidade do Rio de Janeiro.

A empresa de logística LLX responde pelas atividades portuárias; a de energia MPX planeja construir duas usinas térmicas, uma movida a carvão importado (2.100 MW) e outra a gás (3.330 MW), similar à oferta de energia firme de Itaipu; a empresa de construção naval OSX prevê instalar seu estaleiro. A OGX é outra potencial candidata a ter uma base local: a empresa de petróleo e gás tem direitos na exploração de blocos na bacia de Campos, a menos de 300 quilômetros da costa.

O grupo empresarial de Eike Batista já teve mais coisa na área do complexo do Superporto do Açu, mas vendeu. A MMX, empresa de mineração de Eike, tinha montado um sistema que incluía a exploração de uma mina em Minas Gerais, o mineroduto de 500 quilômetros para o carregamento da matéria-prima até Açu, onde será beneficiado e transportado pelo porto ao exterior. Mas juntamente com outro projeto no Amapá, Eike Batista vendeu o negócio por US$ 5,5 bilhões para a Anglo American, uma das maiores do setor no mundo. A mineradora Anglo continua com as obras no complexo, e o prazo de conclusão é o mesmo ano quando houver a finalização do porto.

Além dos negócios próprios, o plano para a Eikelândia contempla a instalação de outros grandes empreendimentos. Numa área de 90 quilômetros quadrados, equivalente a cidade de Vitória (ES), o bilionário brasileiro pretende atrair duas siderúrgicas – uma já assinou contrato com os chineses da Wisco, uma das três principais produtoras de aço do país asiático.

A outra foi fechada com os ítalo-argentinos da Ternium-Techint, um dos maiores fabricantes de aço da América Latina. Cada uma das siderúrgicas terá fábricas de cimento como vizinha – a Votorantim e a Camargo Corrêa, as duas maiores empresas brasileiras do setor, já assinaram acordos de intenção de investimento com as empresas de Eike.

O empresário já indicou seu interesse em atrair uma montadora de carros. Toyota? Suzuki? Essas são as marcas especuladas pelos moradores da região. Carro chinês? Carro elétrico? O Nano? O nome não é revelado pelo empresário em suas entrevistas ou mensagens pelo Twitter. Pouco se sabe sobre boa parte dos 60 memorandos de entendimentos assinados pelas empresas de Eike, que não abre as informações alegando por questões de confidencialidade.

Para completar o conjunto de projetos, indignado pelo fato de o consumidor brasileiro pagar mais do que o dobro para ter acesso um iPad, o bilionário empresário disse que gostaria de atrair uma fabricante de produtos da Apple para sua “Eikelândia”. O investimento total é estimado em US$ 36 bilhões.

Conheça a Eikelândia, a obra mais arrojada de Eike Batista

Na maioria das apresentações realizadas para investidores, a ponte é mostrada como o caminho para o desenvolvimento de uma região, que deve gerar 50 mil empregos diretos quando tudo estiver pronto, segundo números divulgados pela empresa.

No estágio atual da obra, trabalham cerca de 2,5 mil pessoas, das quais mais da metade da região, principalmente nas funções mais básicas. Engenheiros e técnicos mais especializados foram “importados” e ocupam boa parte das pousadas da região.

As projeções divulgadas pela prefeitura indicam que a população de São João da Barra irá crescer dos atuais 32 mil para cerca de 250 mil pessoas em um prazo de até 15 anos. A prefeitura lançou um plano de obras de infraestrutura, com investimentos de R$ 80 milhões para os próximos anos, que inclui redes de água e esgoto.

Seis postos de saúde, cinco creches, duas novas escolas foram construídos. Abriram-se vagas para o ensino técnico voltado, por exemplo, para operadores logísticos e metal-mecânico. Além disso, 180 alunos estão tendo aulas de mandarim para comunicar-se com os chineses que vão trabalhar numa das duas siderúrgicas esperadas no complexo industrial.

Não à subhabitações

Para atender a demanda, a prefeitura calcula a construção de 84 mil novas unidades habitacionais. “Estamos nos preparando para atender esse forte crescimento e desenvolver o pessoal que aqui está”, diz a prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PMDB). Mas ela adverte que não quer que o município acomode bolsões de pobreza, com o surgimento de favelas. “Quem vier para cá e se estabelecer em barracos será retirado”, afirma.

Para acomodar o crescimento populacional, o grupo EBX decidiu criar, do zero, a “cidade X”, uma área anexa ao complexo porto-indústria. O empreendimento tem meta de atender 250 mil pessoas, embora a prefeitura avalie que não será para mais do que 150 mil habitantes. Será desenvolvido pela REX, a empresa imobiliária da Eike.

Para tanto, o empresário convidou o arquiteto e urbanista Jaime Lerner, ex-governador do Paraná, para criar uma cidade modelo. “A ideia é garantir habitação com infraestrutura, de modo que o crescimento urbano seja planejado e ecologicamente sustentado”, explica a empresa. Uma das propostas em estudo é o uso de bicicletas e de carros elétricos. “Não queremos também que a cidade X seja um condomínio fechado”, diz a prefeita. “Não é possível ter um município fragmentado.”

Bebida milagrosa

Por anos, São João da Barra viveu de atividades pesqueira, pecuária e agrícola, como a cana de açúcar – até a falência das usinas existentes na vizinha Campos de Goytacazes. Tornou-se durante os anos 1970 e 1980 nacionalmente conhecida por causa da propaganda de um conhaque de alcatrão, fabricado pelo grupo Thoquino, conhecido como “o conhaque do milagre”, capaz de curar os males dos enfermos por artrite.

Atualmente, o município vive da atividade de turismo, com a vinda de hordas de mineiros para as praias de Atafona e Grussaí – curiosamente, o maior hotel do município, com 600 quartos, é o Sesc, de Minas Gerais, cuja cidade mais próxima fica a cerca de 200 quilômetros.

Mas o que mais gera receita e mantém a cidade é a receita oriunda dos royalties do petróleo retirado do campo de Roncador, um dos maiores da Petrobras, na bacia de Campos. As transferências de recursos garantem cerca de R$ 200 milhões do orçamento anual de R$ 250 milhões a ser realizado em 2010.

Arrecadação em crescimento

A prefeitura já nota aumento na arrecadação com o ISS, o imposto sobre serviços, por conta das transformações geradas pelo Porto de Açu. Em 2007, a receita com ISS foi de R$ 1,6 milhão, valor que chegou a R$ 8 milhões no ano passado. “Apenas o estaleiro do Eike vai gerar mais R$ 35 milhões em recursos próprios ao município”, diz Aquino, confiante de que o empreendimento dará à cidade de São João da Barra independência financeira. A prefeitura já prepara uma atualização do mapa de georeferenciamento para fixas novas cobranças de IPTU e ISS.

Aquino diz que São João da Barra vive uma fase de “novo Eldorado” brasileiro. Ele nasceu em Campos, nunca trabalhou na fábrica da família e mudou-se para a cidade do Rio de Janeiro há três décadas para estudar e trabalhar como arquiteto.

Conheceu Eike Batista quando o empresário fez um investimento na área de saúde e convidou o arquiteto para fazer um projeto de consultórios hospitalares. Há três anos, fascinado com o Superporto do Açu, Aquino decidiu voltar à região de São João da Barra e ajudar a implantar o empreendimento de Eike.

“Sou uma espécie de Severino, ajudando a destravar tudo”, brinca. “Aqui as oportunidades existem. Quem for um bom profissional se dará bem”, diz. Quando sair da prefeitura, ele mesmo espera colher essas oportunidades com seu negócio na área de arquitetura “Espero ganhar muito dinheiro no futuro, obviamente não serei um bilionário como o Eike”, diz.

O primeiro shopping da cidade começa a sair da maquete. A SuperBom, uma rede de supermercados de Campos, acena com a abertura de uma filial na cidade vizinha. A cidade tem duas agências bancárias, uma do Banco do Brasil e outra do Itaú. A Caixa Econômica Federal deve abrir uma filial, assim como se espera o mesmo do Bradesco e Santander.

Determinadas cidades nascem da junção de pessoas com empresas que buscam explorar seus recursos naturais. A mineira Ipatinga era uma cidade de 3 mil pessoas que cresceu à sombra da siderúrgica Usiminas. A cidade fluminense de Volta Redonda nasceu com a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). As duas cidades são consideradas exemplos do desenvolvimento industrial brasileiro.

Mas há casos de tremendo fiasco. Henry Ford, o empresário que revolucionou a indústria automobilística, criou uma cidade do zero no meio da floresta Amazônica para extrair das seringueiras o látex utilizado na fabricação de pneus aos carros que vendia nos Estados Unidos. A “Fordlândia” durou pouco mais de 15 anos e virou uma cidade abandonada perto de Santarém, no Pará. Delírio ou não da mente dos empreendedores, o tempo vai dizer se Eike Batista concretizará os projetos empresariais, transformando São João da Barra na sua “Eikelândia”.

FONTE: Excelente matéria de André Vieira para o IG Economia.

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O constante avanço das tecnologias vem possibilitando às pequenas empresas conseguir economias diversas em seus custos, oferecendo a possibilidade de terem bancos de dados e sistemas ERP, por exemplo, a um preço mais acessível etc. E dentre tantas mudanças causadas pelos avanços tecnológicos, talvez a mais sentida tenha sido na área da comunicação.

Nas empresas atuais, a comunicação tradicional vem sendo substituída por tecnologias mais avançadas. E um dos maiores exemplos desta mudança acontece na telefonia, onde, cada vez mais, a tecnologia VOIP vem substituindo o sistema de telefonia tradicional, possibilitando vários ganhos e economias para as empresas.

Mas, afinal o que é VOIP?

O nome VOIP é uma sigla que, em inglês, significa Voice Over Internet Protocol, ou, numa tradução livre, voz sobre o protocolo de internet, que significa que a voz é transmitida pela internet através de softwares especificos.

Quais as vantagens da tecnologia VOIP para as pequenas empresas

E hoje vou mostrar como esta tecnologia pode auxiliar sua empresa. Abaixo seguem algumas vantagens que a tecnologia VOIP traz para sua empresa, fique de olho:

Redução de custos: O custo geral de uma ligação usando a tecnologia VOIP é geralmente muito menor do que as ligações feitas de forma tradicional, esta diferença é ainda mais gritante em chamadas internacionais. Mesmo que exista um custo inicial mais elevado para utilizar esta tecnologia, em decorrência da necessidade de possuir na empresa uma conexão à internet e um computador, a maior parte dos softwares pedem uma configuração mínima para funcionar, necessitando geralmente apenas de uma placa de som razoável, microfone e a conexão a internet.

Ausência de assinaturas e contratos de longo prazo: Utilizando a tecnologia VOIP, você não fica amarrado a planos telefônicos em intervalos grandes de tempo. Sabemos que, hoje em dia, qualquer serviço de telefonia te obriga a ficar em média 2 anos preso ao serviço, sem contar que estas linhas possuem assinatura na maioria das vezes, aumentando ainda mais o valor pago no fim do mês. Estas cobranças  são praticamente inexistentes dentro do VOIP.

Flexibilidade: O VOIP possibilita que qualquer funcionário seu possa trabalhar e se comunicar de qualquer lugar que tenha uma conexão à internet, isto em quase todo lugar do mundo. E hoje, com os recursos cada vez mais avançados de smartphones esta comunicação se torna ainda mais flexível.

Muitos recursos: Muitos programas de VOIP possuem diversos recursos que vão além da simples telefonia, como possibilitar o uso de mensageiros eletrônicos, chamadas PC a PC sem custos, uso de vídeo-chamadas, envio de dados, compartilhamento de informações entre outros. Tudo isso se usado da forma correta, pode trazer grandes benefícios para sua empresa.

Simplicidade: Existem diversos softwares no mercado para as mais variadas necessidades, que oferecem a possibilidade de customização de interfaces e outros recursos que buscam manter o sistema o mais simples possível para o usuário final. Desta forma, qualquer pessoa é capaz de utilizar este tipo de tecnologia dentro da empresa.

E vocês o que tem a falar do VOIP e seu uso pelas pequenas empresas? Já testaram ou conhecem alguém que utiliza? Compartilhe sua opinião conosco, comente!